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RIO PINHEIROS

Águas Claras promove crowdfunding para Córrego do Jaguaré

A Aguas Claras do Rio Pinheiros lançou campanha de financiamento coletivo para realizar grande discussão pública sobre as medidas necessárias para a revitalização das águas urbanas. A área piloto do projeto é a região do Córrego do Jaguaré, uma bacia hidrográfica que corresponde a cerca de 10% da área total da bacia do Rio Pinheiros. Para participar do crowdfunding basta acessar o endereço www.kickante.com.br/aguasclaras e deixar sua doação. O projeto tem como meta conseguir R$ 150 mil. Até o momento, a arrecadação é de pouco mais que R$ 2 mil.

A Aguas Claras do Rio Pinheiros lançou campanha de financiamento coletivo para realizar grande discussão pública sobre as medidas necessárias para a revitalização das águas urbanas. 
 
A área piloto do projeto é a região do Córrego do Jaguaré, uma bacia hidrográfica que corresponde a cerca de 10% da área total da bacia do Rio Pinheiros. Para participar do crowdfunding basta acessar o endereço www.kickante.com.br/aguasclaras e deixar sua doação. O projeto tem como meta conseguir R$ 150 mil. Até o momento, a arrecadação é de pouco mais que R$ 2 mil. 

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RIOS
Pinheiros promove passeio para população

Durante a 4ª edição do ‘Por uma cidade navegável’, moradores de São Paulo tiveram a oportunidade de realizar um passeio aberto, pela primeira vez, no rio Pinheiros. A iniciativa tem como objetivo conscientizar toda a população sobre a importância da despoluição de rios, além de estimular os próprios paulistanos a evitar jogar lixo nos próprios rios e nas ruas das cidades. “A exemplo das cidades da Europa, São Paulo pode ser uma cidade navegável. O Rio Tâmisa era tão poluído quanto o nosso Rio Pinheiros e hoje recebe circulação de embarcações. Essa é a nossa primeira ação de conscientização sobre a despoluição do Rio Pinheiros, motivados pela promessa do Governador João Dória. Por isso, trouxemos a população para navegar e mostrar que é possível, seja para lazer ou como transporte público. Nós montamos duas estações em 48 horas, é possível montar 50 estações em um mê. Nós só precisamos da despoluição. Outro ganho será com o crescimento da indústria náutica brasileira, que crescerá muito com a possibilidade de navegabilidade do Rio Pinheiros e Tietê”, afirma Ernani Paciornik, publisher da revista Naútica e organizador do São Paulo Boat Show. A EMAE (Empresa Metropolitana de Águas e Energia) tem como meta retirar 500 mil m³ de lixo em 12 meses do rio Pinheiros. Isto significa dar à cidade um rio com água mais límpida, translúcida e uma maior profundidade. “Estamos com especialistas da Escola Politécnica da USP e da Marinha do Brasil nos assessorando sobre qual navegabilidade é possível a médio e longo prazo, se é possível para lazer ou transporte coletivo”, declarou Ronaldo Souza Camargo, Presidente da Emae.

17 de setembro, 2019
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RIO PINHEIROS
Sabesp investirá R$ 1,5 bilhão

O Governo do Estado de São Paulo e a Sabesp anunciaram um pacote de investimentos de R$ 1,5 bilhão para a recuperação do chamado Novo Pinheiros até 2022. O projeto contempla intervenções nas áreas de todas as sub-bacias dos grandes afluentes do Pinheiros, onde vivem cerca de 3,3 milhões de pessoas, incluindo ainda ações socioambientais para engajar a população na recuperação dos cursos-d’água da região. As ações serão contratadas com base em performance, uma forma moderna de contratação de serviços que definem metas a serem atingidas pelas empresas, com a remuneração variando de acordo com os objetivos determinados pela Sabesp. Para avaliar a performance, serão consideradas metas como o total de novos imóveis conectados à rede e a qualidade da água do córrego. "Essa é uma quantia bastante expressiva para a contratação de obras para a despoluição do Pinheiros. Nosso compromisso é entregar o rio limpo até 2022, em condições adequadas, de acordo com os padrões internacionais, com ações que serão feitas também nas sub-bacias. Não tenho medo de colocar esse prazo, tenho convicção de que vamos chegar a esse resultado", comentou o governador do Estado de São Paulo, João Doria. Para as ações nas sub-bacias foi feito um mapeamento de toda a área com a ligação de esgoto que precisam ser feitas. Foram identificados cerca de 500 mil imóveis que passarão a ter seu esgoto encaminhado a uma ETE. Do total, 73 mil precisam ser conectados às redes de coleta. Foram lançados 14 editais nas últimas semanas para a contratação das empresas interessadas na realização das obras. Outra novidade do projeto é a adoção de inovações em áreas de urbanização informal, onde o esgoto costuma ser lançado em córregos. Nesses locais a Sabesp estuda implantar estações especiais para o tratamento do próprio curso d’água que recebe o esgoto. O edital para a contratação dessas soluções diretamente nos córregos está previsto para ser lançado em setembro. “Nós já avançamos muito no Projeto Tietê e agora estamos focados no Pinheiros. Estamos trabalhando de forma integrada e a Sabesp tem a função de limpar os afluentes do Pinheiros para que não haja poluição nesse rio. Vamos inovar, porque temos que tratar a situação das áreas informais, e faremos isso com uma estação de tratamento diretamente colocada no rio. Outra novidade, agora administrativa, são as contratações por performance, nos concentrando no resultado. É um trabalho muito grande, mas estamos muito firmes para que em 2022 tenhamos um rio Pinheiros limpo”, disse o presidente da Sabesp, Benedito Braga.

23 de agosto, 2019
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RIO PINHEIROS
Sabesp vai despoluir 25 córregos

A Sabesp vai despoluir 25 córregos dentro do Novo Rio Pinheiros e visa entregar o rio limpo para a população até 2022. Será investido R$ 1 bilhão em ações socioambientais que visam à participação do paulistano na recuperação dos cursos d’água. O primeiro córrego a receber obras será o Zavuvus, na zona sul de São Paulo. A licitação para ampliar a coleta de esgoto na região foi lançada em 20 de junho. Em áreas de ocupações irregulares, a Sabesp irá instalar estações especiais que vão tratar a vazão de esgoto do próprio curso-d’água. Outra novidade é o contrato de performance – um modelo moderno de contratação de serviços, onde a empresa privada fica responsável por todas as obras de ampliação e adequação do sistema de esgoto e sua remuneração depende do resultado. Quanto mais a água for limpa, maior será a compensação financeira. O desempenho será avaliado de acordo com o total de novos imóveis conectados à rede e a qualidade da água do córrego. Das 25 sub-bacias, 16 terão contratos de performance. As demais receberão ações realizadas pela própria Sabesp. As obras no córrego Zavuvus beneficiarão 173 mil pessoas em um investimento entre R$ 85 milhões e R$ 94 milhões, a depender do desempenho da empresa contratada. A expectativa da Sabesp é que a qualidade da água apresente uma melhora dentro de dois anos e meio, com retomada da vida aquática. Com 7,8 km de extensão, o Zavuvus deságua no Rio Jurubatuba, um canal do Pinheiros próximo da Represa Guarapiranga. Os outros córregos que estão no programa de despoluição são Jaguaré, Vila Hamburguesa, Pirajussara, Boaçava, Jockey/Cidade Jardim, Bellini, Morumbi, Alto De Pinheiros, Cachoeira/Morro do S, Corujas, Ponte Baixa, Rebouças, Socorro, 9 de Julho, Sapateiro, Uberaba, Traição, Água Espraiada, Cordeiro, Chácara Santo Antônio, Pouso Alegre, Santo Amaro, Poli e Pedreira. O Novo Rio Pinheiros vai beneficiar diretamente 3,5 milhões de pessoas que moram nas imediações, com melhoria da qualidade de vida e do meio ambiente, e será um incentivo à economia paulista, com a criação de empregos e renda. O Novo Rio Pinheiros é um projeto entre a Sabesp e outros órgãos estaduais coordenados pela Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente. A despoluição requer a participação da população, seja para se conectar à rede de esgoto já existente, seja para descartar adequadamente o lixo. Para engajar a população, a operação inclui ações de educação ambiental nos bairros e em espaços lúdicos, com palestras com temas sobre o meio ambiente e mostra a respeito do andamento e o legado das obras.

5 de julho, 2019
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RIOS
#VoltaPinheiros cobra autoridades

Quatro meses após o seu lançamento, o movimento #VoltaPinheiros tornou a cobrar as autoridades sobre o descaso em relação à atual situação do rio Pinheiros, um dos principais da cidade de São Paulo. O movimento enviou 50 kits para a Câmara Municipal de Vereadores, Prefeituras Regionais, Prefeitura Municipal de São Paulo e Governo do Estado, incluindo agentes da CPTM, SABESP, EMAE, o Governador Geraldo Alckmin e o Prefeito João Doria. “Tivemos apenas uma reunião com o secretário adjunto e depois disso ficamos no esquecimento, assim como o Rio Pinheiros. É triste perceber que a cidade adoraria contribuir para um movimento desses e as autoridades responsáveis continuem tão acomodadas”, explica Marcelo Reis, idealizador do movimento. O kit contém uma mensagem destinada aos políticos, pedindo respostas sobre pontos que nunca foram esclarecidos. De forma lúdica, uma almofada em formato de emoji de cocô complementa a mensagem: “Esta almofada é um confortável presente para quem consegue dormir com o Rio Pinheiros desse jeito”. Entre outras medidas, o movimento cobra quando Governo estadual e Prefeitura vão se reunir para adotar medidas necessárias à efetiva execução dos contratos, planos e metas de saneamento que vêm sendo sistematicamente adiados e até mesmo quando a Prefeitura vai passar a atuar de forma incisiva para que os investimentos já realizados não se percam, uma vez que dados comprovam que cerca de 70 mil imóveis na cidade de São Paulo não têm ligação com a SABESP, despejando todo seu esgoto diretamente no rio.

22 de fevereiro, 2018
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MATA CILIAR
Coca-Cola e “Dá Pé” querem restaurar margens do rio Una

O projeto Dá Pé e a Coca-Cola Brasil fecharam parceria para acelerar os resultados das colaborações feitas pelas pessoas na campanha de financiamento coletivo no site Kickante ( www.kickante.com.br ). A cada árvore doada pelas pessoas entre 18 de novembro e 19 de dezembro, a Coca-Cola Brasil doará outra ao programa. O Projeto Dá Pé é uma iniciativa do Um Pé de Quê? (programa criado e produzido pela Pindorama Filmes e Canal Futura), e da Fundação SOS Mata Atlântica, e tem como primeira meta plantar 20 mil árvores para restaurar 1,33 km da mata ciliar nas duas margens do Rio Una, um afluente do Rio Paraíba do Sul, que abastece os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.“Nosso objetivo com a parceria é mobilizar a sociedade em torno dessa causa tão importante. Acreditamos que ações como essa são instrumentos de gestão sustentável da água e impactam positivamente na quantidade e na qualidade da água nos rios, ao promover a recuperação das bacias”, afirma Pedro Massa, Diretor de Valor Compartilhado da Coca-Cola Brasil. Com uma contribuição inicial de R$ 20, já é possível garantir o plantio de 1 árvore e sua manutenção por 5 anos. Até agora, a campanha já arrecadou 65% de sua meta de R$ 400 mil. “Ao criar e colaborar com ideias assim, as empresas e instituições estão estimulando na população a criação de uma consciência maior sobre a questão ambiental no Brasil”, finaliza a CEO da Kickante, Tahiana D’Egmont.

8 de dezembro, 2015