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MEIO AMBIENTE

Ypê patrocina projeto Observando os Rios

Celebrando seu aniversário de 65 anos, a Ypê – em parceria com a SOS Mata Atlântica – está patrocinando o projeto “Observando os Rios”, iniciativa que reúne comunidades e as mobiliza em torno da qualidade da água dos rios e córregos das localidades onde elas vivem. O objetivo é engajar e capacitar grupos de moradores próximos às bacias hidrográficas de 17 estados brasileiros, viabilizando um kit de monitoramento em que é possível acompanhar os níveis de oxigênio, fósforo e PH, além da leitura de aspectos visuais e olfativo das águas. Nas regiões hidrográficas contempladas estão localizados os mananciais que abastecem 70% da população brasileira, além da água voltada aos mais diversos usos: agricultura, pesca, indústria, turismo e energia. Com esta parceria, o Projeto Observando os Rios - originalmente desenvolvido na bacia hidrográfica do Rio Tietê (SP) - será ampliado com novos grupos de monitoramento nos estados de Pernambuco, Paraíba, Rio de Janeiro, Bahia, Ceará, São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Paraná. Dessa forma, contribuirá cada vez mais para a conservação, gestão e a governança da água, com o envolvimento de toda a sociedade.

Celebrando seu aniversário de 65 anos, a Ypê – em parceria com a SOS Mata Atlântica – está patrocinando o projeto “Observando os Rios”, iniciativa que reúne comunidades e as mobiliza em torno da qualidade da água dos rios e córregos das localidades onde elas vivem. O objetivo é engajar e capacitar grupos de moradores próximos às bacias hidrográficas de 17 estados brasileiros, viabilizando um kit de monitoramento em que é possível acompanhar os níveis de oxigênio, fósforo e PH, além da leitura de aspectos visuais e olfativo das águas.

Nas regiões hidrográficas contempladas estão localizados os mananciais que abastecem 70% da população brasileira, além da água voltada aos mais diversos usos: agricultura, pesca, indústria, turismo e energia.

Com esta parceria, o Projeto Observando os Rios - originalmente desenvolvido na bacia hidrográfica do Rio Tietê (SP) - será ampliado com novos grupos de monitoramento nos estados de Pernambuco, Paraíba,  Rio de Janeiro,  Bahia,  Ceará,  São Paulo,  Minas Gerais,  Santa Catarina e Paraná. Dessa forma, contribuirá cada vez mais para a conservação, gestão e a governança da água, com o envolvimento de toda a sociedade.

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RIOS
Qualidade das águas melhora

A Fundação SOS Mata Atlântica divulgou o relatório "Retrato da Qualidade da Água nas Bacias Hidrográficas da Mata Atlântica", onde apresenta um panorama sobre a qualidade da água de 130 pontos de monitoramento, distribuídos em 77 trechos de rios e corpos d'água brasileiros, em 64 municípios, nos 17 estados do bioma Mata Atlântica. No total, dos 130 pontos monitorados no ciclo de 2020 a 2021, 95 deles (73,1%) apresentaram qualidade da água regular, 22 (16,9%) ruim e 13 (10%) estão em boa condição. O levantamento não identificou corpos d'água com qualidade de água ótima ou péssima. Os especialistas da ONG conseguiram identificar uma tendência de melhoria na qualidade ambiental de rios e córregos urbanos ao longo de 2020, por conta de avanços nos índices de coleta e tratamento de esgoto e do isolamento social que resultou na redução de fontes difusas de poluição, como lixo e material particulado proveniente da fuligem de veículos automotivos. Entretanto, a melhoria verificada só poderá ser comemorada desde que acompanhada de investimentos contínuos em saneamento ambiental e proteção de matas nativas e áreas verdes. A equipe técnica da organização ainda destaca que a pressão sobre o uso doméstico da água, durante a pandemia, resultou no comprometimento da qualidade da água de rios em regiões impactadas, no mesmo período, por secas e diminuição das vazões. Considerados os 95 pontos fixos de monitoramento, em que é possível fazer um comparativo com o período anterior (2019-2020) aqueles que também foram analisados entre 2020 e 2021, os indicadores aferidos apontaram variações expressivas em 20 pontos. A condição da qualidade da água melhorou em 10 pontos e manteve estabilidade nos indicadores, mesmo com variações climáticas intensas nos períodos de seca e chuva, em 75 pontos que continuam com as mesmas condições do levantamento anterior, inclusive com destaque para quatro pontos bons. No comparativo, também não foram encontrados pontos com condição ótima ou péssima. "A gente já fala há muitos anos que a situação de um rio é o espelho do comportamento da sociedade. O processo de degradação de um corpo d'água, por lançamento de esgotos sem tratamento ou desmatamento de suas margens é rápido, mas a recuperação pode demandar muitos anos. Por isso, os indicadores e dados mudam pouco, mas os rios têm, em geral boa capacidade de se recuperar, desde que não fiquemos parados. É preciso agir agora, mudar a nossa forma de gestão e governança e como consumimos a água", afirma Gustavo Veronesi, coordenador do projeto Observando os Rios da Fundação SOS Mata Atlântica. O estudo constatou que em alguns rios as altas temperaturas chegam a até 30ºC ou mais, o que gerou um alerta sobre os impactos das mudanças do clima sobre a qualidade da água, já que as altas temperaturas diminuem o oxigênio presente na água e, consequentemente, afetam a vida e a qualidade. Em condições normais, as médias consideradas adequadas para os rios deveriam ser de temperaturas na faixa de 18 a 23ºC. A existência de áreas verdes e matas nativas nas margens dos rios, fazendo sombreamento a ele, pode minimizar o aumento da temperatura. Os indicadores de qualidade da água reunidos no estudo foram obtidos graças ao trabalho voluntário de 3 mil pessoas que integram 256 grupos de monitoramento do projeto Observando os Rios, patrocinado pela Ypê e com apoio da Sompo Seguros. Os grupos de voluntários coletaram e analisaram a qualidade da água, mensalmente ao longo do ciclo de 12 meses, com acompanhamento e supervisão técnica da Fundação SOS Mata Atlântica. "É necessário atenção especial das autoridades e da sociedade para a qualidade da água e proteção dos grandes rios da Mata Atlântica, para segurança hídrica. Com ênfase para a necessidade urgente de ações voltadas às populações que vivem em situação de vulnerabilidade social e econômica, principalmente, aqueles desprovidos de acesso ao saneamento básico e os que perderam moradia e passaram a viver nas ruas das cidades e em beira de rios ao longo da pandemia. Os indicadores levantados também reforçam que em áreas rurais há a necessidade de fiscalização e controle contra o uso intensivo de agrotóxicos e fertilizantes.", afirma Malu Ribeiro, diretora de Políticas Públicas da Fundação SOS Mata Atlântica. Dos dez pontos que alcançaram qualidade de água boa, cinco estão próximos de áreas protegidas, ou com mata nativa. Entre eles estão os rios Pratagy, em Alagoas, Biriricas, no Espírito Santo, o Córrego Bonito, na cidade de mesmo nome, no Mato Grosso do Sul. E pontos dos rios Tietê e Jundiaí, em São Paulo, que alcançaram o índice de qualidade boa. "O ponto do Tietê é na cidade de Salesópolis, onde fica sua nascente, e o rio Jundiaí, no município de Salto. Os outros pontos com melhoria foram encontrados nos estados de Pernambuco, Sergipe e outros três em São Paulo. Estes últimos saíram de ruim para regular", afirma Gustavo Veronesi, coordenador do projeto Observando os Rios. No rio Tietê, os 14 pontos de monitoramento fixos apresentaram melhora, além de ter saído da condição ruim para regular nas cidades de Itu, Salto e Santana de Parnaíba. "O rio Tietê, sempre destacado em razão das altas cargas de poluição que recebe, apresentou apenas um ponto com piora no índice de qualidade da água, na média dos 12 meses de análises. Esse ponto localizado no município de Itaquaquecetuba, na região metropolitana de São Paulo, vem sofrendo com o aumento acelerado de ocupações irregulares entre as cidades de Mogi das Cruzes e Suzano, em área de risco para as populações. Conseguir que um grande rio, como o Tietê, apresente esses indicadores, pode parecer pouco, mas reforça a importância de investir de forma contínua em saneamento básico, reforça Malu Ribeiro. Entre aqueles que pioraram de situação, destaque para oito pontos que passaram da condição regular para ruim, localizados nos estados da Bahia, Ceará, Pernambuco (dois pontos), Rio Grande do Sul (dois pontos) e São Paulo (dois pontos). O estudo completo pode ser conferido no https://www.sosma.org.br/sobre/relatorios-e-balancos/ .

29 de março, 2021
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MATA ATLÂNTICA
Apenas 4% dos rios do bioma registram água de boa qualidade

Um estudo inédito realizado pela Fundação SOS Mata Atlântica sobre a qualidade da água dos 230 rios, córregos e lagos do bioma, identificou que apenas 4,1% - 12dos 294 pontos de coleta avaliados -- possuem qualidade de água boa, enquanto 75,5% (222) estão em situação regular e 20,4% (60) com qualidade ruim ou péssima. Isso significa que em 96% dos pontos monitorados a qualidade da água não é boa. O levantamento aconteceu em 102 municípios dos 17 estados da M ata Atlântica, além do Distrito Federal, entre março de 2017 e fevereiro de 2018. Foram realizadas coletas e análises mensais da água por 3,5 mil voluntários do programa “Observando os Rios”, com supervisão técnica da Fundação SOS Mata Atlântica. O projeto tem patrocínio da Ypê e Coca-Cola Brasil e o estudo completo, com a lista dos rios avaliados, está disponível em http://bit.ly/2DmdBJH . “Os resultados apontam a fragilidade da condição ambiental dos principais rios da Mata Atlântica e a urgência de incluir a água na agenda estratégica do Brasil. Rios e águas contaminados são reflexo da ausência de saneamento ambiental, gestão e governança”, afirma Malu Ribeiro, coordenadora do estudo e especialista em Água da Fundação SOS Mata Atlântica. Segundo ela, a qualidade da água doce superficial é muito suscetível às condições ambientais, às variações e impactos do clima, aos usos do solo e às atividades econômicas existentes na bacia hidrográfica. Sendo assim, a água está diretamente ligada à conservação da Mata Atlântica, à sustentabilidade dos ecossistemas, à saúde e atividades econômicas da população que vive no bioma. “Ao reconhecer os rios como espelhos da qualidade ambiental das cidades, regiões hidrográficas e países, conseguimos identificar rapidamente os valores da sua comunidade, a condição de saúde na bacia e de desenvolvimento“, completa Marcia Hirota, diretora executiva da Fundação SOS Mata Atlântica. O levantamento comparou os resultados do monitoramento de 188 pontos fixos de coletas em 11 estados - Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo –, além do Distrito Federal. O estudo considerou a média dos indicadores mensais do ciclo 2017 (março/2016 a fevereiro/2017) e do ciclo 2018 (março/2017 a fevereiro/2018). “A qualidade da água dos rios das bacias da Mata Atlântica permaneceu estável nesse ciclo de pouca chuva e não houve evolução significativa dos indicadores em relação ao ciclo anterior”, ressalta Malu Ribeiro. O ponto positivo foi a melhora da qualidade de água em cinco pontos de monitoramento. Já em 16 pontos de coleta sem proteção de mata nativa os dados demonstraram impacto significativo, com perda de qualidade da água. “Ainda estamos distantes do que a sociedade necessita para segurança, mas conseguimos diminuir de 7 pontos com qualidade péssima em 2015 para 1 neste ano. No entanto, para que os indicadores reunidos nesse estudo possam se traduzir em metas progressivas de qualidade da água nos milhares de rios e mananciais das nossas bacias hidrográficas, é fundamental que a Política Nacional de Recursos Hídricos seja implementada em todo território nacional, de forma descentralizada e participativa, e que a norma que trata do enquadramento dos corpos d’água seja aprimorada, excluindo os rios de classe 4 da legislação brasileira“, conclui. A classe 4 na prática permite a existência de rios mortos por ser extremamente permissiva em relação a poluentes e mantém muitos em condição de qualidade péssima ou ruim, indisponíveis para usos.

5 de abril, 2018
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CANTAREIRA
IPÊ reinicia projeto “Semeando Água”

O IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas reiniciará o projeto “Semeando Água”, patrocinado pela Petrobras, por meio do Petrobras Socioambiental, com o objetivo de, no próximo biênio, ampliar práticas de manejo ecológico das pastagens e de restauração florestal em oito municípios do Sistema Cantareira. Com metodologias que envolvem extensão rural, educação ambiental e comunicação, o projeto vai colaborar com a recuperação dos corpos hídricos para garantir a capacidade de abastecimento dos reservatórios responsáveis por fornecer água para a região metropolitana de São Paulo e Campinas. Entre os munícipios participantes estão Mairiporã, Nazaré Paulista, Joanopólis, Piracaia, Bragança Paulista e Itapeva, pertencentes ao Estado de São Paulo, e Extrema e Camanducaia, pertencentes ao Estado de Minas Gerais. A equipe do “Semeando Água”, composta por 13 profissionais de diversas áreas, trabalhará de forma integrada para implantar soluções para desafios como o uso ineficiente da água pelos consumidores, além da falta de vegetação nas Áreas de Preservação Permanente (APPs) e o uso inadequado do solo desta região produtora de água. Segundo levantamento do IPÊ, nestas cidades 60% das APPs são utilizadas para pasto ou plantio de eucalipto, o que acarreta um déficit de 35 milhões de árvores na região. Em 2018 e 2019 está prevista a implantação de mais 20 hectares com pastoreio rotacional Voisin; a restauração florestal de 10 hectares de APPs hídricas, além de cursos de capacitação, assessoria a projetos socioambientais em escolas e novas campanhas de conscientização.

5 de abril, 2018
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BACIA DO TIETÊ
Só três pontos de coleta têm qualidade boa

A Fundação SOS Mata Atlântica divulgou resultado do estudo ‘Observando os Rios 2017 – O retrato da qualidade da água e a evolução dos indicadores de impacto do Projeto Tietê’, no último dia 22 de setembro, quando é comemorado o Dia do Tietê. O levantamento foi realizado no período entre setembro de 2016 e agosto de 2017, quando foram feitas 911 análises da qualidade da água em 137 pontos de coleta, em 94 corpos d’água, distribuídos por 40 municípios das regiões do Alto e Médio Tietê, Sorocaba e Piracicaba, Capivari e Jundiaí. As análises da qualidade da água realizadas em 29 pontos de coleta fixos no rio Tietê, distribuídos ao longo do trecho de 576 km entre a nascente, em Salesópolis, e o município de Barra Bonita, a jusante do Reservatório, permitiram identificar o comportamento da mancha anaeróbica de poluição, ou de “rio morto”. A representação espacial dos indicadores de qualidade da água nas bacias hidrográficas permite que a sociedade compreenda e acompanhe a evolução dos impactos dos projetos de saneamento – Projeto de Despoluição do Rio Tietê e Córrego Limpo – a cargo da Sabesp e do Governo do Estado de São Paulo. As variações climáticas, de temperatura, do regime de chuvas e vazões dos rios interferem de forma direta na quantidade e na qualidade da água doce superficial. Por isso, a avaliação dos resultados é sempre mensurada com base nas análises realizadas no intervalo de doze meses dos ciclos anuais de monitoramento. O levantamento realizado no período revela que três (2,2%), dos 137 pontos de coleta de água analisados apresentaram qualidade de água boa. Outros 81 pontos (59,1%) estão em situação regular, enquanto o restante foi considerado de qualidade ruim (47 pontos – 34,3%) e péssima (seis pontos – 4,4%). Isto significa que estão contaminados e indisponíveis para usos múltiplos em virtude dos baixos índices de saneamento básico e da precária gestão dos resíduos sólidos nos municípios, associados aos maus usos do solo e à perda de cobertura florestal, com efeitos diretos sobre a disponibilidade hídrica. A qualidade de água ótima não foi obtida em nenhuma das 911 análises realizadas no período. O estudo aponta redução de 7 km no trecho considerado morto, agora com 130 km de extensão. O pequeno recuo da mancha de poluição deve-se ao aumento do trecho com qualidade de água boa e regular entre Salesópolis e Itaquaquecetuba, na região hidrográfica Tietê Cabeceiras. Para Malu Ribeiro, especialista em Água da Fundação SOS Mata Atlântica, os números não são motivo de comemoração, já que em 2014, antes do período de crise hídrica em São Paulo, a mancha ficou restrita a 71 km – entre os municípios de Guarulhos e Pirapora do Bom Jesus. “Em 2015, no auge da estiagem e com a diminuição no ritmo das obras de coleta e tratamento de esgoto, a mancha mais que dobrou, atingindo 154,7 km. Em 2016, com a diminuição da crise, a mancha recuou para 137 km. Mais um ano se passou e ainda não conseguimos voltar ao nível pré-crise hídrica”, ponderou Malu. As análises da qualidade da água no local são realizadas desde 1993 por meio do projeto Observando os Rios. Atualmente, o monitoramento ocorre em pontos de coleta fixos no Rio Tietê, distribuídos pelos principais afluentes do Tietê e corpos d’água da bacia hidrográfica. Isso permite a identificação do comportamento da mancha anaeróbica de poluição. As coletas são realizadas por grupos voluntários do projeto que, mensalmente, monitoram a qualidade da água de centenas de rios da Bacia do Tietê, por meio de kits fornecidos pela ONG em parceria com a Ypê e a Coca-Cola Brasil.

29 de setembro, 2017
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PRESERVAÇÃO AMBIENTAL
Ambev lança projeto para recuperar Bacia do Rio Guandu

A Ambev lançou, dia 05 de julho, a fase Guandu do Projeto Bacias na APA Guandu, em Queimados (RJ). A empresa plantou duas mil mudas em uma área de preservação ambiental, em colaboração com a The Nature Conservancy (TNC), o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), a Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) e apoio da Secretaria do Meio Ambiente de Queimados. As mudas são de espécies da Mata Atlântica e foram cedidas pelo Programa Replantando Vida, da Cedae, em uma área de preservação ambiental às margens do Rio Guandu, totalizando uma área de 10 mil m2. O Projeto Bacias – Guandu visa fortalecer e dar escala a projetos de conservação e recuperação florestal e pagamentos por serviços ambientais em áreas críticas da bacia do Rio Guandu. A meta é diminuir a exposição dos usuários da bacia aos riscos hídricos. Importante parceiro no Projeto, o CEBDS buscará envolver outras empresas associadas nesta grande ação coletiva para contribuir para a gestão sustentável e duradoura da Região Hidrográfica do Guandu, no Rio de Janeiro. O lançamento faz parte das oito metas ambientais que a Ambev pretende cumprir até 2017, sendo uma delas a de criar iniciativas para proteção de bacias hidrográficas. Esta edição do Projeto Bacias no Guandu se junta a outras já em curso nas cidades de Jaguariúna (SP), Jundiaí (SP) e Sete Lagoas (MG). A Ambev apoia também a Coalizão Cidades pela Água, iniciativa coordenada pela TNC, e que tem como objetivo ampliar a segurança hídrica para mais de 60 milhões de brasileiros, em 12 regiões metropolitanas, incluindo o Rio de Janeiro. “Acreditamos que o trabalho em rede é a melhor maneira de transformar o mundo em um lugar melhor. Como sabemos, a preservação da água é um grande desafio e, por isso, demanda uma solução colaborativa. Somente trabalhando juntos, unindo parceiros comprometidos com esta causa como nós, conseguiremos ter resultados cada vez maiores e na urgência que o tema exige. O Guandu é só mais um dos inúmeros passos que a companhia tem dado nessa questão”, afirma Simone Veltri, gerente de relações socioambientais da Ambev.

12 de julho, 2016
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RIO DE JANEIRO
Equipamentos vão monitorar qualidade da água

Os municípios fluminenses de Nova Friburgo, Cantagalo, São Fidélis, Campos dos Goytacazes e Italva ganharam equipamentos para monitorar a qualidade da água e dos sedimentos nas bacias do Baixo Paraíba do Sul e do Rio Dois Rios. As prefeituras têm parceria com a Agência da Bacia do Paraíba do Sul (Agevap) e comitês das bacias hidrográficas. Os aparelhos vão compor cinco estações automatizadas e somam investimentos de R$ 470 mil. Os equipamentos foram doados por instituições da Alemanha, participantes do Intecral – Projeto Integração de Ecotecnologias e Serviços para o Desenvolvimento Rural Sustentável do Rio de Janeiro, uma parceria do Rio Rural com três universidades (Colônia, Leipzig e Jena). O projeto tem ainda a participação da Emater-Rio e Pesagro-Rio (vinculadas à secretaria estadual de Agricultura e Pecuária do Rio de Janeiro) e oito pequenas empresas privadas alemãs, além de instituições de ensino e pesquisa estaduais e federais. As cinco unidades de monitoramento serão operadas pelos comitês de bacias hidrográficas e vão disponibilizar dados para a sociedade, permitindo a melhor gestão dos recursos hídricos.Os equipamentos, de última geração, vão disponibilizar dados de qualidade e quantidade hídrica que poderão ser utilizados para diversos estudos e direcionamento de ações. Estes dados serão públicos e abertos aos governos e a toda sociedade. Os equipamentos ficarão sob responsabilidade da concessionária Águas de Nova Friburgo e deverão ser instalados até o final deste segundo trimestre. O sistema de monitoramento estará interligado e integrado com o projeto do Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul, o “Siga Ceivap”.

16 de maio, 2016
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MANANCIAIS
Expedição da SOS Mata Atlântica avalia água

A Fundação SOS Mata Atlântica realiza durante 39 semanas expedição aos mananciais da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). O objetivo é coletar e analisar a qualidade da água, realizar o mapeamento das fontes de poluição e agressão e o engajamento da comunidade local em busca de soluções de recuperação e conservação. Acompanhado de equipes técnicas da Rede das Águas da Fundação SOS Mata Atlântica e da Universidade de São Caetano do Sul (USCS), o eco esportista Dan Robson irá percorrer por terra e água os 466 km de extensão da represa Billings e mais 52 km da represa Guarapiranga, passando pelos municípios de São Bernardo do Campo, Santo André, Diadema, São Paulo e Ribeirão Pires. Para isso, Dan utilizará um novo caiaque, com dimensões maiores e novos equipamentos que incluem um sistema de refrigeração para conservar as amostras bacteriológicas, além de sondas de medição e batimetria, já utilizadas em expedições anteriores. Malu Ribeiro, coordenadora da Rede das Águas da Fundação SOS Mata Atlântica, explica que a expedição tem como objetivo evidenciar como a crise da água na região metropolitana de São Paulo está mais diretamente ligada à precária condição e à poluição dos mananciais do que à escassez em si. “De toda represa Billings, apenas cerca de 8% da água é limpa e tem condições para abastecimento público, apesar de ser uma região de mananciais. A Billings tem capacidade para armazenar 1,2 trilhão de litros e é considerada o maior reservatório da região metropolitana de São Paulo”, comenta Malu. Além da expedição, a ação pretende alertar para a “Campanha Saneamento Já”, que pede a universalização do saneamento básico, praias limpas e o fim dos “rios mortos”. No link http://bit.ly/saneamentoja é possível assinar a petição online da campanha. A iniciativa integra a Fundação SOS Mata Atlântica, a Campanha da Fraternidade 2016 e a ação Água Limpa é a Onda, em parceria com as ONGs Instituto-e e Uma Gota no Oceano, além de outras organizações apoiadoras por todo o Brasil.

16 de março, 2016
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MATA CILIAR
Coca-Cola e “Dá Pé” querem restaurar margens do rio Una

O projeto Dá Pé e a Coca-Cola Brasil fecharam parceria para acelerar os resultados das colaborações feitas pelas pessoas na campanha de financiamento coletivo no site Kickante ( www.kickante.com.br ). A cada árvore doada pelas pessoas entre 18 de novembro e 19 de dezembro, a Coca-Cola Brasil doará outra ao programa. O Projeto Dá Pé é uma iniciativa do Um Pé de Quê? (programa criado e produzido pela Pindorama Filmes e Canal Futura), e da Fundação SOS Mata Atlântica, e tem como primeira meta plantar 20 mil árvores para restaurar 1,33 km da mata ciliar nas duas margens do Rio Una, um afluente do Rio Paraíba do Sul, que abastece os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.“Nosso objetivo com a parceria é mobilizar a sociedade em torno dessa causa tão importante. Acreditamos que ações como essa são instrumentos de gestão sustentável da água e impactam positivamente na quantidade e na qualidade da água nos rios, ao promover a recuperação das bacias”, afirma Pedro Massa, Diretor de Valor Compartilhado da Coca-Cola Brasil. Com uma contribuição inicial de R$ 20, já é possível garantir o plantio de 1 árvore e sua manutenção por 5 anos. Até agora, a campanha já arrecadou 65% de sua meta de R$ 400 mil. “Ao criar e colaborar com ideias assim, as empresas e instituições estão estimulando na população a criação de uma consciência maior sobre a questão ambiental no Brasil”, finaliza a CEO da Kickante, Tahiana D’Egmont.

8 de dezembro, 2015