Artigos Relacionados

O Sistema Cantareira encerrar o verão no nível mais baixo em uma década não é um evento isolado, mas é mais um sinal consistente de um padrão que já se desenha há anos.

A chamada pública prevê até R$ 10,5 milhões para ações que combinam conservação da natureza, adaptação climática, geração de renda e melhoria da qualidade de vida, com foco em impactos duradouros sobre a segurança hídrica.

Decisão segue regras definidas após a crise hídrica de 2014/2015 e busca equilibrar abastecimento da Grande São Paulo e das Bacias PCJ.

Estão previstos investimentos de R$ 15,4 bilhões (€2,38 bilhões) para ampliação e modernização da infraestrutura de saneamento, de forma a garantir água tratada e a coleta e tratamento de águas residuais para cerca de sete milhões de habitantes.

Queda acelerada do nível do Sistema Cantareira pressiona mananciais locais e exige mobilização imediata da população para reduzir o consumo.

Em 28 de novembro de 2025, o Sistema registra 21,27 % de seu volume útil, não tendo sido registrada reversão do quadro de esvaziamento dos reservatórios do Sistema em novembro.

A SP Águas declarou escassez hídrica na Bacia Hidrográfica do Alto Tietê, atualmente com volume útil de 25,7%, além da escassez na porção de competência paulista da Bacia Hidrográfica do Piracicaba.

A medida é resultado da redução do nível dos reservatórios do Sistema Cantareira, que atingiu volumes inferiores a 30% ainda em setembro.
