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MANANCIAIS

Debate sobre futuro do Jaguari

No dia 31 de outubro a BRK Ambiental, em reunião com o DAEE, a CETESB, a FIESP, o Consórcio PCJ, a Secretária de Meio Ambiente e Agricultura e a Secretária Municipal de Obras e Serviços Públicos de Limeira, a Empresa Ajinomoto e o Comitês PCJ debateu o atual momento e o futuro dos mananciais dos rios Jaguari e Ribeirão Pinhal. Foram debatidos aspectos, como a quantidade de água disponível nos mananciais e sua qualidade; ações a serem desenvolvidas tanto no âmbito municipal, com relação ao Ribeirão Pinhal, quanto das Bacias PCJ, referente ao rio Jaguari. “As ações apontadas têm como objetivo assegurar a disponibilidade de água e a qualidade dos mananciais”, explica Fernando Mangabeira, diretor da BRK Ambiental em Limeira. Para o rio Jaguari devem ser instalados equipamentos de monitoramento de qualidade a montante da captação de Limeira, reativação do posto de monitoramento de vazão do rio Jaguari em sua foz e a contribuição do Sistema Cantareira. Já para a bacia do Ribeirão Pinhal estão previstas ações como projetos de monitoramento e melhorias nas represas existentes, possibilidades de reservas futuras e reflorestamento. “Limeira é uma cidade privilegiada ao poder contar com dois mananciais para abastecimento. Este trabalho é para que isso permaneça”, ressalta Mangabeira.

No dia 31 de outubro a BRK Ambiental, em reunião com o DAEE, a CETESB, a FIESP, o Consórcio PCJ, a Secretária de Meio Ambiente e Agricultura e a Secretária Municipal de Obras e Serviços Públicos de Limeira, a Empresa Ajinomoto e o Comitês PCJ debateu o atual momento e o futuro dos mananciais dos rios Jaguari e Ribeirão Pinhal. 
 
Foram debatidos aspectos, como a quantidade de água disponível nos mananciais e sua qualidade; ações a serem desenvolvidas tanto no âmbito municipal, com relação ao Ribeirão Pinhal, quanto das Bacias PCJ, referente ao rio Jaguari. “As ações apontadas têm como objetivo assegurar a disponibilidade de água e a qualidade dos mananciais”, explica Fernando Mangabeira, diretor da BRK Ambiental em Limeira. 
 
Para o rio Jaguari devem ser instalados equipamentos de monitoramento de qualidade a montante da captação de Limeira, reativação do posto de monitoramento de vazão do rio Jaguari em sua foz e a contribuição do Sistema Cantareira. Já para a bacia do Ribeirão Pinhal estão previstas ações como projetos de monitoramento e melhorias nas represas existentes, possibilidades de reservas futuras e reflorestamento. “Limeira é uma cidade privilegiada ao poder contar com dois mananciais para abastecimento. Este trabalho é para que isso permaneça”, ressalta Mangabeira. 

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BRK
Comemorando 25 anos de serviços em Limeira

A BRK Ambiental comemora 25 anos de serviços universalizados no município de Limeira (SP) em 2020 com a cobertura de 100% de abastecimento de água e de coleta e tratamento de esgoto em toda a área urbana da cidade. Neste período de 25 anos, o município recebeu investimento de mais de R$ 500 milhões. Como principais avanços, a BRK destaca a evolução em coleta de esgoto, que saltou de 78% para 100% e, principalmente, em tratamento de esgoto, que no início da concessão era de somente 2% e hoje encontra-se universalizado (100%). O índice de perda de água em Limeira também é um dos menores do Brasil, de acordo com o Ranking do Saneamento 2020 do Instituto Trata Brasil. O município conseguiu reduzir as perdas de água de 45%, antes da concessão, para os atuais 15,5%. “Esse baixo índice de perdas só foi possível de ser alcançado graças aos investimentos em troca de redes antigas, controle de pressão, pesquisa de vazamentos e substituição de hidrômetros. E tem sido um fator determinante para Limeira em períodos de estiagens prolongadas”, comenta o diretor regional da empresa, Fernando Mangabeira. Na marca de 25 anos de concessão dos serviços de água e esgoto em Limeira, a BRK Ambiental informa que ainda há grandes investimentos a serem feitos no município, com importantes obras que se encontram em execução, como, por exemplo, a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Tatu, que recebe obras para modernização com a implantação de um sistema de tratamento em nível terciário, com remoções de matéria orgânica (95%), nitrogênio (75%) e fósforo (89%), em uma vazão média de 650 l/s, o que representa 80% do esgoto coletado em Limeira. O projeto é de R$ 120 milhões e permitirá que o efluente tratado seja devolvido ao Ribeirão Tatu com alto nível de qualidade, beneficiando não somente o Município de Limeira, mas toda a Bacia PCJ (rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí). Com relação ao abastecimento de água, Limeira teve implantado um Sistema de Tratamento de Lodo na Estação de Tratamento de Água (ETA) da cidade. A obra concluída contou com um investimento de R$ 15 milhões e promove o correto desaguamento do lodo gerado nos processos de tratamento de água, com a devida destinação final dos resíduos, bem como com a possibilidade de reutilização da água de processo, elevando mais ainda a eficiência do município nos aspectos relacionados à gestão hídrica e a utilização dos recursos naturais da Bacia. “Pelo pioneirismo histórico em saneamento e por seus atuais sistemas de água e esgoto, Limeira pode se orgulhar de estar contribuindo para que o país figure no seu lugar apropriado, longe dos índices estatísticos indesejados e alarmantes de baixa qualidade de vida e de saúde pública dos países menos favorecidos. A realidade presente aqui em Limeira é prova disso”, afirma Mangabeira.

15 de junho, 2020
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BRK
Doações de kits para Sumaré e Limeira

A BRK Ambiental doou 120 litros de Amônia Quaternária para a Prefeitura Municipal de Limeira e mais 200 litros de Labseptic, desinfetante concentrado para limpeza hospitalar, para a Santa Casa. A Amônia Quaternária tem ação bactericida e será utilizada pela administração municipal para higienizar as ruas nas imediações dos hospitais da cidade. Já o Labseptic, será usado pela Santa Casa de Limeira para a limpeza das dependências do hospital. O tempo de ação do produto é menor do que o utilizado atualmente, o que tem maior eficiência no combate ao coronavírus. “Temos o compromisso de apoiar ações que contribuam na prevenção da COVID-19 e garantam a saúde e o bem-estar dos limeirenses. Os produtos doados são itens essenciais no combate à doença nesse momento”, diz Fernando Mangabeira, diretor da BRK Ambiental. Além de realizar as doações de itens de higiene e limpeza para entidades de Rio Claro, Santa Gertrudes, Limeira e Mauá, a BRK Ambiental também tem investido em ações de prevenção destinadas aos seus colaboradores e clientes. Destacam-se a rotina de higienização constante de veículos e equipamentos utilizados pelas equipes de campo, reforço no atendimento de seus canais digitais – 0800 771 0001, site www.brkambiental.com.br e perfis da empresa em redes sociais – e a disponibilização on-line de uma plataforma educativa, com conteúdo exclusivo sobre saneamento, para ser acessado durante o período de quarentena. O endereço é o www.brktransforma.com.br . No município de Sumaré a concessionária doou 250 kits de higiene e limpeza, compostos por 1.000 produtos, entre água sanitária, detergente e sabonetes, às famílias e moradores de ruas atendidos por instituições da cidade. A iniciativa beneficiou três instituições do município, Casa de Acolhimento Resgatar, Associação Pestalozzi e NISFRAM, e tem como objetivo garantir que as famílias mais necessitadas tenham acesso aos itens considerados básicos para auxiliar no combate ao novo coronavírus. “Temos o compromisso de apoiar ações que contribuam na prevenção da doença e garantam a saúde e o bem-estar dos sumareenses. Os itens de higiene e limpeza se tornaram aliados essenciais neste momento”, diz Fernando Mangabeira, diretor da BRK Ambiental.

25 de maio, 2020
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ESGOTO
BRK evita lançamento de 3,1 bilhões litros

O município de Limeira (SP) deixou de lançar 3,1 bilhões de litros de esgoto sem tratamento nos rios e córregos no primeiro bimestre de 2020. A BRK Ambiental é a responsável pelos serviços de saneamento na cidade, que tem 100% do esgoto coletado e tratado em três Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs). Nos dois primeiros meses do ano já foi possível evitar que 1.271 piscinas olímpicas de esgoto fossem despejadas nos rios da cidade. “O tratamento de esgoto universalizado é um privilégio do município de Limeira e fruto dos investimentos realizados pela concessionária. Essa é uma conquista muito importante e que impacta diretamente no cotidiano da população, uma vez que os sistemas de coleta e tratamento de esgoto são fundamentais para prevenir a contaminação e transmissão de doenças”, explica Fernando Mangabeira, diretor da BRK Ambiental em Limeira. No total, desde o início da concessão, já foram investidos R$ 275 milhões em obras de esgoto. Para este ano estão previstos aproximadamente mais R$ 28 milhões. Atualmente a BRK trabalha na ampliação e modernização da Estação de Tratamento de Esgoto Tatu. Os trabalhos consistem na modernização da ETE para que o sistema de tratamento do efluente seja terciário, considerado o mais eficiente que existe, onde a tecnologia a ser utilizada será a holandesa Nereda. As obras civis do sistema biológico da estação estão concluídas. Em andamento estão as reformas do tratamento preliminar, do sistema de desaguamento de lodo e da implantação do tratamento físico-químico, também chamado de floculação. As montagens hidromecânicas e de instalação elétrica e de automação também estão em curso e serão as próximas etapas a serem concluídas. Somente nesta obra, os investimentos realizados pela concessionária totalizarão R$ 94 milhões.

31 de março, 2020
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ÁGUA
Perdas em Limeira caem para 15%

A BRK Ambiental reduziu o índice de perdas de água no município de Limeira (SP) para 15,5% em 2019, o que significa uma preservação de 875 milhões de litros de água entre 2018 e o ano passado. O resultado é fruto de um trabalho contínuo que a BRK tem realizado para combater as perdas de água em Limeira. Entre as ações feitas pela companhia, a substituição de 5,5 km de redes de água, a instalação de mais três macromedidores, completando 106 equipamentos instalados, e a instalação de oito novos equipamentos hidráulicos para equalizar a pressão na rede de distribuição de água. “O principal objetivo dessas ações é termos maior disponibilidade de água para a população de Limeira e permitir o crescimento ordenado do município, além de reduzir o impacto ambiental na captação no Rio Jaguari e no Ribeirão Pinhal”, diz Fernando Mangabeira, diretor da BRK Ambiental em Limeira. A BRK promoveu também o trabalho de caça-vazamentos feito com hastes de escuta e com o uso do geofone, equipamento para identificação de vazamentos invisíveis em ligações e nas redes de distribuição de água. Quando um vazamento deste tipo é identificado, as equipes de manutenção da BRK são acionadas para executar o reparo, em um curto prazo. “Em média, no ano de 2019, localizamos 32 vazamentos invisíveis por mês. Do total de vazamentos reparados no ano, os invisíveis representaram 14%”, complementa Mangabeira. O município de Limeira conta ainda com 72 DMC’s – Distrito de Medição e Controle - que são setores controlados por macromedidores que possibilitam à BRK gerenciar com maior eficiência as perdas dentro de cada setor delimitado por registros. Neste ano, a companha dará continuidade ao combate às perdas de água. Para isso, estão previstos a substituição de oito quilômetros de redes de água, aquisição de novos equipamentos e a criação de novas DMC’s.

17 de fevereiro, 2020
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PCJ
Debate sobre renovação de outorga do Cantareira

A Agência Nacional de Águas (ANA) e o Departamento de Água e Energia Elétrica de São Paulo (DAEE) promoveu, dia 10 de março, na Câmara Municipal de Campinas, a segunda audiência pública sobre a minuta de renovação da outorga do Sistema Cantareira. O Consórcio PCJ participou da primeira audiência, que aconteceu em São Paulo no DAEE no dia anterior e no evento em Campinas defendeu o conceito que a disponibilidade hídrica deve ser atendida primeiramente na bacia doadora, no caso, as Bacias PCJ. O Consórcio PCJ defende ainda a ampliação de pontos de medição de controle das vazões dos Rios Atibaia e Jaguari, pois na proposta da nova outorga está previsto apenas um ponto em cada um dos cursos d’água. Outro ponto é a fiscalização por parte dos órgãos gestores de que as condicionantes da outorga estão sendo cumpridas. Ainda faz parte das solicitações do Consórcio à inserção como condicionante a construção dos dois reservatórios nas Bacias PCJ, um em Amparo e outro em Pedreira. A atual outorga de direito do uso das águas dos reservatórios que compõem o Sistema Cantareira venceria em agosto de 2014, mas, devido ao período hidrológico 2014/2015, que registrou as mais baixas vazões afluentes desde 1930, o prazo da atual outorga foi estendido por duas vezes: a primeira, até outubro de 2015, por meio da Resolução Conjunta ANA-DAEE nº 910/2014, e a segunda até maio de 2017, acordada em reunião realizada em outubro de 2015 entre os gestores do Sistema, que originou a Resolução Conjunta ANA-DAEE nº 1.200/2015. Durante o processo de renovação da outorga e em decorrência do excepcional período de estiagem, foram suspensas as ações previstas no primeiro cronograma de renovação da outorga, entre elas a realização da Audiência Pública nº 001/2014, destinada a obter contribuições e subsídios para a renovação da outorga para a Sabesp. Foram suspensas também as etapas presenciais da audiência pública marcadas para 13 de fevereiro de 2014, em Campinas, e para 14 de fevereiro de 2014, em São Paulo. Em março do ano passado, a ANA e DAEE firmaram novo cronograma para conclusão do processo de renovação da outorga do Sistema Cantareira. Dividido em nove etapas, o cronograma incluiu a realização de reuniões técnicas públicas tanto na Bacia PCJ, quanto na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) para apresentação das propostas atualizadas, esclarecimentos e debates e a realização das audiências públicas. O processo de renovação está previsto para ser concluído até o dia 31 de maio de 2017, quando serão conhecidos os termos da nova outorga do Sistema Cantareira.

15 de março, 2017
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CANTAREIRA
Renovação de outorga fica para maio de 2017

Em reunião realizada na segunda quinzena de outubro na sede da Agência Nacional das Águas (ANA) foi debatida a renovação da outorga do Sistema Cantareira. Os participantes, entre eles o Consórcio PCJ, decidiram adiar a renovação para maio de 2017. Na ocasião, os participantes debateram outros temas relacionados ao futuro da gestão dos recursos hídricos no Brasil, e propuseram iniciativas que deverão ser realizadas nesse período em que não se terão novas regras por parte de uma nova outorga. O Consórcio PCJ elaborou uma memória técnica sobre os pontos que foram pactuados por todos os presentes à reunião. O documento destaca o comprometimento por parte dos órgãos gestores, no caso a ANA e o DAEE (Departamento de Água e Energia Elétrica do Estado de São Paulo), em respeitar criteriosamente as Resoluções Conjuntas que tratam sobre os limites de vazões de retirada de água do Cantareira para as Bacias PCJ e para o Alto Tietê. Também houve consenso que as decisões têm que atender às recomendações da Câmara Técnica de Monitoramento Hidrológico (CT-MH) dos Comitês PCJ, como forma de garantir a qualidade e quantidade da água à população que depende das liberações de vazão do Cantareira. Outro tema bastante debatido no encontro foi a adoção de medidores de vazão em todos os túneis de interligação dos Reservatórios do Sistema Cantareira, com dados primários diretos, disponibilizados imparcialmente a todos os usuários, gestores e técnicos diretamente envolvidos com o Sistema de Gerenciamento Hídrico, tanto das Bacias PCJ quanto da Bacia do Alto Tietê. A ANA determinou que, no prazo de 15 dias, os participantes da reunião deveriam elaborar suas agendas de ação para discussão da renovação da outorga. O Consórcio PCJ já possui sua proposta pronta e apresentada no GT-Renovação dos Comitês PCJ, fato esse que ocorreu no último dia 09 de novembro.

24 de novembro, 2015
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PCJ
Renovação de outorga do Cantareira é debatida

O Conselho Fiscal do Consórcio PCJ, em parceria com a Comissão Permanente do Meio Ambiente da Câmara Municipal de Campinas, realizaram reunião para debater as possibilidades que poderão ser apontadas pela proposta guia de Renovação da Outorga do Sistema Cantareira, bem como as necessidades das Bacias PCJ. Com o atraso das obras de construção dos reservatórios em Amparo, no Rio Camanducaia, em Pedreira, no Rio Jaguari, e em Salto, no Ribeirão Piraí, associada à demora de anúncio da proposta guia da Renovação da Outorga do Sistema Cantareira, prevista o último dia 18 de setembro, o Consórcio PCJ vê como central o aporte de mais água do Sistema Cantareira para as Bacias PCJ, evitando assim que a região entre em colapso no abastecimento nos próximos anos. A renovação foi postergada para o dia 09 de outubro e deve ser feita pela Agência Nacional de Águas (ANA) e pelo Departamento de Águas e Energia Elétrica de São Paulo (DAEE). A nova data foi definida em reunião conjunta na Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos de São Paulo, e contou com a presença do secretário Benedito Braga, do Diretor presidente da ANA, Vicente Andreu, e do Superintendente do DAEE, Ricardo Daruiz Borsari. Antes da publicação da proposta guia nos sites da ANA e do DAEE, acontecerão reuniões com entes envolvidos, no caso, Sabesp, Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM), Comitês PCJ e Comitê Alto Tietê, entre os dias um e oito de outubro. O Consórcio PCJ reinicia os debates da renovação da outorga com o objetivo de intensificar o posicionamento da Comunidade das Bacias PCJ sobre a urgência da ampliação da disponibilidade hídrica para a região, em função da grave crise hídrica. Estudos recentes apontam que a disponibilidade hídrica durante os períodos de estiagem é de apenas 298 m³ por habitante por ano, enquanto estudos anteriores da entidade apontavam para 408 m³ por habitante por ano. A Organização das Nações Unidas (ONU) considera como bacias de escassez hídrica severa aquelas que possuem índices abaixo de 1.500 m³ por habitante por ano. Durante o encontro, o Consórcio PCJ apresentará o documento “Manifesto pela Sustentabilidade Hídrica das Bacias PCJ”, já encaminhado para análise de seus associados e participantes para ser assinado e enviado aos órgãos gestores, bem como aos Governos de São Paulo, Minas Gerais e Federal, propondo a necessidade imediata de ações que busquem garantir água para o desenvolvimento das Bacias PCJ.

24 de setembro, 2015