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O ano mais quente da história segue sendo 2024, que registrou uma média 1,55°C acima deste patamar, superando pela primeira vez o limite de segurança de 1,5°C do Acordo de Paris.

Para reduzir esse cenário seria necessário a eliminação da exploração e uso de combustíveis fósseis a curto prazo em uma transição justa e factível.

O filósofo defende que haja um movimento global em favor da purificação dos oceanos. “Porque grande parte do próprio oxigênio vem dos oceanos, dos corais. E isso tudo virou uma grande cloaca"

Ano mais quente da história intensifica pressão por medidas contra colapso climático

Para Stiell é necessário que os países estabeleçam uma nova meta anual de financiamento climático para substituir a promessa de US$ 100 bilhões definida em 2009

A elevação do nível do mar representa uma ameaça existencial às economias, cultura, patrimônio e terra de pequenos países insulares em desenvolvimento

As concentrações atmosféricas estão crescendo mais rápido agora do que em qualquer outro momento desde que os registros globais começaram

No livro, o pesquisador descreve como a humanidade tem transformado a Terra em um lugar inóspito
