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RECICLAGEM

Apliquim fecha mais dois contratos

A Apliquim Brasil Recicle fechou contratos com a Fundação São Paulo (Fundasp), mantenedora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP) e com a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) no Sul. Na capital paulista, a Fundasp contratou os serviços da Apliquim para o descarte de cinco mil lâmpadas, enquanto que em Porto Alegre (RS), está encaminhando mais de mil lâmpadas para reciclagem. A empresa realiza reciclagem e descontaminação total das lâmpadas, com recuperação do mercúrio em seu estado líquido elementar. O mercúrio é um metal tóxico presente nas lâmpadas que oferece riscos à saúde humana e ao meio ambiente. O descarte do resíduo deve obedecer a procedimentos ambientalmente corretos. Nos últimos cinco anos, a Apliquim Brasil Recicle evitou que 2,5 toneladas de mercúrio fossem despejadas no meio ambiente, em solo brasileiro, por meio da descontaminação de mais de 40 milhões de lâmpadas, No Brasil, cerca de 290 milhões de lâmpadas fluorescentes são comercializadas todo ano, mas apenas 8 milhões têm um destino final adequado. O restante é descartado em lixões, terrenos baldios ou aterros, o que representa um grave problema ambiental, já que o mercúrio pode contaminar o solo, o ar e as águas.

A Apliquim Brasil Recicle fechou contratos com a Fundação São Paulo (Fundasp), mantenedora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP) e com a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) no Sul. Na capital paulista, a Fundasp contratou os serviços da Apliquim para o descarte de cinco mil lâmpadas, enquanto que em Porto Alegre (RS), está encaminhando mais de mil lâmpadas para reciclagem.

A empresa realiza reciclagem e descontaminação total das lâmpadas, com recuperação do mercúrio em seu estado líquido elementar. O mercúrio é um metal tóxico presente nas lâmpadas que oferece riscos à saúde humana e ao meio ambiente. O descarte do resíduo deve obedecer a procedimentos ambientalmente corretos.

Nos últimos cinco anos, a Apliquim Brasil Recicle evitou que 2,5 toneladas de mercúrio fossem despejadas no meio ambiente, em solo brasileiro, por meio da descontaminação de mais de 40 milhões de lâmpadas,

No Brasil, cerca de 290 milhões de lâmpadas fluorescentes são comercializadas todo ano, mas apenas 8 milhões têm um destino final adequado. O restante é descartado em lixões, terrenos baldios ou aterros, o que representa um grave problema ambiental, já que o mercúrio pode contaminar o solo, o ar e as águas.

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RESÍDUOS
Green Mining coleta 500 t em um ano

A startup Green Mining comemora um ano de ação de logística reversa com a coleta de 500 toneladas de resíduos, principalmente vidro, e evita também a emissão de mais de 83 mil kg de CO2. "Tudo que temos conquistado é graças aos nossos funcionários, parceiros, clientes e amigos que acreditam no nosso projeto e se dedicam, de corpo e alma, para a preservação do meio ambiente. É difícil encontrar palavras para descrever o orgulho que sentimos com os resultados que alcançamos. Este é só o começo, o primeiro ano de muitas realizações que estão por vir”, afirma Rodrigo Oliveira, presidente da startup. Com a coleta de materiais recicláveis, a Green Mining também colabora com a capacitação e contratação de mão-de-obra de 30 catadores, que já trabalharam com reciclagem de maneira informal. A ação consiste no processo de coleta de embalagens em bares e restaurantes e é feita por meio de triciclos e sem emissão de gás carbônico. O material coletado é destinado à reciclagem ou reutilização, evitando que os resíduos sejam descartados em aterros. Por meio de um aplicativo, criado pela própria Green Mining, é possível obter informações como data e local da coleta, quilos e destinação dos recicláveis. "Com sistema que utiliza tecnologia Blockchain fazemos o mapeamento dos pontos de maior geração de resíduos e escolhemos o próximo endereço para a instalação de uma central de recebimento denominada HUB, local de armazenamento de todo o material coletado nas imediações. Posteriormente, os resíduos são enviados às usinas e empresas de reciclagem, devolvendo as embalagens ao ciclo de produção”, explica Rodrigo Oliveira. A Green Mining possui 17 HUBs em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Em 2020, a expectativa é que a ação chegue em mais estados do País, alcançando a meta de 100 HUBs.

4 de dezembro, 2019
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LIXO
Lançado Movimento Recicla Sampa

O Movimento Recicla Sampa lançou, dia 7 de fevereiro, uma plataforma online de amplo conteúdo com vídeos, webdocs, tutoriais, jogos, materiais para impressão, reportagens, notícias da cidade, do Brasil, do mundo e entrevistas para orientar e informar os cidadãos sobre a importância de se aumentar a quantidade de materiais reaproveitáveis e diminuir o volume dos resíduos enviados aos aterros sanitários da capital paulista. O movimento é uma parceria entre a Loga e a EcoUrbis, concessionárias de limpeza urbana de São Paulo, e conta com o apoio institucional da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), responsável pela regulação dos contratos de limpeza. A plataforma pode ser acessada pelo endereço: http://www.reciclasampa.com.br O Movimento atende a meta 24, do Plano de Metas da Prefeitura de São Paulo para 2020, que determina a redução, em quatro anos, de 500 mil toneladas de resíduos enviados aos aterros municipais. A cidade de São Paulo produz 12 mil toneladas diárias de lixo domiciliar, o que significa dizer que, anualmente, a capital é responsável pela geração em média 3,6 milhões de toneladas de resíduos. Segundo a Autoridade Municipal de Limpeza Urbana, através de dados colhidos pela gravimetria que analisa a composição do lixo domiciliar da cidade, cerca de 40% dos resíduos coletados poderiam ser reciclados e não o são. Somente algo como 7% do potencial de reciclagem presente nos resíduos domiciliares na cidade é reciclado. No site do Movimento, será possível acessar os horários em que ocorrem as coletas por bairros e regiões da cidade, baixar materiais gráficos e tutoriais de como separar corretamente os resíduos. A população poderá utilizar os conteúdos em casa, em seus locais de trabalho, nos condomínios e em locais públicos. “Enfrentamos o desafio de mobilizar os cidadãos a partir de um senso de urgência já colocado. A megaoperação que envolve o gerenciamento do lixo na capital depende fundamentalmente de um novo comportamento, que começa dentro da casa de cada paulistano”, ressalta Edson Tomaz Filho, presidente da Amlurb. Os usuários ainda terão acesso a informações sobre o processo de reciclagem, entrevistas com especialistas renomados da área de sustentabilidade e dicas de como reaproveitar materiais. Os paulistanos poderão ainda localizar os endereços dos pontos de coleta para descarte de itens como: óleo de cozinha, eletrônicos, eletrodomésticos, remédios, entre outros, a localização dos Pontos de Entrega Voluntária de Recicláveis, os Ecopontos espalhados pela cidade e muito mais. A plataforma, que tem como pilar os 5Rs da sustentabilidade – Repensar, Reduzir, Reutilizar, Recusar e Reciclar, será colaborativa e aberta a todos os cidadãos.

18 de fevereiro, 2019
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LIXO ELETRÔNICO
Estudantes recolhem mais de 800 kg

A Gincana das Engenharias da Universidade Positivo promovida em julho, recolheu mais de 800 kg de resíduos de lixo eletrônico em Curitiba (PR). A iniciativa quer fomentar entre os estudantes a importância da coleta e do descarte adequado desses resíduos. “São incipientes as campanhas governamentais de sensibilização e o currículo escolar não abrange de forma expressiva o assunto. A conscientização só será possível e alcançará objetivos quando discutirmos este tema nas escolas. Esse é o desafio central”, observa o professor de Engenharia da Universidade Positivo (UP), Giancarlo de França Aguiar. A gincana propôs aos estudantes um período de coleta em Curitiba de “e-waste” e a entrega na universidade. Professores farão o devido descarte e logística reversa dos resíduos, em parceria com organizações ambientais. Segundo estudo da Associação de Empresas da Indústria Móvel (GSMA), o Brasil gera atualmente 1,4 milhão de toneladas de “e-waste”. O levantamento estima ainda que, em 2018, o País deverá gerar 5 milhões de toneladas de lixo a partir do descarte de computadores e acessórios, telefones celulares e baterias, televisores, câmeras fotográficas, impressoras e outros equipamentos eletrônicos. A PNRS promulgada em 2010 prevê que as empresas, indústrias e fábricas sejam responsáveis pela coleta dos resíduos sólidos para reaproveitarem em seus ciclos produtivos ou darem o correto destino ambiental. “A prática constante da logística reversa é uma das alternativas mais dinâmicas para o gerenciamento de resíduos (sejam eles eletrônicos ou não), desde que fomente a tríade da sustentabilidade (economia, sociedade e meio ambiente)”, destaca o professor. Ele também acredita na discussão coordenada envolvendo fabricantes, importadores, distribuidores e coletores de resíduos e empresas de reciclagem. “Para fazer o descarte correto, o primeiro passo é fazer a coleta seletiva em casa e procurar locais que recebam lixo eletrônico”, explica.

24 de julho, 2017
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LICENCIAMENTO
Apliquim Brasil Recicle é renovado em SP

A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) renovou a Licença de Operação da Apliquim Brasil Recicle (ABR) para os próximos três anos. A Cetesb avaliou toda a documentação, informações e realizou fiscalizações durante mais de dez meses. A área autorizada é a linha de produção que fica no município de Paulínia, em São Paulo, e está licenciada até o final de 2019. No caso da ABR, um dos critérios da liberação se baseia na geração, manipulação e no tratamento do mercúrio extraído em seu estado líquido elementar das lâmpadas, um resíduo tóxico e, por esse motivo, o órgão ambiental realiza um processo minucioso e longo. “É importante que as empresas contratantes tenham ciência da atividade que está licenciada, a empresa contratada, e a regularidade desses documentos perante aos órgãos ambientais e demais organismos governamentais. Os resíduos são de responsabilidade de quem produz até o final da sua destinação, ou seja, a destinação incorreta deste material, sem as devidas normas e certificações podem trazer prejuízos enormes para a contratante e danos irreparáveis para as pessoas e o meio ambiente”, afirma a gerente das fábricas da ABR, engenheira química Carla T. Nau. A Cetesb disponibiliza para consulta as Licenças de Operação das empresas licenciadas. A documentação relacionada ao licenciamento e destinação dos resíduos pode ser acessada no link: http://licenciamento.cetesb.sp.gov.br/cetesb/processo_consulta.asp . No site da Companhia é possível consultar a Licença de Operação da ABR e de outras empresas e comparar as condicionantes.

10 de janeiro, 2017
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LÂMPADAS
MG fixa regras para destinação correta

Os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de lâmpadas que atuam no estado de Minas Gerais têm um prazo de 120 dias, válido a partir de 12/2, para apresentar propostas para a coleta e disposição adequada das lâmpadas descartadas após uso pelo consumidor. Para tal, a FEAM (Fundação Estadual do Meio Ambiente) publicou no Diário Oficial do Estado as regras que deverão ser seguidas pelo setor. De acordo com a entidade, “as propostas visam sistematizar a destinação correta das lâmpadas fluorescentes, de vapores de sódio, de mercúrio, vapores metálicos e de luz mista. Hoje a destinação correta dessas lâmpadas, depois de usadas, depende de ações voluntárias e pulverizadas por parte da rede varejista e de comerciantes, que recebem o material dos consumidores e pagam pelo descarte correto. Por conter substâncias perigosas, como o mercúrio, lançar essas lâmpadas no meio ambiente pode contaminar o solo, a água e o ar, além de prejudicar a saúde humana”. Segundo Alice Libânia, gerente de Resíduos Especiais da FEAM, “o Governo de Estado quer detalhar as metas para o território mineiro e assinar um termo de compromisso com o setor produtivo que atenda às especificidades da população mineira. A legislação exige que a destinação das lâmpadas usadas seja de reponsabilidade do fabricante. Por isso, a proposta apresentada precisa assegurar que o recolhimento seja feito independente do serviço público de limpeza urbana”. As propostas do setor servirão para nortear a implementação do sistema de logística reversa de lâmpadas em Minas Gerais. Esse sistema é uma exigência da lei 12.305/2010, que trata da política nacional de resíduos, e da Deliberação Normativa 188/2013, do Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam) assinado um acordo em âmbito nacional.

17 de fevereiro, 2016
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RECICLAGEM
Apliquim recolhe 6.300 lâmpadas na SSP/RS

A Apliquim Brasil Recicle irá recolher 6.300 lâmpadas provenientes da Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Sul. “Neste edital que vencemos, uma das exigências era de que a empresa concorrente tivesse o responsável técnico registrado no Conselho Regional de Química”, explica Mario Guilherme Sebben, Presidente da Apliquim Brasil Recicle. A engenheira química Carla Nau será a responsável por gerenciar o processo fabril da descontaminação das lâmpadas com a recuperação do mercúrio. O Responsável Técnico é o profissional registrado no Órgão de Classe competente e que tem responsabilidade sobre o processo e as operações que a indústria exerce. “Na atividade de descontaminação de lâmpadas com recuperação do mercúrio, é fundamental que o Responsável Técnico seja um profissional da área química capaz de supervisionar processos físico-químicos e operações unitárias da indústria química, em especial o processo de desmercurização térmica a vácuo, onde o mercúrio metálico é recuperado”, explica Carla. O registro no Conselho de Classe confere que o profissional está qualificado e tem a competência legal para assumir tal Responsabilidade Técnica sobre as atividades desenvolvidas pela empresa. “Nós cumprimos esta exigência e fomos a única empresa a participar do pregão”, conclui Sebben. A coleta ecológica das 6.300 lâmpadas oriundas da Secretaria de Segurança Pública do RS está programada para janeiro de 2016.

5 de janeiro, 2016
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LIXO ELETRÔNICO
Instituto 5 Elementos lança campanha de reciclagem

O Instituto 5 Elementos – Educação para a Sustentabilidade está lançando a "Campanha Reciclagem de Celulares" direcionada, inicialmente, às empresas da capital paulista e Região Metropolitana de São Paulo com o objetivo de contribuir para reduzir o impacto ambiental e à saúde humana causado pelo descarte incorreto dos aparelhos. O aparelho celular tem em sua composição metais pesados nocivos à saúde e ao meio ambiente, como chumbo, mercúrio e cádmio, entre outros presentes nas baterias que o alimentam e que podem contaminar água e solo, quando descartado inadequadamente; e provocar desde problemas neurológicos até doenças que afetam os movimentos das pessoas. Apesar de 80% dos materiais que compõem os aparelhos poderem ser ser reciclados ou reutilizados, no Brasil cerca de 98% das pessoas não encaminham os aparelhos para reciclagem e 32% o aposentam em gavetas. Cerca de 10% dispensam os aparelhos no lixo comum, levando perigo à saúde das pessoas e ao meio ambiente. "Mais de 7.500 t/ano de celulares são jogadas nos lixões do País", diz Mônica Pilz Borba, especialista em Educação Ambiental, fundadora e gestora do Instituto 5 Elementos, baseada em estimativas da Anatel, do Programa da Organização das Nações Unidas (ONU) para o Meio Ambiente e da Fundação Santo André. A emissão de CO2 varia entre 6 a 50 kg por celular. A ação é realizada em parceria com a Recomércio, startup fundada pelo francês Amaury Bertaud e especializada em recuperação e valorização de celulares, smartphones e tablets usados. Para a Recomércio, é grande o potencial desse mercado no Brasil. Até o final deste ano, a empresa planeja comprar 15.000 aparelhos e vender 12.000 seminovos. "A Recomércio é uma empresa nova no País, mas já traz em seu DNA o apoio a entidades do terceiro setor", afirma Mônica. A fundadora da 5 Elementos diz que não há custos financeiros para as empresas participarem da campanha. As empresas terão apenas que disponibilizar aos funcionários uma urna para a coleta dos aparelhos e incentivar o engajamento deles, por meio dos materiais de comunicação e divulgação (banners e telas de descanso para computador, entre eles), cedidos gratuitamente pelo próprio Instituto 5 Elementos. A parceria do 5 Elementos com a Recomércio prevê que todos os celulares arrecadados nas doações das empresas, que podem dispensar nas urnas até os próprios aparelhos corporativos, serão avaliados pela Recomércio, que doará o valor total ao Instituto. Com os recursos recebidos, de acordo com a escolha do participante, o Instituto 5 Elementos realizará uma palestra para os professores nas escolas e/ou funcionários nas empresas sobre “Consumo e Descarte Sustentável”, conceito totalmente alinhado à Política Nacional de Resíduos Sólidos. Além da palestra, serão doados aos professores exemplares da Coleção Consumo Sustentável e Ação. Em sua terceira edição neste ano, a Coleção, que reúne sete livros e um CD, é um material pedagógico voltado à redução de impactos sobre o meio ambiente por meio de mudanças de atitude e estilo de vida. Segundo Mônica, a campanha pode durar cerca de três meses em cada empresa e poderá ser repetida semestralmente ou anualmente.

6 de maio, 2015