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LATAS DE ALUMÍNIO

Brasil tem vendas recordes em 2019

Segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio (Abralatas), a Ardagh, Ball, CanPackBrasil e Crown Embalagens venderam 29,6 bilhões de unidades em 2019, um volume recorde e 13,7% superior ao obtido em 2018. Estas são as quatro fabricantes de latinhas de alumínio instaladas no Brasil. "Fatores como o aumento da demanda do consumidor por conveniência e a alteração do perfil do público por produtos mais sustentáveis levaram as fabricantes de bebidas a investir na expansão ou substituição de suas embalagens", diz Cátilo Cândido, presidente-executivo da Abralatas. Em 2009, as latas representavam 32% do mercado de cerveja e atualmente este percentual já ultrapassou os 50%. "Nesse período de mais de dez anos, os fabricantes brasileiros de latas entenderam as demandas dos consumidores, usaram novas tecnologias de impressão, mostraram que a embalagem é mais leve e pode ser uma opção interativa, além de ser mais fácil de transportar", relata. Atualmente, o Brasil possui uma das maiores taxas de reciclagem do mundo, com 97,3%. "O desafio aqui é aumentar o envolvimento do consumidor nessa causa. Acredito que a lata tem uma grande sinergia com a geração que está alcançando o poder de compra. Com esse crescimento potencial, prevejo um mercado em expansão dentro de cinco anos, com uma ampla gama de produtos, mais unidades fabris e o mais importante de tudo, a população o reconhecerá como o pacote mais sustentável do planeta", observa.

Segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio (Abralatas), a Ardagh, Ball, CanPackBrasil e Crown Embalagens venderam 29,6 bilhões de unidades em 2019, um volume recorde e 13,7% superior ao obtido em 2018. Estas são as quatro fabricantes de latinhas de alumínio instaladas no Brasil. "Fatores como o aumento da demanda do consumidor por conveniência e a alteração do perfil do público por produtos mais sustentáveis levaram as fabricantes de bebidas a investir na expansão ou substituição de suas embalagens", diz Cátilo Cândido, presidente-executivo da Abralatas. 
 
Em 2009, as latas representavam 32% do mercado de cerveja e atualmente este percentual já ultrapassou os 50%. "Nesse período de mais de dez anos, os fabricantes brasileiros de latas entenderam as demandas dos consumidores, usaram novas tecnologias de impressão, mostraram que a embalagem é mais leve e pode ser uma opção interativa, além de ser mais fácil de transportar", relata. 
 
Atualmente, o Brasil possui uma das maiores taxas de reciclagem do mundo, com 97,3%. "O desafio aqui é aumentar o envolvimento do consumidor nessa causa. Acredito que a lata tem uma grande sinergia com a geração que está alcançando o poder de compra. Com esse crescimento potencial, prevejo um mercado em expansão dentro de cinco anos, com uma ampla gama de produtos, mais unidades fabris e o mais importante de tudo, a população o reconhecerá como o pacote mais sustentável do planeta", observa. 

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ALUMÍNIO
Índice de latinhas recicladas é de 97,6%

Divulgado anualmente pela Associação Brasileira do Alumínio (ABAL) e pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio (Abralatas), o índice de reciclagem de latas de alumínio para bebidas atingiu 97,6% em 2019, o que representa uma redução de 70% nas emissões de gases de efeito estufa do ciclo de vida da embalagem. Com o resultado, o Brasil permanece entre os líderes do ranking mundial, posição ocupada há mais de dez anos. O Brasil comercializou 375,7 mil toneladas de latas para bebidas no último ano, das quais 366,8 mil toneladas foram coletadas e reaproveitadas. "Na comparação com 2018, o consumo em 2019 cresceu 13,7%. A reciclagem não só acompanhou essa expansão, como ficou ligeiramente acima dela, com uma alta de 14,7%", diz Milton Rego, presidente-executivo da ABAL. "O resultado é fruto do compromisso do setor com a reciclagem e mostra uma operação de logística reversa madura e consolidada", completou. O Brasil é exemplo mundial no reaproveitamento da latinha e do alumínio em si. Mais da metade do metal consumido no País (56%) vem da reciclagem, o que o coloca bem acima da média mundial (25,9%) - índices de 2018. O alumínio secundário, obtido por meio do processo de reciclagem da sucata, economiza 95% da energia necessária para a produção do alumínio primário, gerado pela transformação da bauxita. Além disso, em razão da matriz energética limpa e renovável, o alumínio brasileiro tem baixa pegada de carbono.

23 de novembro, 2020
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ALUMÍNIO
Vendas de latinhas crescem 13,7%

A Associação Brasileira de Produtores de Latas de Alumínio (Abralatas) divulgou que as quatro fabricantes de latinhas instaladas no Brasil venderam 29,6 bilhões de unidades em 2019, um crescimento de 13,7% em relação a 2018. As associadas da Abralatas – Ardagh, Ball, CanPackBrasil e Crown Embalagens – alcançaram um recorde no volume de vendas. Em 2020, a embalagem considerada a mais sustentável do planeta comemora 31 anos no Brasil e segue crescendo, especialmente entre consumidores de cerveja. Com a pandemia, o mercado de latas de alumínio que previa uma alta acabou registrando queda de 3,8% nas vendas no primeiro semestre de 2020. Entretanto, a cerveja em lata cresceu 0,6% no período. No último ano, a cerveja respondia por 55% das bebidas envasadas em latas, índice que alcançou os 70% em 2020. Apesar da queda das vendas em abril, o mercado recuperou-se a partir de maio e as vendas registraram recorde em junho de 2020. "O consumidor brasileiro está mudando alguns hábitos. E a boa notícia é que estas novas escolhas trazem os fatores da segurança, equilíbrio, praticidade, qualidade e meio ambiente, justamente tudo que a lata oferece", afirma o presidente executivo da Abralatas, Cátilo Cândido. Atualmente, o Brasil possui uma das maiores taxas de reciclagem de latinhas de alumínio do mundo, com 96,9%. "O desafio aqui é aumentar o envolvimento do consumidor nessa causa. Acredito que a lata tem uma grande sinergia com a geração que está alcançando o poder de compra. Com esse crescimento potencial, prevejo um mercado em expansão que já vem ocorrendo, com uma ampla gama de produtos, mais unidades fabris e, o mais importante de tudo, a população a reconhecerá como a embalagem mais sustentável do planeta", observa o presidente da Abralatas.

24 de agosto, 2020
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RESÍDUOS
Reciclagem do alumínio é exemplo

A Frente Parlamentar Ambientalista debateu a importância da reciclagem e da criação de incentivos a essa prática em um seminário virtual, dia 15 de julho, com representantes do setor. Segundo a Frente, o alto índice de reciclagem de alumínio no Brasil pode servir de exemplo para outros resíduos, como vidro, plástico e papel. O Brasil recicla anualmente 97% das latas de alumínio consumidas, índice bem superior ao de países como França (58%), Espanha (70%), Noruega (86%) e, até mesmo Japão (92%). O presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio (Abralatas), Cátilo Cândido, diz que o sucesso da reciclagem das latas de alumínio no Brasil acontece graças ao reconhecimento do valor remuneratório das latinhas pelo público em geral. “Aqui, ninguém, em sã consciência, jogaria fora, independente da classe social. Já são mais de 800 mil catadores que exercem esse trabalho de ajuda ambiental, justamente fazendo essa mercadoria circular”. Cândido comenta ainda que as latinhas de alumínio devem servir de exemplo para outros resíduos. "Perceber que ao jogar fora, está jogando fora dinheiro", completou. Atualmente, o Brasil é o terceiro maior mercado consumidor de latas de alumínio e muitos profissionais de diversas áreas começaram a juntar as latas para reciclagem ao perceber o valor da sucata. Há mais de 15 anos, o índice de reciclagem de latas no Brasil está acima de 90%. "É uma mudança cultural que precisa ser intensificada para outros resíduos", disse. A reciclagem de 97% das latas de alumínio é resultado de um trabalho de recolhimento de 320 mil toneladas de latas depositadas por ano em mais de 138 centros de coleta no Brasil. A presidente do Compromisso Empresarial para Reciclagem, Valéria Michel, lembra que a taxa de reciclagem de vidro e plástico no Brasil é pequena, cerca de 25%. A de metal e de papel, acima de 60%. O diretor presidente da Associação Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis (Ancat), Roberto Laureano, protesta contra a bitributação, que interfere diretamente no ganho dos catadores – entre meio e um salário mínimo mensal. Além de cobrança de IPI, os resíduos sofrem taxação de ICMS, PIS, Cofins e Imposto de Renda, que já foram cobrados antes das latas serem descartadas. "Além de a gente rever essa questão da bitributação, temos que pensar numa tributação verde, de forma que os catadores sejam contemplados", sugeriu. A advogada Juliana Coelho Marcussi comentou que a tributação verde está prevista no artigo 170 da Constituição, que estabelece a defesa do meio ambiente como um dos princípios da ordem econômica. O coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista na Câmara, deputado Rodrigo Agostinho (PSB-SP), disse que o Legislativo aguarda proposta de reforma tributária pelo Poder Executivo e essa pode ser uma oportunidade para discutir tratamento diferenciado para a reciclagem. “Podemos atuar para que os produtos oriundos da reciclagem tenham algum tipo de incentivo. Não dá para que produtos feitos de materiais reciclados acabem tendo o mesmo tratamento de um material feito com material virgem”. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, disse que a Casa deve retomar nos próximos dias a discussão sobre a reforma tributária (PEC 45/19) em análise em uma comissão especial.

20 de julho, 2020
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COLETA SELETIVA
Abralatas promove ajuda a catadores

A Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio (Abralatas) promove Ação Humanitária que prevê a doação de mais de 4.500 cestas básicas durante três meses aos catadores de materiais recicláveis. Foram investidos cerca de R$ 500 mil, com aproximadamente cinco mil catadores, entre autônomos e cooperados beneficiados representando 63 cooperativas espalhadas por 26 municípios em 11 estados da federação. Por causa da pandemia COVID-19, a maioria dos catadores está sem acesso aos resíduos sólidos, o que compromete sua fonte de renda. A Ação conta com a participação da Abralatas, o Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR/Ancat); o Programa Mesa Brasil Sesc e as empresas Ball, Crown, Ardagh, Canpack e Ambev. Segundo o MNCR, cerca de 800 mil profissionais atuam no setor e, com a paralisação das atividades, muitos destes trabalhadores dependem de ações solidárias para acessar recursos básicos para sobrevivência e cumprimento de obrigações financeiras das cooperativas, que hoje se encontram fechadas. "Os catadores são um elo importante para que o modelo de economia circular da nossa embalagem se concretize. A iniciativa é apenas uma pequena ajuda aos milhares de trabalhadores que dia a dia contribuem cuidando do nosso meio ambiente", explica o presidente executivo da Abralatas, Cátilo Cândido. O setor de latas de alumínio é campeão mundial de reciclagem, com 97% de latas recicladas no Brasil. O Mesa Brasil Sesc auxiliará na distribuição das cestas às cooperativas e autônomos, que farão posteriormente a entrega aos catadores. O programa de segurança alimentar e nutricional atua em todo o país com a coleta de alimentos doados por empresas parceiras, que são distribuídos a entidades sociais cadastradas, proporcionando a complementação de refeições de 1,4 milhão de pessoas. Paralelamente a esta ação, a Abralatas e mais 30 entidades de diversos setores uniram forças junto às Frentes Parlamentares da Economia Verde, Ambientalista e em Defesa da Cadeia Produtiva da Reciclagem, pela inclusão da coleta seletiva e da reciclagem no rol de atividades essenciais previstas no Decreto nº 10.282, de 20 de março de 2020. Os representantes encaminharam o documento ao governo federal. O principal argumento é de que a retomada da atividade é fundamental para a manutenção da saúde, o meio ambiente e a renda dos milhares de catadores e cooperativas.

13 de julho, 2020
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ALUMÍNIO
Brasil recicla 280 mil latas em 2016

A Associação Brasileira do Alumínio (Abal) e a Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio (Abralatas) divulgaram o Índice de Reciclagem de Latas de Alumínio para Bebidas de 2016 e o resultado da Campanha Digital realizada em parceria com o Hospital Infantil do GRAACC. No último ano o Brasil reciclou 280 mil latas de alumínio para bebidas, das 286,6 mil toneladas disponíveis no mercado. Isto corresponde a um índice de reciclagem de 97,7% das latinhas de alumínio, o que mantém o Brasil entre os líderes mundiais desde 2001. De acordo com o coordenador do Comitê de Mercado de Reciclagem da Abal, Mario Fernandez, este é um segmento cada vez mais representativo para a indústria, sociedade e meio ambiente. “A lata de alumínio para bebidas, que chega a 110 unidades por ano consumidas por cada brasileiro, responde por quase 50% do volume de sucata de alumínio recuperada anualmente”. O presidente-executivo da Abralatas, Renault Castro, comentou o sucesso da estabilidade do índice – próximo dos 100% - nos últimos dez anos. “Em tempos de aquecimento global, quando se busca uma economia de baixo carbono, esta é uma grande vantagem”. Já a Campanha Digital realizada com o Hospital Infantil do GRAACC promoveu em 2016 a ação inédita com oito influenciadores digitais no mês de outubro. O chef dos restaurantes Mocotó e Esquina Mocotó, Rodrigo Oliveira, foi o embaixador do projeto em que outras sete personalidades do mundo digital deveriam engajar os seus seguidores para alcançar 30 mil curtidas, por meio das hashtags #desafioaluminio #eurecicloaluminio. Durante a cerimônia, a coordenadora do Comitê de Comunicação e Marketing da Abal, Eunice Lima, entregou o cheque simbólico no valor de R$ 25 mil ao coordenador de Captação de Recursos e Desenvolvimento Institucional do GRAACC, Sérgio Degang. “A campanha teve um resultado tão positivo que o engajamento definido para realizar a doação ao GRAACC foi atingido duas semanas antes do previsto. Ultrapassamos a meta de curtidas em mais de 40%, além de chegar a mais de 1 milhão de alcance nos posts da ação. O incentivo à reciclagem e o apoio às crianças do GRAACC contribuem para um futuro melhor de toda a sociedade”, completa Rafael Torres, diretor de Comunicação da Abal.

9 de novembro, 2017