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ALUMÍNIO

Vendas de latinhas crescem 13,7%

A Associação Brasileira de Produtores de Latas de Alumínio (Abralatas) divulgou que as quatro fabricantes de latinhas instaladas no Brasil venderam 29,6 bilhões de unidades em 2019, um crescimento de 13,7% em relação a 2018. As associadas da Abralatas – Ardagh, Ball, CanPackBrasil e Crown Embalagens – alcançaram um recorde no volume de vendas. Em 2020, a embalagem considerada a mais sustentável do planeta comemora 31 anos no Brasil e segue crescendo, especialmente entre consumidores de cerveja. Com a pandemia, o mercado de latas de alumínio que previa uma alta acabou registrando queda de 3,8% nas vendas no primeiro semestre de 2020. Entretanto, a cerveja em lata cresceu 0,6% no período. No último ano, a cerveja respondia por 55% das bebidas envasadas em latas, índice que alcançou os 70% em 2020. Apesar da queda das vendas em abril, o mercado recuperou-se a partir de maio e as vendas registraram recorde em junho de 2020. "O consumidor brasileiro está mudando alguns hábitos. E a boa notícia é que estas novas escolhas trazem os fatores da segurança, equilíbrio, praticidade, qualidade e meio ambiente, justamente tudo que a lata oferece", afirma o presidente executivo da Abralatas, Cátilo Cândido. Atualmente, o Brasil possui uma das maiores taxas de reciclagem de latinhas de alumínio do mundo, com 96,9%. "O desafio aqui é aumentar o envolvimento do consumidor nessa causa. Acredito que a lata tem uma grande sinergia com a geração que está alcançando o poder de compra. Com esse crescimento potencial, prevejo um mercado em expansão que já vem ocorrendo, com uma ampla gama de produtos, mais unidades fabris e, o mais importante de tudo, a população a reconhecerá como a embalagem mais sustentável do planeta", observa o presidente da Abralatas.

A Associação Brasileira de Produtores de Latas de Alumínio (Abralatas) divulgou que as quatro fabricantes de latinhas instaladas no Brasil venderam 29,6 bilhões de unidades em 2019, um crescimento de 13,7% em relação a 2018. As associadas da Abralatas – Ardagh, Ball, CanPackBrasil e Crown Embalagens – alcançaram um recorde no volume de vendas. Em 2020, a embalagem considerada a mais sustentável do planeta comemora 31 anos no Brasil e segue crescendo, especialmente entre consumidores de cerveja. 

Com a pandemia, o mercado de latas de alumínio que previa uma alta acabou registrando queda de 3,8% nas vendas no primeiro semestre de 2020. Entretanto, a cerveja em lata cresceu 0,6% no período. No último ano, a cerveja respondia por 55% das bebidas envasadas em latas, índice que alcançou os 70% em 2020. Apesar da queda das vendas em abril, o mercado recuperou-se a partir de maio e as vendas registraram recorde em junho de 2020. 

"O consumidor brasileiro está mudando alguns hábitos. E a boa notícia é que estas novas escolhas trazem os fatores da segurança, equilíbrio, praticidade, qualidade e meio ambiente, justamente tudo que a lata oferece", afirma o presidente executivo da Abralatas, Cátilo Cândido. 

Atualmente, o Brasil possui uma das maiores taxas de reciclagem de latinhas de alumínio do mundo, com 96,9%. "O desafio aqui é aumentar o envolvimento do consumidor nessa causa. Acredito que a lata tem uma grande sinergia com a geração que está alcançando o poder de compra. Com esse crescimento potencial, prevejo um mercado em expansão que já vem ocorrendo, com uma ampla gama de produtos, mais unidades fabris e, o mais importante de tudo, a população a reconhecerá como a embalagem mais sustentável do planeta", observa o presidente da Abralatas.

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ALUMÍNIO
Índice de latinhas recicladas é de 97,6%

Divulgado anualmente pela Associação Brasileira do Alumínio (ABAL) e pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio (Abralatas), o índice de reciclagem de latas de alumínio para bebidas atingiu 97,6% em 2019, o que representa uma redução de 70% nas emissões de gases de efeito estufa do ciclo de vida da embalagem. Com o resultado, o Brasil permanece entre os líderes do ranking mundial, posição ocupada há mais de dez anos. O Brasil comercializou 375,7 mil toneladas de latas para bebidas no último ano, das quais 366,8 mil toneladas foram coletadas e reaproveitadas. "Na comparação com 2018, o consumo em 2019 cresceu 13,7%. A reciclagem não só acompanhou essa expansão, como ficou ligeiramente acima dela, com uma alta de 14,7%", diz Milton Rego, presidente-executivo da ABAL. "O resultado é fruto do compromisso do setor com a reciclagem e mostra uma operação de logística reversa madura e consolidada", completou. O Brasil é exemplo mundial no reaproveitamento da latinha e do alumínio em si. Mais da metade do metal consumido no País (56%) vem da reciclagem, o que o coloca bem acima da média mundial (25,9%) - índices de 2018. O alumínio secundário, obtido por meio do processo de reciclagem da sucata, economiza 95% da energia necessária para a produção do alumínio primário, gerado pela transformação da bauxita. Além disso, em razão da matriz energética limpa e renovável, o alumínio brasileiro tem baixa pegada de carbono.

23 de novembro, 2020
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ALUMÍNIO
MMA assina acordo para reciclagem

O Ministério do meio Ambiente (MMA) assinou Termo de Compromisso de Latas de Alumínio para Bebidas com a Associação Brasileira do Alumínio (Abal) e a Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio (Abralatas). A ação faz parte do programa Lixão Zero, que traz novos desafios para o setor e reforça o sucesso da reciclagem do alumínio no Brasil, com a inauguração de novo centro de coleta e reciclagem em Brasília (DF). O acordo prevê a criação de uma entidade gestora, com o lançamento, no Brasil, do programa Cada Lata Conta; a modernização, centralização e transparência nas informações sobre o processo de coleta e reciclagem; o fortalecimento das metas de reciclagem no setor em 95%; a facilitação da chegada das latinhas aos centros de coleta e parceiros pelo País; investimentos em educação ambiental e financeira para melhorar renda e condição de vida dos catadores; e o desenvolvimento de ações tecnológicas para aumento da produtividade. O Centro de coleta e reciclagem da Novelis fica em Águas Claras (DF), foi construído este ano e conta ainda com equipamentos para a prensagem de latas de alumínio. O investimento no centro superou R$ 1,5 milhão e deve criar cerca de 200 empregos diretos e indiretos, e processar entre 600 e 700 toneladas de latas de alumínio mensais. Mais R$ 650 milhões serão investidos para a expansão da produção, o que inclui novas linhas de fusão e de reciclagem. O acordo faz parte do programa Lixão Zero, eixo da Agenda Ambiental Urbana, lançada pelo MMA em 2019. O programa visa erradicar os lixões espalhados por todo o Brasil, para contribuir com a destinação ambientalmente correta dos resíduos, além de aquecer o setor da reciclagem pela geração de emprego e renda. O MMA já avançou na logística reversa de baterias automotivas, eletroeletrônicos, medicamentos, óleo lubrificante, entre outros tipos de resíduos. Atualmente, 30 bilhões de latas de alumínio aproximadamente são consumidas por ano. O modelo de economia circular promovido pelo programa Lixão Zero reduz em mais de 70% a emissão de gases de efeito estufa e o consumo de energia no setor. O ciclo da lata envolve cerca de 800 mil pessoas, com geração de renda de mais de R$ 5 bilhões por ano.

23 de novembro, 2020
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COLETA SELETIVA
Abralatas promove ajuda a catadores

A Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio (Abralatas) promove Ação Humanitária que prevê a doação de mais de 4.500 cestas básicas durante três meses aos catadores de materiais recicláveis. Foram investidos cerca de R$ 500 mil, com aproximadamente cinco mil catadores, entre autônomos e cooperados beneficiados representando 63 cooperativas espalhadas por 26 municípios em 11 estados da federação. Por causa da pandemia COVID-19, a maioria dos catadores está sem acesso aos resíduos sólidos, o que compromete sua fonte de renda. A Ação conta com a participação da Abralatas, o Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR/Ancat); o Programa Mesa Brasil Sesc e as empresas Ball, Crown, Ardagh, Canpack e Ambev. Segundo o MNCR, cerca de 800 mil profissionais atuam no setor e, com a paralisação das atividades, muitos destes trabalhadores dependem de ações solidárias para acessar recursos básicos para sobrevivência e cumprimento de obrigações financeiras das cooperativas, que hoje se encontram fechadas. "Os catadores são um elo importante para que o modelo de economia circular da nossa embalagem se concretize. A iniciativa é apenas uma pequena ajuda aos milhares de trabalhadores que dia a dia contribuem cuidando do nosso meio ambiente", explica o presidente executivo da Abralatas, Cátilo Cândido. O setor de latas de alumínio é campeão mundial de reciclagem, com 97% de latas recicladas no Brasil. O Mesa Brasil Sesc auxiliará na distribuição das cestas às cooperativas e autônomos, que farão posteriormente a entrega aos catadores. O programa de segurança alimentar e nutricional atua em todo o país com a coleta de alimentos doados por empresas parceiras, que são distribuídos a entidades sociais cadastradas, proporcionando a complementação de refeições de 1,4 milhão de pessoas. Paralelamente a esta ação, a Abralatas e mais 30 entidades de diversos setores uniram forças junto às Frentes Parlamentares da Economia Verde, Ambientalista e em Defesa da Cadeia Produtiva da Reciclagem, pela inclusão da coleta seletiva e da reciclagem no rol de atividades essenciais previstas no Decreto nº 10.282, de 20 de março de 2020. Os representantes encaminharam o documento ao governo federal. O principal argumento é de que a retomada da atividade é fundamental para a manutenção da saúde, o meio ambiente e a renda dos milhares de catadores e cooperativas.

13 de julho, 2020
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ALUMÍNIO
Essencial para combate a COVID-19

A Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio (Abralatas) desenvolveu várias iniciativas para garantir o abastecimento regular de embalagens para bebidas à população durante a pandemia de COVID-19. Uma delas é o envio de carta ao Governo Federal (Ministério da Economia e Casa Civil) ressaltando a importância da permanência contínua da operação do setor de latas de alumínio durante todo o combate a COVID-19. "Acreditamos que somos uma atividade essencial e, portanto, devemos permanecer em operação - ajudando o nosso país - durante todo o período de calamidade pública", destaca o presidente executivo da entidade, Cátilo Cândido. A associação visa a segurança de todos os colaboradores, continuidade das operações de fabricação de latas de alumínio para bebidas, respeitando a legislação e priorizando a saúde de todos para o necessário abastecimento de bebidas à população. Além disso, as embalagens de alumínio possuem propriedades que oferecem a proteção necessária para conservar as características dos produtos, aumentar a sua vida útil e garantir o consumo seguro, proporcionando barreira contra umidade, oxigênio e ação da luz, sem necessidade de refrigeração, o que permite aos consumidores a preservação das bebidas. "As nossas iniciativas e nosso empenho também englobam as demais atividades que integram a cadeia produtiva da lata de alumínio para bebidas, como fornecedores de insumos e prestadores de serviços, inclusive da coleta e reciclagem da sucata dessa embalagem", detalha Cátilo. A associação comercial dos fabricantes e fornecedores de latas de metal dos Estados Unidos tem mantido contato com a Abralatas e compartilhado as iniciativas que vêm sendo promovidas por lá. "O CMI [Can Manufacturers Institute] tem seguido a mesma linha adotada pela nossa Associação, ou seja, trabalhando juntamente com as autoridades americanas para que considerem a fabricação de latas como essencial durante a crise", informa. Assim como no Brasil, Cândido observa que a reivindicação do CMI foi atendida pelo governo americano, bem como o brasileiro.

13 de abril, 2020
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LATAS DE ALUMÍNIO
Brasil tem vendas recordes em 2019

Segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio (Abralatas), a Ardagh, Ball, CanPackBrasil e Crown Embalagens venderam 29,6 bilhões de unidades em 2019, um volume recorde e 13,7% superior ao obtido em 2018. Estas são as quatro fabricantes de latinhas de alumínio instaladas no Brasil. "Fatores como o aumento da demanda do consumidor por conveniência e a alteração do perfil do público por produtos mais sustentáveis levaram as fabricantes de bebidas a investir na expansão ou substituição de suas embalagens", diz Cátilo Cândido, presidente-executivo da Abralatas. Em 2009, as latas representavam 32% do mercado de cerveja e atualmente este percentual já ultrapassou os 50%. "Nesse período de mais de dez anos, os fabricantes brasileiros de latas entenderam as demandas dos consumidores, usaram novas tecnologias de impressão, mostraram que a embalagem é mais leve e pode ser uma opção interativa, além de ser mais fácil de transportar", relata. Atualmente, o Brasil possui uma das maiores taxas de reciclagem do mundo, com 97,3%. "O desafio aqui é aumentar o envolvimento do consumidor nessa causa. Acredito que a lata tem uma grande sinergia com a geração que está alcançando o poder de compra. Com esse crescimento potencial, prevejo um mercado em expansão dentro de cinco anos, com uma ampla gama de produtos, mais unidades fabris e o mais importante de tudo, a população o reconhecerá como o pacote mais sustentável do planeta", observa.

3 de março, 2020
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ALUMÍNIO
Brasil recicla 280 mil latas em 2016

A Associação Brasileira do Alumínio (Abal) e a Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio (Abralatas) divulgaram o Índice de Reciclagem de Latas de Alumínio para Bebidas de 2016 e o resultado da Campanha Digital realizada em parceria com o Hospital Infantil do GRAACC. No último ano o Brasil reciclou 280 mil latas de alumínio para bebidas, das 286,6 mil toneladas disponíveis no mercado. Isto corresponde a um índice de reciclagem de 97,7% das latinhas de alumínio, o que mantém o Brasil entre os líderes mundiais desde 2001. De acordo com o coordenador do Comitê de Mercado de Reciclagem da Abal, Mario Fernandez, este é um segmento cada vez mais representativo para a indústria, sociedade e meio ambiente. “A lata de alumínio para bebidas, que chega a 110 unidades por ano consumidas por cada brasileiro, responde por quase 50% do volume de sucata de alumínio recuperada anualmente”. O presidente-executivo da Abralatas, Renault Castro, comentou o sucesso da estabilidade do índice – próximo dos 100% - nos últimos dez anos. “Em tempos de aquecimento global, quando se busca uma economia de baixo carbono, esta é uma grande vantagem”. Já a Campanha Digital realizada com o Hospital Infantil do GRAACC promoveu em 2016 a ação inédita com oito influenciadores digitais no mês de outubro. O chef dos restaurantes Mocotó e Esquina Mocotó, Rodrigo Oliveira, foi o embaixador do projeto em que outras sete personalidades do mundo digital deveriam engajar os seus seguidores para alcançar 30 mil curtidas, por meio das hashtags #desafioaluminio #eurecicloaluminio. Durante a cerimônia, a coordenadora do Comitê de Comunicação e Marketing da Abal, Eunice Lima, entregou o cheque simbólico no valor de R$ 25 mil ao coordenador de Captação de Recursos e Desenvolvimento Institucional do GRAACC, Sérgio Degang. “A campanha teve um resultado tão positivo que o engajamento definido para realizar a doação ao GRAACC foi atingido duas semanas antes do previsto. Ultrapassamos a meta de curtidas em mais de 40%, além de chegar a mais de 1 milhão de alcance nos posts da ação. O incentivo à reciclagem e o apoio às crianças do GRAACC contribuem para um futuro melhor de toda a sociedade”, completa Rafael Torres, diretor de Comunicação da Abal.

9 de novembro, 2017