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INOVAÇÃO

Braskem investe em Centro renovável na Inglaterra

Braskem investe em Centro renovável na Inglaterra

O novo centro vai ampliar as competências da Braskem em biotecnologia, catálise, engenharia de processos e inovação aberta.

A Braskem irá construir um novo centro de inovação renovável localizado em Lexington, no estado norte-americano de Massachusetts. Com 3.252 m², o local terá como foco a aceleração de inovação de produtos químicos renováveis e materiais sustentáveis. O novo centro vai ampliar as competências da Braskem em biotecnologia, catálise, engenharia de processos e inovação aberta. O local dará espaço especial à ciência e engenharia em estágio inicial relacionadas com a conversão de matérias-primas à base de biomassa — incluindo açúcares, celulose, óleos vegetais e lignina — em produtos químicos e materiais sustentáveis.

Segundo a Braskem, o novo centro propiciará a descoberta de tecnologias que irão gerar novas ofertas voltadas ao crescimento e centradas na circularidade de carbono. “Nosso novo centro de inovação renovável reflete o compromisso contínuo da Braskem com uma economia circular neutra em carbono e com efeitos positivos para o meio ambiente. A Braskem pretende investir cerca de US$ 20 milhões no novo centro de inovação renovável e vai continuar investindo no desenvolvimento e na retenção de uma equipe de inovação de padrão internacional, baseada na região metropolitana de Boston, para criar propriedade intelectual exclusiva nas áreas de produtos químicos e materiais sustentáveis. E tudo isso será fundamental para o sucesso futuro dos negócios globais da Braskem”, disse Mark Nikolich, CEO da Braskem America.

Lexington foi escolhida por ser uma cidade à frente na adoção de políticas sustentáveis neutras em carbono e comprometida em reduzir suas emissões de gases do efeito estufa para cumprir suas metas de ação climática. “A nova unidade será um grande acréscimo ao ecossistema de ciências biológicas da Grande Boston”, afirmou Sandhya Iyer, diretora de desenvolvimento econômico da cidade de Lexington.

A fase inicial de projeto e construção já está em andamento, e a Braskem espera que o projeto seja concluído no segundo semestre de 2023, após obter validação final e comissionamento. O novo centro está estrategicamente baseado no ecossistema de inovação e biotecnologia da área metropolitana de padrão mundial de Boston, localizado a uma hora de carro de mais de 60 universidades e faculdades. O trabalho em Lexington vai complementar a atuação global da Braskem em pesquisa e desenvolvimento, realizado atualmente nas cidades brasileiras de Campinas e Triunfo, e em Pittsburgh, no estado norte-americano da Pensilvânia. O lançamento do novo centro de I&T da Braskem vai promover o desenvolvimento de novas soluções para produtos químicos e plásticos.

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SUSTENTABILIDADE
Braskem quer ser carbono neutro até 2050

A Braskem ampliou seus esforços para ser uma empresa carbono neutro até 2050. A companhia vai se concentrar em três frentes para alcançar o objetivo: redução das emissões com foco na eficiência energética, bem como no aumento do uso de energia renovável nas operações atuais, estabelecendo parcerias visando inovação e tecnologia; compensação de emissões com potenciais investimentos na produção de químicos e polímeros de origem renovável e captura de emissões de carbono por meio da pesquisa e do desenvolvimento para seu uso como matéria-prima. A petroquímica já definiu reduzir em 15% as emissões de gases do efeito estufa até 2030, além de aumentar seu portfólio I'm green™, que considera os produtos com foco em economia circular, para incluir, até 2025, 300 mil toneladas de resinas termoplásticas e produtos químicos com conteúdo reciclado. A Braskem quer alcançar 1 milhão de toneladas desses produtos até 2030. Além disso, vai trabalhar para que nos próximos dez anos haja o descarte adequado de 1,5 milhão de toneladas de resíduos plásticos. "A Braskem tem uma longa história em adotar ações para criar um mundo mais sustentável. Investimos em fontes renováveis desde a nossa fundação, em 2002 e, como pioneiros e líderes na produção de biopolímeros, temos estado na linha de frente da criação de mudanças positivas que impactam as pessoas, a sociedade e o meio ambiente. Pretendemos continuar na liderança num momento em que a indústria vai em direção a uma economia circular de carbono neutro. Com as ações de desenvolvimento sustentável que anunciamos hoje, esperamos atingir a neutralidade de carbono até 2050", ressalta Roberto Simões, presidente da Braskem. No fim de 2019, a Braskem já havia alcançado 70% das metas relacionadas ao tema economia circular de carbono neutro - traçadas em 2009 e revisitadas em 2013 -, conquistando resultados tais como a redução de 20% da intensidade de emissões de gases de efeito estufa; a viabilização do maior projeto de água de reuso industrial do hemisfério sul; a produção e comercialização de produtos e origem renovável, como o plástico feito à base de cana-de-açúcar e, posteriormente, na ampliação do portfólio de produtos para economia circular, com a chegada do EVA verde e de resinas feitas a partir de plástico reciclado. "Nosso propósito empresarial é melhorar a vida das pessoas criando soluções sustentáveis da química e do plástico e, com a ampliação dos nossos esforços para alcançar essas metas, também conseguiremos enriquecer ainda mais o debate sobre a importância do plástico, especialmente para o desenvolvimento sustentável do nosso planeta. Seguiremos expandindo nossas parcerias com clientes, fornecedores e a sociedade, na busca pelo engajamento de outras empresas na causa e, juntos, construiremos um mundo melhor", afirma Jorge Soto, diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. Atualmente, 43% do consumo total de energia da Braskem no Brasil já é oriundo de fonte renovável. Recentemente a companhia anunciou mais um contrato de longo prazo para compra de energia solar para os próximos 20 anos e que deve evitar a emissão de 500 mil toneladas de CO2 na atmosfera nas próximas duas décadas. A companhia irá manter também seus esforços na análise de investimentos para o desenvolvimento de produtos químicos e polímeros de origem renovável ou em tecnologias que permitam a Braskem alcançar a neutralidade de carbono até 2050. Outra parceria recente é a com a Tecipar, empresa brasileira especializada em engenharia ambiental, para evitar que mais de 2 mil toneladas de resíduos plásticos domiciliares sejam despejadas anualmente no aterro sanitário de Santana de Parnaíba, na região metropolitana de São Paulo. O volume é equivalente a 36 milhões de embalagens plásticas de polietileno e polipropileno e será utilizado como matéria-prima para o desenvolvimento de soluções mais sustentáveis para a indústria do plástico. Conheça o manifesto da Braskem em https://www.braskem.com.br/macroobjetivos .

23 de novembro, 2020
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PLÁSTICOS
Acordo para evitar despejo em aterro

A Braskem assinou acordo com a empresa de engenharia ambiental Tecipar para evitar que duas toneladas de plásticos sejam despejadas anualmente no aterro sanitário de Santana do Parnaíba, na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). O volume equivale a 36 milhões de embalagens plásticas de polietileno e polipropileno. A parceria reforça o compromisso da Braskem com a economia circular e está alinhada com a estratégia de negócio da companhia, engajada em contribuir para o desenvolvimento da cadeia de reciclagem e seu mercado. Este é o primeiro contrato da Braskem para retirada de resíduos plásticos de aterros sanitários. A parceria viabilizou a criação de uma usina de triagem para separação de resíduos sólidos e orgânicos de materiais recolhidos na coleta pública dos municípios de Barueri e Santana de Parnaíba. Após a separação, o plástico triado pela Tecipar será direcionado para reciclador parceiro da Braskem. As resinas recicladas de polietileno e polipropileno serão utilizadas como matéria-prima para o desenvolvimento de soluções mais sustentáveis para a indústria do plástico. "Existe um mercado de reciclagem bastante promissor no Brasil, que gera emprego e renda para muitas pessoas e que pode ajudar o País a superar um dos seus principais desafios: a gestão de resíduos", afirma. Fabiana Quiroga, diretora de Economia Circular da Braskem. O engenheiro ambiental e responsável pela planta de separação de resíduos na Tecipar, Lucas Faveri, explica que a parceria utilizará um modelo semi-mecanizado inédito no estado de São Paulo e que pode ser escalado, auxiliando municípios a reduzir custos com coleta seletiva e alavancando índices de reciclagem. "Muitas iniciativas com foco no aumento da reciclabilidade esbarram no alto custo operacional dos sistemas de triagem e coleta de resíduos. Informação e viabilidade econômica são duas questões muito importantes nesse processo e, neste sentido, as parcerias entre empresas, como a que estamos firmando com a Braskem, e o movimento em busca de hábitos mais sustentáveis que percebemos na sociedade, nos ajudam a inovar e pensar em soluções muito mais eficazes", ressalta Faveri.

6 de outubro, 2020
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ENERGIA SOLAR
Braskem constrói usina solar em Minas

A Braskem anunciou contrato de longo prazo com a Canadian Solar Inc., empresa do setor de energia solar, para viabilizar a construção de uma usina no Norte de Minas Gerais. A unidade terá capacidade instalada de 152 MWp e irá garantir o fornecimento por 20 anos, para abastecer uma cidade de 430 mil habitantes. O início das obras está previsto para 2021 e a energia gerada será utilizada nas unidades industriais da Braskem no Brasil. Por meio do contrato, a companhia estima evitar a emissão de 500 mil toneladas de CO2 na atmosfera ao longo de duas décadas. “A estratégia de energia sustentável da companhia considera a busca constante por oportunidades de agregar valor com a melhoria da eficiência energética e uso das fontes renováveis disponíveis para suprimento das nossas unidades industriais. A possibilidade de contribuir com a construção de um novo parque solar é fator decisivo para garantir competitividade ao negócio" disse Gustavo Checcucci, diretor de Energia da Braskem. A parceria da Braskem com a Canadian Solar prevê a utilização de módulos BiHiKu bifaciais, de alta eficiência. "A Canadian Solar estabeleceu uma posição de liderança no mercado solar no Brasil e continua inovando, definindo uma nova tendência. Nós temos a satisfação de nos associar à Braskem para oferecer soluções em energia integrada, desde módulos solares ao desenvolvimento e gerenciamento de projetos e serviços. Temos um compromisso de longo prazo com a energia solar no Brasil, que permanecerá sendo um dos nossos mercados mais importantes", comenta Shawn Qu, presidente da Canadian Solar.

29 de junho, 2020
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PLÁSTICO VERDE
Braskem acerta parceria nos EUA

A Braskem acaba de assinar parceria com a norte-americana GreenGear Supply Company para aplicação do Plástico Verde I'm green™, em capas de chuva leves, duráveis e reutilizáveis da linha EcoRain, já à venda, exclusivamente, no mercado dos Estados Unidos. O plástico verde é feito a partir da da cana-de-açúcar e captura 3,09 toneladas de CO2 durante seu processo produtivo. Além disso, por se tratar de um material reciclável, o gás carbônico capturado permanece fixado durante todo seu ciclo de vida. Para Joe Jankowski, gerente comercial da equipe de Renováveis da Braskem na América do Norte, a parceria reforça a aposta da companhia em soluções renováveis e auxilia o mercado no atendimento a demanda crescente da sociedade por produtos mais sustentáveis e inovadores. "A GreenGear Supply está ampliando as opções de proteção contra a chuva para os fãs de esportes em locais abertos, com uma alternativa que alia alto desempenho e é melhor para o planeta", conta Jankowski. Com a parceria com a empresa norte-americana, a Braskem amplia o número de marcas que já usam a solução renovável para mais de 150 em todo o mundo. A GreenGear Supply Company comercializa as capas de chuva em embalagens de papel reciclado e ilustradas com tinta à base de soja. "Estamos contentes por trazer um produto sustentável e de qualidade ao mercado. A Braskem tem sido uma parceira fantástica desde o início da nossa jornada, somos muito gratos por todo o apoio que recebemos da empresa", comenta Monika Dharia, CEO da empresa.

2 de setembro, 2019
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P&D
Braskem e TWB buscam soluções renováveis

A Braskem firmou parceria com o Centro de Pesquisa europeu Toulouse White Biotechnology (TWB) para desenvolvimento de soluções renováveis. O Centro francês será importante para a Braskem avançar em pesquisa e desenvolvimento a partir de recursos naturais. O acordo de cooperação com a Braskem tem validade de três anos e inclui o desenvolvimento conjunto de novas tecnologias químicas renováveis baseadas em patentes de ambos os grupos. Os projetos serão coordenados sob orientação de líderes de pesquisa da Braskem e do TWB. Nove pesquisadores do Laboratório de Engenharia de Sistemas e Processos Biológicos do Instituto Nacional de Ciências Aplicadas de Toulouse, identificados pelo trabalho neste campo, utilizarão a avançada estrutura do TWB para alavancar os resultados esperados. "O TWB se destaca como um dos principais centros de pesquisa em biotecnologia industrial. Somos membros do consórcio desde 2018 e agora estamos expandindo a colaboração em projetos que corroboram nossa visão de utilizar a química e materiais renováveis como ferramentas de captura de carbono", explicou Mateus Schreiner Garcez Lopes, responsável por Inovação em Tecnologias Renováveis da Braskem. O TWB iniciou este tipo de parceria em 2011 e atualmente conta com 51 projetos ao lado de grupos industriais, startups, investidores, autoridades locais e regionais. Já foram lançados 105 projetos colaborativos de pesquisa e desenvolvimento, que impulsionaram o crescimento de negócios disruptivos, arrecadando mais de 100 milhões de euros. "Estamos orgulhosos em receber a Braskem, uma das líderes globais em química renovável. Esperamos contribuir de todas as maneiras possíveis para este projeto de P&D, com o intuito de promover o desenvolvimento de novos caminhos de produção sustentáveis, um objetivo que compartilhamos", comentou Olivier Rolland, Diretor Executivo da TWB. A parceria com o TWB está alinhada com o compromisso da Braskem para promover a sustentabilidade na cadeia do plástico. O "Posicionamento da Braskem em Economia Circular" pode ser acessado no site: www.braskem.com/economiacircular . Mais informações (em inglês): http://www.toulouse-white-biotechnology.com/en

23 de agosto, 2019
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EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
Braskem e Siemens investem no ABC

A Braskem anunciou investimentos de R$ 600 milhões em projeto de modernização tecnológica do sistema que atende ao cracker, principal unidade industrial do Polo Petroquímico do ABC, em São Paulo. O empreendimento prevê a substituição de turbinas à base de vapor por motores elétricos de alto rendimento, suportado por uma nova planta de cogeração de energia alimentada por gás residual do processo de produção petroquímica. Com a atualização, a Braskem passará a ter um processo industrial mais energeticamente eficiente. A petroquímica estima a redução do consumo de energia equivalente ao de uma cidade com um milhão de habitantes. "Este projeto é um exemplo dos grandes esforços que a Braskem faz na busca da maior excelência operacional, além de reforçar nosso comprometimento com o desenvolvimento sustentável", afirma Luís Pazin, diretor industrial da unidade de Químicos da Braskem no Sudeste. "Com a cogeração combinada de energia elétrica e gás, vamos consumir menos energia e emitir ainda menos gases de efeito estufa", completa. A estimativa é de uma redução de 11,4% no consumo de água e de 6,3% nas emissões de CO2 da unidade. O projeto está previsto para ser concluído em 2021 e os recursos serão divididos com a Siemens, que irá construir e operar o sistema de cogeração de alta eficiência por meio de um contrato de longo prazo. "Este acordo é uma demonstração clara de que a Braskem tem procurado modelos de negócios criativos a favor da sua competitividade", diz Gustavo Checcucci, diretor de Energia da Braskem. "A confiança da Braskem em definir a Siemens como parceira estratégica para este desafiador projeto é resultado da nossa capacidade tecnológica e operacional que, associada à atratividade do inovador modelo BOO (Build, Own and Operate), assegura que a Braskem foque seus recursos no negócio, deixando sob responsabilidade da Siemens os investimentos necessários à engenharia, implantação, operação e manutenção da Usina de Cogeração, " afirma Yuri Sanches, Gerente Geral da Siemens no Brasil.

19 de fevereiro, 2019
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ECONOMIA CIRCULAR
Tecnologias na reciclagem química

A Braskem anunciou parcerias para desenvolver tecnologias na área de reciclagem química, com foco na transformação de plásticos pós-consumo - sacolinhas de mercado e filmes de embalagens de salgadinhos e de biscoitos – em produtos químicos que podem ser utilizados em variadas cadeias de valor com benefício para a sociedade. As pesquisas estão sendo realizadas com a parceria do EngePol – Laboratório de Engenharia de Polímeros da COPPE/UFRJ (Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro), Instituto SENAI de Inovação em Biossintéticos (SENAI CETIQT) e Cetrel (empresa de serviços ambientais que iniciou suas operações em 1978, juntamente com as indústrias do Polo Petroquímico de Camaçari). "À medida que nos esforçamos para alcançar uma real economia circular, reconhecemos os desafios e limitações que as tecnologias tradicionais de reciclagem apresentam. A Braskem está comprometida em desenvolver, implementar e oferecer soluções sustentáveis. A reciclagem química e seu potencial para superar todos esses desafios e limitações nos permitirão alcançar este objetivo. Estamos acelerando esses esforços por meio de parcerias e colaborações com outras empresas que tenham o mesmo pensamento para que possamos alcançar estas metas o mais rápido possível", explica Gus Hutras, responsável pela área de Tecnologia de Processos da Braskem. "Os estudos na área de reciclagem química seguem os princípios de atuação da Braskem, que utiliza a inovação a serviço de soluções sustentáveis. Queremos a cada dia desenvolver negócios e iniciativas para a valorização de resíduos plásticos", comenta Fabiana Quiroga, responsável pela área de Reciclagem. "O diferencial da reciclagem química é que a partir dela o resíduo plástico descartado será processado e transformado em uma matéria-prima novamente, que dará origem a novos plásticos", conclui. A Braskem mantém desde 2015 a plataforma Wecycle, que combina a necessidade de descarte adequado com a demanda do mercado por matérias-primas sustentáveis. A ação busca desenvolver negócios e iniciativas para a valorização de resíduos plásticos por meio de parcerias, trazendo confiabilidade e qualidade ao desenvolvimento de produtos, soluções e processos que envolvam todos os elos da cadeia do plástico, fomentar negócios e iniciativas que envolvam a reciclagem. A Braskem definiu uma série de iniciativas globais para impulsionar a Economia Circular na cadeia de produção de produtos transformados plásticos. Intitulado "Posicionamento da Braskem em Economia Circular", o documento define iniciativas para o desenvolvimento de parcerias com os clientes na concepção de novos produtos para ampliar e facilitar a reciclagem e a reutilização de embalagens plásticas, especialmente as de uso único. O projeto contempla também investimentos em novas resinas de origem renováveis, como o Plástico Verde feito à base de cana-de-açúcar, e o apoio a novas tecnologias, modelos de negócios e sistemas de coleta, triagem, reciclagem e recuperação de materiais. Para conhecer o "Posicionamento da Braskem em Economia Circular", basta acessar o link www.braskem.com/economiacircular .

19 de fevereiro, 2019
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SOLVAY
Inaugurado laboratório de biotecnologia

O Grupo Solvay inaugurou, dia 02 de junho, o Laboratório de Biotecnologia Industrial (IBL, em inglês) dentro do Centro de Pesquisas e Inovação de Paulínia. Com área de 600 m2, o IBL tem como objetivo ampliar o desenvolvimento de produtos ligados à química sustentável. O Diretor de Pesquisa e Inovação da Solvay para a América Latina, Thomas Canova, comentou que foram investidos US$ 4 milhões – entre equipamentos, pessoas e manutenção - no IBL e que a produção do laboratório irá depender da demanda dos clientes. “O IBL está sendo lançado com base no alinhamento de nossa estratégia de inovação com as oportunidades oferecidas pelo Brasil nessa área, em um cenário altamente cooperativo”, disse Canova. O IBL tem como foco pesquisas de novos processos e moléculas derivados da biomassa e a sua transformação em soluções inovadoras para atender a mercados de atuação da Solvay. O IBL é capaz de cobrir toda a cadeia de valor de biomassa, desde a sua caracterização até a etapa de obtenção de novas moléculas e soluções. “O Brasil é uma região privilegiada no mundo para o desenvolvimento de uma economia a partir de recursos renováveis. O país reúne todas as condições exigidas, como cadeias agrícolas competitivas e sólido conhecimento científico na área de biotecnologia, o que apoia nossas ambições em ampliar o portfólio de inovações com base em recursos renováveis”, disse Louis Neltner, Vice-Presidente de Pesquisa e Inovação do Grupo Solvay. O IBL trabalhará em parceria com unidades globais de negócios do Grupo Solvay, mais os 15 Centros de Pesquisa e Inovação, além de parcerias externas de P&I. O IBL já surge com projetos nas áreas de aromas e fragrâncias, materiais inorgânicos, surfactantes, solventes e derivados de celulose para atender as diversas demandas de atuação da empresa.

3 de junho, 2015