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INVESTIMENTOS SUSTENTÀVEIS

CAIXA Vida e Previdência aloca mais de R$ 640 milhões em fundos

CAIXA Vida e Previdência aloca mais de R$ 640 milhões em fundos

CAIXA Vida e Previdência investe R$ 641 milhões em fundos sustentáveis alinhados ao Pacto Global da ONU, excluindo setores prejudiciais ao meio ambiente e à sociedade.

Empresa do conglomerado CAIXA Seguridade, a CAIXA Vida e Previdência informa que administra R$ 200 bilhões em reservas de previdência e alocou R$ 641 milhões, de seus recursos próprios, em cotas de fundos de investimentos sustentáveis alinhados ao Pacto Global da ONU. Os fundos seguem critérios que excluem setores que atuam em armamento, tabaco, carvão térmico, petróleo e gás, pesticidas e atividades associadas ao desmatamento. As iniciativas de proteção financeira e responsabilidade socioambiental do ciclo 2025/2026 devem impactar mais de 680 mil brasileiros diretamente e atingir cerca de 3 milhões de pessoas indiretamente até o fim do ano. Cerca de R$ 26 milhões foram destinados, por meio de leis de incentivo fiscal, a projetos variados, com destaque para a capacitação de jovens de 12 a 18 anos cursos de finanças pessoais e introdução ao mundo do trabalho.

Os recursos foram estruturados em quatro pilares : incentivos fiscais, recursos próprios, doações e apoio técnico-científico e está alinhado aos quatro direcionadores estratégicos de sustentabilidade da CAIXA Vida e Previdência: promover educação financeira e produtos inclusivos com impacto socioambiental positivo; contribuir para a transição para uma economia de baixo carbono; atuar na construção e no engajamento da agenda de sustentabilidade nos conglomerados e no segmento de atuação; e promover um ambiente saudável, justo e igualitário, com representatividade e diversidade. “Na CAIXA Vida e Previdência, sustentabilidade é uma forma de ampliar a proteção financeira e gerar impacto positivo na vida das famílias brasileiras. Ao integrar inclusão, educação financeira e responsabilidade socioambiental à nossa estratégia, reforçamos o propósito de garantir tranquilidade no presente e segurança no futuro”, afirma Jean-Christophe Hamery, presidente da CAIXA Vida e Previdência.

Os projetos de educação, empoderamento financeiro, preservação ambiental, saúde e bem-estar estão entre as prioridades da empresa. “O Relatório de Sustentabilidade 2025 traduz uma escolha estratégica da companhia ao tratar inclusão financeira e agenda climática como agendas integradas à estratégia, e não paralelas”, completa Hamery. A agenda climática também moldou as decisões de investimento do último ciclo. Em parceria com a CAIXA Seguridade, a CAIXA Vida e Previdência viabilizou o estudo inédito intitulado: “Fundos de Previdência Aberta e Financiamento Climático”, apresentado na COP30, em Belém, em novembro de 2025. A pesquisa analisou 1.162 fundos, que somavam R$ 1,6 trilhão em patrimônio líquido em junho de 2025. Do total, apenas 11 (0,64%) apresentavam indicadores sustentáveis elegíveis à classificação da ANBIMA, um diagnóstico que ajuda a dimensionar o espaço de avanço do setor e a significativa oportunidade de geração de impacto positivo para o planeta. “A transição para uma economia de baixo carbono impõe uma nova arquitetura financeira, da qual o mercado segurador é peça-chave, pela sua capacidade de mobilização de capital para o financiamento climático, o que tem sido demonstrado nas decisões de investimento da CAIXA Vida e Previdência", afirma Gustavo Portela, presidente da CAIXA Seguridade.

Na área de inclusão, soluções de proteção financeira foram contratadas por mais de 600 mil clientes por meio da rede CAIXA, com destaque para os microsseguros e as assistências emergenciais para pessoas físicas, com coberturas que incluem: assistência funeral e desconto em medicamentos, em planos que partem de R$ 10 mensais -  reforçando o compromisso com as camadas mais vulneráveis da economia. É essa combinação de capilaridade, agenda climática e produtos acessíveis que orienta o próximo ciclo da companhia. “Queremos ser reconhecidos como a maior e mais inclusiva seguradora do país até 2030. Para isso, vamos investir em tecnologia, capital humano e novas formas de entregar valor socioambiental aos clientes”, finaliza Jean-Christophe Hamery.

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21 de junho, 2016