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MUDANÇAS CLIMÁTICAS

CEO da CBA integra Programa Liderança com ImPacto

CEO da CBA integra Programa Liderança com ImPacto

Ele representará o ODS 13 no Programa Liderança com ImPacto do Pacto Global da ONU no Brasil.

A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) anunciou o seu CEO, Luciano Alves, como representante do ODS 13 - Ação Contra a Mudança Global do Clima no Programa Liderança com ImPacto do Pacto Global da ONU no Brasil. A iniciativa visa atrair, engajar, sensibilizar e empoderar os líderes empresariais para avançar com os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável), estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU), até 2030.

Luciano Alves se junta ao grupo de outros líderes e CEOs que já fazem parte da iniciativa, dentre eles, o antigo CEO da CBA, Ricardo Carvalho, que integra o Programa como representante do ODS 17 – Parcerias e Meios de Implementação. “Ser nomeado porta-voz do ODS 13 é uma grande honra! Além de ser um importante reconhecimento, demonstra que estamos no caminho certo na CBA, alinhados aos objetivos de desenvolvimento sustentável, especialmente na atuação contra a mudança climática. Quando se trata de sustentabilidade sabemos que não há uma linha de chegada. Queremos inspirar e engajar nossa cadeia de valor para que continuemos sempre evoluindo”, declara Luciano Alves.

O ODS 13 tem como meta tomar medidas urgentes para combater a mudança do clima e seus impactos e é um dos principais direcionadores da Estratégia ESG 2030 da CBA. Nos últimos anos, a CBA desenvolveu diversos projetos de descarbonização e já obteve resultados importantes, como a redução de 25,4% das emissões desde 2019.


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Acordo para “Neutralidade Climática”

O Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) e CEO’s de aproximadamente 30 empresas assinaram documento com metas climáticas denominado "Neutralidade Climática: Uma grande oportunidade", que defende uma meta mais ambiciosa de neutralidade climática para 2050. "Economicamente falando, o CEBDS crê que um total de até US$ 17 bilhões possam ser gerados no País a partir de negócios com base na natureza até 2030. O setor já está engajado, buscando as escolhas certas agora e direcionando os investimentos para enfrentamento e recuperação da economia brasileira em um modelo de economia circular, de baixo carbono e inclusiva, em que os benefícios entre produzir e preservar são claros e representam ganhos para o Brasil" disse a presidente do CEBDS, Marina Grossi. O acordo pode gerar diversos ganhos ao Brasil, como economia, com a geração de empregos verdes e investimentos crescentes em soluções de baixo carbono; comerciais, com poder de negociação mais sólido frente a seus principais competidores; ambientais, com incentivo à redução dos gases de efeito estufa (GEE); e reputacionais. O CEBDS lidera o setor empresarial brasileiro devido à urgência para mitigar riscos decorrentes das mudanças climáticas. "São muitos desafios, mas estamos convictos que metas mais ambiciosas trarão mais oportunidades para o desenvolvimento de negócios, resultando em mais investimentos, de recolhimento de tributos e de geração de renda ao setor privado, à sociedade brasileira e, consequentemente, ao País”, comenta Marina. Faltando pouco tempo para a COP-26, prevista para acontecer em novembro, em Glasgow, o Brasil, que possui 20% da biodiversidade mundial, precisa assumir o papel de protagonista na agenda climática. Os oceanos e a atmosfera esquentam mais ano a ano por causa das massivas emissões de gases. Em 2015, o Brasil ratificou o Acordo de Paris para reduzir suas emissões de gases de efeito estufa. No Brasil, as principais metas da NDC (Contribuição Nacionalmente Determinada, na sigla em inglês), é conseguir reduzir as emissões de gás carbônico em 37% em relação às emissões de 2005. A data limite para isso é 2025, com indicativo de reduzir 43% das emissões até 2030. "Estamos em um ano decisivo para a questão climática, comparável ao que foi em 2015 em relação ao Acordo de Paris. O Brasil -- tanto no Leaders Summit on Climate, com o presidente Biden, nos dias 22 e 23 de abril, quanto em Glasgow, em novembro -- tem grande oportunidade para consolidar seu protagonismo nessa agenda e atrair capital internacional, protegendo sua floresta e gerando valor com a biodiversidade que temos”, diz a presidente do CEBDS. Entre as empresas que assinaram o documento estão Bayer, Braskem, Bradesco, BRF, CBA, DSM, Ecolab, Eneva, EQUINOR, Icare, Ipiranga, Itaú, JBS, Lojas Renner, Lwart Soluções Ambientais, Marfrig, Michelin, Microsoft Brasil, Natura, Schneider Electric, Shell, Siemens Energy, Suzano, Ticket Log, Tozzini, Vedacit, Votorantim Cimentos, Way Carbon. A iniciativa conta com apoio institucional: Amcham Brasil, ABAG - Associação Brasileira do Agronegócio, CEBRI - Centro Brasileiro de Relações Internacionais, Coalizão Brasil Clima - Florestas e Agricultura e ICC - Câmara de Comércio Internacional.

19 de abril, 2021
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SUSTENTABILIDADE
CBA é bem avaliada no rating da CDP

A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) recebeu nota A- e foi reconhecida como uma das melhores empresas avaliadas no Programa de Mudanças Climáticas em 2020 na avaliação do CDP, um dos principais ratings de sustentabilidade mundial e um dos mais conceituados sobre mudanças climáticas. Este ano, foram mais de 9,6 mil companhias de diversos setores. Esta é a segunda maior nota do rating na primeira participação da CBA e a coloca entre as líderes globais em boas práticas em ESG. "Estamos muito orgulhosos com o reconhecimento, uma vez que ele traduz nosso empenho em minimizar impactos ao meio ambiente para a produção de um alumínio sustentável, transformando o cotidiano das regiões onde estamos presentes e de toda a sociedade", afirma Ricardo Carvalho, diretor presidente da CBA. A CBA foi avaliada em 116 critérios que englobam práticas relacionadas a emissão de carbono, gestão de resíduos, manejo e preservação de recursos naturais. Por meio de projetos como a diversificação de sua matriz energética - a partir da instalação de uma caldeira de biomassa que irá gerar vapor para a Refinaria de Alumina - e da automatização do processo de alimentação de fornos, a CBA tem conseguido reduzir significativamente as emissões de gases de efeito estufa em sua produção, ficando bem abaixo da média global de emissões na indústria do alumínio. Os dados avaliados pelo CDP ficam disponíveis para consulta de investidores e fundos de investimento credenciados, inclusive com o cruzamento das informações entre diversas organizações. As informações da instituição responsável por manter o ranking indicam que mais de 150 empresas ao redor do mundo, com poder de compra de US$ 4 trilhões, utilizam o rating para selecionar fornecedores. Já os fundos de investimento utilizam o CDP como critério para suas decisões e reúnem US$ 106 trilhões em ativos. Além disso, o resultado também pode servir como critério para captação de recursos por meio de títulos verdes e financiamentos com taxas menores. "O resultado confirma a presença da Sustentabilidade em todas as áreas e atividades da CBA e nossa tomada de decisões assertivas, nos trazendo ainda mais confiança para seguir com nossa agenda de transformações", avalia Carvalho.

21 de dezembro, 2020
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EMISSÕES
CBA recebe Selo Ouro por inventário

A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) recebeu, pela terceira vez consecutiva, o certificado do Programa Brasileiro GHG Protocol, que quantifica as emissões de gases geradores do efeito estufa. A companhia obteve Selo Ouro pela divulgação e verificação do inventário de emissões realizado em todas as suas Unidades. A análise considera as emissões diretas e indiretas relacionadas ao consumo de energia elétrica e a emissão específica para transporte de bauxita. Com o resultado do inventário, a CBA conseguiu calcular no processo de eletrólise - etapa de redução do óxido de alumínio em alumínio primário - que são gerados 2,56 t CO2e (toneladas de dióxido de carbono equivalente) para cada tonelada de alumínio líquido produzida. Segundo dados do International Aluminium Institute (IAI), as emissões deste processo, em âmbito mundial, somam 12 t CO2e. A emissão da CBA também é inferior ao índice de 8 t CO2e/ t alumínio líquido, valor de referência estabelecido pela ASI (Aluminium Stewardship Initiative), organização mundial que define padrões e melhores práticas globais para o desempenho de sustentabilidade na indústria do alumínio. "Manter uma matriz energética renovável e ter uma emissão muito abaixo da média de mercado faz parte do nosso propósito de produzir alumínio que transforma vidas. Significa que estamos entregando, para o mercado, um alumínio mais sustentável, beneficiando também os targets de sustentabilidade de outros fabricantes de diversos setores da economia, além de gerar impactos socioambientais positivos para toda a cadeia”, diz Luís Jorge, diretor do Negócio de Produtos Primários da CBA. A partir de 2020, a companhia deve reduzir ainda mais as suas emissões ao adotar a utilização de 100% de vapor originado de biomassa em sua refinaria. A CBA participa do Programa brasileiro GHG Protocol desde 2018, divulgando de forma voluntária os seus resultados de inventário de emissões no ‘Registro Público de Emissões’, plataforma online onde estão disponíveis os dados das empresas participantes do programa.

23 de outubro, 2020
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CATADORES
CBA adere a iniciativa para ajudar na renda

A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) se uniu à campanha iniciada pela Tetra Pak junto à startup de impacto social Ribon para ajudar catadores autônomos de materiais recicláveis assistidos pela ONG Pimp My Carroça. Com a pandemia COVID-19, cerca de 1 milhão dos catadores de materiais recicláveis tiveram sua renda comprometida com a paralisação das atividades, segundo dados do MNCR (Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis). A iniciativa, iniciada em maio, já teve o apoio da Klabin para garantir a continuidade do projeto. A CBA se une às duas grandes empresas para manter o suporte a esses trabalhadores em agosto. "A sustentabilidade é o ponto de partida que orienta e estrutura nossas ações e projetos. O alumínio é uma referência no quesito reciclagem e a CBA atualmente opera abaixo da média mundial de emissões de gases de efeito estufa, apoiando todo tipo de iniciativa sustentável”, diz Fernando Varella, diretor do Negócio Transformados da CBA. A empresa recicla praticamente 100% da sucata interna e atua com uma fábrica para reciclagem de alumínio, além de ser a primeira produtora de alumínio nas Américas a obter a certificação internacional ASI em toda a cadeia produtiva, nos Padrões de Performance e de Cadeia de Custódia ao mesmo tempo. Para contribuir, basta baixar o aplicativo Ribon ( https://home.ribon.io ) e ler as histórias disponíveis para receber moedas virtuais, chamadas de ribons. De forma interativa, o usuário pode direcioná-las para causas de impacto social de sua escolha - entre elas, a que foca no apoio aos catadores.

31 de agosto, 2020