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AMAPÁ

Consórcio Marco Zero vence leilão da Caesa

Consórcio Marco Zero vence leilão da Caesa

O vencedor do leilão investirá R$ 3 bilhões em infraestrutura em todas as zonas urbanas durante os próximos 35 anos de concessão.

O Consórcio Marco Zero, formado pelas empresas Equatorial Participações, Investimentos S.A. (que recém arrematou a Companhia de Eletricidade do Amapá) e SAM Ambiental e Engenharia, venceu o leilão dos serviços da Companhia de Água e Esgoto do Amapá (Caesa). O governo estadual determinou como principais critérios para o certame a tarifa com o melhor custo-benefício ao consumidor e o alcance dos serviços de saneamento aos 16 municípios amapaenses. Serão beneficiados cerca de 750 mil moradores que vivem em áreas urbanas.

“O Amapá é o estado mais preservado do Brasil e tem o saneamento básico como um de seus maiores desafios. Diante disso, este modelo é inovador porque é o primeiro do Norte brasileiro, porque é sustentável em termos ambientais e sociais e porque é universal. Isso demonstra o cuidado de desenvolver o projeto sem comprometer o cidadão”, disse o governador do Amapá, Waldez Góes. O Consórcio marco Zero ofereceu desconto máximo de tarifa (20%) e R$ 980 milhões pela outorga (lance mínimo), superando a expectativa de arrecadação inicial, que era de R$ 50 milhões, em 1.760,2%. O vencedor do leilão investirá R$ 3 bilhões em infraestrutura de água e esgoto em todas as zonas urbanas dos municípios durante os próximos 35 anos de concessão.

O objetivo do governo é de que a cobertura de fornecimento de água tratada passe dos atuais 38% para 99% em 11 anos, e a de esgotamento sanitário passe de 8% para 90% em até 18 anos. Além dos aportes, a concessão contribuirá para a geração de 45 mil novos empregos. Representando o Consórcio Marco Zero, Augusto Miranda, CEO do Grupo Equatorial, falou sobre as expectativas da concessão. Não mediremos esforços para trabalhar todos os dias, em todos os momentos, fazendo os investimentos necessários para alavancar o crescimento do estado”, comemorou Miranda.

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23 de setembro, 2021
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A BRK Ambiental venceu leilão da Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) e assumirá os serviços de água e esgoto de 13 cidades da Região Metropolitana de Maceió, que reúnem 1,5 milhão de habitantes. O leilão aconteceu na sede da B3, em São Paulo. A concessionária apresentou a maior proposta, de R$ 2 bilhões, e vai assinar um contrato de 35 anos de serviços em Alagoas. O valor mínimo do edital era de R$ 15,1 milhões. A BRK terá que investir R$ 2,6 bilhões em infraestrutura ao longo do período de concessão, sendo R$ 2 bilhões já nos seis primeiros anos. "O saneamento é a grande a locomotiva da recuperação da economia brasileira e a nossa missão é somar forças para que o país avance rapidamente nesse setor. Por meio dos nossos serviços de água e esgoto, já beneficiamos a vida de 15 milhões de pessoas e, com a concessão da Casal, mais 1,5 milhão de brasileiros serão impactados positivamente. O saneamento básico é um serviço essencial e queremos garantir o acesso à água e esgoto com eficiência e qualidade", reforça Teresa Vernaglia, CEO da BRK Ambiental. A proposta da BRK é garantir universalização dos serviços de água e esgoto nos próximos seis anos na região coberta pelo contrato de concessão da Casal. Atualmente, 89% da população local tem acesso ao recurso. Em relação ao esgotamento sanitário, o prazo para que 90% da população atendida pela Casal tenha o serviço será de 16 anos. Hoje 27% contam com tratamento de esgoto. Outra meta do contrato é a redução do índice de perdas, que deverá passar dos atuais 59% para, no máximo, 25%. No Nordeste, a BRK Ambiental executa, em parceria com a Compesa, a maior PPP do Brasil no setor e tem como objetivo ampliar a cobertura do saneamento nos 15 municípios da Região Metropolitana do Recife (RMR) até o ano de 2037. Entre os projetos, está a ampliação da cobertura de esgoto de 40% para 90% nos próximos 18 anos, garantindo 100% de tratamento de todo o efluente coletado na área atendida. Serão implantadas ainda estações de tratamento e bombeamento de esgoto, incremento de ligações prediais de esgoto, além de mais de 3,5 mil km de novas redes coletoras e aperfeiçoamento nas estações de tratamento já existentes.

6 de outubro, 2020