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EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

CPFL Energia investe forte em 2019

A CPFL Energia investiu R$ 72,4 milhões em 2019 em projetos de eficiência energética por meio de suas distribuidoras nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais. Além disso, a companhia concluiu no último ano a execução de 41 iniciativas que tornaram mais eficiente o consumo de energia de clientes residenciais, industriais, comerciais e poder público. Os projetos concluídos no ano passado beneficiaram 121,7 mil consumidores e geraram uma economia de 40,3 MWh nas contas de luz, o equivalente para abastecer uma cidade com quase 17 mil moradias por um ano. Ao longo de 2019 a CPFL Energia investiu R$ 24 milhões em ações voltadas a clientes em vulnerabilidade social. Entre as iniciativas estão a instalação de equipamentos e eletroeletrônicos mais eficientes, como chuveiros, lâmpadas, geladeiras e aquecedores solares, além de receberem orientações de agentes comunitários. Outros R$ 20,9 milhões foram direcionados ao programa CPFL nos Hospitais, que ajuda a reduzir os gastos com energia de instituições de saúde pública em toda a área de atuação da companhia. As distribuidoras da CPFL investiram R$ 18 milhões em projetos para transformar indústrias, comércios e residências mais eficientes no consumo de energia. Foram realizadas trocas de lâmpadas comuns por modelos de tecnologia LED, mais econômicos e duráveis, bem como a substituição de aparelhos de refrigeração e maquinário. Ações para conscientização de se economizar energia receberam R$ 3 milhões. Entre elas, destaca-se o CPFL nas Escolas, projeto que capacita estudantes das redes municipais e estaduais para o consumo eficiente e para os riscos de acidentes com a rede elétrica. Para Felipe Zaia, gerente de Eficiência Energética da CPFL Energia, “a missão do programa é promover o consumo inteligente e seguro da energia elétrica, com o foco em inovação e projetos de todos os tipos, para todos os segmentos de mercado. A CPFL Energia foca em projetos que beneficiam, todos os setores, mas prioriza os que mais necessitam”, reforça.

A CPFL Energia investiu R$ 72,4 milhões em 2019 em projetos de eficiência energética por meio de suas distribuidoras nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais. Além disso, a companhia concluiu no último ano a execução de 41 iniciativas que tornaram mais eficiente o consumo de energia de clientes residenciais, industriais, comerciais e poder público. 
 
Os projetos concluídos no ano passado beneficiaram 121,7 mil consumidores e geraram uma economia de 40,3 MWh nas contas de luz, o equivalente para abastecer uma cidade com quase 17 mil moradias por um ano. Ao longo de 2019 a CPFL Energia investiu R$ 24 milhões em ações voltadas a clientes em vulnerabilidade social. Entre as iniciativas estão a instalação de equipamentos e eletroeletrônicos mais eficientes, como chuveiros, lâmpadas, geladeiras e aquecedores solares, além de receberem orientações de agentes comunitários. Outros R$ 20,9 milhões foram direcionados ao programa CPFL nos Hospitais, que ajuda a reduzir os gastos com energia de instituições de saúde pública em toda a área de atuação da companhia.
 
As distribuidoras da CPFL investiram R$ 18 milhões em projetos para transformar indústrias, comércios e residências mais eficientes no consumo de energia. Foram realizadas trocas de lâmpadas comuns por modelos de tecnologia LED, mais econômicos e duráveis, bem como a substituição de aparelhos de refrigeração e maquinário. Ações para conscientização de se economizar energia receberam R$ 3 milhões. Entre elas, destaca-se o CPFL nas Escolas, projeto que capacita estudantes das redes municipais e estaduais para o consumo eficiente e para os riscos de acidentes com a rede elétrica. Para Felipe Zaia, gerente de Eficiência Energética da CPFL Energia, “a missão do programa é promover o consumo inteligente e seguro da energia elétrica, com o foco em inovação e projetos de todos os tipos, para todos os segmentos de mercado. A CPFL Energia foca em projetos que beneficiam, todos os setores, mas prioriza os que mais necessitam”, reforça. 

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EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
EDP disponibiliza R$ 4 milhões para projetos

A EDP abriu inscrições para Chamada Pública de Projetos de Eficiência Energética (CPP 001/2020). Ao todo, a companhia disponibilizará R$ 4 milhões para o incentivo de projetos que tenham como objetivo a conservação e o uso racional da energia elétrica na área de concessão, e que serão aplicados pela Distribuidora no próximo ano. As Inscrições podem ser feitas pelo site www.edp.com.br até o dia 12 de fevereiro de 2021. A EDP é distribuidora de energia elétrica de Guarulhos, Alto Tietê, Vale do Paraíba e Litoral Norte de São Paulo. As iniciativas devem abranger benefícios públicos e/ou privados e promover a transformação por meio da eficiência energética, estimulando o desenvolvimento de novas tecnologias e a criação de hábitos e práticas racionais de uso da energia elétrica. O projeto pode beneficiar ações de pessoas físicas e jurídicas que tenham como objetivo a melhoria ou a substituição de instalações na rede elétrica, equipamentos e sistemas de controle de uso de eletricidade, a fim de reduzir o consumo de energia em residências, comércio, indústrias, prédios públicos e particulares, hospitais públicos e entidades beneficentes, iluminação pública, entre outros. Uma comissão julgadora formada por colaboradores da EDP avaliará os projetos, que serão analisados segundo critérios estabelecidos no edital da CPP 001/2020. A Chamada Pública é uma iniciativa do Programa de Eficiência Energética – PEE da EDP em São Paulo, regulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

7 de dezembro, 2020
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ARTIGO
O impacto da falta de eficiência energética no Brasil

Por Rodrigo Pereira * Menos é mais. Esse é o conceito básico de eficiência energética: dosar a quantidade de energia utilizada para determinada ação a fim de obter um resultado tão bom quanto outro que foi realizado com uma quantidade maior de energia. Mas será que o Brasil é um país preparado para considerar a eficiência energética no seu dia a dia? Um estudo realizado pelo Instituto E+, centro que aborda temas relacionados à energia, aponta a falta de eficiência energética no país. Segundo a pesquisa, o investimento nacional não chega a 50% do investimento feito por países europeus e estima-se que para chegar ao mesmo nível da União Europeia, por exemplo, nosso país ainda precise de 20 anos de caminhada. O fato é que o Brasil tem uma carência de investimentos no mercado local para a fabricação de produtos voltados à energia, não possibilitando ao consumidor e às empresas ter à sua disposição uma gama de produtos eficientes e com mais opções de escolha. Além disso, a pouca oferta de incentivos fiscais por parte do próprio governo brasileiro a fim de ajudar desde o fabricante ao consumidor final, torna a energia renovável inviável do ponto de vista financeiro. Ainda de acordo com o relatório do Instituto E+, atualmente o consumo de energia no Brasil é distribuído nos seguintes segmentos: transportes (34,8%), industrial (33,8%), energético (11,2%), residencial (10,6%), comercial e público (5,2%) e agropecuário (4,4%). Observa-se que os setores de transportes e indústria são os que mais consomem energia, fator difícil de reverter por se tratar de áreas que demandam muito mais energia se comparadas às outras. No entanto, é possível diminuir esse consumo, principalmente por meio de campanhas, sejam de iniciativa pública ou privada, que divulguem os benefícios do investimento em energia renovável. Por meio do fortalecimento do conhecimento na gestão da energia de cada um dos segmentos, deixando claro onde está o desperdício e onde se pode economizar sem perder a produtividade, existe grande chance de trazer uma eficiência energética para as grandes empresas de transporte e do setor industrial do país. Energia x Gastos Segundo a ABESCO– Associação Brasileira das Empresas Brasileiras de Conservação de Energia, em um período de três anos (2014-2016) o desperdício de energia no Brasil custou R$ 61,7 bilhões para o país. Este dado deixa clara a necessidade de ações voltadas ao mercado de eficiência energética para auxiliar na redução desses gastos nas empresas e, consequentemente, na economia nacional. Apesar da necessidade de investimentos em eficiência energética para minimizar o desperdício de energia, ainda estamos defasados neste sentido. Conhecimento e informação sobre esta questão são fundamentais para as boas práticas de eficiência energética não apenas nas empresas, mas em todos os lugares. Com um consumo energético mais eficiente, o mercado local torna-se mais competitivo, as empresas reduzem os custos relacionados à energia, mantendo ou até melhorando sua produtividade e, como resultado, a população em geral é beneficiada com a redução do preço dos produtos e serviços. Não é segredo que todo setor que possui gastos elevados com energia são os mais impactados economicamente. Portanto, são estes também os que mais devem se preocupar com a eficiência energética e como aplicá-la em seu ambiente. Apenas dessa maneira será possível aumentar o investimento em energia renovável no Brasil para fomentar a competitividade internacional e aumentar a demanda local. É importante ter consciência que o desperdício de energia está ligado a diversos fatores, como um compressor de ar comprimido que teve um consumo maior de energia nos últimos meses devido a vazamentos de ar na tubulação e que aumentaram seu período de funcionamento, por exemplo. Portanto, todo projeto de eficiência energética começa com um estudo da qualidade da energia utilizada, e para isso, existem equipamentos e tecnologias capazes de realizar uma medição para identificar os gargalos e então aplicar as correções necessárias. Perspectivas para o mercado de eficiência energética Apesar de tantos desafios e de ainda estarmos muito atrás no que diz respeito aos investimentos em energia, a perspectiva é de crescimento para o mercado brasileiro, uma vez que a questão energética tem estado mais em pauta justamente pela vantagem comercial e produtiva. Além disso, as empresas a cada dia estão investindo mais em sustentabilidade, o que inclui o uso de energias renováveis, buscando economia e minimizando os impactos ambientais. Atualmente já existem modelos variados de instrumentos para a medição de qualidade de energia. As empresas brasileiras estão atentas aos novos desafios do mercado e, por isso, têm desenvolvido equipamentos cada vez mais sofisticados para realizar medições complexas de forma rápida, precisa e segura. Além de equipamentos, a cada dia são disponibilizados também conjuntos de acessórios e softwares para auxiliar no trabalho com os próprios equipamentos, facilitando assim o uso dos produtos em qualquer situação de medição de qualidade de energia. Somente entendendo a origem do desperdício de energia é possível tomar decisões inteligentes sobre maneiras eficientes de reduzir o consumo e, consequentemente, os custos. No fim das contas, a melhor maneira de utilizar a energia de maneira eficaz, com base no conceito "menos é mais", e projetando um crescimento de mercado no país, é por meio da conscientização, investindo no conhecimento e na divulgação dos benefícios da aplicação da energia renovável. * Rodrigo Pereira é Gerente de Contas da Fluke do Brasil do segmento de energia, companhia líder mundial em ferramentas de teste eletrônico compactas e profissionais.

23 de outubro, 2020
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EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
EDP disponibiliza R$ 10,8 mi a projetos'

A EDP iniciou Chamada Pública e disponibiliza R$ 10,8 milhões a projetos para propostas de eficiência energética, voltados à conservação e o uso racional da energia elétrica. As inscrições podem ser feitas até 21 de fevereiro de 2020, pelo portal da Chamada Pública da EDP (CPP 001/2019), no https://edpsp.gestaocpp.com.br Com o objetivo de orientar os interessados a distribuidora de energia realizará workshop gratuito no dia 3 de dezembro na cidade de São José dos Campos. As inscrições também podem ser feitas pelo mesmo portal. A Chamada Pública abrange iniciativas com beneficiários públicos e privados, estimulando o desenvolvimento de novas tecnologias e a criação de hábitos e práticas racionais no uso da energia elétrica. Os projetos devem apresentar propostas que gerem melhorias ou de substituição de instalações na rede, equipamentos e sistemas de controle de uso de eletricidade, a fim de reduzir o consumo de energia em residências, comércio, indústrias, prédios públicos e particulares, hospitais públicos e entidades beneficentes, iluminação pública, entre outros. Na edição anterior, foram beneficiados pela Chamada Pública da EDP projetos como a modernização do sistema de iluminação e aquecimento de chuveiros do Lar Madre Regina, em Guarulhos; modernização do sistema de iluminação e a instalação de sistema fotovoltaico em prédios do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP) em Guarulhos, Jacareí e Suzano; eficientização parcial do sistema de iluminação pública da cidade de Cruzeiro; modernização do sistema de iluminação de prédios da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) em Caçapava, Caraguatatuba, e Pindamonhangaba, além do Centro de Valorização da Vida Francisca Júlia em São José dos Campos; implantação do projeto Eficiência Solidária, que realizou a substituição de 60 mil lâmpadas de maior consumo por LED, de clientes residenciais, por meio do Led Truck, nos municípios de Guaratinguetá, Mogi das Cruzes, São Sebastião e Taubaté.

4 de dezembro, 2019
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COGERAÇÃO
CPFL Eficiência e Cadeg fecham contrato

Empresa do Grupo CPFL Energia, a CPFL Eficiência assinou contrato de R$ 13 milhões com o Centro de Abastecimento do Estado da Guanabara (Cadeg), no Rio de Janeiro, para instalar placas solares e uma usina de cogeração a gás natural. A projeção é de que as operações comecem no início de 2019. O contrato prevê a instalação de seis motogeradores, alimentados com gás natural, gerando eletricidade para o prédio durante o horário de ponta, das 17h30 às 20h30. A potência desse sistema é de 2.400 KVA, que atende a 100% da necessidade energética do Cadeg. Os novos projetos trarão mais segurança no fornecimento de energia para o Mercado Municipal do Rio de Janeiro e uma redução no valor da conta de luz. Somente com a geração solar, a expectativa é que o mercado municipal possa reduzir em 39% a sua conta de energia, economizando, em média, R$ 140 mil por mês. O projeto de energia solar desenvolvido pela CPFL Eficiência para o Cadeg prevê a instalação de 5.124 placas fotovoltaicas sobre a cobertura existente do mercado e as docas, cobrindo uma área total de 10.248 m2. Isto possibilitará construir uma usina de 1,8 MW de capacidade, o maior projeto de energia solar para mercados públicos do mundo e o maior para um cliente comercial no Brasil. “Com o aumento das tarifas no mercado cativo, as empresas estão buscando alternativas para reduzir as suas despesas com energia. Além da economia, as soluções de eficiência e gestão energética também oferecem confiabilidade no fornecimento e previsibilidade nos gastos com a conta de energia, além de reduzir impacto ao meio ambiente”, diz a diretora de Inteligência de Mercado da CPFL Energia, Fabiana Avellar. Além da implantação das duas usinas, a CPFL Eficiência irá operar e fazer a manutenção dos ativos. O contrato entre as partes terá duração de 15 anos, e a CPFL Eficiência será responsável por 100% do investimento.

7 de agosto, 2018
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EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
EDP realiza Chamada Pública de projetos

A EDP São Paulo iniciou a edição 2017 da Chamada Pública de Projetos para propostas voltadas à eficiência energética nos 28 municípios de sua área de concessão. Serão disponibilizados R$ 4,9 milhões para incentivar projetos com o objetivo promover a conservação e o uso racional da energia elétrica, e que serão aplicados pela EDP no próximo ano. Os projetos devem abranger benefícios públicos e privados, promovendo a transformação por meio da eficiência energética, estimulando o desenvolvimento de novas tecnologias e a criação de hábitos e práticas racionais de uso da energia elétrica. A Chamada Pública da EDP beneficia ações de pessoas jurídicas que visem à melhoria ou substituição de instalações na rede, equipamentos e sistemas de controle de uso de eletricidade, afim de reduzir o consumo de energia em residências, comércio, indústrias, prédios públicos e particulares, iluminação pública, entre outros. Maiores informações podem ser obtidas no site www.edp.com.br . Os interessados devem submeter suas inscrições no portal, onde também é possível acessar o edital da Chamada Pública e o formulário para adesão. Os projetos serão avaliados por uma comissão julgadora formada por colaboradores da empresa, que irão analisar conforme critérios estabelecidos no edital publicado. O link direto da Chamada Pública - informações, edital e inscrição de projeto: https://edpsp.gestaocpp.com.br/GPROP/PORTAL/INDEX

24 de novembro, 2017
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DEBÊNTURES
CPFL Renováveis emite ‘green bond’

A CPFL Renováveis obteve Título Climático Certificado pelo critério de Energia Eólica (green bond) pelo ‘Conselho de Normas da Climate Bonds’ (Climate Bonds Standard Board) para emissão de debêntures no valor de R$ 200 milhões. É a primeira empresa da América do Sul a emitir green bond (título verde) com certificação internacional e a primeira do setor a emitir um título certificado. O green bond é um título de dívida que exige que os recursos captados sejam aplicados em projetos ambientalmente sustentáveis. A Climate Bonds Initiative é uma organização internacional sem fins lucrativos que trabalha exclusivamente para promover investimentos em larga escala na economia de baixo carbono. Os recursos foram liquidados e utilizados para a construção dos projetos eólicos Campos dos Ventos e São Benedito, com 231 MW de capacidade instalada, localizados no Rio Grande do Norte. O Santander foi o banco estruturador da emissão e a Sitawi deu parecer favorável ao desempenho ambiental dos projetos financiados. “Somos uma empresa 100% verde. Apostamos no desenvolvimento do mercado de green bonds no Brasil, pois acreditamos ser uma oportunidade promissora para financiar projetos que estimulem o desenvolvimento sustentável do País”, afirma Gustavo Sousa, diretor presidente da CPFL Renováveis. Para Justine Leigh-Bell, diretora de Desenvolvimento do Mercado da Climate Bonds Initiative, a emissão da CPFL Renováveis mostra o grande potencial de crescimento do mercado brasileiro de títulos verdes. “A empresa foi a primeira a emitir um green bond certificado pelo Climate Bonds Standard Board, o que demonstra liderança e comprometimento com o desenvolvimento de um mercado de green bonds ético e com credibilidade”, ressalta.

4 de abril, 2017
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ENERGIA SOLAR
CPFL instala 200 paineis solares em Campinas

A CPFL Energia, grupo privado do setor elétrico brasileiro, iniciou a instalação de 200 paineis solares para clientes residenciais e comerciais no bairro de Barão Geraldo em Campinas, interior de São Paulo. A iniciativa simboliza o pontapé inicial do projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) Telhados Solares, cujos objetivos principais são avaliar o impacto da microgeração nas redes elétricas de baixa tensão e preparar o Grupo para o avanço da geração distribuída solar no Brasil. O projeto Telhados Solares recebeu investimentos de R$ 14,7 milhões e está previsto para ser concluído em novembro de 2017. Para execução do projeto de P&D, a Companhia selecionou um trecho da rede elétrica da CPFL Paulista em Barão Geraldo que atende a cinco mil clientes, o qual reúne as características técnicas para os testes da inserção de um grande número de usinas de geração e distribuição na rede das concessionárias. “A intenção do projeto é estudar o impacto da inserção massiva de geração solar distribuída na qualidade do fornecimento de energia para os demais clientes que não possuem os painéis solares”, explica o Diretor de Estratégia e Inovação da CPFL Energia, Rafael Lazzaretti. As placas solares terão capacidade de 800 kWp, volume suficiente para gerar 20% do consumo de energia dos cinco mil clientes do ramal. Os primeiros clientes a receber o projeto serão a Fundação Síndrome de Down e Centro Cultural Brasil – Estados Unidos de Campinas. A Fundação ganhou duas instalações, sendo cada uma com capacidade de geração solar de 10 kW. Segundo a CPFL, isto irá gerar em torno de 66,5% do consumo médio total de energia dos dois locais. Já o Centro Cultural recebeu usina solar de 4 kW que produzirá cerca de 36% do consumo mensal médio de energia do cliente. Além do fator técnico, Barão Geraldo também foi selecionado por estar próximo da sede da CPFL Energia e por abrigar duas importantes instituições de pesquisas, a Unicamp e o CPqD, parceiros do Grupo no projeto. Enquanto a Unicamp responderá pelas simulações computacionais, pela avaliação dos impactos técnicos e pela capacitação técnica e formação de mão-de-obra para geração solar, caberá ao CPqD analisar, entre outros pontos, a proposição de modelos de negócio e mudanças no arcabouço regulatório do ponto de vista das questões técnicas. Além de estudar os impactos da inserção massiva da microgeração na rede elétrica, o projeto Telhados Solares também permitirá que a CPFL desenvolva conhecimento técnico para atuar como prestadora do serviço de instalação e operação dos painéis solares para os seus clientes. Tanto que a colocação das placas fotovoltaicas para os dois primeiros clientes do projeto ficará a cargo a CPFL Eficiência, companhia do Grupo voltada para área de eficiência energética que já atua com geração solar. “Com este projeto, preparamos nossas distribuidoras para o futuro, capacitando-as para realizar a operação e a manutenção da rede com inserção massiva de geração distribuída, e também avançamos nos estudos de modelos de negócio na área para atuação do Grupo CPFL Energia”, avalia Lazzaretti. A companhia disponibilizou uma página na internet ( www.cpfl.com.br/telhados-solares ) sobre o projeto de P&D, no qual os clientes selecionados e demais interessados podem conhecer a iniciativa.

29 de março, 2016