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ESGOTO

Ecosan fornece equipamentos para Sanepar

Empresa de equipamentos para tratamento primário e secundário de efluentes domésticos e industriais, a Ecosan forneceu equipamentos para obras de ampliação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), em Lapa, município do Paraná. A expansão da rede de esgoto é realizada pela Companha de Saneamento do Paraná (Sanepar), que está investindo R$ 8 milhões em melhorias e crescimento do sistema de esgotamento sanitário da região. Ao final da obra, a ETE terá sua capacidade aumentada de 30l/s para 90l/s. “Disponibilizamos dois equipamentos que vão qualificar esse importante projeto de expansão. Um compromisso firmado entre a Ecosan e a Sanepar, empresa que tem alto comprometimento com questões de qualidade de projeto e produção”, afirma André Telles, Diretor executivo da Ecosan. O sistema de esgoto da Lapa é formado por 83.434 m de rede coletora que atendem 23.549 habitantes, através de 7.234 ligações prediais. Com as obras, mais de 85% da população da cidade passa a ser atendida com os serviços de coleta e tratamento de esgoto. Entre os equipamentos fornecidos pela Ecosan estão o filtro biológico e o decantador de lodo. O primeiro destina-se a distribuir o efluente uniformemente pela superfície do leito filtrante, a partir da alimentação por gravidade da tubulação à coluna central. Já o decantador de lodo tem como função conduzir o lodo decantado do fundo do decantador até o poço existente no centro dessa unidade. O esgoto entra no decantador pelo centro e se desloca uniformemente para a sua periferia. Além da ampliação da ETE, a Sanepar deve ampliar a rede de esgoto em 5 km e abrir 115 novas ligações prediais para atender o Hospital São Sebastião e o bairro Estação. A ampliação de esgoto no bairro Estação é uma solicitação da prefeitura municipal, devido ao alto crescimento populacional na região. A Sanepar precisará fazer outra travessia, desta vez sob a linha férrea Curitiba - São Mateus do Sul. A Sanepar também construirá na cidade outros equipamentos como dois reatores anaeróbicos de lodo fluidizado, dois filtros biológicos, dois decantadores, onze leitos de secagem, abrigo para o grupo gerador, interligações hidráulicas e instalações elétricas.

Empresa de equipamentos para tratamento primário e secundário de efluentes domésticos e industriais, a Ecosan forneceu equipamentos para obras de ampliação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), em Lapa, município do Paraná. A expansão da rede de esgoto é realizada pela Companha de Saneamento do Paraná (Sanepar), que está investindo R$ 8 milhões em melhorias e crescimento do sistema de esgotamento sanitário da região. Ao final da obra, a ETE terá sua capacidade aumentada de 30l/s para 90l/s.

“Disponibilizamos dois equipamentos que vão qualificar esse importante projeto de expansão. Um compromisso firmado entre a Ecosan e a Sanepar, empresa que tem alto comprometimento com questões de qualidade de projeto e produção”, afirma André Telles, Diretor executivo da Ecosan. O sistema de esgoto da Lapa é formado por 83.434 m de rede coletora que atendem 23.549 habitantes, através de 7.234 ligações prediais. Com as obras, mais de 85% da população da cidade passa a ser atendida com os serviços de coleta e tratamento de esgoto.

Entre os equipamentos fornecidos pela Ecosan estão o filtro biológico e o decantador de lodo. O primeiro destina-se a distribuir o efluente uniformemente pela superfície do leito filtrante, a partir da alimentação por gravidade da tubulação à coluna central. Já o decantador de lodo tem como função conduzir o lodo decantado do fundo do decantador até o poço existente no centro dessa unidade. O esgoto entra no decantador pelo centro e se desloca uniformemente para a sua periferia.

Além da ampliação da ETE, a Sanepar deve ampliar a rede de esgoto em 5 km e abrir 115 novas ligações prediais para atender o Hospital São Sebastião e o bairro Estação.

A ampliação de esgoto no bairro Estação é uma solicitação da prefeitura municipal, devido ao alto crescimento populacional na região. A Sanepar precisará fazer outra travessia, desta vez sob a linha férrea Curitiba - São Mateus do Sul. A Sanepar também construirá na cidade outros equipamentos como dois reatores anaeróbicos de lodo fluidizado, dois filtros biológicos, dois decantadores, onze leitos de secagem, abrigo para o grupo gerador, interligações hidráulicas e instalações elétricas.

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ECOSAN
Reforma de ETA em S.J.Rio Preto

A construtora Elevação realiza a reforma de uma Estação de Tratamento de Água (ETA) do Semae de São José do Rio Preto (SP). A Ecosan participa da obra por meio do fornecimento de equipamentos para a ETA e espera que outros municípios sigam o exemplo de São José do Rio Preto e efetuem reformas em estações que estejam há décadas sem modernização e upgrade tecnológico. A ETA de São José do Rio Preto existe há 60 anos e já passou por algumas reformas pontuais, mas apenas no último ano iniciou um grande projeto de ampliação. A capacidade de vazão passará dos atuais 450 litros por segundo para 750 litros por segundo. Junto às modificações que serão concluídas em fevereiro de 2021 está prevista a instalação de equipamentos mais modernos, além de obras civis para melhorar a operação. O valor da obra contratada com o Semae (Serviço Municipal Autônomo de Água e Esgoto) para revitalização do equipamento público é de R$ 29 milhões. O engenheiro Bruno Sugamosto, chefe de obras da construtora Elevação e responsável pela execução do projeto, disse que foram substituídos o sistema de captação de água bruta (bombas, tipo anfíbias, barrimentos de sucção de recalque e tubulação adutora de água bruta, além de painéis elétricos e de automação do sistema. “Naturalmente há dificuldades para fazer a mudança. O processo de reforma é uma operação muito complicada, porque compromete às vezes o abastecimento da população. Mas é preciso fazer sacrifícios para receber os frutos depois”, analisa ele. Em 2019, houve a conclusão da estação elevatória de água bruta, tanque de pré-oxidação (de concreto e onde recebe o primeiro tratamento com produtos químicos) e a unidade de floculação - equipamento giratório de média velocidade que agita a água (com adição de químicos, forma flocos), que a seguir irão para os decantadores. A primeira bateria de floculação é a de floculadores turbina tipo axial. Estão em andamento também as obras civis do canal de entrada de água floculada e na sequência serão trabalhados o floculadores mecânicos tipo paletas. Atualmente, os decantadores estão em fase de reforma, que engloba novo layout e instalação de modernos equipamentos removedores de lodo, dutos de distribuição de água floculada e módulos lamelares de PVC atóxicos. “Ficamos muito realizados ao ver nossos produtos integrando uma obra de tamanha importância para esta cidade e adjacências, que são muito significativas para o desenvolvimento do estado e do país”, enaltece o Presidente Executivo da Ecosan, André Telles. O projeto inclui ainda uma nova unidade onde serão instalados tanques de produtos químicos, silo de armazenamento e preparo de cal hidratado e silo de armazenamento e preparo de carvão ativado em pó. A unidade terá também uma balança rodoviária com capacidade de 60 toneladas. O reservatório de água tratada e a estação elevatória de água tratada passarão também por reformas. Haverá substituição geral de válvulas e barriletes de sucção e recalques e novos painéis elétricos e de automação complementam o conjunto da obra. Outra unidade abrange a construção do tanque de regularização de vazão. O projeto abarca o acabamento em geral que ainda abrange calçamento, paisagismo e a guarita de segurança. Para execução da nova planta houve participação de recursos da Caixa Econômica e de outros órgãos oficiais.

3 de março, 2020
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EFLUENTES
Ecosan faz projeto no Paraguai

Fabricante e integrador de sistemas e tecnologias para tratamento de água e efluente, a Ecosan está desenvolvendo uma planta com capacidade de tratamento de 80m³/h para tratar efluentes para o mercado têxtil no Paraguai. Por razões de ordem técnica, o cliente ainda não pode divulgar publicamente seu nome. Na indústria têxtil há muitos tipos de efluentes, conforme o setor de atuação de cada fábrica, que abrange desde fios acrílicos, nylon e algodão; malhas 100% algodão com baixo teor sintético; tecido plano 100% algodão até tecido plano seda, viscose e acetato. “Para determinação do tratamento mais adequado para cada tipo de indústria têxtil é imprescindível que seja realizada uma boa caracterização do efluente e assim podemos definir a melhor rota tecnológica para o tratamento da mesma”, explica André Telles, CEO da Ecosan. O Paraguai atraiu a Ecosan pelas condições mais competitivas de produção como mão-de-obra, custos de energia elétrica e incentivos fiscais, chamado de ‘Regime de Maquila’, explica Talita Carvalho, gerente comercial da companha. Segundo ela, por isso “várias empresas brasileiras têm migrado seus parques para o Paraguai”. A gerente diz ainda que o tipo de processo selecionado para a aplicação no país vizinho previu a disponibilidade de área para implantação. “Dimensionamos um sistema convencional composto pelas etapas de peneiramento, aeração prolongada, e físico-químico. O lay out também considerou a expansão da planta para uma segunda etapa, com objetivo de dobrar a capacidade de vazão de tratamento”, comenta Talita.

16 de dezembro, 2019