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EFLUENTES

Ecosan faz projeto no Paraguai

Fabricante e integrador de sistemas e tecnologias para tratamento de água e efluente, a Ecosan está desenvolvendo uma planta com capacidade de tratamento de 80m³/h para tratar efluentes para o mercado têxtil no Paraguai. Por razões de ordem técnica, o cliente ainda não pode divulgar publicamente seu nome. Na indústria têxtil há muitos tipos de efluentes, conforme o setor de atuação de cada fábrica, que abrange desde fios acrílicos, nylon e algodão; malhas 100% algodão com baixo teor sintético; tecido plano 100% algodão até tecido plano seda, viscose e acetato. “Para determinação do tratamento mais adequado para cada tipo de indústria têxtil é imprescindível que seja realizada uma boa caracterização do efluente e assim podemos definir a melhor rota tecnológica para o tratamento da mesma”, explica André Telles, CEO da Ecosan. O Paraguai atraiu a Ecosan pelas condições mais competitivas de produção como mão-de-obra, custos de energia elétrica e incentivos fiscais, chamado de ‘Regime de Maquila’, explica Talita Carvalho, gerente comercial da companha. Segundo ela, por isso “várias empresas brasileiras têm migrado seus parques para o Paraguai”. A gerente diz ainda que o tipo de processo selecionado para a aplicação no país vizinho previu a disponibilidade de área para implantação. “Dimensionamos um sistema convencional composto pelas etapas de peneiramento, aeração prolongada, e físico-químico. O lay out também considerou a expansão da planta para uma segunda etapa, com objetivo de dobrar a capacidade de vazão de tratamento”, comenta Talita.

Fabricante e integrador de sistemas e tecnologias para tratamento de água e efluente, a Ecosan está desenvolvendo uma planta com capacidade de tratamento de 80m³/h para tratar efluentes para o mercado têxtil no Paraguai. Por razões de ordem técnica, o cliente ainda não pode divulgar publicamente seu nome. Na indústria têxtil há muitos tipos de efluentes, conforme o setor de atuação de cada fábrica, que abrange desde fios acrílicos, nylon e algodão; malhas 100% algodão com baixo teor sintético; tecido plano 100% algodão até tecido plano seda, viscose e acetato. 
 
“Para determinação do tratamento mais adequado para cada tipo de indústria têxtil é imprescindível que seja realizada uma boa caracterização do efluente e assim podemos definir a melhor rota tecnológica para o tratamento da mesma”, explica André Telles, CEO da Ecosan. 
 
O Paraguai atraiu a Ecosan pelas condições mais competitivas de produção como mão-de-obra, custos de energia elétrica e incentivos fiscais, chamado de ‘Regime de Maquila’, explica Talita Carvalho, gerente comercial da companha. Segundo ela, por isso “várias empresas brasileiras têm migrado seus parques para o Paraguai”. A gerente diz ainda que o tipo de processo selecionado para a aplicação no país vizinho previu a disponibilidade de área para implantação. “Dimensionamos um sistema convencional composto pelas etapas de peneiramento, aeração prolongada, e físico-químico. O lay out também considerou a expansão da planta para uma segunda etapa, com  objetivo de dobrar a capacidade de vazão de tratamento”, comenta Talita. 

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Grupo Opersan renova parceria

O Grupo Opersan e a Tinturaria Willrich, empresa que atua no acabamento e beneficiamento têxtil, renovaram contrato para ampliação do sistema de tratamento de efluentes e para a prestação de serviços de operação e manutenção por mais dez anos. O diretor de Desenvolvimento de Negócios do Grupo Opersan, Diogo Taranto, comenta que o fato da Willrich ter alterado parte de seu processo produtivo fez com que o efluente gerado apresentasse condições de tratamento mais complexas do que as tratadas com o sistema atual. Taranto disse ainda que o novo modelo demanda um maior consumo químico e maior geração de resíduos. Com a necessidade de expansão de sua fábrica, a Nova Opersan ofereceu investimento de ampliação e adequação da atual estação de tratamento de efluentes da Willrich. A partir da conclusão das obras, a ETE poderá tratar até 70 mil m³/mês de efluentes, por meio de um robusto processo biológico seguido de um sistema físico-químico. “Assim como o Grupo Opersan, a Tinturaria Willrich sempre foi um cliente preocupado com o meio ambiente e, após estes dez anos de parceria, realmente podemos atestar que o discurso e a prática são indissociáveis”, comenta Taranto. A expansão da ETE prevê a construção de novos tanques e unidades de processo. A Nova Opersan assinou contrato com a Willrich, ode se comprometeu a investir cerca de R$ 7 milhões, além de dar continuidade à prestação de serviços de operação e manutenção do sistema por mais 10 anos. Para o sócio administrador da Tinturaria Willrich, André Willrich, o tratamento correto de efluentes traz dois principais benefícios para a empresa : o impacto nos resultados. “Se olharmos apenas os custos, a primeira impressão que temos é que tratar efluentes é algo oneroso. Porém, quando vemos que a empresa fica 100% focada no seu negócio, percebemos que isso traz uma rentabilidade muito maior ao longo do tempo”, explica, enquanto o segundo repercute diretamente na filosofia da companhia, que preza pelo cuidado e respeito com a natureza. A unidade instalada na Tinturaria Willrich segue o modelo BOT (Build, Operate and Transfer), indicado para empresas que necessitam de água para abastecimento e/ou necessitam de tratamento de efluentes dedicados dentro de suas proprias plantas. Por atuar com o sistema BOT, a empresa mantém todo o foco em seu core business, enquanto a Opersan fica responsável por todo o processo de tratamento dos efluentes. “Nosso negócio é têxtil, não o tratamento de águas e efluentes”, finaliza Willrich.

3 de março, 2020
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Ecosan fornece equipamentos para Sanepar

Empresa de equipamentos para tratamento primário e secundário de efluentes domésticos e industriais, a Ecosan forneceu equipamentos para obras de ampliação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), em Lapa, município do Paraná. A expansão da rede de esgoto é realizada pela Companha de Saneamento do Paraná (Sanepar), que está investindo R$ 8 milhões em melhorias e crescimento do sistema de esgotamento sanitário da região. Ao final da obra, a ETE terá sua capacidade aumentada de 30l/s para 90l/s. “Disponibilizamos dois equipamentos que vão qualificar esse importante projeto de expansão. Um compromisso firmado entre a Ecosan e a Sanepar, empresa que tem alto comprometimento com questões de qualidade de projeto e produção”, afirma André Telles, Diretor executivo da Ecosan. O sistema de esgoto da Lapa é formado por 83.434 m de rede coletora que atendem 23.549 habitantes, através de 7.234 ligações prediais. Com as obras, mais de 85% da população da cidade passa a ser atendida com os serviços de coleta e tratamento de esgoto. Entre os equipamentos fornecidos pela Ecosan estão o filtro biológico e o decantador de lodo. O primeiro destina-se a distribuir o efluente uniformemente pela superfície do leito filtrante, a partir da alimentação por gravidade da tubulação à coluna central. Já o decantador de lodo tem como função conduzir o lodo decantado do fundo do decantador até o poço existente no centro dessa unidade. O esgoto entra no decantador pelo centro e se desloca uniformemente para a sua periferia. Além da ampliação da ETE, a Sanepar deve ampliar a rede de esgoto em 5 km e abrir 115 novas ligações prediais para atender o Hospital São Sebastião e o bairro Estação. A ampliação de esgoto no bairro Estação é uma solicitação da prefeitura municipal, devido ao alto crescimento populacional na região. A Sanepar precisará fazer outra travessia, desta vez sob a linha férrea Curitiba - São Mateus do Sul. A Sanepar também construirá na cidade outros equipamentos como dois reatores anaeróbicos de lodo fluidizado, dois filtros biológicos, dois decantadores, onze leitos de secagem, abrigo para o grupo gerador, interligações hidráulicas e instalações elétricas.

7 de novembro, 2016