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ÁGUA

Sistema de tratamento no Galeão

O Aeroporto Internacional Galeão já opera com sistema de separação de água e óleo, fornecido pela Ecosan, empresa especializada em equipamentos para tratamento primário e secundário de efluentes domésticos e industriais. Contratada pela Rio Galeão, operadora responsável pela ampliação e manutenção do aeroporto, a Ecosan instalou um sistema com o objetivo de atender às normas que determinam critérios e padrões para o lançamento de efluentes líquidos e os parâmetros para concepção, instalação e operação de sistema de drenagem oleosa para postos de serviço. O Diretor-executivo da Ecosan, André Ricardo Telles, disse que águas com concentrações acima do permitido necessitam passar por tratamento de separação da água e do óleo para serem despejadas em reservatórios naturais. “Os derramamentos podem ser provenientes de óleos dos sistemas hidráulicos, graxa para lubrificação de componentes das aeronaves e querosene de aviação. Caso ocorram vazamentos e, em seguida, chova, a água da chuva vai carregar o óleo para o meio ambiente”, salienta o Diretor da Ecosan. Com a instalação do sistema, o óleo é separado da água, armazenado e despejado adequadamente, enquanto a água, já tratada, será direcionada ao sistema de drenagem, para, enfim, ser despejada no meio ambiente.

O Aeroporto Internacional Galeão já opera com sistema de separação de água e óleo, fornecido pela Ecosan, empresa especializada em equipamentos para tratamento primário e secundário de efluentes domésticos e industriais. Contratada pela Rio Galeão, operadora responsável pela ampliação e manutenção do aeroporto, a Ecosan instalou um sistema com o objetivo de atender às normas que determinam critérios e padrões para o lançamento de efluentes líquidos e os parâmetros para concepção, instalação e operação de sistema de drenagem oleosa para postos de serviço.

O Diretor-executivo da Ecosan, André Ricardo Telles, disse que águas com concentrações acima do permitido necessitam passar por tratamento de separação da água e do óleo para serem despejadas em reservatórios naturais. “Os derramamentos podem ser provenientes de óleos dos sistemas hidráulicos, graxa para lubrificação de componentes das aeronaves e querosene de aviação. Caso ocorram vazamentos e, em seguida, chova, a água da chuva vai carregar o óleo para o meio ambiente”, salienta o Diretor da Ecosan. Com a instalação do sistema, o óleo é separado da água, armazenado e despejado adequadamente, enquanto a água, já tratada, será direcionada ao sistema de drenagem, para, enfim, ser despejada no meio ambiente.

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ESGOTO
Atibaia inaugura sistema de reciclagem

A Atibaia Saneamento inaugurou, em março, um sistema de reciclagem interna de efluente tratado, o que representa o reaproveitamento do recurso que seria devolvido ao Rio Atibaia após o devido tratamento. O processo de tratamento de esgoto gera lodo, resíduo que passa por um processo de remoção de umidade para ser transportado e destinado a aterro sanitário. O lodo é submetido a tratamento químico para ser desidratado e depois direcionado a um equipamento rotativo capaz de fazer separação entre líquidos e sólidos. Seguindo a linha da sustentabilidade, a Atibaia Saneamento implantou um projeto que visa reduzir o consumo de água potável na Estação de Tratamento de Esgoto Estoril, aplicando o reuso do efluente tratado na etapa de desidratação do lodo excedente. De acordo com a Gerente Operacional da Atibaia Saneamento, Indiara Jogas, com a aplicação desse projeto a Atibaia Saneamento reduzirá em cerca de 78% o consumo de água potável na operação da ETE Estoril. “A gestão racional da água é um desafio-chave para o planeta neste século XXI e nós não queremos apenas observar esse momento, mas participarmos ativamente contribuindo para um melhor uso dos recursos ambientais. O lodo da ETE Estoril já é destinado a uma empresa especializada em soluções ambientais, que transforma o lodo em fertilizante agrícola e agora reutilizando o efluente tratado no processo de desidratação, tornamos nossa operação ainda mais sustentável”, concluiu a gerente. A Atibaia saneamento inscreveu o projeto na 15ª edição do Prêmio FIESP de Conservação e Reuso da Água que homenageia as empresas que adotam medidas efetivas na redução do consumo e do desperdício de água, gerando benefícios ambientais, econômicos e sociais.

23 de março, 2020
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ESGOTO
Grupo Opersan renova parceria

O Grupo Opersan e a Tinturaria Willrich, empresa que atua no acabamento e beneficiamento têxtil, renovaram contrato para ampliação do sistema de tratamento de efluentes e para a prestação de serviços de operação e manutenção por mais dez anos. O diretor de Desenvolvimento de Negócios do Grupo Opersan, Diogo Taranto, comenta que o fato da Willrich ter alterado parte de seu processo produtivo fez com que o efluente gerado apresentasse condições de tratamento mais complexas do que as tratadas com o sistema atual. Taranto disse ainda que o novo modelo demanda um maior consumo químico e maior geração de resíduos. Com a necessidade de expansão de sua fábrica, a Nova Opersan ofereceu investimento de ampliação e adequação da atual estação de tratamento de efluentes da Willrich. A partir da conclusão das obras, a ETE poderá tratar até 70 mil m³/mês de efluentes, por meio de um robusto processo biológico seguido de um sistema físico-químico. “Assim como o Grupo Opersan, a Tinturaria Willrich sempre foi um cliente preocupado com o meio ambiente e, após estes dez anos de parceria, realmente podemos atestar que o discurso e a prática são indissociáveis”, comenta Taranto. A expansão da ETE prevê a construção de novos tanques e unidades de processo. A Nova Opersan assinou contrato com a Willrich, ode se comprometeu a investir cerca de R$ 7 milhões, além de dar continuidade à prestação de serviços de operação e manutenção do sistema por mais 10 anos. Para o sócio administrador da Tinturaria Willrich, André Willrich, o tratamento correto de efluentes traz dois principais benefícios para a empresa : o impacto nos resultados. “Se olharmos apenas os custos, a primeira impressão que temos é que tratar efluentes é algo oneroso. Porém, quando vemos que a empresa fica 100% focada no seu negócio, percebemos que isso traz uma rentabilidade muito maior ao longo do tempo”, explica, enquanto o segundo repercute diretamente na filosofia da companhia, que preza pelo cuidado e respeito com a natureza. A unidade instalada na Tinturaria Willrich segue o modelo BOT (Build, Operate and Transfer), indicado para empresas que necessitam de água para abastecimento e/ou necessitam de tratamento de efluentes dedicados dentro de suas proprias plantas. Por atuar com o sistema BOT, a empresa mantém todo o foco em seu core business, enquanto a Opersan fica responsável por todo o processo de tratamento dos efluentes. “Nosso negócio é têxtil, não o tratamento de águas e efluentes”, finaliza Willrich.

3 de março, 2020
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EFLUENTES
Ecosan faz projeto no Paraguai

Fabricante e integrador de sistemas e tecnologias para tratamento de água e efluente, a Ecosan está desenvolvendo uma planta com capacidade de tratamento de 80m³/h para tratar efluentes para o mercado têxtil no Paraguai. Por razões de ordem técnica, o cliente ainda não pode divulgar publicamente seu nome. Na indústria têxtil há muitos tipos de efluentes, conforme o setor de atuação de cada fábrica, que abrange desde fios acrílicos, nylon e algodão; malhas 100% algodão com baixo teor sintético; tecido plano 100% algodão até tecido plano seda, viscose e acetato. “Para determinação do tratamento mais adequado para cada tipo de indústria têxtil é imprescindível que seja realizada uma boa caracterização do efluente e assim podemos definir a melhor rota tecnológica para o tratamento da mesma”, explica André Telles, CEO da Ecosan. O Paraguai atraiu a Ecosan pelas condições mais competitivas de produção como mão-de-obra, custos de energia elétrica e incentivos fiscais, chamado de ‘Regime de Maquila’, explica Talita Carvalho, gerente comercial da companha. Segundo ela, por isso “várias empresas brasileiras têm migrado seus parques para o Paraguai”. A gerente diz ainda que o tipo de processo selecionado para a aplicação no país vizinho previu a disponibilidade de área para implantação. “Dimensionamos um sistema convencional composto pelas etapas de peneiramento, aeração prolongada, e físico-químico. O lay out também considerou a expansão da planta para uma segunda etapa, com objetivo de dobrar a capacidade de vazão de tratamento”, comenta Talita.

16 de dezembro, 2019
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EFLUENTES
Nova Opersan tem licença para tratar chorume

Especializada em soluções ambientais para o tratamento de águas e efluentes, a Nova Opersan renovou a Licença Municipal de Recuperação e Operação (LMRO), expedida pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMAC) do Rio de Janeiro, até 2018. Com isto, a empresa está autorizada a tratar efluentes líquidos industriais e sanitários, o que inclui o lixiviado de aterro sanitário, popularmente chamado de chorume. O chorume possui grandes concentrações de metais pesados e substâncias tóxicas, é altamente poluente e não pode ser descartado diretamente no meio ambiente. Antes de ser descartado, o chorume necessita ser tratado para evitar a contaminação de lençóis freáticos. “Em algumas regiões do País, há uma legislação específica para tratar o chorume. Esta preocupação deve-se aos elevados riscos de contaminação envolvidos. A renovação da licença obtida pela Nova Opersan certifica a nossa expertise com este efluente também”, explica José Fernando Rodrigues, CEO da empresa. O tratamento do lixiviado de aterro sanitário será realizado pela Central de Tratamento Offsite (CTO) localizada no Distrito Industrial de Santa Cruz. A unidade, quando adquirida pela Nova Opersan, em novembro de 2013, já detinha toda a tecnologia necessária para receber e tratar efluentes industriais e sanitários em suas instalações, garantindo o descarte de acordo com o plano de monitoramento solicitado pelo órgão ambiental competente (INEA). A unidade também já estava enquadrada nas resoluções Conama 430 e NT 202 e no Programa de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano –Proágua.Segundo Silvio Monteiro, coordenador comercial OffSite do Rio de Janeiro, para o tratamento do chorume e todos os demais efluentes, é realizada uma caracterização análitica prévia, visando definir a rota de tratabilidade. “Realizamos as análises em laboratórios credenciados pelo INEA, monitorando os parâmetros requeridos nas diretrizes e normas técnicas que regulamentam o negócio”, afirma. “Considerando que efluentes com carga orgânica contribuem positivamente no processo de tratamento do chorume, buscamos novos negócios com os principais gerenciadores deste tipo de efluente, normalmente gerado em alguns segmentos industriais e grandes condomínios residenciais e comerciais, shopping e em grandes eventos ao ar livre e obras”, destaca.

18 de novembro, 2016
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ESGOTO
Ecosan fornece equipamentos para Sanepar

Empresa de equipamentos para tratamento primário e secundário de efluentes domésticos e industriais, a Ecosan forneceu equipamentos para obras de ampliação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), em Lapa, município do Paraná. A expansão da rede de esgoto é realizada pela Companha de Saneamento do Paraná (Sanepar), que está investindo R$ 8 milhões em melhorias e crescimento do sistema de esgotamento sanitário da região. Ao final da obra, a ETE terá sua capacidade aumentada de 30l/s para 90l/s. “Disponibilizamos dois equipamentos que vão qualificar esse importante projeto de expansão. Um compromisso firmado entre a Ecosan e a Sanepar, empresa que tem alto comprometimento com questões de qualidade de projeto e produção”, afirma André Telles, Diretor executivo da Ecosan. O sistema de esgoto da Lapa é formado por 83.434 m de rede coletora que atendem 23.549 habitantes, através de 7.234 ligações prediais. Com as obras, mais de 85% da população da cidade passa a ser atendida com os serviços de coleta e tratamento de esgoto. Entre os equipamentos fornecidos pela Ecosan estão o filtro biológico e o decantador de lodo. O primeiro destina-se a distribuir o efluente uniformemente pela superfície do leito filtrante, a partir da alimentação por gravidade da tubulação à coluna central. Já o decantador de lodo tem como função conduzir o lodo decantado do fundo do decantador até o poço existente no centro dessa unidade. O esgoto entra no decantador pelo centro e se desloca uniformemente para a sua periferia. Além da ampliação da ETE, a Sanepar deve ampliar a rede de esgoto em 5 km e abrir 115 novas ligações prediais para atender o Hospital São Sebastião e o bairro Estação. A ampliação de esgoto no bairro Estação é uma solicitação da prefeitura municipal, devido ao alto crescimento populacional na região. A Sanepar precisará fazer outra travessia, desta vez sob a linha férrea Curitiba - São Mateus do Sul. A Sanepar também construirá na cidade outros equipamentos como dois reatores anaeróbicos de lodo fluidizado, dois filtros biológicos, dois decantadores, onze leitos de secagem, abrigo para o grupo gerador, interligações hidráulicas e instalações elétricas.

7 de novembro, 2016
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EFLUENTES
Solução diferenciada de tratamento

A Air Liquide, empresa especializada em gases, tecnologias e serviços para a indústria e saúde, desenvolveu nova tecnologia para tratamento de efluentes em águas utilizadas em processos industriais. Denominado Turboxal, o equipamento écolocado nas Estações de Tratamento de Efluentes (ETEs) –sejam elas “lagoas”ou “tanques de alvenaria”, onde as águas resultantes de processos industriais são tratadas –para fazer a injeção de oxigênio na água. O Turboxal éum Injetor de Fluxo Descendente que visa destinar adequadamente resíduos e outros poluentes contaminantes para o ecossistema. A solução é100% brasileira e pode ainda ser reaproveitada ou devolvida de forma limpa ànatureza. Os injetores são lançados aos tanques ou lagoas e nelas permanecem flutuando para fazer a sucção do oxigênio e o borbulhamento da água. Esse processo acelera a remoção dos poluentes, que depois de tratados, são descartados de forma ecológica. Jáa água resultante desse tratamento pode ser reutilizada ou devolvida aos rios e outros mananciais sem o risco de contaminá-los. Segundo a empresa, a tecnologia se diferencia das demais por causa das seguintes vantagens; facilidade de instalação; redução de custos com energia elétrica, pois a captação do oxigênio éfeita de forma eficiente; aumento da capacidade de tratamento da estação e redução de odores. Apesar de desenvolvida para o segmento industrial, a tecnologia também pode ser aplicada no tratamento de água em mananciais.

5 de abril, 2016