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Grupo Opersan renova parceria

O Grupo Opersan e a Tinturaria Willrich, empresa que atua no acabamento e beneficiamento têxtil, renovaram contrato para ampliação do sistema de tratamento de efluentes e para a prestação de serviços de operação e manutenção por mais dez anos. O diretor de Desenvolvimento de Negócios do Grupo Opersan, Diogo Taranto, comenta que o fato da Willrich ter alterado parte de seu processo produtivo fez com que o efluente gerado apresentasse condições de tratamento mais complexas do que as tratadas com o sistema atual. Taranto disse ainda que o novo modelo demanda um maior consumo químico e maior geração de resíduos. Com a necessidade de expansão de sua fábrica, a Nova Opersan ofereceu investimento de ampliação e adequação da atual estação de tratamento de efluentes da Willrich. A partir da conclusão das obras, a ETE poderá tratar até 70 mil m³/mês de efluentes, por meio de um robusto processo biológico seguido de um sistema físico-químico. “Assim como o Grupo Opersan, a Tinturaria Willrich sempre foi um cliente preocupado com o meio ambiente e, após estes dez anos de parceria, realmente podemos atestar que o discurso e a prática são indissociáveis”, comenta Taranto. A expansão da ETE prevê a construção de novos tanques e unidades de processo. A Nova Opersan assinou contrato com a Willrich, ode se comprometeu a investir cerca de R$ 7 milhões, além de dar continuidade à prestação de serviços de operação e manutenção do sistema por mais 10 anos. Para o sócio administrador da Tinturaria Willrich, André Willrich, o tratamento correto de efluentes traz dois principais benefícios para a empresa : o impacto nos resultados. “Se olharmos apenas os custos, a primeira impressão que temos é que tratar efluentes é algo oneroso. Porém, quando vemos que a empresa fica 100% focada no seu negócio, percebemos que isso traz uma rentabilidade muito maior ao longo do tempo”, explica, enquanto o segundo repercute diretamente na filosofia da companhia, que preza pelo cuidado e respeito com a natureza. A unidade instalada na Tinturaria Willrich segue o modelo BOT (Build, Operate and Transfer), indicado para empresas que necessitam de água para abastecimento e/ou necessitam de tratamento de efluentes dedicados dentro de suas proprias plantas. Por atuar com o sistema BOT, a empresa mantém todo o foco em seu core business, enquanto a Opersan fica responsável por todo o processo de tratamento dos efluentes. “Nosso negócio é têxtil, não o tratamento de águas e efluentes”, finaliza Willrich.

O Grupo Opersan e a Tinturaria Willrich, empresa que atua no acabamento e beneficiamento têxtil, renovaram contrato para ampliação do sistema de tratamento de efluentes e para a prestação de serviços de operação e manutenção por mais dez anos. O diretor de Desenvolvimento de Negócios do Grupo Opersan, Diogo Taranto, comenta que o fato da Willrich ter alterado parte de seu processo produtivo fez com que o efluente gerado apresentasse condições de tratamento mais complexas do que as tratadas com o sistema atual. Taranto disse ainda que o novo modelo demanda um maior consumo químico e maior geração de resíduos.
 
Com a necessidade de expansão de sua fábrica, a Nova Opersan ofereceu investimento de ampliação e adequação da atual estação de tratamento de efluentes da Willrich. A partir da conclusão das obras, a ETE poderá tratar até 70 mil m³/mês de efluentes, por meio de um robusto processo biológico seguido de um sistema físico-químico. “Assim como o Grupo Opersan, a Tinturaria Willrich sempre foi um cliente preocupado com o meio ambiente e, após estes dez anos de parceria, realmente podemos atestar que o discurso e a prática são indissociáveis”, comenta Taranto. 
 
A expansão da ETE prevê a construção de novos tanques e unidades de processo. A Nova Opersan assinou contrato com a Willrich, ode se comprometeu a investir cerca de R$ 7 milhões, além de dar continuidade à prestação de serviços de operação e manutenção do sistema por mais 10 anos. Para o sócio administrador da Tinturaria Willrich, André Willrich, o tratamento correto de efluentes traz dois principais benefícios para a empresa : o impacto nos resultados. “Se olharmos apenas os custos, a primeira impressão que temos é que tratar efluentes é algo oneroso. Porém, quando vemos que a empresa fica 100% focada no seu negócio, percebemos que isso traz uma rentabilidade muito maior ao longo do tempo”, explica, enquanto o segundo repercute diretamente na filosofia da companhia, que preza pelo cuidado e respeito com a natureza.
 
A unidade instalada na Tinturaria Willrich segue o modelo BOT (Build, Operate and Transfer), indicado para empresas que necessitam de água para abastecimento e/ou necessitam de tratamento de efluentes dedicados dentro de suas proprias plantas. Por atuar com o sistema BOT, a empresa mantém todo o foco em seu core business, enquanto a Opersan fica responsável por todo o processo de tratamento dos efluentes. “Nosso negócio é têxtil, não o tratamento de águas e efluentes”, finaliza Willrich. 

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Não há dados sobre o descarte irregular de efluentes no Brasil
SANEAMENTO
Não há dados sobre o descarte irregular de efluentes no Brasil

Artigo por Diogo Taranto Por Diogo Taranto * O cenário de emissões de efluentes no País é turvo. Não temos um atlas completo, no âmbito privado, sobre o quanto empresas, indústrias, condomínios e centros comerciais descartam todos os dias, de forma irregular, milhões de litros dos mais diversos tipos de líquidos que causam impacto extremamente nocivo a rios, lagos, ao solo e aos lençóis freáticos. Não conhecer o tamanho e a geografia desse imenso problema é um alerta que aponta para o complexo desafio que temos pela frente: enfrentarmos a gestão da água como prioridade. Há, sim, alguns estudos que trazem sinais claros sobre pontos relacionados ao problema do saneamento e do acesso à água no país. O Instituto Trata Brasil realiza um trabalho sério e que contribui na definição de políticas públicas e tomadas de decisões sobre, por exemplo, quais os locais mais carentes de investimentos. Um dado relevante publicado pela ANA – Agência Nacional das Águas – estima que o consumo das indústrias corresponda a 7% do volume de água consumida no Brasil. A grande maioria dos estudos que temos disponíveis tratam de acesso e de disponibilidade hídrica. Ainda de acordo com o Trata Brasil, em um estudo divulgado esse ano, 35 milhões de pessoas não têm acesso à água potável e cerca de 100 milhões não têm serviço de coleta de esgoto no país. Tendo uma ideia de onde não há acesso a saneamento, têm-se referências sobre os locais mais propensos a ocorrer irregularidades. Mas os dados parecem ficar sem outras respostas fundamentais. Quais são as maiores indústrias poluidoras que descartam efluentes contaminados? Onde elas estão? Quais os principais setores industriais? Quais são os mais novos e nocivos componentes químicos, misturados à água, que são descartados? Qual a real característica da água captada dos mananciais? Por fim, por que as instituições de fiscalização não coíbem com eficácia este que é um crime ambiental? São respostas complexas mas que precisam ser buscadas. Sabe-se, por exemplo, que a indústria automotiva é umas das grandes consumidoras, mas as montadoras - todas com padrões globais - investem muito em tratamento de efluentes e reúso de água. O que já não ocorre tanto com as indústrias periféricas do setor, na qual encontramos ainda muitas irregulares. A indústria têxtil também necessita de muita água em seus processos. Grandes players precisam seguir rígidos padrões internacionais. Mas e os médios e pequenos negócios que utilizam de componentes tóxicos na tinturaria de tecidos? Não temos essa foto! Onde há abundância de recursos hídricos, como na região norte, nos arredores de Manaus (AM) e Belém (PA), e na região sul no estado de Santa Catarina, por exemplo, o reúso de água na indústria é quase inexistente, assim como são poucos os cases de tratamento legal de efluentes. Há uma triste razão muito clara que explica essa cultura tóxica da gestão de água no Brasil: é mais barato não tratar o efluente e descartá-lo de forma irregular! Lavam as mãos e viram de costas para a natureza e para os valores de ESG, cada vez mais latentes na sociedade atual. E fazem isso pois sabem que correm pouco risco de serem multados ou processados pelas autoridades. O efluente não tratado quase não deixa rastro, pois acaba se misturando com as águas do corpo receptor onde são lançados. É diferente do resíduo sólido, que é muito mais complicado de escondê-lo. É preciso que toda a sociedade esteja mobilizada para denunciar quem está irregular, e motivar o cumprimento das leis ambientais. O Brasil e as empresas de tratamento de águas e efluentes aqui instaladas têm acesso às mais modernas tecnologias que existem no mundo. Tecnologias de ponta, que são práticas confiáveis e que entregam qualidades muito superiores às requeridas pela legislação nacional, que, vale destacar, é considerada uma das mais restritas e exigentes do mundo. Um empreendimento que trata seus efluentes e atende às regulamentações não está somente cumprindo sua obrigação legal, mas estará contribuindo com a melhoria dos mananciais, a sustentabilidade e subsistências das gerações futuras. A pressão social tem que partir não apenas das autoridades, mas de sociedades de classes e de associações setoriais. É urgente o mapeamento do problema para que ele seja combatido de forma coesa e efetiva. De posse de um retrato real sobre os desafios gerados pela emissão de efluentes líquidos, é possível criar campanhas que incentivem quem está irregular a entrar no caminho correto para que não sofram possíveis punições. Vivemos um momento de crise hídrica que não será temporária, mesmo sendo otimista e imaginando que nos próximos anos os reservatórios irão recuperar parte de seu volume, a certeza é que haverá outros ciclos de escassez. O Novo Marco do Saneamento já começa a impulsionar melhorias e na medida em que os organismos públicos começam a investir pesado para se adequarem às exigências necessárias, o setor privado precisa caminhar junto. Mas não há tempo para aguardarmos um ajuste natural do mercado. É preciso entender o tamanho do desafio que temos pela frente no que tange o descarte ilegal de efluentes. Necessitamos de uma transparência límpida como a de águas cristalinas, que coloque no holofote aqueles que estão devolvendo para a natureza um imenso problema. Ignoram, com ingratidão, que foi ela que lhes deu o precioso insumo que garante a subsistência de seus negócios. Mas sempre é tempo de adotarmos a sustentabilidade como filosofia de vida. * Diogo Taranto é Diretor de Desenvolvimento de Negócios no Grupo Opersan, especializado em soluções ambientais para o tratamento de águas e efluentes.

22 de março, 2022
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EFLUENTES
Ecosan faz projeto no Paraguai

Fabricante e integrador de sistemas e tecnologias para tratamento de água e efluente, a Ecosan está desenvolvendo uma planta com capacidade de tratamento de 80m³/h para tratar efluentes para o mercado têxtil no Paraguai. Por razões de ordem técnica, o cliente ainda não pode divulgar publicamente seu nome. Na indústria têxtil há muitos tipos de efluentes, conforme o setor de atuação de cada fábrica, que abrange desde fios acrílicos, nylon e algodão; malhas 100% algodão com baixo teor sintético; tecido plano 100% algodão até tecido plano seda, viscose e acetato. “Para determinação do tratamento mais adequado para cada tipo de indústria têxtil é imprescindível que seja realizada uma boa caracterização do efluente e assim podemos definir a melhor rota tecnológica para o tratamento da mesma”, explica André Telles, CEO da Ecosan. O Paraguai atraiu a Ecosan pelas condições mais competitivas de produção como mão-de-obra, custos de energia elétrica e incentivos fiscais, chamado de ‘Regime de Maquila’, explica Talita Carvalho, gerente comercial da companha. Segundo ela, por isso “várias empresas brasileiras têm migrado seus parques para o Paraguai”. A gerente diz ainda que o tipo de processo selecionado para a aplicação no país vizinho previu a disponibilidade de área para implantação. “Dimensionamos um sistema convencional composto pelas etapas de peneiramento, aeração prolongada, e físico-químico. O lay out também considerou a expansão da planta para uma segunda etapa, com objetivo de dobrar a capacidade de vazão de tratamento”, comenta Talita.

16 de dezembro, 2019
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EFLUENTES
Nova Opersan tem licença para tratar chorume

Especializada em soluções ambientais para o tratamento de águas e efluentes, a Nova Opersan renovou a Licença Municipal de Recuperação e Operação (LMRO), expedida pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMAC) do Rio de Janeiro, até 2018. Com isto, a empresa está autorizada a tratar efluentes líquidos industriais e sanitários, o que inclui o lixiviado de aterro sanitário, popularmente chamado de chorume. O chorume possui grandes concentrações de metais pesados e substâncias tóxicas, é altamente poluente e não pode ser descartado diretamente no meio ambiente. Antes de ser descartado, o chorume necessita ser tratado para evitar a contaminação de lençóis freáticos. “Em algumas regiões do País, há uma legislação específica para tratar o chorume. Esta preocupação deve-se aos elevados riscos de contaminação envolvidos. A renovação da licença obtida pela Nova Opersan certifica a nossa expertise com este efluente também”, explica José Fernando Rodrigues, CEO da empresa. O tratamento do lixiviado de aterro sanitário será realizado pela Central de Tratamento Offsite (CTO) localizada no Distrito Industrial de Santa Cruz. A unidade, quando adquirida pela Nova Opersan, em novembro de 2013, já detinha toda a tecnologia necessária para receber e tratar efluentes industriais e sanitários em suas instalações, garantindo o descarte de acordo com o plano de monitoramento solicitado pelo órgão ambiental competente (INEA). A unidade também já estava enquadrada nas resoluções Conama 430 e NT 202 e no Programa de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano –Proágua.Segundo Silvio Monteiro, coordenador comercial OffSite do Rio de Janeiro, para o tratamento do chorume e todos os demais efluentes, é realizada uma caracterização análitica prévia, visando definir a rota de tratabilidade. “Realizamos as análises em laboratórios credenciados pelo INEA, monitorando os parâmetros requeridos nas diretrizes e normas técnicas que regulamentam o negócio”, afirma. “Considerando que efluentes com carga orgânica contribuem positivamente no processo de tratamento do chorume, buscamos novos negócios com os principais gerenciadores deste tipo de efluente, normalmente gerado em alguns segmentos industriais e grandes condomínios residenciais e comerciais, shopping e em grandes eventos ao ar livre e obras”, destaca.

18 de novembro, 2016
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EFLUENTES
Nova Opersan e Tangará criam joint venture

A Nova Opersan e a Tangará criaram a joint venture ALL Efluentes Soluções Ambientais, localizada em Camaçari, Bahia. Em funcionamento desde o início de 2016, a Central de Tratamento ALL Efluentes (CTA) possui área superior a 17 mil m² e capacidade para tratar 3 mil m³ mensais de uma ampla variedade de efluentes líquidos, incluindo resíduos perigosos e contendo cianeto, um efluente com características muito particulares. A unidade é voltada para tratamento de efluentes offsite, incluindo os processos físico-químicos e termocompressão a vácuo, até então não disponível na região. “A Nova Opersan reúne uma expertise única, de mais de 15 anos, em soluções de água e tratamento de efluentes e resíduos perigosos. Com os investimentos realizados na planta, a ALL reúne as boas práticas do setor, sendo uma referência em tratamento de efluentes offsite. Com a chegada a Camaçari, queremos oferecer às indústrias da região mais uma opção, com a qualidade e segurança Nova Opersan”, afirma José Fernando Rodrigues, CEO da empresa. A fábrica de Camaçari é a sexta unidade do Grupo Nova Opersan. Ela junta-se a outros cinco centros de Tratamento Offsite, sendo três no Estado de São Paulo, um no Rio de Janeiro e outro em Santa Catarina. Nas soluções de tratamento Offsite, os resíduos são coletados nas instalações do cliente e transportados via caminhão por empresas homologadas que atendam aos mais rígidos padrões de segurança no transporte de resíduos perigosos. Quando chegam à unidade, os resíduos são coletados por equipe especializada e posteriormente estocados em tanques para verificação do processo de tratamento mais adequado. No final, o material é destinado para a rede coletora atendendo a todos os parâmetros de segurança e legislação.

23 de maio, 2016