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EFLUENTES

Nova Opersan e Tangará criam joint venture

A Nova Opersan e a Tangará criaram a joint venture ALL Efluentes Soluções Ambientais, localizada em Camaçari, Bahia. Em funcionamento desde o início de 2016, a Central de Tratamento ALL Efluentes (CTA) possui área superior a 17 mil m² e capacidade para tratar 3 mil m³ mensais de uma ampla variedade de efluentes líquidos, incluindo resíduos perigosos e contendo cianeto, um efluente com características muito particulares. A unidade é voltada para tratamento de efluentes offsite, incluindo os processos físico-químicos e termocompressão a vácuo, até então não disponível na região. “A Nova Opersan reúne uma expertise única, de mais de 15 anos, em soluções de água e tratamento de efluentes e resíduos perigosos. Com os investimentos realizados na planta, a ALL reúne as boas práticas do setor, sendo uma referência em tratamento de efluentes offsite. Com a chegada a Camaçari, queremos oferecer às indústrias da região mais uma opção, com a qualidade e segurança Nova Opersan”, afirma José Fernando Rodrigues, CEO da empresa. A fábrica de Camaçari é a sexta unidade do Grupo Nova Opersan. Ela junta-se a outros cinco centros de Tratamento Offsite, sendo três no Estado de São Paulo, um no Rio de Janeiro e outro em Santa Catarina. Nas soluções de tratamento Offsite, os resíduos são coletados nas instalações do cliente e transportados via caminhão por empresas homologadas que atendam aos mais rígidos padrões de segurança no transporte de resíduos perigosos. Quando chegam à unidade, os resíduos são coletados por equipe especializada e posteriormente estocados em tanques para verificação do processo de tratamento mais adequado. No final, o material é destinado para a rede coletora atendendo a todos os parâmetros de segurança e legislação.

A Nova Opersan e a Tangará criaram a joint venture ALL Efluentes Soluções Ambientais, localizada em Camaçari, Bahia. Em funcionamento desde o início de 2016, a Central de Tratamento ALL Efluentes (CTA) possui área superior a 17 mil m² e capacidade para tratar 3 mil m³ mensais de uma ampla variedade de efluentes líquidos, incluindo resíduos perigosos e contendo cianeto, um efluente com características muito particulares. A unidade é voltada para tratamento de efluentes offsite, incluindo os processos físico-químicos e termocompressão a vácuo, até então não disponível na região.

 “A Nova Opersan reúne uma expertise única, de mais de 15 anos, em soluções de água e tratamento de efluentes e resíduos perigosos. Com os investimentos realizados na planta, a ALL reúne as boas práticas do setor, sendo uma referência em tratamento de efluentes offsite. Com a chegada a Camaçari, queremos oferecer às indústrias da região mais uma opção, com a qualidade e segurança Nova Opersan”, afirma José Fernando Rodrigues, CEO da empresa. A fábrica de Camaçari é a sexta unidade do Grupo Nova Opersan. Ela junta-se a outros cinco centros de Tratamento Offsite, sendo três no Estado de São Paulo, um no Rio de Janeiro e outro em Santa Catarina.

Nas soluções de tratamento Offsite, os resíduos são coletados nas instalações do cliente e transportados via caminhão por empresas homologadas que atendam aos mais rígidos padrões de segurança no transporte de resíduos perigosos. Quando chegam à unidade, os resíduos são coletados por equipe especializada e posteriormente estocados em tanques para verificação do processo de tratamento mais adequado. No final, o material é destinado para a rede coletora atendendo a todos os parâmetros de segurança e legislação. 

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Grupo Opersan renova parceria

O Grupo Opersan e a Tinturaria Willrich, empresa que atua no acabamento e beneficiamento têxtil, renovaram contrato para ampliação do sistema de tratamento de efluentes e para a prestação de serviços de operação e manutenção por mais dez anos. O diretor de Desenvolvimento de Negócios do Grupo Opersan, Diogo Taranto, comenta que o fato da Willrich ter alterado parte de seu processo produtivo fez com que o efluente gerado apresentasse condições de tratamento mais complexas do que as tratadas com o sistema atual. Taranto disse ainda que o novo modelo demanda um maior consumo químico e maior geração de resíduos. Com a necessidade de expansão de sua fábrica, a Nova Opersan ofereceu investimento de ampliação e adequação da atual estação de tratamento de efluentes da Willrich. A partir da conclusão das obras, a ETE poderá tratar até 70 mil m³/mês de efluentes, por meio de um robusto processo biológico seguido de um sistema físico-químico. “Assim como o Grupo Opersan, a Tinturaria Willrich sempre foi um cliente preocupado com o meio ambiente e, após estes dez anos de parceria, realmente podemos atestar que o discurso e a prática são indissociáveis”, comenta Taranto. A expansão da ETE prevê a construção de novos tanques e unidades de processo. A Nova Opersan assinou contrato com a Willrich, ode se comprometeu a investir cerca de R$ 7 milhões, além de dar continuidade à prestação de serviços de operação e manutenção do sistema por mais 10 anos. Para o sócio administrador da Tinturaria Willrich, André Willrich, o tratamento correto de efluentes traz dois principais benefícios para a empresa : o impacto nos resultados. “Se olharmos apenas os custos, a primeira impressão que temos é que tratar efluentes é algo oneroso. Porém, quando vemos que a empresa fica 100% focada no seu negócio, percebemos que isso traz uma rentabilidade muito maior ao longo do tempo”, explica, enquanto o segundo repercute diretamente na filosofia da companhia, que preza pelo cuidado e respeito com a natureza. A unidade instalada na Tinturaria Willrich segue o modelo BOT (Build, Operate and Transfer), indicado para empresas que necessitam de água para abastecimento e/ou necessitam de tratamento de efluentes dedicados dentro de suas proprias plantas. Por atuar com o sistema BOT, a empresa mantém todo o foco em seu core business, enquanto a Opersan fica responsável por todo o processo de tratamento dos efluentes. “Nosso negócio é têxtil, não o tratamento de águas e efluentes”, finaliza Willrich.

3 de março, 2020
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Nova Opersan tem licença para tratar chorume

Especializada em soluções ambientais para o tratamento de águas e efluentes, a Nova Opersan renovou a Licença Municipal de Recuperação e Operação (LMRO), expedida pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMAC) do Rio de Janeiro, até 2018. Com isto, a empresa está autorizada a tratar efluentes líquidos industriais e sanitários, o que inclui o lixiviado de aterro sanitário, popularmente chamado de chorume. O chorume possui grandes concentrações de metais pesados e substâncias tóxicas, é altamente poluente e não pode ser descartado diretamente no meio ambiente. Antes de ser descartado, o chorume necessita ser tratado para evitar a contaminação de lençóis freáticos. “Em algumas regiões do País, há uma legislação específica para tratar o chorume. Esta preocupação deve-se aos elevados riscos de contaminação envolvidos. A renovação da licença obtida pela Nova Opersan certifica a nossa expertise com este efluente também”, explica José Fernando Rodrigues, CEO da empresa. O tratamento do lixiviado de aterro sanitário será realizado pela Central de Tratamento Offsite (CTO) localizada no Distrito Industrial de Santa Cruz. A unidade, quando adquirida pela Nova Opersan, em novembro de 2013, já detinha toda a tecnologia necessária para receber e tratar efluentes industriais e sanitários em suas instalações, garantindo o descarte de acordo com o plano de monitoramento solicitado pelo órgão ambiental competente (INEA). A unidade também já estava enquadrada nas resoluções Conama 430 e NT 202 e no Programa de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano –Proágua.Segundo Silvio Monteiro, coordenador comercial OffSite do Rio de Janeiro, para o tratamento do chorume e todos os demais efluentes, é realizada uma caracterização análitica prévia, visando definir a rota de tratabilidade. “Realizamos as análises em laboratórios credenciados pelo INEA, monitorando os parâmetros requeridos nas diretrizes e normas técnicas que regulamentam o negócio”, afirma. “Considerando que efluentes com carga orgânica contribuem positivamente no processo de tratamento do chorume, buscamos novos negócios com os principais gerenciadores deste tipo de efluente, normalmente gerado em alguns segmentos industriais e grandes condomínios residenciais e comerciais, shopping e em grandes eventos ao ar livre e obras”, destaca.

18 de novembro, 2016