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NOVA OPERSAN

José Fernando Rodrigues assume presidência

A Nova Opersan, empresa especializada em soluções ambientais para tratamento de águas e efluentes, anunciou José Fernando Rodrigues como novo Presidente. Ele substitui Sérgio Werneck Filho, que retorna à P2 Brasil, gestora de recursos de fundos de private equity formado pela joint venture entre Pátria e Promon. O executivo terá como principais objetivos a consolidação e o fortalecimento das operações atuais, priorizando o crescimento orgânico, além de reforçar o posicionamento da empresa no segmento de soluções ambientais para o mercado corporativo. Rodrigues atuou por 29 anos na Linde, multinacional de gases industriais, onde assumiu diversos cargos de liderança no Brasil e na América do Sul. Formado em engenharia química pela Unicamp e em direito pela Faculdade de Direito de Sorocaba, o executivo ainda possui MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas.

A Nova Opersan, empresa especializada em soluções ambientais para tratamento de águas e efluentes, anunciou José Fernando Rodrigues como novo Presidente. Ele substitui Sérgio Werneck Filho, que retorna à P2 Brasil, gestora de recursos de fundos de private equity formado pela joint venture entre Pátria e Promon. 
 
O executivo terá como principais objetivos a consolidação e o fortalecimento das operações atuais, priorizando o crescimento orgânico, além de reforçar o posicionamento da empresa no segmento de soluções ambientais para o mercado corporativo. 
 
Rodrigues atuou por 29 anos na Linde, multinacional de gases industriais, onde assumiu diversos cargos de liderança no Brasil e na América do Sul. Formado em engenharia química pela Unicamp e em direito pela Faculdade de Direito de Sorocaba, o executivo ainda possui MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas.

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SUEZ
Federico Lagreca assumirá como CEO

O novo CEO da Suez Brasil é Federico Lagreca, que substituirá Charles Chami a partir de 1º de agosto. Como principais objetivos Lagreca terá que liderar a Suez nos negócios de gestão de redes para operadores públicos e privados de saneamento, além do gerenciamento da divisão de poços. Graduado em Engenharia Civil pelo Instituto Mauá de Tecnologia, o executivo tem pós-graduação em Administração - Capacitação Gerencial e MBA em Gestão Corporativa pela FIA e especialização em Gestão de Projetos pela George Washington University. Lagreca teve passagens pela OAS e pela Acciona e entrou na Suez em outubro de 2016, quando assumiu a Diretoria de Desenvolvimento de Negócios no Brasil com o desafio de ampliar a participação do Grupo no País. Charles Chami, desde 2015 no Brasil e há dois anos como CEO da companhia, será transferido para Dubai, onde a companhia tem vários negócios. Diretoria de operações A Suez Brasil apresentou também Paulo Bie como novo Diretor de Operações. Engenheiro Civil formado pela Universidade Mackenzie, o executivo tem sólida trajetória pelas maiores empresas nacionais do segmento e experiência na gestão técnica de empreendimentos em infraestrutura e saneamento básico, como construção de ETEs e ETAs e também em contratos de perfomance. Será responsável por liderar os projetos de gestão de redes e gerenciamento de poços. Mauro Cruz continua como CEO da SUEZ Water Technologies & Solutions, unidade de negócios focada no segmento industrial.

3 de agosto, 2020
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CONCESSIONÁRIAS
Iguá tem novo presidente

A Iguá anunciou Gustavo Guimarães como novo presidente da companhia. O executivo está na empresa desde agosto, quando foi nomeado pelo Conselho de Administração como vice-presidente. Guimarães substitui Otávio Ferreira da Silveira, diretor-presidente desde dezembro de 2014, que segue para a IG4 Operations, braço da gestora de investimentos IG4 Capital, como consultor no desenho e execução de novos negócios em função da experiência acumulada em processos semelhantes. Ele também integra o Comitê de Análise e Planejamento de Riscos Ambientais e Operacionais da Iguá. Gustavo Guimarães irá priorizar a operação por meio de processos mais eficientes, e o cumprimento dos compromissos assumidos com os municípios onde há concessão. “Queremos otimizar o desempenho para desenvolver uma empresa de mais valor”, afirma. Guimarães contará com Péricles Sócrates Weber, um novo executivo à frente da Diretoria de Operações, com passagem em posições de gestão nas áreas de operação de sistemas de água, esgoto e resíduos sólidos na Companhia de Saneamento do Paraná, a Sanepar. Foi, também, Diretor de Meio Ambiente e Ação Social e integrou o Comitê Técnico do Conselho de Administração da mesma companhia. As mudanças fazem parte da reestruturação societária e financeira da Iguá. A companhia atua em 18 localidades dos estados de Alagoas, Mato Grosso, Paraná, Santa Catarina e São Paulo por meio de concessões e de parcerias público-privadas. A Iguuá prevê investimentos de R$ 2,2 bilhões para os próximos sete anos em ações para melhorias e adequações nos sistemas de tratamento de água e esgoto, o que beneficiará cerca de 6,6 milhões de pessoas.

10 de outubro, 2017
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EFLUENTES
Nova Opersan tem licença para tratar chorume

Especializada em soluções ambientais para o tratamento de águas e efluentes, a Nova Opersan renovou a Licença Municipal de Recuperação e Operação (LMRO), expedida pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMAC) do Rio de Janeiro, até 2018. Com isto, a empresa está autorizada a tratar efluentes líquidos industriais e sanitários, o que inclui o lixiviado de aterro sanitário, popularmente chamado de chorume. O chorume possui grandes concentrações de metais pesados e substâncias tóxicas, é altamente poluente e não pode ser descartado diretamente no meio ambiente. Antes de ser descartado, o chorume necessita ser tratado para evitar a contaminação de lençóis freáticos. “Em algumas regiões do País, há uma legislação específica para tratar o chorume. Esta preocupação deve-se aos elevados riscos de contaminação envolvidos. A renovação da licença obtida pela Nova Opersan certifica a nossa expertise com este efluente também”, explica José Fernando Rodrigues, CEO da empresa. O tratamento do lixiviado de aterro sanitário será realizado pela Central de Tratamento Offsite (CTO) localizada no Distrito Industrial de Santa Cruz. A unidade, quando adquirida pela Nova Opersan, em novembro de 2013, já detinha toda a tecnologia necessária para receber e tratar efluentes industriais e sanitários em suas instalações, garantindo o descarte de acordo com o plano de monitoramento solicitado pelo órgão ambiental competente (INEA). A unidade também já estava enquadrada nas resoluções Conama 430 e NT 202 e no Programa de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano –Proágua.Segundo Silvio Monteiro, coordenador comercial OffSite do Rio de Janeiro, para o tratamento do chorume e todos os demais efluentes, é realizada uma caracterização análitica prévia, visando definir a rota de tratabilidade. “Realizamos as análises em laboratórios credenciados pelo INEA, monitorando os parâmetros requeridos nas diretrizes e normas técnicas que regulamentam o negócio”, afirma. “Considerando que efluentes com carga orgânica contribuem positivamente no processo de tratamento do chorume, buscamos novos negócios com os principais gerenciadores deste tipo de efluente, normalmente gerado em alguns segmentos industriais e grandes condomínios residenciais e comerciais, shopping e em grandes eventos ao ar livre e obras”, destaca.

18 de novembro, 2016
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EFLUENTES
Nova Opersan e Tangará criam joint venture

A Nova Opersan e a Tangará criaram a joint venture ALL Efluentes Soluções Ambientais, localizada em Camaçari, Bahia. Em funcionamento desde o início de 2016, a Central de Tratamento ALL Efluentes (CTA) possui área superior a 17 mil m² e capacidade para tratar 3 mil m³ mensais de uma ampla variedade de efluentes líquidos, incluindo resíduos perigosos e contendo cianeto, um efluente com características muito particulares. A unidade é voltada para tratamento de efluentes offsite, incluindo os processos físico-químicos e termocompressão a vácuo, até então não disponível na região. “A Nova Opersan reúne uma expertise única, de mais de 15 anos, em soluções de água e tratamento de efluentes e resíduos perigosos. Com os investimentos realizados na planta, a ALL reúne as boas práticas do setor, sendo uma referência em tratamento de efluentes offsite. Com a chegada a Camaçari, queremos oferecer às indústrias da região mais uma opção, com a qualidade e segurança Nova Opersan”, afirma José Fernando Rodrigues, CEO da empresa. A fábrica de Camaçari é a sexta unidade do Grupo Nova Opersan. Ela junta-se a outros cinco centros de Tratamento Offsite, sendo três no Estado de São Paulo, um no Rio de Janeiro e outro em Santa Catarina. Nas soluções de tratamento Offsite, os resíduos são coletados nas instalações do cliente e transportados via caminhão por empresas homologadas que atendam aos mais rígidos padrões de segurança no transporte de resíduos perigosos. Quando chegam à unidade, os resíduos são coletados por equipe especializada e posteriormente estocados em tanques para verificação do processo de tratamento mais adequado. No final, o material é destinado para a rede coletora atendendo a todos os parâmetros de segurança e legislação.

23 de maio, 2016
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ABIMAQ
Novo Conselho de Saneamento Ambiental

“Será um grande desafio para mim e vou certamente contar com o apoio de todos para que possamos conseguir gerar oportunidades de negócios a partir dessa integração”, disse o recém-eleito Presidente do Conselho de Saneamento Ambiental da Abimaq, Ruddi Pereira de Souza. O executivo ficará no cargo durante o período de 2015 a 2017. “Sabemos dos desafios e saltos gigantescos que o país precisa na área de saneamento. O que nós vemos muitas vezes é o copo meio vazio, mas é sempre muito importante ver o copo meio cheio, enxergando as oportunidades de negócios para as empresas e as possibilidades de melhorar a saúde pública e a qualidade de vida do Brasil”, o Presidente do Conselho de Administração da Abimaq, Carlos Pastoriza, iniciou a cerimônia de posse da nova diretoria do Conselho de Saneamento Ambiental, em outubro, na sede da entidade. Valdir Folgosi, Vice-presidente do SINDESAM (Sistema Nacional das Indústrias de Equipamentos para Saneamento Básico e Ambiental) disse que apesar de sua gestão não ter conseguido superar todos os desafios, algumas conquistas foram alcançadas, como a valorização do conselho junto às entidades; luta para a reforma da lei 8.666; luta e universalização do saneamento em parceria com outras entidades; valorização do reúso da água como ferramenta de combate à crise hídrica; e engajamento e defesa do Conteúdo Local valorizando a indústria nacional. “Além disso, tive o privilégio de criar vínculos de amizade com vocês, que lutam pelo mesmo setor e pelos mesmos ideais. Tenho certeza que o novo presidente fará uma boa gestão, criando um mercado forte e importante para as indústrias do setor”, ressaltou Folgosi.

4 de dezembro, 2015
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ENTIDADES
Gilson Cassini assume Sindesam até 2017

Gilson Cassini é o novo Presidente do Sistema Nacional das Indústrias de Equipamentos para Saneamento Básico e Ambiental (Sindesam) para o biênio 2015/17. Em sua posse, o executivo ressaltou a necessidade de todos terem a consciência da redução do consumo e do reúso da água. “Hoje, infelizmente, não temos essa água. Muito pelo contrário, a cultura brasileira é de sujar. Isso está enraizado na população e é muito difícil de reverter, mas nós vamos conseguir, nem que demorem 20 anos”. Além de Cassini, foram empossados como Vice-Presidentes Valdir Folgosi, Sylvio Andraus, Fernando Cerboncini, Ruddi Pereira, Orlando Queiroz, Mario Ramacciotti, Ubiraci Moreno, Estela Testa, Fernando Pio e Ricardo Brandão. Carlos Pastoriza, Presidente da Abimaq, disse que, apesar da crise atual da indústria nacional, ela ainda é forte. “O Brasil faz parte do seletíssimo grupo de menos de 20 países que têm o setor de bens de capital relevante. A avassaladora maioria das nações do planeta é importadora de bens de capital. E não ter indústria de bens de capital significa perder soberania tecnológica”.Para Pastoriza, o momento de adversidade é oportunidade para crescer. Apesar do momento de adversidade, Pastoriza disse que “é necessário sanear todos os nossos rios, lagoas, mares, que, hoje, às vezes, ficam sujos por falta de equipamentos para saneamento. Para isso, é necessário cuidar desses afluentes para poder gerar água para nossa população. Tudo isso acaba sendo uma enorme chance para o desenvolvimento do setor”, completou. Cassini substitui Valdir Folgosi, que fez um balanço de seu mandato como Presidente do Sindesam. Entre os pontos mencionados por Folgosi estão a valorização do Sidesam junto às entidades de classe; a luta pela reforma da Lei 8666 para defender a compra por solução e desempenho e não por menor preço; a batalha por índices financeiros nos editais de licitações compatíveis com a média das empresas associadas do setor; a luta pela disponibilização e universalização do saneamento e a criação do Encontro Técnico e do Prêmio de Tecnologia para profissionais que sobressaíram no setor de saneamento.

16 de junho, 2015