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EFLUENTES

ADI instala ETE com reator anaeróbio

A ADI Systems, empresa especializada no tratamento de águas residuais, instalou no Laticínios Bela Vista, detentor da marca Piracanjuba, uma Estação de Tratamento de Efluentes com reatores anaeróbicos de baixa taxa de dimensionamento, que está ligada à carga orgânica volumétrica. Para formulação, desenvolvimento e realização do projeto inovador foram necessários cerca de dois anos e meio de trabalho e investimentos de R$ 11 milhões por parte do laticínio. A ADI Systems forneceu toda a tecnologia e equipamentos, que contemplaram a reformulação da Estação de Tratamento de Efluentes antiga, e a adoção do Reator ADI-BVF. Nesse sistema, o efluente é tratado em meio anaeróbio e o gás é captado e enviado para duas caldeiras que utilizam esse combustível para a geração de vapor. O tratamento dos resíduos chega a 99% com a possibilidade de reaproveitamento, também, da água. A Bela Vista, que já utiliza madeira de reflorestamento em suas caldeiras de biomassa, conta com uma redução de 30% no consumo de lenha, graças ao uso do biogás gerado pelo novo sistema.

A ADI Systems, empresa especializada no tratamento de águas residuais, instalou no Laticínios Bela Vista, detentor da marca Piracanjuba, uma Estação de Tratamento de Efluentes com reatores anaeróbicos de baixa taxa de dimensionamento, que está ligada à carga orgânica volumétrica.

Para formulação, desenvolvimento e realização do projeto inovador foram necessários cerca de dois anos e meio de trabalho e investimentos de R$ 11 milhões por parte do laticínio. A ADI Systems forneceu toda a tecnologia e equipamentos, que contemplaram a reformulação da Estação de Tratamento de Efluentes antiga, e a adoção do Reator ADI-BVF. Nesse sistema, o efluente é tratado em meio anaeróbio e o gás é captado e enviado para duas caldeiras que utilizam esse combustível para a geração de vapor.

O tratamento dos resíduos chega a 99% com a possibilidade de reaproveitamento, também, da água. A Bela Vista, que já utiliza madeira de reflorestamento em suas caldeiras de biomassa, conta com uma redução de 30% no consumo de lenha, graças ao uso do biogás gerado pelo novo sistema.

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Atibaia inaugura sistema de reciclagem

A Atibaia Saneamento inaugurou, em março, um sistema de reciclagem interna de efluente tratado, o que representa o reaproveitamento do recurso que seria devolvido ao Rio Atibaia após o devido tratamento. O processo de tratamento de esgoto gera lodo, resíduo que passa por um processo de remoção de umidade para ser transportado e destinado a aterro sanitário. O lodo é submetido a tratamento químico para ser desidratado e depois direcionado a um equipamento rotativo capaz de fazer separação entre líquidos e sólidos. Seguindo a linha da sustentabilidade, a Atibaia Saneamento implantou um projeto que visa reduzir o consumo de água potável na Estação de Tratamento de Esgoto Estoril, aplicando o reuso do efluente tratado na etapa de desidratação do lodo excedente. De acordo com a Gerente Operacional da Atibaia Saneamento, Indiara Jogas, com a aplicação desse projeto a Atibaia Saneamento reduzirá em cerca de 78% o consumo de água potável na operação da ETE Estoril. “A gestão racional da água é um desafio-chave para o planeta neste século XXI e nós não queremos apenas observar esse momento, mas participarmos ativamente contribuindo para um melhor uso dos recursos ambientais. O lodo da ETE Estoril já é destinado a uma empresa especializada em soluções ambientais, que transforma o lodo em fertilizante agrícola e agora reutilizando o efluente tratado no processo de desidratação, tornamos nossa operação ainda mais sustentável”, concluiu a gerente. A Atibaia saneamento inscreveu o projeto na 15ª edição do Prêmio FIESP de Conservação e Reuso da Água que homenageia as empresas que adotam medidas efetivas na redução do consumo e do desperdício de água, gerando benefícios ambientais, econômicos e sociais.

23 de março, 2020
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ESGOTO
Ecosan fornece equipamentos para Sanepar

Empresa de equipamentos para tratamento primário e secundário de efluentes domésticos e industriais, a Ecosan forneceu equipamentos para obras de ampliação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), em Lapa, município do Paraná. A expansão da rede de esgoto é realizada pela Companha de Saneamento do Paraná (Sanepar), que está investindo R$ 8 milhões em melhorias e crescimento do sistema de esgotamento sanitário da região. Ao final da obra, a ETE terá sua capacidade aumentada de 30l/s para 90l/s. “Disponibilizamos dois equipamentos que vão qualificar esse importante projeto de expansão. Um compromisso firmado entre a Ecosan e a Sanepar, empresa que tem alto comprometimento com questões de qualidade de projeto e produção”, afirma André Telles, Diretor executivo da Ecosan. O sistema de esgoto da Lapa é formado por 83.434 m de rede coletora que atendem 23.549 habitantes, através de 7.234 ligações prediais. Com as obras, mais de 85% da população da cidade passa a ser atendida com os serviços de coleta e tratamento de esgoto. Entre os equipamentos fornecidos pela Ecosan estão o filtro biológico e o decantador de lodo. O primeiro destina-se a distribuir o efluente uniformemente pela superfície do leito filtrante, a partir da alimentação por gravidade da tubulação à coluna central. Já o decantador de lodo tem como função conduzir o lodo decantado do fundo do decantador até o poço existente no centro dessa unidade. O esgoto entra no decantador pelo centro e se desloca uniformemente para a sua periferia. Além da ampliação da ETE, a Sanepar deve ampliar a rede de esgoto em 5 km e abrir 115 novas ligações prediais para atender o Hospital São Sebastião e o bairro Estação. A ampliação de esgoto no bairro Estação é uma solicitação da prefeitura municipal, devido ao alto crescimento populacional na região. A Sanepar precisará fazer outra travessia, desta vez sob a linha férrea Curitiba - São Mateus do Sul. A Sanepar também construirá na cidade outros equipamentos como dois reatores anaeróbicos de lodo fluidizado, dois filtros biológicos, dois decantadores, onze leitos de secagem, abrigo para o grupo gerador, interligações hidráulicas e instalações elétricas.

7 de novembro, 2016
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Mizumo investe em tecnologia para ETE

A Mizumo desenvolveu um projeto customizado utilizando a tecnologia Integrated Fixed Film Activated Sludge (IFAS), uma variação do processo de lodos ativados convencional, ou seja, um sistema de biomassa (microrganismos) fixa e biomassa suspensa, pela qual parte do lodo decantado no processo retorna ao reator aeróbio. A Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), que beneficia um bairro do município de Uberaba (MG) substituiu um antigo sistema de tratamento de esgoto, que se tornou subdimensionado diante do crescimento habitacional do local. Uma das características desejadas no sistema era o bom aproveitamento da área disponível para a ETE, que exigiu um projeto customizado, utilizando processos biológicos de tratamento e menor quantidade de tanques. No total, o sistema ocupa uma área de 26 mil m² e tem capacidade para tratar até 50 litros de efluentes por segundo, o que representa o esgoto gerado por aproximadamente 27 mil pessoas. “Para a Mizumo, este contrato foi importante por incorporar uma tecnologia diferente daquela com que comumente trabalhamos, além de se tratar da maior solução já fornecida pela marca”, destaca Hélcio da Silveira, Diretor da empresa. “O projeto foi um desafio e acrescentou um know-how significativo devido ao uso da nova tecnologia acoplada em nossos produtos, além de aprendizagem para gerenciar grandes obras”, completa o executivo. O sistema instalado é composto de várias etapas. Do pré-tratamento ao desaguamento é formado por gradeamento estático, peneira mecanizada, caixa de areia, decantadores primários, reatores aeróbios, decantadores secundários, tanque de contato e decanter. A ETE entrou em operação em dezembro de 2015.

13 de outubro, 2016
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ETE na Áustria será autossuficiente em energia

A Siemens anunciou que dará suporte à planta de tratamento de esgoto de Viena, Áustria, para torná-la mais sustentável. Para isto, a empresa fornecerá sistemas de distribuição de controle, medição, análises e energia, bem como a aparelhagem de baixa e média tensão, além da instalação e comissionamento de sistemas individuais. Serão cerca de 24 milhões de euros que integram o "E_OS 2020" (Energy_Optimization Sludge Treatment), o maior projeto ambiental já realizado pela cidade de Viena. A partir de 2020 a principal estação de tratamento de esgoto vai usar gás para gerar autonomamente toda a energia necessária para o tratamento de águas residuais. Para o próprio tratamento de esgoto, é utilizado um método eficiente com teor reduzido de água e o dobro de teor de sólidos, o que resulta na redução da energia consumida durante a digestão anaeróbica e a geração de gás. A estação de tratamento principal, que atualmente está entre os maiores consumidores de energia na comunidade, deve gerar uma potência de 78 GWh de energia elétrica e 82 GWh de energia térmica. No total, este método deve economizar cerca de 40 mil toneladas de CO2 por ano. Christian Gantner, Diretor Geral da estação de tratamento, disse que “a conversão da estação de tratamento de águas residuais em uma usina de energia verde é um contribuição valiosa para uso responsável dos recursos naturais e para a geração de energia sustentável. As tecnologias eficientes da parceira Siemens desempenham papel fundamental para que alcancemos nossos objetivos ambientais e climáticos”. O CEO da Siemens AG Áustria, Wolfgang Hesoun, comentou que o fator fundamental para que uma cidade alcance sucesso em seus objetivos ambientais são as medidas que geram benefícios eco-econômicos. “Ao fazer isso, estamos nos concentrando tanto na eficiência energética, conservação de recursos e sustentabilidade como em tecnologias inteligentes e sistemas de rede”.

4 de dezembro, 2015