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EFLUENTES

Pitú investe R$ 1 milhão em equipamentos

A cachaçaria Engarrafamento Pitú investiu R$ 1 milhão em novos equipamentos de tratamento de efluentes e reaproveitamento de resíduos sólidos, inaugurados neste mês de dezembro, e já em operação. O anúncio foi feito pela sócia-diretora de Exportação e Relações Institucionais, Maria das Vitórias Cavalcanti. Os investimentos na ETE têm como objetivo ampliar a participação na melhoria da preservação do meio ambiente local. Foi inaugurado novo sistema – mais compacto e eficiente - que garante que todos os resíduos tenham uma disposição final totalmente ecológica, dentro dos mais altos padrões atuais de qualidade. Neste novo sistema, o lodo é compactado através de uma centrífuga e direcionado para uma cerâmica para confecção de telhas e tijolos, enquanto a massa de papel, resultante dos rótulos das embalagens, é direcionada para fábrica de papel ondulado. De acordo com Maria das Vitórias Cavalcanti, cerca de 80% de toda a água que é tratada hoje na fábrica é reaproveitada no processo fabril, o que contribui para a redução da captação do rio Tapacurá. A ETE capta a água do rio e a adequa ao uso, por meio de tratamento em tanques de decantação, filtros e com o processo de cloração. Após essas etapas, a qualidade da água é ideal para a lavagem de garrafas, produção de vapor em caldeiras, limpezas em geral e uso no refeitório.

A cachaçaria Engarrafamento Pitú investiu R$ 1 milhão em novos equipamentos de tratamento de efluentes e reaproveitamento de resíduos sólidos, inaugurados neste mês de dezembro, e já em operação. O anúncio foi feito pela sócia-diretora de Exportação e Relações Institucionais, Maria das Vitórias Cavalcanti. 
 
Os investimentos na ETE têm como objetivo ampliar a participação na melhoria da preservação do meio ambiente local. Foi inaugurado novo sistema – mais compacto e eficiente - que garante que todos os resíduos tenham uma disposição final totalmente ecológica, dentro dos mais altos padrões atuais de qualidade. Neste novo sistema, o lodo é compactado através de uma centrífuga e direcionado para uma cerâmica para confecção de telhas e tijolos, enquanto a massa de papel, resultante dos rótulos das embalagens, é direcionada para fábrica de papel ondulado. 
 
De acordo com Maria das Vitórias Cavalcanti, cerca de 80% de toda a água que é tratada hoje na fábrica é reaproveitada no processo fabril, o que contribui para a redução da captação do rio Tapacurá. A ETE capta a água do rio e a adequa ao uso, por meio de tratamento em tanques de decantação, filtros e com o processo de cloração. Após essas etapas, a qualidade da água é ideal para a lavagem de garrafas, produção de vapor em caldeiras, limpezas em geral e uso no refeitório.

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23 de março, 2020
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8 de junho, 2015