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REUSO

Águas do Mirante implanta sistema em seis ETEs

A Águas do Mirante implantou processo de utilização de água de reuso nas seis maiores Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) em Piracicaba, interior do estado de São Paulo. A iniciativa é adotada desde outubro de 2012 e tem como objetivo reduzir o consumo de água potável e contribuir para a preservação do meio ambiente. A medida foi adotada após diagnóstico feito pela equipe técnica, no qual constatou-se que grande parte da água utilizada para a realização das atividades operacionais da empresa, era descartada na rede. Além disso, a Aegea Saneamento (holding que administra a Águas do Mirante), atua com o propósito de assegurar que os serviços realizados pelas concessionárias, gerem o mínimo de impacto ao meio ambiente. “As ETEs Ponte do Caixão, Bela Vista e Ártemis contam com o sistema de reuso desde a concepção. Para obtermos uma abrangência maior do benefício implantamos o sistema na ETE Piracicamirim, Capim Fino e Tupi”, esclarece Clayton Bezerra, Gerente de Operações. Atualmente, a Águas do Mirante utiliza a água de reuso após o tratamento realizado em cada estação. Parte da água é armazenada em reservatórios específicos para lavagem de pátios, ruas, irrigação de áreas verdes, entre outras ações, enquanto outra parte do efluente tratado é lançada nos córregos, conforme determina a legislação ambiental vigente. Bezerra diz que ao implantar esse sistema, a empresa contribui efetivamente para a preservação do meio ambiente e reduz o consumo de água potável. “Antes de incluirmos a água de reuso nas atividades do cotidiano, consumíamos cerca de 2.500m3 ao mês na ETE Piracicamirim, que equivalem ao consumo de 150 residências. Com o sistema, o consumo passou a ser de 600 m3 por mês, que corresponde ao consumo de 35 residências”, ressalta Bezerra.

A Águas do Mirante implantou processo de utilização de água de reuso nas seis maiores Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) em Piracicaba, interior do estado de São Paulo. A iniciativa é adotada desde outubro de 2012 e tem como objetivo reduzir o consumo de água potável e contribuir para a preservação do meio ambiente.

A medida foi adotada após diagnóstico feito pela equipe técnica, no qual constatou-se que grande parte da água utilizada para a realização das atividades operacionais da empresa, era descartada na rede. Além disso, a Aegea Saneamento (holding que administra a Águas do Mirante), atua com o propósito de assegurar que os serviços realizados pelas concessionárias, gerem o mínimo de impacto ao meio ambiente. “As ETEs Ponte do Caixão, Bela Vista e Ártemis contam com o sistema de reuso desde a concepção. Para obtermos uma abrangência maior do benefício implantamos o sistema na ETE Piracicamirim, Capim Fino e Tupi”, esclarece Clayton Bezerra, Gerente de Operações.

Atualmente, a Águas do Mirante utiliza a água de reuso após o tratamento realizado em cada estação. Parte da água é armazenada em reservatórios específicos para lavagem de pátios, ruas, irrigação de áreas verdes, entre outras ações, enquanto outra parte do efluente tratado é lançada nos córregos, conforme determina a legislação ambiental vigente. Bezerra diz que ao implantar esse sistema, a empresa contribui efetivamente para a preservação do meio ambiente e reduz o consumo de água potável. “Antes de incluirmos a água de reuso nas atividades do cotidiano, consumíamos cerca de 2.500m3 ao mês na ETE Piracicamirim, que equivalem ao consumo de 150 residências. Com o sistema, o consumo passou a ser de 600 m3 por mês, que corresponde ao consumo de 35 residências”, ressalta Bezerra.

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SABESP
Seis ETEs ganham selo de sustentabilidade

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) concedeu selo de ETEs Sustentáveis para mais cinco estações de tratamento de esgoto em 2020. Com as novas unidades, a Sabesp passa a ter seis certificadas entre as 18 inseridas atualmente no Programa EEs Sustentáveis, criado pela companhia para desenvolver e disseminar a cultura da sustentabilidade. A iniciativa estimula a adoção de ações para aprimorar a gestão operacional e o desempenho ambiental das unidades que tratam do esgoto, além de promover o aproveitamento dos subprodutos gerados no processo – biogás, lodo e efluente – como recursos sustentáveis. Criado em 2019, o programa mantém um sistema de certificação organizado em três níveis de evolução, avaliados com base em critérios específicos a serem alcançados pelas estações de tratamento de esgotos. Para alcançar o nível 1, a ETE deverá ter equacionado e implantado soluções sustentáveis para a destinação do lodo, do efluente e dos gases gerados pelo tratamento. O Nível 2 é obtido quando a ETE atende às exigências do nível anterior e adota ações de eficiência e geração energética ou a venda de algum produto gerado a partir das soluções implementadas. Já o Nível 3 requer o atendimento das três condições simultaneamente: usos benéficos para o lodo, gases e efluente, a eficiência e geração energética mais a venda de produtos para utilização no mercado. “Esse é um trabalho de toda a Sabesp, todos colaboram para que possamos ter as unidades sustentáveis. A Sabesp, como uma Companhia que melhora a qualidade de vida das pessoas através do saneamento, melhora também a qualidade do nosso meio ambiente”, disse o diretor-presidente da Sabesp, Benedito Braga, durante o evento online de certificação. A ETE ABC, em São Paulo, foi certificada com o Nível 2. Já a certificação do Nível 1 foi dada à estação Alves, no município de Ribeirão Grande; à estação Cesário Lange, em Cesário Lange; à estação Humaitá, em São Vicente; e à estação Turvo, em Monte Alto. Em 2019, primeiro ano do programa, a estação Várzea Paulista, em Várzea Paulista, já havia sido certificada com o Nível 1. Além das ETEs certificadas, as outras 12 estações de tratamento de esgoto já fazem parte do Programa ETEs Sustentáveis e realizam uma série de ações e melhorias em seus processos em direção à sustentabilidade.

7 de dezembro, 2020
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COMPOSTAGEM
Uso de resíduos na produção agrícola

Uma parceria entre a Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, a Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (Esalq/USP) e a concessionária Mirante, do grupo Aegea, poderá transformar cerca de 1.200 toneladas de lodo de esgoto, 180 toneladas de poda de árvores e 500 toneladas de grama mensais – que seriam descartadas em aterro sanitário - em composto orgânico para a agricultura em Piracicaba (SP). O uso sustentável do resíduo do tratamento de esgoto e dos trabalhos de limpeza do município será possível graças a acordo assinado em setembro para desenvolver o projeto até julho de 2021. Os especialistas irão utilizar a técnica de compostagem para viabilizar o uso desses resíduos na produção agrícola. "A compostagem é o processo mais adaptado para tratar resíduos orgânicos. Com ela, é possível estimular a decomposição de materiais orgânicos e a redução de contaminantes como patógenos e metais pesados para se obter um material estável, rico em matéria orgânica humificada e nutrientes minerais", explica a pesquisadora da APTA, Edna Ivani Bertoncini. Segundo Edna, o método permite o pós-tratamento do lodo de esgoto sem que haja mau cheiro e moscas. O processo de decomposição leva aproximadamente 60 dias. "A APTA realizará a montagem das pilhas de compostagem com diferentes cenários de composição dos resíduos e formas de revolvimento e irrigação das pilhas. O processo será monitorado diariamente e haverá coletas constantes dos materiais e sua análise laboratorial para verificar se o composto está adequado para ser usado nas plantações. Ao final do processo, teremos que aprovar o fertilizante no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA)", afirma Edna. Paulo S. Pavinato, professor da Esalq/USP, explica que o projeto de Piracicaba faz parte de um plano maior a ser enviado para aprovação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), que busca dar um destino sustentável para todo o resíduo do tratamento de esgoto das cidades do Estado de São Paulo. "Estes projetos estão alinhados com o Novo Marco de Saneamento Básico, sancionado neste ano, que objetiva que as cidades tenham 100% de tratamento de esgoto e seus resíduos até 2030. É uma ação importante, que está alinhada à economia circular, de reciclagem de um resíduo que seria destinado a aterro sanitário, a um alto custo econômico e ambiental", explica. O supervisor de operações da concessionária Mirante, Andrey de Souza, disse esperar que o projeto possa tratar 100% do lodo gerado no processo de tratamento de esgoto do município, e que não haja necessidade do descarte em aterros sanitários. "Hoje, já desenvolvemos processo de secagem do lodo, o que reduz muito nosso volume de resíduo. Por mês, o município gera 1.200 toneladas de lodo. Com a secagem, esse volume cai para 320 toneladas. Queremos, agora, eliminar todo esse resíduo de forma completamente sustentável", diz Souza. O presidente da Mirante, Jacy Prado, diz que "a implantação do secador solar de lodo e a parceria com a APTA e a Esalq/USP viabilizam a demanda em preservar o meio ambiente, pois, os ganhos obtidos com a implantação do projeto vão além da esfera corporativa, ao gerar benefícios ao meio ambiente e à população. “O processo permite a estabilização microbiológica e a inertização do lodo, o que representa o uso sustentável, evitando impactos e degradação do meio ambiente".

9 de novembro, 2020
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COVID-19
Aegea ajuda cidades com doações

Presente em 12 estados brasileiros, a Aegea e suas concessionárias estão realizando ações de combate ao novo coronavírus e calculam beneficiar aproximadamente 8,9 milhões de pessoas atendidas pela companhia. “Acreditamos que a empresa deve contribuir com ações que estão além de suas atividades para combater o coronavírus, reafirmando nosso propósito de proporcionar vidas mais saudáveis. Sabemos que nosso papel de prestador de serviços de saneamento básico no País se torna ainda mais necessário e urgente no combate à COVID-19”, afirma Radamés Casseb, CEO da Aegea Saneamento. Entre as iniciativas, a Aegea realiza a desinfecção de vias públicas com grande circulação de pessoas, implementou novos procedimentos para garantir e manter o atendimento aos seus usuários e suspendeu os cortes de abastecimento de água – mesmo em cidades onde não foram emitidos decretos proibindo o fornecimento de água por inadimplência. Com o aumento do número de casos da COVID-19 em Manaus (AM), a Aegea, em parceria com a Prefeitura local, instalou 14 pias púbicas em áreas centrais da cidade para atender a população em situação de rua. As pias contam com dispensador de sabão e cartazes que mostram como higienizar as mãos e acionamento sem as mãos. Ainda na capital manauara, a companhia intensificou os trabalhos para regularização do abastecimento em áreas de população vulnerável, como becos, rip-rap e palafitas, implantando redes de água tratada nestes locais. A concessionária Águas de Manaus também está produzindo álcool em gel em seu laboratório interno, para que colaboradores que atuam em atividades externas possam fazer a higienização das mãos e equipamentos. Em Teresina (PI), a Aegea doou cestas básicas e realizou parceria com a Rede Pense Piauí para a produção e distribuição de álcool e máscaras destinados à rede hospitalar. O município também está recebendo obras para ampliação da cobertura de água tratada em comunidades cuja situação fundiária foi regularizada pela prefeitura, beneficiando cerca de 32,5 mil pessoas com acesso à água potável. A empresa manteve seu cronograma de investimentos e concluiu as obras da primeira Estação de Tratamento de Esgoto de Barcarena (PA) e ampliou a cobertura da coleta de esgoto em Piracicaba (SP) para outras zonas. A cidade de Matão (SP) recebeu a doação de equipamentos de proteção individual (EPIs). Para as capixabas Serra e Vila Velha, a Aegea apoiou com materiais de higiene pessoal. A empresa também doou cestas básicas para Piracicaba (SP), Campo Grande (MS) e Barcarena (PA) e contribuiu com a ação do Banco BTG para a contratação de profissionais de saúde para o Hospital HC, em São Paulo, que é o epicentro da COVID-19 no Brasil.

2 de junho, 2020
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ESGOTO
Atibaia inaugura sistema de reciclagem

A Atibaia Saneamento inaugurou, em março, um sistema de reciclagem interna de efluente tratado, o que representa o reaproveitamento do recurso que seria devolvido ao Rio Atibaia após o devido tratamento. O processo de tratamento de esgoto gera lodo, resíduo que passa por um processo de remoção de umidade para ser transportado e destinado a aterro sanitário. O lodo é submetido a tratamento químico para ser desidratado e depois direcionado a um equipamento rotativo capaz de fazer separação entre líquidos e sólidos. Seguindo a linha da sustentabilidade, a Atibaia Saneamento implantou um projeto que visa reduzir o consumo de água potável na Estação de Tratamento de Esgoto Estoril, aplicando o reuso do efluente tratado na etapa de desidratação do lodo excedente. De acordo com a Gerente Operacional da Atibaia Saneamento, Indiara Jogas, com a aplicação desse projeto a Atibaia Saneamento reduzirá em cerca de 78% o consumo de água potável na operação da ETE Estoril. “A gestão racional da água é um desafio-chave para o planeta neste século XXI e nós não queremos apenas observar esse momento, mas participarmos ativamente contribuindo para um melhor uso dos recursos ambientais. O lodo da ETE Estoril já é destinado a uma empresa especializada em soluções ambientais, que transforma o lodo em fertilizante agrícola e agora reutilizando o efluente tratado no processo de desidratação, tornamos nossa operação ainda mais sustentável”, concluiu a gerente. A Atibaia saneamento inscreveu o projeto na 15ª edição do Prêmio FIESP de Conservação e Reuso da Água que homenageia as empresas que adotam medidas efetivas na redução do consumo e do desperdício de água, gerando benefícios ambientais, econômicos e sociais.

23 de março, 2020
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EMPRESAS
Aegea desiste de contrato para Guarulhos

A Aegea informou, em Fato Relevante, que rescindiu o contrato de compra e venda de ações para aquisição da totalidade das ações representativas de 100% da Sagua (Soluções Ambientais de Guarulhos S.A), empresa criada com o propósito específico de prestar serviços de esgotamento sanitário na área urbana do município de Guarulhos (SP). O motivo para a rescisão, segundo a Aegea, foi a não satisfação de “todas as condições para a conclusão da operação”. Ranking do saneamento Comentando o ranking do saneamento divulgado recentemente pelo Trata Brasil, a Aegea afirmou que o caminho para a ampliação da capacidade de investimento no setor é o aumento da participação privada, por meio de parcerias com o setor público. E destaca o fato de que dois dos municípios onde presta serviços de saneamento (Piracicaba-SP e Serra-ES) serem exemplos bem sucedidos no ranking. Piracicaba saltou oito posições, alcançando o 8º lugar no ranking geral. E no critério específico de atendimento total de esgoto, o município se coloca em primeiro lugar entre as 100 maiores cidades. Já o município de Serra subiu 12 posições no ranking, passando de 59º. Para 47º. Lugar, como resultado de investimentos em esgotamento sanitário. “A Aegea acredita que a expansão do saneamento no Brasil passa necessariamente pela ampliação das parcerias entre os setores público e privado. Apesar do privado representar hoje apenas 9% do setor, nós já temos ótimos exemplos que atestam a capacidade de contribuirmos para o desenvolvimento do país e garantirmos o acesso das pessoas a estes serviços que são básicos e fundamentais”, destaca Hamilton Amadeo, CEO da Aegea.

27 de julho, 2019
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REUSO
Sabesp quer produzir água potável com água de reuso

A Sabesp informa que irá utilizar água de reúso para produzir água potável, tecnologia já utilizada em alguns países da Europa, nos Estados Unidos, Israel e Cingapura. Duas estações de produção de água de reúso vão produzir 3.000 litros por segundo, que serão lançados nas represas Guarapiranga e Isolina – esta do Sistema Baixo Cotia - aumentando o volume de água armazenada dos reservatórios. No primeiro caso, será implantada uma estação de produção de água de reúso próxima à estação de trem Jurubatuba, na zona sul de São Paulo. O esgoto coletado da região de Interlagos, que passa por uma tubulação às margens do rio Pinheiros, será captado e tratado na nova estação. Após o tratamento diferenciado, a água de reúso será lançada no córrego Julião, que já foi despoluído pelo Programa Córrego Limpo, da Sabesp, e então despejada na Represa Guarapiranga. A partir da represa, a água de reúso, misturada à água acumulada pelas chuvas, será coletada e tratada, passando pelo processo já usado no tratamento tradicional, e distribuída à população. No caso da água de reúso que será aproveitada pelo Sistema Baixo Cotia, todo o esgoto habitualmente despoluído na estação de tratamento Barueri passará pelo mesmo tratamento refinado, com membranas e osmose. Em seguida, a água de reúso será levada para a repre¬sa Isolina, que integra o sistema. Antes, o esgoto tratado pela ETE Barueri era despejado no rio Tietê. Paulo Nobre, superintendente de Tratamento de Esgotos da Região Metropolitana, explica que para chegar a esse resultado duas estações de produção de água de reúso serão equipadas com reatores biológicos de membranas, que fazem uma ultrafiltração e têm ca¬pacidade para remover partículas sólidas com tamanho correspondente a um diâmetro mil vezes menor que um fio de cabelo. Depois das membranas, será empregado o processo de osmose por foto-oxidação, que vai eliminar peque¬nas partículas, como bactérias e vírus. Como última etapa, a água é submetida a um processo de desinfecção final, com emprego de radiação ultravioleta associada ao peróxido de hidrogênio. A qualidade da água de reúso será moni¬torada continuamente pela Sabesp, por analisadores online e análises laboratoriais.

22 de abril, 2015