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AEGEA

Em Primavera do Leste, 70% de esgoto

Desde 2012, com a concessão dos serviços de água e de coleta e tratamento de esgoto no município de Primavera do Leste (MT), a Aegea Saneamento ampliou a cobertura de esgoto de 30% para 70% e atende mais de 63 mil pessoas na cidade. A companhia continua os trabalhos para melhorar a prestação dos serviços como a expansão da rede de esgoto em 10 km da Estação de Tratamento de Esgoto – ETE Traíras. O fornecimento de água já é uma realidade para 100% da população. “Este reconhecimento é resultado de um intenso trabalho operacional e estratégico, atrelado a grandes investimentos na cidade. Para atender às necessidades do município, que possui forte ênfase em atividades comerciais e na agricultura, investimos cerca R$ 62,5 milhões desde 2012. Nosso modelo de negócio permitiu, em tão pouco tempo, promover mudanças significativas nos índices de cobertura para a população”, afirma Radamés Casseb, diretor-presidente da Aegea Saneamento. Presente em 12 estados, a Aegea desenvolve soluções inovadoras e eficientes em saneamento básico que variam de acordo com as particularidades geográficas e sociais das cidades de seu portfólio de atendimento, com populações que variam de três mil a 2,22 milhões de habitantes.

Desde 2012, com a concessão dos serviços de água e de coleta e tratamento de esgoto no município de Primavera do Leste (MT), a Aegea Saneamento ampliou a cobertura de esgoto de 30% para 70% e atende mais de 63 mil pessoas na cidade. 

A companhia continua os trabalhos para melhorar a prestação dos serviços como a expansão da rede de esgoto em 10 km da Estação de Tratamento de Esgoto – ETE Traíras. O fornecimento de água já é uma realidade para 100% da população. “Este reconhecimento é resultado de um intenso trabalho operacional e estratégico, atrelado a grandes investimentos na cidade. Para atender às necessidades do município, que possui forte ênfase em atividades comerciais e na agricultura, investimos cerca R$ 62,5 milhões desde 2012. Nosso modelo de negócio permitiu, em tão pouco tempo, promover mudanças significativas nos índices de cobertura para a população”, afirma Radamés Casseb, diretor-presidente da Aegea Saneamento.

Presente em 12 estados, a Aegea desenvolve soluções inovadoras e eficientes em saneamento básico que variam de acordo com as particularidades geográficas e sociais das cidades de seu portfólio de atendimento, com populações que variam de três mil a 2,22 milhões de habitantes.

 

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PPP
Aegea inicia fase operacional no ES

A Aegea Saneamento iniciou a fase operacional da Parceria Público-Privada (PPP) com a Companhia Espírito Santense de Saneamento (Cesan) que contempla a concessão administrativa para a execução de obras de infraestrutura em esgotamento sanitário no município de Cariacica. As obras vão beneficiar 402 mil pessoas em um bairro de Viana, no Espírito Santo. O trabalho será realizado pela Ambiental Cariacica – concessionária do Grupo Aegea – que investirá R$ 829 milhões em infraestrutura de saneamento, ao longo dos 30 anos de contrato, ampliando e modernizando o sistema de esgotamento sanitário do município, sendo que aproximadamente R$ 122 milhões desse total serão aplicados nos primeiros cinco anos. “Nossa atuação em Cariacica já começa com impactos bastante positivos, com geração de empregos e renda durante as obras iniciais. Nossas iniciativas são realizadas de modo que a vida da população atendida seja transformada, indo além dos nossos serviços essenciais em saneamento, promovendo mais saúde e dignidade aos nossos clientes. Para isso também contamos com um modelo de negócios focado em investimentos estratégicos, eficiência operacional, integridade e ética. Por meio destas premissas vamos mudar a realidade do esgotamento sanitário na cidade”, explica Radamés Casseb, Diretor Presidente da Aegea O investimento da nova PPP vai dobrar a cobertura do serviço que hoje atende cerca de 48% da população do município, e a universalização será alcançada em 2030, com o índice de 95% de cobertura. Além de realizar a manutenção no sistema existente, o contrato prevê a construção de 556 km de novas redes coletoras, 42 mil novas ligações de esgoto, 73 novas estações elevatórias de esgoto, 39 km de linhas de recalque, desativação de quatro Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) e ampliação de três ETEs, proporcionando uma capacidade de tratamento de esgoto de 950 litros por segundo. No Espírito Santo, a Aegea já atua há seis anos em Serra, município que já atingiu 90% de cobertura, e iniciou há quatro anos as atividades em Vila Velha.

11 de abril, 2021
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PPP
Aegea firma contrato de R$ 1 bi com Sanesul

A Aegea Saneamento assinou contrato de Parceria Público-Privada (PPP) com a Empresa de Saneamento do Estado de Mato Grosso do Sul (Sanesul). O acordo prevê a execução de obras de infraestrutura em esgotamento sanitário, melhorias, manutenção e operação dos sistemas em 68 municípios do Estado de Mato Grosso do Sul. A PPP prevê a universalização do sistema de esgoto nos primeiros dez anos e irá beneficiar mais de 1,7 milhão de pessoas. A estimativa de investimento é de R$ 1 bilhão em obras, nos 30 anos de contrato, sendo R$ 800 milhões investidos na primeira década. Entre os investimentos estão a implantação da rede de esgoto e estações de tratamento. A Aegea irá operar na região por meio da concessionária Ambiental MS Pantanal. “O início das operações da PPP com a Sanesul reforça o compromisso da Aegea com seu propósito de promover vidas mais dignas e saudáveis e sua trajetória de expansão a partir de um modelo de negócio focado em aspectos como investimentos estratégicos e eficiência operacional. Acreditamos que parcerias entre o poder público e a iniciativa privada é parte essencial para diminuir o déficit do saneamento no Brasil. Já atuamos em Campo Grande, onde conquistamos mudanças significativas. Este novo passo demonstra que oferecemos soluções viáveis para todos os tamanhos de cidades, grandes, médias ou pequenas.” afirma Radamés Casseb, diretor-presidente da Aegea Saneamento.

8 de fevereiro, 2021
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PPP
Aegea amplia atuação no ES

A Aegea Saneamento venceu a concorrência internacional nº 001/2020 promovida pela Companhia Espírito Santense de Saneamento (Cesan). A licitação tem como objetivo a concessão administrativa para a execução de obras de infraestrutura em esgotamento sanitário, melhorias, manutenção e operação dos sistemas para cidade de Cariacica, município da Região metropolitana de Vitória (ES). O contrato prevê também o tratamento de esgoto proveniente de bairros do município de Viana, beneficiando mais de 400 mil moradores. Os investimentos previstos são de R$ 580 milhões para o período de concessão de 30 anos. A meta da Parceria Público-Privada (PPP) é universalizar o serviço de esgotamento sanitário nos dez primeiros anos. Atualmente, o índice de cobertura de coleta e tratamento de esgoto é de 45%. A Cesan continuará responsável pela captação, tratamento e distribuição da água na região. “Esta nova concessão reforça o compromisso da Aegea em promover vidas mais dignas e saudáveis, diminuindo o déficit do saneamento no Brasil que afeta milhões de brasileiros que não recebem acesso à coleta e tratamento de esgoto. As cidades de Serra e Vila Velha, também no Espírito Santo, estão em nosso escopo de atendimento com grandes resultados conquistados. Proporcionar o saneamento adequado para mais um importante município do estado, com a Cesan que já é nossa parceira, é um motivo de orgulho para companhia,” afirma Radamés Casseb, diretor-presidente da Aegea Saneamento. Com essa nova conquista, a Aegea Saneamento passa a operar em 58 cidades, distribuídas em 12 estados, e a atender mais de 9,3 milhões de pessoas. “A empresa acredita e confia no modelo de parceria público-privada, com base em concessões bem sucedidas já existentes. A nossa experiência em atuar em localidades de diferentes dimensões, com um modelo de negócio transparente e ético, atrelado a nossa eficiência operacional e investimentos será fundamental para contribuir para universalização do saneamento nesta região”, completa Casseb. A Aegea acredita que, com o novo marco regulatório do saneamento, iniciativas como esta serão potencializadas, gerando novas oportunidades de investimentos em um ambiente ainda mais seguro. O leilão foi realizado na B3, em São Paulo, e contou com a participação de outras seis empresas. A Aegea ofereceu um desconto de 38,12%, com uma tarifa de R$ 0,99 por m³ de esgoto faturado.

9 de novembro, 2020
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MATO GROSSO DO SUL
Aegea tratará esgotos em 68 municípios

A Aegea Saneamento venceu a Concorrência nº 001/2020 promovida pela Empresa de Saneamento do Estado de Mato Grosso do Sul (Sanesul) e, por meio de Parceria Público-Privada (PPP), irá tratar o esgoto de 68 municípios do Estado de Mato Grosso do Sul. A PPP contempla a execução de obras de infraestrutura, melhorias, manutenção e operação dos sistemas. O contrato prevê a universalização do sistema de esgoto nos primeiros dez anos e possui estimativa de investimento de R$ 1 bilhão em obras, nos 30 anos de contrato, sendo R$ 800 milhões investidos na primeira década de concessão, beneficiando mais de 1,7 milhão de pessoas. “É com imensa felicidade que encaramos mais este grande desafio de evoluir nos índices de tratamento e coleta de esgoto em mais 68 municípios no Mato Grosso do Sul. Hoje já atuamos na capital Campo Grande, onde conquistamos mudanças significativas. Estes fatos nos orgulham e reafirmam nosso compromisso em promover vidas mais dignas e saudáveis onde atuamos,” afirma Radamés Casseb, diretor-presidente da Aegea Saneamento. A Aegea afirma confiar no modelo de PPPs com base em concessões bem sucedidas já existentes, como Piracicaba (SP). “A nossa experiência em atuar em localidades de diferentes dimensões, com um modelo de negócio transparente e ético, atrelado a nossa eficiência operacional e a investimentos, será fundamental para contribuir para universalização do saneamento nesta região”, conclui Casseb. O leilão foi realizado na B3, em São Paulo, e contou com a participação de outras três empresas. A Aegea ofereceu um desconto de 38,46% com uma tarifa de R$ 1,36 por m³ de esgoto faturado.

9 de novembro, 2020
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ABASTECIMENTO
Aegea universaliza serviço em Teresina

Após três anos de operação, a Aegea Saneamento conseguiu universalizar o serviço de abastecimento de água em Teresina (PI) por meio de sua concessão Águas de Teresina. A companhia cumpriu a primeira meta do contrato de subconcessão. Esta universalização beneficiou mais de 800 mil pessoas de imóveis localizados na área urbana regular da cidade com acesso ao serviço de distribuição de água tratada. “Esta conquista traz um ganho preventivo à saúde muito significativo, uma vez que, ao garantir água tratada à população, proporcionamos vidas mais dignas e saudáveis, reforçando também a prevenção de doenças. Neste momento de pandemia, nosso papel de prestador de serviços de saneamento básico no País se torna ainda mais necessário e urgente”, afirma Radamés Casseb, diretor-presidente da Aegea Saneamento. A concessionária Águas de Teresina realizou obras importantes para a capital piauiense, como a ampliação da capacidade de produção e distribuição, tornando o sistema mais moderno e garantindo eficiência operacional. As expansões ocorreram nas Estações de Tratamento de Água, ETA Norte e ETA Sul, sendo esta última responsável por 80% da água produzida para toda a cidade. Além disso, a concessionária instalou 16,5 km de novas adutoras, além de ativação e perfuração de 12 novos poços tubulares profundos que possibilitam a ampliação da distribuição de água à população. Com o objetivo de identificar inconformidades e antecipar soluções, a companhia investiu na automação do sistema de saneamento, resultando em 151 unidades/ativos que receberam automação e telemetria na cidade, entre: poços; Estações Elevatórias de Água Tratada; Estações Elevatórias de Esgoto; reservatórios; unidades de bombeamento de água, entre outros. Com a automação nas unidades operacionais e ativos, a Águas de Teresina é capaz de monitorar em tempo real os sistemas de água e esgoto por meio do Centro de Controle e Operações (CCO), e detectar variação de pressão na rede, vazamentos e desabastecimento. A concessionária acelerou para expandir e regularizar a rede de água em regiões carentes de Teresina. O objetivo é modificar a atual realidade de 32,5 mil moradores de ocupações consolidadas, que não eram contemplados com este serviço. “Encaramos a questão do abastecimento com muita prioridade logo na nossa entrada e hoje podemos falar com convicção que problemas crônicos foram sanados e temos, por exemplo, um período como o B-R-O Bró (meses de setembro a dezembro) mais tranquilo, sem ocorrências de desabastecimento, mesmo com a alta temperatura. Garantir acesso à água tratada é mais do que um compromisso enquanto uma prestadora de serviço, mas a garantia de que estamos levando saúde e qualidade de vida à população”, destaca o diretor-presidente da Águas de Teresina, Cleyson Jacomini. A Águas de Teresina desenvolve também ações para reduzir os índices de perda de água na capital do Piauí. Com o modelo operacional adotado pelas concessionárias da Aegea, em Teresina já foi possível uma redução de quase 31% nas perdas de água, desde que a Águas de Teresina iniciou a operação na cidade.

12 de outubro, 2020
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COVID-19
Aegea ajuda cidades com doações

Presente em 12 estados brasileiros, a Aegea e suas concessionárias estão realizando ações de combate ao novo coronavírus e calculam beneficiar aproximadamente 8,9 milhões de pessoas atendidas pela companhia. “Acreditamos que a empresa deve contribuir com ações que estão além de suas atividades para combater o coronavírus, reafirmando nosso propósito de proporcionar vidas mais saudáveis. Sabemos que nosso papel de prestador de serviços de saneamento básico no País se torna ainda mais necessário e urgente no combate à COVID-19”, afirma Radamés Casseb, CEO da Aegea Saneamento. Entre as iniciativas, a Aegea realiza a desinfecção de vias públicas com grande circulação de pessoas, implementou novos procedimentos para garantir e manter o atendimento aos seus usuários e suspendeu os cortes de abastecimento de água – mesmo em cidades onde não foram emitidos decretos proibindo o fornecimento de água por inadimplência. Com o aumento do número de casos da COVID-19 em Manaus (AM), a Aegea, em parceria com a Prefeitura local, instalou 14 pias púbicas em áreas centrais da cidade para atender a população em situação de rua. As pias contam com dispensador de sabão e cartazes que mostram como higienizar as mãos e acionamento sem as mãos. Ainda na capital manauara, a companhia intensificou os trabalhos para regularização do abastecimento em áreas de população vulnerável, como becos, rip-rap e palafitas, implantando redes de água tratada nestes locais. A concessionária Águas de Manaus também está produzindo álcool em gel em seu laboratório interno, para que colaboradores que atuam em atividades externas possam fazer a higienização das mãos e equipamentos. Em Teresina (PI), a Aegea doou cestas básicas e realizou parceria com a Rede Pense Piauí para a produção e distribuição de álcool e máscaras destinados à rede hospitalar. O município também está recebendo obras para ampliação da cobertura de água tratada em comunidades cuja situação fundiária foi regularizada pela prefeitura, beneficiando cerca de 32,5 mil pessoas com acesso à água potável. A empresa manteve seu cronograma de investimentos e concluiu as obras da primeira Estação de Tratamento de Esgoto de Barcarena (PA) e ampliou a cobertura da coleta de esgoto em Piracicaba (SP) para outras zonas. A cidade de Matão (SP) recebeu a doação de equipamentos de proteção individual (EPIs). Para as capixabas Serra e Vila Velha, a Aegea apoiou com materiais de higiene pessoal. A empresa também doou cestas básicas para Piracicaba (SP), Campo Grande (MS) e Barcarena (PA) e contribuiu com a ação do Banco BTG para a contratação de profissionais de saúde para o Hospital HC, em São Paulo, que é o epicentro da COVID-19 no Brasil.

2 de junho, 2020
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RESULTADOS
Aegea comemora números de 2016

Sem dúvida, 2016 foi um bom ano para a Aegea Saneamento, que possui 18% do mercado privado de saneamento básico do Brasil. A receita líquida do Grupo cresceu 24,8%, alcançando R$ 992,4 milhões e manteve a cadência de crescimento planejada; o EBITDA aumentou 14,9%, atingindo R$ 462,5 milhões; e o prazo médio de endividamento da empresa foi ampliado de 5 para 5,9 anos. Os números macros comprovam o desempenho, mas o item que merece destaque, segundo Hamilton Amadeo, CEO da Aegea foi o fortalecimento da estrutura de capital conseguido no último ano, quando os minoritários confirmaram a confiança na administração da empresa ampliando sua participação, o que significou um aporte de R$ 125 milhões. “Esse é um dado muito importante para nós, pois mostra que o projeto apresentado a eles em 2012 foi aprovado o que reforça nossa capacidade de fazer frente a qualquer desafio em termos de necessidade de capital. Hoje, a soma da participação deles se aproxima de 30%, numa evolução constante”. Para explicar a performance, Amadeo ressaltou a atuação da Aegea em “clusters”, regiões onde as concessionárias do Grupo se ajudam, com administração compartilhada e integrada. Como exemplo citou as novas atuações no Espírito Santo, em Vila Velha e Serra (ambas PPPs de esgoto) e a consolidação da atuação em Rondônia, com a concessão plena de Ariquemes, a quarta no Estado, onde atende a uma população de 105 mil habitantes. Especificamente no Espírito Santo, Amadeo salientou a escala favorável da participação privada no Estado e o atendimento de quase 1 milhão de habitantes na Grande Vitória. As novas oportunidades locais surgem a partir de abril, nas cidades de Cariacica e Viana. A mesma janela de oportunidades se abre em Rondônia, onde a companhia de saneamento estadual está listada no PPI para ser privatizada: “É um Estado que tem uma população muito parecida em termos socioeconômicos com o Mato Grosso, índices de inadimplência baixos, crescimento acelerado e as tarifas da concessionária estadual são altas, o que nos dá uma folga para operar até com valores menores”, diz Amadeo, indicando que essas ilhas de crescimento é que puxarão o desenvolvimento futuro da Aegea, “um player diferenciado com presença local. Isso faz parte da estratégia de longo prazo da companhia”. Ainda na lista de conquistas e avanços conseguidos em 2016, Amadeo destacou a criação do Centro de Controle e Operação de Gestão de Perdas, que passou a centralizar as ações das concessões; a universalização de água tratada em Timon (MA) para 100% da população da área urbana, com frequência contínua; a evolução dos índices de tratamento de esgoto (cobertura e tratamento) em Piracicaba (SP), de 36% para 100% num período de quatro anos; e, por fim, o fato de a Aegea se tornar signatária do Pacto Global da ONU, como empresa inclusiva em saneamento no Brasil e referência na redução de perdas de água de 56% para 19% em Campo Grande (MS). “É importante citar que nossas metas de perdas consideram o nível ótimo para cada concessão, dentro de uma escala socioeconômica”, explica o CEO da Aegea. Principais resultados Flávio Crivellari, CFO da Aegea, ressaltou o excepcional desempenho da Aegea em 2016, mesmo num cenário de economia desafiadora: “Nosso crescimento se deu através de aquisições, aportes, licitações e vegetativo, por meio de Capex – aumento de rede nas operações existentes. Outras ações procuraram estabilizar o pico de inadimplência por razões de queda da renda per capita devido ao desemprego”. O volume de economias cresceu 8,8% no ano passado, acompanhando e o volume faturado de água e esgoto aumentou 9,5%. Os custos também cresceram no último ano em 35%, sendo que as despesas com pessoal e energia elétrica se mantiveram dentro do previsto. A economia total versus o número de colaboradores demonstrou aparente perda de produtividade, mas na verdade considera a incorporação dos colaboradores das novas concessões, que trarão resultados mais à frente. Em termos de energia, Crivellari destacou que houve crescimento de volume, mas estabilidade no custo das concessões existentes graças aos investimentos em automação realizados pelo Grupo. Perspectivas otimistas Ao falar sobre o que Aegea espera para 2017, Hamilton Amadeo fez primeiro uma análise do cenário externo, ressaltando a manutenção da crise fiscal em Estados e municípios e a consequente restrição de investimentos, o que poderá gerar oportunidades de novos investimentos privados no setor de saneamento. “A Aegea se coloca no mercado como uma empresa complementar do sistema e não como substituta do serviço. Faz mais sentido prestar serviço ao cidadão dentro de um modelo integrado. Essa é a nossa posição e as companhias estaduais já estão entendendo e aceitando essa nova opção”. Ou seja, a Aegea está se posicionando para tirar proveito da capacidade que tem de se integrar aos prestadores já existentes ou operar de forma plena onde for necessário. É uma demanda que se mostra decorrente da falta de capacidade de investimento dos Estados. A companhia também vem acompanhando o esforço de PPI do Governo Federal, através do BNDES e da Caixa, de criar uma “inteligência de saneamento”, pois não existem experiências perenes de cultura de saneamento ainda no país e a base que está sendo criada interessa à companhia, que aguarda a evolução do processo. Quanto ao cenário interno, a parte de EHS (Environment, health and safety) sempre foi uma preocupação da Aegea e hoje, atuando em quase 50 municípios, novos modelos serão implantados nos próximos dois anos para dotar a companhia de padrões internacionais. Outra ação que terá continuidade é a Academia Aegea para formação de profissionais para o setor de saneamento. Quanto às novas opções de mercado, Amadeo avisa que a companhia continuará aproveitando as oportunidades de crescimento, desde que subordinadas à estrutura de capital: “Não vamos dar o passo maior que a perna. Podemos até perder oportunidades, mas jamais iremos colocar em risco nossos indicadores de saúde financeira”.

7 de março, 2017
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ABASTECIMENTO
Aegea amplia investimentos em Rondônia

A Águas de Buritis, concessionária da Aegea, entregou à população do município mais de 30 mil metros de rede de água, além da construção e reforma de adutoras, sistema de captação do rio Candeias e da Estação de Tratamento de Água (ETA) da cidade. A empresa também modernizou o laboratório para análises diárias da água oferecida. A concessionária ainda iniciou a construção de um reservatório com capacidade de 2 milhões de litros. Com todas essas ações, a empresa conseguiu possibilitar abastecimento, de qualidade e com regularidade, a 1.785 residências. A Aegea pretende investir nos próximos anos mais de R$ 78 milhões na construção de redes de abastecimento de água e de coleta e tratamento de esgoto do município. “Estes resultados são apenas o começo do trabalho da Aegea para universalizar o saneamento básico e melhorar a qualidade de vida dos moradores de Buritis. A ausência de água e esgoto tratados pode causar doenças e, como consequência, afetar o desempenho escolar e a produtividade no trabalho, além de impactar negativamente na valorização dos imóveis e na exploração do potencial econômico da região”, diz Hamilton Amadeo, CEO da Aegea. Antes das obras, a população de Buritis tinha acesso apenas ao uso de poços rasos, mas que podem contaminar o lençol freático, segundo a Defesa Civil de Rondônia. Com a construção do sistema de abastecimento de água a cobertura do serviço atingiu 25% já no primeiro ano, superando os 20% previstos. O investimento em um sistema de esgotamento sanitário adequado também irá ajudar a proteger rios, córregos e reservas de água subterrânea, que ficarão livres de contaminação por esgoto sem tratamento. Com 60% dos moradores sem cobertura de água tratada e apenas 2,8% da população com coleta de esgoto, Rondônia é o estado com índices de saneamento básico comparáveis aos números do Brasil de 50 anos atrás, segundo estudo de 2013 do Instituto Trata Brasil, que tem base nos indicadores do Sistema Nacional de Informações do Saneamento (SNIS) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ainda de acordo com o estudo, o tratamento de esgoto é um serviço que não existia em 2012 para várias cidades de Rondônia. A capital, Porto Velho, é a pior colocada no ranking de saneamento básico que cobre os 100 maiores municípios do país, além de registrar perdas de 70% da água tratada pela Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia (CAERD).

12 de janeiro, 2016