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REUSO

UTE Pecém aumenta aproveitamento

A UTE Pecém implantou um sistema de tratamento, de tecnologia francesa, e elevou de 23% para 40% o reaproveitamento dos efluentes resultantes do processo de geração de energia elétrica em 2018. O sistema inédito no setor elétrico do Brasil ampliou de 3,5 para 15 o número de vezes que a água injetada nas torres de resfriamento é reutilizada na Usina. De acordo com o gestor operacional de processos químicos da UTE Pecém, Daywison Santos, 40% do efluente gerado equivalem a 38 mil m³ por mês retornando para o sistema, o que significa uma redução na necessidade de reposição de água. O controle do gasto de água é uma prioridade para a Usina desde o início de suas atividades, em 2012. "A UTE Pecém é uma das mais eficientes do País. Por conta disso, investimos todos os anos em ações para reduzir o consumo de água, minimizando o impacto sobre o meio ambiente", afirma Lourival Teixeira, diretor técnico da UTE Pecém. As unidades geradoras de Pecém, pertencentes ao Grupo EDP, têm capacidade de produção de 720MWh, o equivalente a 45% da energia consumida em todo o estado do Ceará.

A UTE Pecém implantou um sistema de tratamento, de tecnologia francesa, e elevou de 23% para 40% o reaproveitamento dos efluentes resultantes do processo de geração de energia elétrica em 2018. O sistema inédito no setor elétrico do Brasil ampliou de 3,5 para 15 o número de vezes que a água injetada nas torres de resfriamento é reutilizada na Usina. 
 
De acordo com o gestor operacional de processos químicos da UTE Pecém, Daywison Santos, 40% do efluente gerado equivalem a 38 mil m³ por mês retornando para o sistema, o que significa uma redução na necessidade de reposição de água. 
 
O controle do gasto de água é uma prioridade para a Usina desde o início de suas atividades, em 2012. "A UTE Pecém é uma das mais eficientes do País. Por conta disso, investimos todos os anos em ações para reduzir o consumo de água, minimizando o impacto sobre o meio ambiente", afirma Lourival Teixeira, diretor técnico da UTE Pecém. As unidades geradoras de Pecém, pertencentes ao Grupo EDP, têm capacidade de produção de 720MWh, o equivalente a 45% da energia consumida em todo o estado do Ceará.

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SUSTENTABILIDADE
Rodovia a partir das cinzas de carvão

A EDP e a Eneva entregaram, dia 11 de junho, a primeira estrada do Ceará feita com cinzas de carvão na pavimentação. Os resíduos são subprodutos da geração de energia elétrica do Complexo Termelétrico de Pecém, no Ceará, composto pela UTE Pecém I (sob a gestão da EDP Brasil) e pela UTE Pecém II (administrada pela Eneva). As cinzas de carvão são utilizadas em duas camadas que formam a base da rodovia, sendo que em uma delas substituem 50% de solo comum. Na outra, vão representar 95% da composição. A estrada tem 1,3 km de extensão e 12 m de largura. O estudo para desenvolvimento do composto começou em 2015 e tem a participação da Universidade Federal do Ceará (UFC). O projeto recebeu investimentos de R$ 4,1 milhões e receberá caminhões com insumos, ônibus de transporte de funcionários e veículos particulares. O ganho ambiental ocorre pela utilização de cinzas do carvão – subprodutos da geração de energia – como matéria-prima. “A EDP tem como marca o investimento contínuo em inovação, sustentabilidade e governança. A inauguração dessa estrada deixa um legado e mostra que as atitudes da empresa justificam o reconhecimento, como o do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3. A substituição do solo natural na composição do asfalto traz ganhos ambientais e econômicos”, explica Lourival Teixeira, diretor de geração da EDP Brasil. A UFC vai elaborar um Manual de Uso contendo normas e instruções de serviço que servirão de apoio e incentivo à concepção de pavimentos com utilização das cinzas oriundas de termelétricas. Esta não é a primeira pesquisa da EDP com o objetivo de reutilizar as cinzas de carvão. Em 2016, a unidade administrativa da UTE Pecém investiu cerca de R$ 5,8 milhões em estudos para investigar a adição desses resíduos à massa que forma os blocos de concreto utilizados na construção das paredes, na massa do meio fio e no calçamento externo da unidade (tanto nos passeios quanto nas pistas de circulação de veículos). Desenvolvida em conjunto com a UFC e Faculdade de Tecnologia do Nordeste (Fatene), a composição utiliza 95% de insumo tradicional e 5% de cinza. As peças pré-moldadas são feitas com adição de cimento e de uma série de outros componentes. Os agregados mais tradicionais são areia e pó de pedra. Nesse caso, uma parte desses materiais foi substituída pela cinza.

17 de junho, 2019
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RECURSOS HÍDRICOS
Itaipu opera com 100% de eficiência

Há seis meses a usina de Itaipu utiliza toda a água que chega a montante, ou seja, acima da barragem, para a geração de energia. O índice do Fator de Capacidade Operativa (FCO) se mantém em 100% este ano. O melhor indicativo anterior, de 2014, era de 99,3%. Nos cinco primeiros meses de 2017, a usina já gerou mais de 35 milhões de megawatts-hora (MWh), uma das melhores marcas da história. "Ao longo desses 33 anos de operação, a área técnica de Itaipu desenvolveu uma expertise sem precedentes para o melhor aproveitamento da água que chega ao reservatório", afirma o diretor-geral brasileiro, Luiz Fernando Vianna. Ele lembra que nem sempre as condições hidrológicas são favoráveis, por isso, em épocas como a atual, de poucas chuvas no Nordeste e no Sudeste brasileiro, é preciso estar atento e preparado para utilizar todo o potencial do Rio Paraná. "E isso Itaipu faz como poucos no mundo.” Os 35 milhões de MWh seriam suficientes para atender ao consumo do Brasil por 26 dias e do Paraguai, por dois anos e meio. O Estado de São Paulo seria atendido por três meses e a cidade do Rio de Janeiro, por dois anos. A Itaipu produziu, em 2016, um total de 103 milhões de MWh. Na última década, a geração média passa dos 93,2 milhões de MWh. A partir desse ano, a Itaipu vai investir US$ 500 milhões num plano de atualização tecnológica das 20 unidades geradoras. O prazo de conclusão previsto é de dez anos.

22 de maio, 2017
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REUSO
Águas do Mirante implanta sistema em seis ETEs

A Águas do Mirante implantou processo de utilização de água de reuso nas seis maiores Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) em Piracicaba, interior do estado de São Paulo. A iniciativa é adotada desde outubro de 2012 e tem como objetivo reduzir o consumo de água potável e contribuir para a preservação do meio ambiente. A medida foi adotada após diagnóstico feito pela equipe técnica, no qual constatou-se que grande parte da água utilizada para a realização das atividades operacionais da empresa, era descartada na rede. Além disso, a Aegea Saneamento (holding que administra a Águas do Mirante), atua com o propósito de assegurar que os serviços realizados pelas concessionárias, gerem o mínimo de impacto ao meio ambiente. “As ETEs Ponte do Caixão, Bela Vista e Ártemis contam com o sistema de reuso desde a concepção. Para obtermos uma abrangência maior do benefício implantamos o sistema na ETE Piracicamirim, Capim Fino e Tupi”, esclarece Clayton Bezerra, Gerente de Operações. Atualmente, a Águas do Mirante utiliza a água de reuso após o tratamento realizado em cada estação. Parte da água é armazenada em reservatórios específicos para lavagem de pátios, ruas, irrigação de áreas verdes, entre outras ações, enquanto outra parte do efluente tratado é lançada nos córregos, conforme determina a legislação ambiental vigente. Bezerra diz que ao implantar esse sistema, a empresa contribui efetivamente para a preservação do meio ambiente e reduz o consumo de água potável. “Antes de incluirmos a água de reuso nas atividades do cotidiano, consumíamos cerca de 2.500m3 ao mês na ETE Piracicamirim, que equivalem ao consumo de 150 residências. Com o sistema, o consumo passou a ser de 600 m3 por mês, que corresponde ao consumo de 35 residências”, ressalta Bezerra.

8 de junho, 2015