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BIOGÁS

Tecniplas conclui produção de scrubber

Fabricante de tanques e equipamentos especiais em compósitos de PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro) a Tecniplas concluiu a produção de um scrubber voltado ao tratamento de biogás. Com 1,8 m de diâmetro, 13,8 m de altura e capacidade total de 35 mil m³, o scrubber será fornecido à canadense Greenlane. O equipamento será instalado em um aterro sanitário localizado no município de São Paulo e fará parte de uma estação de geração de energia. “Comprovamos tanto a plena adequação do material à aplicação como a larga experiência do nosso departamento de engenharia no desenvolvimento de soluções complexas envolvendo os compósitos. Dessa forma, o cliente não precisou importar o equipamento, o que influenciou diretamente no custo do projeto”, afirma Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas. O scrubber terá como função a retirada das impurezas do biogás – é formado principalmente por metano – oriundo da decomposição do lixo. O gás puro, então, passa a ser ideal para a combustão e geração de energia ambientalmente amigável.

Fabricante de tanques e equipamentos especiais em compósitos de PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro) a Tecniplas concluiu a produção de um scrubber voltado ao tratamento de biogás. Com 1,8 m de diâmetro, 13,8 m de altura e capacidade total de 35 mil m³, o scrubber será fornecido à canadense Greenlane. O equipamento será instalado em um aterro sanitário localizado no município de São Paulo e fará parte de uma estação de geração de energia.
 
“Comprovamos tanto a plena adequação do material à aplicação como a larga experiência do nosso departamento de engenharia no desenvolvimento de soluções complexas envolvendo os compósitos. Dessa forma, o cliente não precisou importar o equipamento, o que influenciou diretamente no custo do projeto”, afirma Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas. O scrubber terá como função a retirada das impurezas do biogás – é formado principalmente por metano – oriundo da decomposição do lixo. O gás puro, então, passa a ser ideal para a combustão e geração de energia ambientalmente amigável.

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PLÁSTICOS
Acordo para evitar despejo em aterro

A Braskem assinou acordo com a empresa de engenharia ambiental Tecipar para evitar que duas toneladas de plásticos sejam despejadas anualmente no aterro sanitário de Santana do Parnaíba, na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). O volume equivale a 36 milhões de embalagens plásticas de polietileno e polipropileno. A parceria reforça o compromisso da Braskem com a economia circular e está alinhada com a estratégia de negócio da companhia, engajada em contribuir para o desenvolvimento da cadeia de reciclagem e seu mercado. Este é o primeiro contrato da Braskem para retirada de resíduos plásticos de aterros sanitários. A parceria viabilizou a criação de uma usina de triagem para separação de resíduos sólidos e orgânicos de materiais recolhidos na coleta pública dos municípios de Barueri e Santana de Parnaíba. Após a separação, o plástico triado pela Tecipar será direcionado para reciclador parceiro da Braskem. As resinas recicladas de polietileno e polipropileno serão utilizadas como matéria-prima para o desenvolvimento de soluções mais sustentáveis para a indústria do plástico. "Existe um mercado de reciclagem bastante promissor no Brasil, que gera emprego e renda para muitas pessoas e que pode ajudar o País a superar um dos seus principais desafios: a gestão de resíduos", afirma. Fabiana Quiroga, diretora de Economia Circular da Braskem. O engenheiro ambiental e responsável pela planta de separação de resíduos na Tecipar, Lucas Faveri, explica que a parceria utilizará um modelo semi-mecanizado inédito no estado de São Paulo e que pode ser escalado, auxiliando municípios a reduzir custos com coleta seletiva e alavancando índices de reciclagem. "Muitas iniciativas com foco no aumento da reciclabilidade esbarram no alto custo operacional dos sistemas de triagem e coleta de resíduos. Informação e viabilidade econômica são duas questões muito importantes nesse processo e, neste sentido, as parcerias entre empresas, como a que estamos firmando com a Braskem, e o movimento em busca de hábitos mais sustentáveis que percebemos na sociedade, nos ajudam a inovar e pensar em soluções muito mais eficazes", ressalta Faveri.

6 de outubro, 2020
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BIOMETANO
Ternium vai usar gás de aterro

A siderúrgica Ternium Brasil irá utilizar gás de origem renovável do aterro sanitário de Seropédica (RJ) que substituirá em mais de 30% de gás natural fóssil. O aterro de Seropédica irá fornecer até 72 mil Nm³ diários de biometano. O biometano será para uso térmico no processo de produção de aço, injetado na tubulação de gás de baixa pressão do complexo industrial, atendendo às áreas do alto forno, aciaria, coqueria e de sinterização. A medida irá reduzir as emissões de gases do efeito estufa no Rio de Janeiro, já que o aterro deixará de queimar os gases para gerar combustível renovável. "Com essa operação nós vamos passar a usar gás de energia renovável para produzir aço, com um projeto inovador que utiliza o gás gerado pelo lixo do aterro sanitário. É o tipo de serviço em que todos ganham: as empresas, a sociedade e o meio ambiente", destaca Pedro Teixeira, VP Jurídico e RI da siderúrgica. O aterro de Seropédica atende a cerca de 10 milhões de pessoas e recebe por dia 10 mil toneladas de lixo do Rio de Janeiro, Seropédica e Itaguaí. O biogás, proveniente da degradação da matéria orgânica dos resíduos sólidos urbanos, é purificado na usina construída no local por meio da remoção completa de CO2, retirada de enxofre e outros contaminantes, e redução de nitrogênio. O biometano é o biocombustível gasoso obtido a partir desse processo e pode ser aproveitado como combustível veicular ou para geração de calor – que é o caso da Ternium.

19 de julho, 2019
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RESÍDUOS
CS Bioenergia obtém licença para gerar energia

O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) concedeu Licença de Operação para a CS Bioenergia gerar energia elétrica a partir de resíduos orgânicos descartados por shoppings, restaurantes, supermercados, entre outros. Cerca de 300 toneladas de resíduos orgânicos descartados anteriormente em aterros e lixões serão destinados, a partir de agora, à geração de energia limpa e renovável. Com a Licença de Operação, a usina poderá aproveitar o recurso energético de resíduos sólidos urbanos e gerar energia elétrica e térmica a partir da combinação do lodo de esgoto com adição de material orgânico. Essa é a primeira usina no Brasil com essa configuração. “O lodo de esgoto com adição dos resíduos orgânicos é a perfeita combinação para geração do biogás de altíssima qualidade, que será utilizado para geração de 2,8 MW de energia elétrica e térmica, energia suficiente para atender à demanda de duas mil casas populares” afirma o diretor da Cattalini Bio Energia, sócia da CS Bioenergia, Sérgio Vidoto. O diretor conta que a tecnologia empregada separa material fibroso (inorgânico) do orgânico, que é bombeado para os tanques de biodigestão e misturado com 1.000 m3 de lodo de esgoto. Cada tanque tem capacidade de 5.000 m3 e todos são totalmente vedados, aquecidos, além de possuírem vários agitadores para fins de homogeneização. Toda a biomassa é degradada por microorganismos em um processo anaeróbio e produz biogás de altíssima qualidade. A planta é monitorada 24 horas por dia, 365 dias por ano. A boa condição de funcionamento possibilita a geração de 12 milhões de m3 de biogás, que serão convertidos em 22.400 MW de energia elétrica. A usina tem ainda como subproduto um biofertilizante inodoro de alta qualidade, que contém nutrientes importantes para aplicação na agricultura, completando o ciclo de aproveitamento de todo material orgânico. Além do biofertilizante, o material inorgânico também é aproveitado. O material inorgânico é usado como matéria-prima para produção de sacolas plásticas, fechando o ciclo dos resíduos e atuando diretamente na economia circular.

2 de março, 2018
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BIOGÁS
Geração de energia com resíduos do Ceasa-PR

A CS Bioenergia iniciou mais uma etapa de implantação de sua usina de biogás, ao receber 30 toneladas de resíduos do Ceasa (Centro de Abastecimento do Paraná S/A), um dos grandes geradores da região metropolitana de Curitiba, para comissionar o maquinário e efetuar testes preliminares de funcionamento. Os resíduos são compostos de embalagens, sacolas plásticas e em sua fração orgânica de restos alimentares, frutas, vegetais, entre outros. “A tecnologia implantada é o estado da arte em separação de resíduos sólidos, o moinho de martelo corta, tritura, diluí e separa os resíduos, o que nos permite reaproveitar o máximo da fração orgânica. Após a certificação, a usina pode receber diariamente um volume de até 200 toneladas de resíduos”, afirma Fabiana Campos, presidente da CS Bioenergia. Segundo ela, o material coletado é transportado até a usina em caminhões, que depositam os resíduos em um banker que transporta automaticamente para o moinho de martelo, que tritura e separa a fração orgânica das embalagens. Esta fração é bombeada até os biodigestores, onde é misturada ao lodo de esgoto da estação de tratamento. A massa homogeneizada é agitada através de agitadores e aquecida, O sistema de separação rotativo integrado separa e direciona a fração orgânica para os tanques de biodigestão através de bombas. O sistema integrado corta as embalagens, lava e separa para serem reaproveitados como combustível alternativo. A CS Bioenergia já opera gerando biogás a partir do lodo da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Belém. A capacidade de geração da usina, quando estiver com capacidade máxima, é de 2,8 MW, energia suficiente para atender à demanda de duas mil casas populares. Falta apenas a aprovação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para a conexão da energia na rede. “O objetivo agora é conectar a planta à rede de distribuição da Copel (Companhia Paranaense de Energia). Aguardamos somente a liberação do órgão regulador, a Aneel, o que deve acontecer em janeiro de 2018”, prevê Fabiana Campos.

19 de janeiro, 2018
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TECNIPLAS
Megatanques são destaque na Fenasan

Empresa especializada em tanques e equipamentos especiais de compósitos em PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro),a Tecniplas divulga na Fenasan (3 a 5 de outubro) os seus megatanques e reservatórios produzidos para concessionárias de saneamento. Outra determinação das concessionárias se refere à coloração das resinas utilizadas na fabricação das paredes dos tanques. “Ajustamos o tom dos polímeros que processamos para que fiquem mais escuros. Assim, o líquido envasado não sofre qualquer influência da luz solar”, detalha José Roberto Vasconcellos, gerente comercial da Tecniplas. A empresa é conhecida por ter produzido o maior tanque de PRFV do Brasil – com 15 m de diâmetro, armazena até 3,5 milhões de litros. A Tecniplas também mostrará a importância de contemplar nos projetos dos tanques a influência das cargas de vento. Por conta das recentes mudanças climáticas, tem crescido no Brasil o número de ocorrências causadas pela maior velocidade das rajadas. “Projetamos os reservatórios sujeitos a cargas de ventos com a adição de anéis de reforço, que os protegem contra as pressões externas e evitam amassamentos que podem danificar a estrutura”. Os tanques da Tecniplas para aplicações em saneamento podem ter até 15 m de diâmetro e armazenar 4,5 milhões de litros. “Concessionárias como Sabesp, em São Paulo, Corsan, no Rio Grande do Sul, e Casan, em Santa Catarina, já operam com os nossos tanques”.

6 de outubro, 2017
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TECNIPLAS
Tanques mais resistentes a tornados

“Nos últimos anos, houve a formação de corredores de tornados na Região Sul. A força do vento também é muito intensa no estado de São Paulo, com destaque para as cidades de Sorocaba, Itu e Indaiatuba”. A afirmação é de Gerson Vieira, gerente de engenharia da Tecniplas, empresa especializada em tanques e equipamentos de compósitos em PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro), para realçar a preocupação de empresas que utilizam tanques em suas operações. Com as mudanças climáticas, as rajadas de vento têm alcançado quase 200 km/h e podem danificar ou até arrancar os reservatórios das suas bases, causando enormes prejuízos financeiros e colocando muitas vidas em risco. Vieira diz que para evitar ocorrências relacionadas ao vento, os fabricantes dos reservatórios devem estar atentos às informações das isopletas que constam na norma NBR-6123 – “Forças devidas ao vento em edificações”. “Mas a norma é de 1988 e, de lá para cá, aconteceram diversas alterações nas isopletas de ventos no Brasil”. Daí porque, ressalta Vieira, o fornecedor do tanque deve levantar todos os dados antes do início do projeto. “Às vezes, a região não está sujeita a forças de vento tão intensas, mas o tanque será instalado numa área alta e bastante aberta, situação comum em fornecimentos para condomínios. Em outros casos, as rajadas são constantes, mas o equipamento ficará dentro de um galpão. Por isso é fundamental ter em mãos todas as informações antes de começar o trabalho”, explica o gerente de engenharia da Tecniplas. Após a etapa de identificação de riscos, a Tecniplas projeta os tanques sujeitos a cargas de ventos com a adição de áreas de reforço, o que os protege contra as pressões externas e evita amassamentos que podem danificar a sua estrutura. Em comparação aos reservatórios convencionais, os tanques projetados para atuar em áreas com altas cargas de vento têm preço, em média, 15% superior. “É uma despesa adicional que vale a pena, pois os reparos podem custar muito caro, isso quando não ocorre a perda total do equipamento”. Entre os vários fornecimentos da Tecniplas para empresas que sofrem com as elevadas cargas de vento, Vieira menciona alguns projetos para a Companhia Catarinense de Água e Saneamento (Casan) e Companhia de Saneamento Básico de São Paulo (Sabesp).

7 de junho, 2017