Publicidade
ENERGIA SOLAR

EGP constrói nova usina na Bahia

A Enel Green Power (EGP) iniciou a construção de nova usina de energia solar no município de Ituverava, Bahia, com capacidade prevista de 254 MW. Com a construção de Ituverava, a Enel Green Power confirma o seu desejo de desempenhar um papel de liderança no setor de energia solar", disse Francesco Venturini, CEO da EGP. Serão investidos US$ 400 milhões na construção de Ituverava, seguindo as metas de crescimento da empresa estabelecidas no seu plano de negócios atual e financiadas com fontes próprias do Grupo Enel Green Power. O projeto de energia solar será apoiado por um acordo de compra de energia (PPA, sigla em inglês para Power Purchase Agreement) de 20 anos com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). A nova planta de energia solar, que é de propriedade de três veículos para fins especiais mantidos pela Enel Green Power Brasil Participações Ltda., está prevista para ser concluída e entrar em operação no final de 2017. A nova usina poderá atingir capacidade de geração de mais de 550 GWh por ano, o suficiente para atender à demanda de consumo de energia anual de mais de 268 mil domicílios brasileiros, evitando a emissão de mais de 185 mil toneladas de CO 2 por ano. No Brasil, a EGP tem atualmente uma capacidade instalada total de 418 MW, dos quais 93 MW são provenientes de hidrelétricas, 313 MW de energia eólica e 12 MW de energia solar, com 444 MW de projetos em construção.

A Enel Green Power (EGP) iniciou a construção de nova usina de energia solar no município de Ituverava, Bahia, com capacidade prevista de 254 MW. Com a construção de Ituverava, a Enel Green Power confirma o seu desejo de desempenhar um papel de liderança no setor de energia solar", disse Francesco Venturini, CEO da EGP. Serão investidos US$ 400 milhões na construção de Ituverava, seguindo as metas de crescimento da empresa estabelecidas no seu plano de negócios atual e financiadas com fontes próprias do Grupo Enel Green Power. O projeto de energia solar será apoiado por um acordo de compra de energia (PPA, sigla em inglês para Power Purchase Agreement) de 20 anos com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

A nova planta de energia solar, que é de propriedade de três veículos para fins especiais mantidos pela Enel Green Power Brasil Participações Ltda., está prevista para ser concluída e entrar em operação no final de 2017. A nova usina poderá atingir capacidade de geração de mais de 550 GWh por ano, o suficiente para atender à demanda de consumo de energia anual de mais de 268 mil domicílios brasileiros, evitando a emissão de mais de 185 mil toneladas de CO2 por ano. No Brasil, a EGP tem atualmente uma capacidade instalada total de 418 MW, dos quais 93 MW são provenientes de hidrelétricas, 313 MW de energia eólica e 12 MW de energia solar, com 444 MW de projetos em construção.

Artigos Relacionados

Saneamento Ambiental Logo
ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA
Brasil atinge 1GW com projetos

Os projetos operacionais de energia solar fotovoltaica conectados na matriz elétrica brasileira atingiram a marca histórica de 1 GW, segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). A potência é suficiente para abastecer 500 mil residências do país, produzindo energia renovável, limpa, sustentável e competitiva capaz de atender ao consumo de 2 milhões de brasileiros. Segundo a Absolar, apenas 30 dos 195 países possuem mais de 1 GW da fonte solar fotovoltaica. O primeiro gigawatt solar fotovoltaico brasileiro é resultado do forte crescimento dos mercados de geração centralizada e geração distribuída solar fotovoltaica no ano de 2017. “Na geração centralizada, contamos com a inauguração de grandes usinas solares fotovoltaicas contratadas pelo governo federal em leilões de energia elétrica realizados em 2014 e 2015”, afirma o presidente executivo da Absolar, Rodrigo Sauaia. Segundo ele, as usinas em funcionamento estão localizadas principalmente nos estados da Bahia, Piauí, Minas Gerais, Rio Grande do Norte e Pernambuco e representam uma potência total de 0,935 GW. “Na geração distribuída, registramos forte crescimento no uso pela população, empresas e governos de sistemas fotovoltaicos em residências, comércios, indústrias, prédios públicos e na zona rural, em todas as regiões do país, resultando em uma potência total de 0,164 GW”, explica Sauaia. “Somando esses dois segmentos do mercado, atingimos praticamente 1,1 GW operacionais no país desde o início de 2018, em linha com as projeções da ABSOLAR anunciadas em janeiro de 2017”, comemora Sauaia. “O Brasil possui um recurso solar imenso e há um interesse cada vez maior da população, das empresas e também de gestores públicos em aproveitar seus telhados, fachadas e estacionamentos para gerar energia renovável localmente, economizando dinheiro e contribuindo na prática para a construção de um país mais sustentável e com mais empregos renováveis locais e de qualidade”, comenta Sauaia. Apesar da marca histórica, o Brasil ainda está mais de 15 anos atrasado no uso da energia solar fotovoltaica. “Temos condições de ficar entre os principais países do mundo neste mercado, assim como já somos em energia hidrelétrica, biomassa e eólica. Para isso, precisamos de um programa nacional estruturado para acelerar o desenvolvimento da energia solar fotovoltaica. Esta oportunidade precisa entrar na pauta dos governos, políticos e candidatos, especialmente em um ano de eleições como o de 2018", conclui.

15 de janeiro, 2018
Saneamento Ambiental Logo
ENERGIA FOTOVOLTAICA
Enel inicia construção de projeto na Austrália

Através da joint venture entre a subsidiária de energia Enel Green Power SpA e o Dutch Infrastructure Fund (DIF), a Enel iniciou a construção da planta fotovoltaica Bungala Solar One, com capacidade de 137,7 MW, localizada próxima a Port Augusta, no sul da Austrália. A planta faz parte da primeira parte do Projeto Solar Fotovoltaico Bungala, cuja capacidade totalizará mais de 275 MW. A Enel vai investir cerca de US$ 157 milhões no projeto de 275 MW, que tem um investimento total de US$ 315 milhões financiados por meio de uma combinação de capital próprio e financiamento de projetos com um consórcio de bancos locais e internacionais. O projeto da Bungala Solar foi totalmente contratado com um acordo de aquisição de energia de longo prazo com a Origin Energy, uma das principais empresas australianas de energia. A segunda etapa do projeto está prevista para começar a ser construída até o final de 2017, enquanto o projeto total de 275 MW estará totalmente operacional no início de 2019. Uma vez concluída, a instalação total de Bungala Solar será capaz para gerar cerca de 570 GWh por ano, o equivalente às necessidades de consumo de energia de aproximadamente 82.000 famílias australianas, evitando a emissão de mais de 520.000 toneladas de CO2 na atmosfera. A primeira etapa abrange área de cerca de 300 hectares – 420 mil módulos fotovoltaicos policristalinos, construídos sobre estruturas de rastreamento de eixo único que seguirão o caminho do Sol de leste a oeste, aumentando a quantidade de energia produzida pela planta, em comparação com módulos fotovoltaicos de estruturas fixas. A energia gerada pela instalação será enviada à rede de transmissão do país através das subestações Emeroo e Davenport, perto de Port Augusta.

21 de outubro, 2017
Saneamento Ambiental Logo
ENERGIA EÓLICA
Enel inicia operação em Delfina

Através da subsidiária Enel Green Power Brasil Participações (EGPB), a Enel iniciou operação do parque eólico Delfina, localizado no município de Campo Formoso (BA). O parque tem capacidade instalada total de 180 MW. “O início da operação de Delfina reforça nosso compromisso com o crescente setor de energias renováveis do Brasil. Graças às iniciativas sustentáveis que estamos implementando nas áreas no entorno da planta, estamos contribuindo para a biodiversidade local e para o desenvolvimento das comunidades vizinhas”, disse Carlo Zorzoli, Country Manager da Enel no Brasil. A Enel investiu cerca de US$ 400 milhões na construção de Delfina, como parte dos investimentos previstos no plano estratégico da companhia e que serão financiados por meio de recursos próprios do Grupo, assim como por um empréstimo concedido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES). A EGPB construiu aproximadamente 90 km de linha de transmissão para conectar o parque eólico à subestação de energia da distribuidora local mais próxima, na cidade de Juazeiro. Alinhado com o modelo de Criação de Valor Compartilhado (Creating Shared Value - CSV) adotado pelo Grupo, que visa a combinar o desenvolvimento de negócios às necessidades da comunidade local, a EGPB realizou uma série de iniciativas nas áreas próximas ao parque de Delfina, como programas pioneiros para a preservação de duas espécies locais ameaçadas, a arara-azul-de-lear e a onça-parda nativa da Caatinga. A Enel também ofereceu cursos de qualificação para a comunidade, como empreendedorismo e treinamento em carpintaria e eletricidade, para possibilitar geração de renda. Na Bahia, a EGPB opera atualmente 891 MW de capacidade solar e eólica e está construindo 420 MW de projetos adicionais nessas duas tecnologias renováveis. No Brasil, o Grupo tem uma capacidade instalada total em renováveis de 1.839 MW, dos quais 670 MW de energia eólica, 279 MW de energia solar e 890 MW de energia hidrelétrica, bem como cerca de 720 MW de capacidade atualmente em construção, dos quais 172 MW eólicos e 541 MW solares.

8 de setembro, 2017
Saneamento Ambiental Logo
ENERGIA EÓLICA
EGPB inicia operações em Cristalândia

Através da subsidiária brasileira de energia renovável Enel Green Power Brasil Participações (EGPB), o Grupo Enel iniciou operações no parque eólico de Cristalândia (BA), localizado nos municípios de Brumado, Rio de Contas e Dom Basílio. “Estamos muito felizes em anunciar que a Enel está colocando em operação mais uma planta de energia renovável concedida em leilão público”, afirmou Carlo Zorzoli, Country Manager da Enel no Brasil. O Grupo investiu aproximadamente US$ 190 milhões na construção de Cristalândia, que foi outorgada à EGPB através do Leilão de Fontes Alternativas (LFA) em abril de 2015. O projeto eólico é apoiado por acordos de compra de energia de 20 anos com uma seleção de empresas de distribuição de energia brasileiras. O novo parque eólico tem capacidade total instalada de 90 MW. “Na Bahia, onde o parque eólico Cristalândia está localizado, gerenciamos cerca de 1.3 GW de capacidade renovável tanto em operação quanto em construção, impulsionados pela grande riqueza do Estado em fontes limpas de energia. Por todo o Brasil, estamos nos esforçando para apoiar a economia de maneira responsável, contribuindo para a diversificação do mix de energia por meio de fontes renováveis e implementando iniciativas sustentáveis visando a criação de valor compartilhado localmente”. O parque eólico é capaz de gerar cerca de 350 GWh por ano, o suficiente para atender às necessidades anuais de consumo de energia de mais de 170 mil lares brasileiros, evitando a emissão de aproximadamente 118 mil toneladas de CO2 na atmosfera. Na Bahia, a EGPB opera atualmente um total de 711 MW de capacidade solar e eólica e está construindo mais 600 MW de projetos utilizando estas duas tecnologias renováveis. No Brasil, o Grupo Enel, através de suas subsidiárias EGPB e Enel Brasil, tem uma capacidade instalada total em renováveis de 1.659 MW, dos quais 490 MW de energia eólica, 279 MW de energia solar e 890 MW de energia hidrelétrica, bem como cerca de 900 MW de capacidade atualmente em construção, dos quais 352 MW eólicos e 541 MW solares.

31 de julho, 2017
Saneamento Ambiental Logo
ENERGIA SOLAR
Brasil deve atingir 25 GW até 2030

Segundo projeções da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), lançadas recentemente em nota técnica, a expectativa de atingir potência instalada de 25 GW de fonte solar fotovoltaica até 2030 está cada vez mais alinhada com o que espera o setor fotovoltaico brasileiro. São calculados mais de R$ 125 bilhões em investimentos na construção dos projetos no Brasil. A previsão é do presidente-executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), Rodrigo Sauaia. Para ele, as novas projeções divulgadas pelo governo federal são positivas, na medida em que sinalizam um esforço concreto de diversificar a matriz elétrica nacional por meio do aumento da participação de fontes renováveis com baixa emissão de gases de efeito estufa (GEE). O presidente da ABSOLAR destaca a fonte solar fotovoltaica, cuja participação na matriz elétrica brasileira será fortemente ampliada de 0,01% em 2015 para mais de 10% em 2030, um crescimento de mil vezes em um horizonte de 15 anos, maior crescimento relativo do período. Intitulada de “O Compromisso do Brasil no Combate às Mudanças Climáticas: Produção e Uso de Energia”, a nota técnica serviu de base para definir metas nacionais de redução de emissões de gases de efeito estufa, conforme os compromissos assumidos pelo Brasil no Acordo de Paris, que entrou em vigor em novembro de 2016. Os 25 GW de energia solar fotovoltaica que farão parte da matriz elétrica brasileira de 2030 estarão divididos em 17 GW de geração centralizada solar fotovoltaica (usinas de grande porte) e 8,2 GW de geração distribuída solar fotovoltaica (sistemas em edifícios residenciais, comerciais, industriais, públicos e na zona rural). “Apesar de representar um avanço considerável frente às projeções anteriores, a ABSOLAR recomenda uma meta nacional de 30 GW em energia solar fotovoltaica até 2030, levando em consideração o envolvimento tanto do governo federal, quanto de governos estaduais e municipais”, diz Sauaia. O segmento de micro e minigeração distribuída solar fotovoltaica registrou crescimento de 320% em 2015 e conta atualmente com mais de 6.000 sistemas em todo o País, representando mais de 42 MW em potência instalada, o equivalente a mais de R$ 375 milhões em investimentos privados. Já o segmento de geração centralizada tem atualmente 3,3 GW em projetos da fonte solar fotovoltaica contratados via leilões de energia, o que deverá movimentar mais de R$ 13,5 bilhões até 2018. “A estimativa preliminar da ABSOLAR para 2017 aponta para um volume de novas contratações para a fonte solar fotovoltaica de 2 GW por meio de leilões de geração centralizada”, comenta Sauaia. “Simultaneamente, estimamos que o mercado de geração distribuída solar fotovoltaica continuará em forte trajetória ascendente, com destaque para clientes residenciais e comerciais, motivados a reduzir os seus gastos com energia elétrica”, acrescenta. Os compromissos assumidos pelo Brasil no Acordo de Paris incluem metas para reduzir em 37% as emissões nacionais de GEE até 2025 e em 43% até 2030, ambas em relação ao ano-referência de 2005. Adicionalmente, o país se comprometeu a ampliar a participação das fontes renováveis não-hídricas (solar, eólica e biomassa) na matriz elétrica brasileira para pelo menos 23% até 2030.

16 de dezembro, 2016
Saneamento Ambiental Logo
ENERGIA SOLAR
Prátil constrói usina solar em SP

Empresa de soluções do Grupo Enel, a Prátil concluiu a construção de usina solar instalada em telhado e com geração distribuída. Com duas mil placas fotovoltaicas, o empreendimento tem uma potência total instalada de 0,5 MWp, o suficiente para abastecer cerca 360 residências por mês. A unidade instalada no telhado da sede do Mercado Livre, na cidade de Osasco, região metropolitana de São Paulo, vai fornecer metade da energia consumida pelo complexo. A usina solar ocupa área de 4.700 metros quadrados e a expectativa é que ela gere aproximadamente 700 MWh ao ano. Esse volume evita a emissão de quase 100 toneladas de CO2 anuais para a atmosfera, o que corresponde a 560 árvores plantadas no período. A usina funcionará através do sistema de compensação de créditos de energia – estabelecido pela Aneel na resolução 482. A energia solar gerada através dos painéis solares é instantaneamente consumida pelo Mercado Livre, gerando uma economia imediata. Quando houver excedente, este será injetadona rede elétrica e devolvido ao estabelecimento em créditos de energia, que podem ser usados em até cinco anos. “Acreditamos que a energia solar pode gerar benefícios reais e sustentáveis aos nossos clientes. Pretendemos crescer cerca de 70% por ano em potência instalada no mercado de geração distribuída no País até 2019 e atingir a marca de 95 mil kWp. Quanto mais projetos forem realizados a partir de fontes de energia renováveis, como a solar, melhor será o futuro do sistema elétrico do País”, afirma o responsável pela Prátil, Marcus Rissel.

6 de setembro, 2016
Saneamento Ambiental Logo
ENERGIA SOLAR
Enel investe US$ 300 milhões em usina

Através da subsidiária Enel Green Power Brasil Participações Ltda (EGPB), a Enel S.p.A iniciou a construção de uma usina de energia solar com capacidade de 292 MW em Nova Olinda. "O início da construção de Nova Olinda é um outro passo adiante para o nosso grupo no Brasil, confirmando a nossa liderança no mercado de energia solar no País ", afirmou Carlo Zorzoli, Country Manager da Enel para o Brasil. Nova Olinda, que é de propriedade de quatro veículos de propósito específico (SPEs) mantidos pela EGPB, está localizada em Ribeira do Piauí, no estado do Piauí. Quando estiver concluída, a planta irá ocupar área de 690 hectares e será capaz de gerar mais de 600 GWh por ano, o suficiente para atender ao consumo de energia anual de cerca de 300 mil lares brasileiros,além de evitar a emissão de cerca de 350 mil toneladas de CO 2 para a atmosfera. Nova Olinda será construída em uma área com altos níveis de radiação solar e contribuirá significativamente para atender à crescente demanda de energia do País. Os investimentos em Nova Olinda serão da ordem de US$ 300 milhões e estão previstos no plano estratégico atual da empresa. O projeto, que é financiado por meio de recursos próprios do Grupo Enel, deverá entrar em operação no segundo semestre de 2017. A usina de energia solar será apoiada por um contrato de compra de energia ( Power Purchase Agreement, - PPA sigla em inglês) de 20 anos, que prevê a venda da energia gerada pela usina para a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). A EGPB tem atualmente capacidade instalada total de 546 MW, dos quais 401 MW são de energia eólica, 12 MW de energia solar fotovoltaica e 133 MW de energia hídrica. Além disso, a empresa tem 442 MW de projetos de energia eólica, 102 MW de hidrelétrica e 807 MW de energia solar atualmente em execução.

12 de julho, 2016
Saneamento Ambiental Logo
ENERGIA SOLAR
Sunlution consegue marca de 10 MW

Com os resultados obtidos com as usinas solares flutuantes no Brasil, a Sunlution informou ser a primeira companhia brasileira de desenvolvimento de projeto (EPC) a ter 10 MW de energia fotovoltaica contratados no País, o suficiente para abastecer uma cidade com cerca de 10 mil habitantes. A marca alcançada é resultado de contrato firmado para a construção da primeira série de usinas solares flutuantes do mundo em dois reservatórios de hidrelétricas no Brasil, em Balbina (AM) pela Eletronorte, e em Sobradinho (BA) com a Chesf. Somadas, as obras terão capacidade de geração de 10 MW e devem ser entregues em meados de 2017. “A ideia é aproveitar as vantagens de infraestrutura já existentes nas instalações hidrelétricas para que as operações da geração solar possam ser otimizadas”, ressalta Orestes Gonçalves, Diretor da Sunlution. “Como a estrutura está toda pronta, não há necessidade de se investir em transmissão ou em subestação, como acontece em muitos projetos eólicos, por exemplo”, conclui. A ideia é expandir projetos flutuantes e participar dos leilões anunciados de geração solar em reservatórios. A Sunlution tem ainda projetos de pequeno porte – cerca de 4 KWp - com sistemas implantados nos baús da Truckvan, no telhado do Aeroporto Santos Dumont e no projeto “Escolas Sustentáveis, com a instalação de placas fotovoltaicas em seis colégios públicos do Rio de Janeiro.

25 de maio, 2016
Saneamento Ambiental Logo
ENERGIA EÓLICA
Enel investe US$ 190 milhões em Cristalândia

A Enel Green Power Brasil Participações Ltda. , subsidiária do Grupo Enel, iniciou a construção do Parque Eólico de Cristalândia, localizado nos municípios de Brumado, Rio de Contas e Dom Basílio, Bahia. Serão investidos cerca de US$ 190 milhões na unidade, que terá capacidade instalada para gerar 90MW. A expectativa é que a planta entre em operação no 2º semestre de 2017. Quando o novo parque eólico estiver concluído, Cristalândia será capaz de gerar mais de 350 GWh por ano, o suficiente para satisfazer as necessidades de consumo anuais de mais de 170 mil domicílios brasileiros, evitando a emissão de cerca de 118 mil toneladas de CO 2 para a atmosfera. A planta foi concedida à subsidiária brasileira por meio do leilão público de energia renovável (LFA - Leilão de Fontes Alternativas), em abril de 2015. O projeto é apoiado por acordos de compra de energia de 20 anos com um pool de distribuidoras de energia elétrica do Brasil. Cristalândia é o sexto parque eólico do Grupo Enel na Bahia, um estado onde a empresa renovável brasileira do Grupo, a EGPB, já opera 264 MW de capacidade de energia eólica e está atualmente construindo o projeto eólico Delfina de 180 MW, a instalação solar fotovoltaica Ituverava com 254 MW, que é a maior usina de energia solar da Enel atualmente em construção, e o parque solar Lapa de 158 MW. A empresa conquistou mais 172 MW de capacidade eólica e 103 MW de capacidade fotovoltaica na Bahia, por meio de leilões públicos.

20 de abril, 2016
Saneamento Ambiental Logo
ENERGIA SOLAR
SGP Solar capta 100 milhões de euros

A empresa brasileira SGP Solar captou 100 milhões de euros junto a um fundo francês e outro italiano para investir em novos projetos de energia solar no Brasil. A empresa fechou também dois contratos de parceria com grupos internacionais para ampliar a capacidade de financiamento dos projetos desenvolvidos pela SGP Solar no Brasil, voltados a plantas geradoras com capacidade mínima de 1 MW, sem limite máximo de potência. Os principais focos da Companhia são unidades industriais e comerciais, como shoppings, aeroportos, hospitais, estádios e supermercados, entre outros. O modelo de contratos apresentado pela empresa é o chamado PPA – Power Purchase Agreement -, em que o cliente não precisa arcar com os custos de desenvolvimento do projeto e de instalação dos painéis solares. O cliente irá apenas ceder o espaço para que a planta seja implementada, além de se comprometer a comprar a energia que for gerada no local por prazo de 15 a 20 anos, a depender do contrato. Os diretores da SGP Solar, Bernardo Scudiere e Werner Batista, ressaltam que, além de tornarem o consumo energético mais sustentável, as empresas que contratarem o projeto terão uma redução significativa no custo, já que a energia gerada pelos painéis solares é vendida por menos do que o valor cobrado pelas distribuidoras. “O risco é nosso e do investidor. O cliente só começa a pagar quando o projeto gerar energia, e somente pelo que for gerado de fato”, destaca Scudiere.

7 de maio, 2015