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ENERGIA SOLAR

Enel investe US$ 300 milhões em usina

Através da subsidiária Enel Green Power Brasil Participações Ltda (EGPB), a Enel S.p.A iniciou a construção de uma usina de energia solar com capacidade de 292 MW em Nova Olinda. "O início da construção de Nova Olinda é um outro passo adiante para o nosso grupo no Brasil, confirmando a nossa liderança no mercado de energia solar no País ", afirmou Carlo Zorzoli, Country Manager da Enel para o Brasil. Nova Olinda, que é de propriedade de quatro veículos de propósito específico (SPEs) mantidos pela EGPB, está localizada em Ribeira do Piauí, no estado do Piauí. Quando estiver concluída, a planta irá ocupar área de 690 hectares e será capaz de gerar mais de 600 GWh por ano, o suficiente para atender ao consumo de energia anual de cerca de 300 mil lares brasileiros,além de evitar a emissão de cerca de 350 mil toneladas de CO 2 para a atmosfera. Nova Olinda será construída em uma área com altos níveis de radiação solar e contribuirá significativamente para atender à crescente demanda de energia do País. Os investimentos em Nova Olinda serão da ordem de US$ 300 milhões e estão previstos no plano estratégico atual da empresa. O projeto, que é financiado por meio de recursos próprios do Grupo Enel, deverá entrar em operação no segundo semestre de 2017. A usina de energia solar será apoiada por um contrato de compra de energia ( Power Purchase Agreement, - PPA sigla em inglês) de 20 anos, que prevê a venda da energia gerada pela usina para a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). A EGPB tem atualmente capacidade instalada total de 546 MW, dos quais 401 MW são de energia eólica, 12 MW de energia solar fotovoltaica e 133 MW de energia hídrica. Além disso, a empresa tem 442 MW de projetos de energia eólica, 102 MW de hidrelétrica e 807 MW de energia solar atualmente em execução.

Através da subsidiária Enel Green Power Brasil Participações Ltda (EGPB), a Enel S.p.A iniciou a construção de uma usina de energia solar com capacidade de 292 MW em Nova Olinda. "O início da construção de Nova Olinda é um outro passo adiante para o nosso grupo no Brasil, confirmando a nossa liderança no mercado de energia solar no País ", afirmou Carlo Zorzoli, Country Manager da Enel para o Brasil.

Nova Olinda, que é de propriedade de quatro veículos de propósito específico (SPEs) mantidos pela EGPB, está localizada em Ribeira do Piauí, no estado do Piauí. Quando estiver concluída, a planta irá ocupar área de 690 hectares e será capaz de gerar mais de 600 GWh por ano, o suficiente para atender ao consumo de energia anual de cerca de 300 mil lares brasileiros,além de evitar a emissão de cerca de 350 mil toneladas de CO2 para a atmosfera. Nova Olinda será construída em uma área com altos níveis de radiação solar e contribuirá significativamente para atender à crescente demanda de energia do País.

Os investimentos em Nova Olinda serão da ordem de US$ 300 milhões e estão previstos no plano estratégico atual da empresa. O projeto, que é financiado por meio de recursos próprios do Grupo Enel, deverá entrar em operação no segundo semestre de 2017. A usina de energia solar será apoiada por um contrato de compra de energia (Power Purchase Agreement, - PPA sigla em inglês) de 20 anos, que prevê a venda da energia gerada pela usina para a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

A EGPB tem atualmente capacidade instalada total de 546 MW, dos quais 401 MW são de energia eólica, 12 MW de energia solar fotovoltaica e 133 MW de energia hídrica. Além disso, a empresa tem 442 MW de projetos de energia eólica, 102 MW de hidrelétrica e 807 MW de energia solar atualmente em execução.

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ENERGIA SOLAR
Brasil ultrapassa 6 GW em potência

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) divulgou que o Brasil ultrapassou a marca de 6GW de potência instalada operacional da fonte solar fotovoltaica em usinas de grande porte e pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos. No total, a fonte já trouxe mais de R$ 31 bilhões em novos investimentos privados no País, tendo gerado cerca de 180 mil empregos acumulados. No segmento de geração centralizada, o Brasil possui 2,9 GW de potência instalada em usinas solares fotovoltaicas, o equivalente a 1,7% da matriz elétrica do País. Os investimentos totais previstos até 2025 referentes aos projetos já contratados em leilões de energia ultrapassam R$ 25,8 bilhões. Atualmente, as usinas solares de grande porte são a sétima maior fonte de geração do Brasil, com 100 empreendimentos em operação em nove estados brasileiros (Piauí, Ceará, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba, Minas Gerais e São Paulo e Tocantins). O investimento acumulado até o momento é de mais de R$ 15 bilhões. No caso da geração distribuída, são 3,1 GW de potência instalada da fonte solar fotovoltaica, que representam mais de R$ 15 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões nacionais. A tecnologia é utilizada atualmente em 99,8% de todas as conexões distribuídas no País. “A energia solar fotovoltaica reduz o custo de energia elétrica da população, aumenta a competitividade das empresas e desafoga o orçamento do poder público, beneficiando pequenos, médios e grandes consumidores do País”, diz o CEO da Absolar, Rodrigo Sauaia.

20 de julho, 2020
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ENERGIA SOLAR
Brasil ultrapassa 5 GW de potência instalada

Segundo levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o Brasil deve ultrapassar a marca de 5 GW de potência operacional da fonte solar fotovoltaica em usinas de grande porte e pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos. A fonte solar já trouxe investimentos privados superiores a R$ 26,8 bilhões, com geração de aproximadamente 130 mil empregos acumulados, com aproximadamente 15 mil empresas atuando no mercado. No segmento de geração centralizada o Brasil tem 2,68 GW de potência instalada em usinas solares fotovoltaicas, o equivalente a 1,5% da matriz elétrica do País. Os investimentos totais previstos somam mais de R$ 25,8 bilhões até 2025. Eles são referentes aos projetos já contratados em leilões. Em 2019, a fonte foi a mais competitiva entre as fontes renováveis nos dois Leilões de Energia Nova, A-4 e A-6, com preços-médios abaixo dos US$ 21,00/MWh. Atualmente, as usinas solares de grande porte são a sétima maior fonte de geração do Brasil, com 92 empreendimentos em operação em nove estados brasileiros, nas regiões Nordeste (Piauí, Ceará, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba), Sudeste (Minas Gerais e São Paulo) e Norte (Tocantins). O investimento acumulado até o momento é de cerca de R$ 14 bilhões. No caso da geração distribuída, são 2,42 GW de potência instalada da fonte solar fotovoltaica, que representam R$ 12,8 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões nacionais. A tecnologia é utilizada atualmente em 99,8% de todas as conexões distribuídas no País. “A energia solar terá função cada vez mais estratégica para o atingimento das metas de desenvolvimento econômico do País, sobretudo agora para ajudar na recuperação da economia após a pandemia, já que se trata da fonte renovável que mais gera empregos no mundo”, aponta o presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR, Ronaldo Koloszuk.

27 de abril, 2020
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ENERGIA EÓLICA
Enel inicia operação em Delfina

Através da subsidiária Enel Green Power Brasil Participações (EGPB), a Enel iniciou operação do parque eólico Delfina, localizado no município de Campo Formoso (BA). O parque tem capacidade instalada total de 180 MW. “O início da operação de Delfina reforça nosso compromisso com o crescente setor de energias renováveis do Brasil. Graças às iniciativas sustentáveis que estamos implementando nas áreas no entorno da planta, estamos contribuindo para a biodiversidade local e para o desenvolvimento das comunidades vizinhas”, disse Carlo Zorzoli, Country Manager da Enel no Brasil. A Enel investiu cerca de US$ 400 milhões na construção de Delfina, como parte dos investimentos previstos no plano estratégico da companhia e que serão financiados por meio de recursos próprios do Grupo, assim como por um empréstimo concedido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES). A EGPB construiu aproximadamente 90 km de linha de transmissão para conectar o parque eólico à subestação de energia da distribuidora local mais próxima, na cidade de Juazeiro. Alinhado com o modelo de Criação de Valor Compartilhado (Creating Shared Value - CSV) adotado pelo Grupo, que visa a combinar o desenvolvimento de negócios às necessidades da comunidade local, a EGPB realizou uma série de iniciativas nas áreas próximas ao parque de Delfina, como programas pioneiros para a preservação de duas espécies locais ameaçadas, a arara-azul-de-lear e a onça-parda nativa da Caatinga. A Enel também ofereceu cursos de qualificação para a comunidade, como empreendedorismo e treinamento em carpintaria e eletricidade, para possibilitar geração de renda. Na Bahia, a EGPB opera atualmente 891 MW de capacidade solar e eólica e está construindo 420 MW de projetos adicionais nessas duas tecnologias renováveis. No Brasil, o Grupo tem uma capacidade instalada total em renováveis de 1.839 MW, dos quais 670 MW de energia eólica, 279 MW de energia solar e 890 MW de energia hidrelétrica, bem como cerca de 720 MW de capacidade atualmente em construção, dos quais 172 MW eólicos e 541 MW solares.

8 de setembro, 2017
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ENERGIA EÓLICA
EGPB inicia operações em Cristalândia

Através da subsidiária brasileira de energia renovável Enel Green Power Brasil Participações (EGPB), o Grupo Enel iniciou operações no parque eólico de Cristalândia (BA), localizado nos municípios de Brumado, Rio de Contas e Dom Basílio. “Estamos muito felizes em anunciar que a Enel está colocando em operação mais uma planta de energia renovável concedida em leilão público”, afirmou Carlo Zorzoli, Country Manager da Enel no Brasil. O Grupo investiu aproximadamente US$ 190 milhões na construção de Cristalândia, que foi outorgada à EGPB através do Leilão de Fontes Alternativas (LFA) em abril de 2015. O projeto eólico é apoiado por acordos de compra de energia de 20 anos com uma seleção de empresas de distribuição de energia brasileiras. O novo parque eólico tem capacidade total instalada de 90 MW. “Na Bahia, onde o parque eólico Cristalândia está localizado, gerenciamos cerca de 1.3 GW de capacidade renovável tanto em operação quanto em construção, impulsionados pela grande riqueza do Estado em fontes limpas de energia. Por todo o Brasil, estamos nos esforçando para apoiar a economia de maneira responsável, contribuindo para a diversificação do mix de energia por meio de fontes renováveis e implementando iniciativas sustentáveis visando a criação de valor compartilhado localmente”. O parque eólico é capaz de gerar cerca de 350 GWh por ano, o suficiente para atender às necessidades anuais de consumo de energia de mais de 170 mil lares brasileiros, evitando a emissão de aproximadamente 118 mil toneladas de CO2 na atmosfera. Na Bahia, a EGPB opera atualmente um total de 711 MW de capacidade solar e eólica e está construindo mais 600 MW de projetos utilizando estas duas tecnologias renováveis. No Brasil, o Grupo Enel, através de suas subsidiárias EGPB e Enel Brasil, tem uma capacidade instalada total em renováveis de 1.659 MW, dos quais 490 MW de energia eólica, 279 MW de energia solar e 890 MW de energia hidrelétrica, bem como cerca de 900 MW de capacidade atualmente em construção, dos quais 352 MW eólicos e 541 MW solares.

31 de julho, 2017
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ENERGIA EÓLICA
Enel investe US$ 190 milhões em Cristalândia

A Enel Green Power Brasil Participações Ltda. , subsidiária do Grupo Enel, iniciou a construção do Parque Eólico de Cristalândia, localizado nos municípios de Brumado, Rio de Contas e Dom Basílio, Bahia. Serão investidos cerca de US$ 190 milhões na unidade, que terá capacidade instalada para gerar 90MW. A expectativa é que a planta entre em operação no 2º semestre de 2017. Quando o novo parque eólico estiver concluído, Cristalândia será capaz de gerar mais de 350 GWh por ano, o suficiente para satisfazer as necessidades de consumo anuais de mais de 170 mil domicílios brasileiros, evitando a emissão de cerca de 118 mil toneladas de CO 2 para a atmosfera. A planta foi concedida à subsidiária brasileira por meio do leilão público de energia renovável (LFA - Leilão de Fontes Alternativas), em abril de 2015. O projeto é apoiado por acordos de compra de energia de 20 anos com um pool de distribuidoras de energia elétrica do Brasil. Cristalândia é o sexto parque eólico do Grupo Enel na Bahia, um estado onde a empresa renovável brasileira do Grupo, a EGPB, já opera 264 MW de capacidade de energia eólica e está atualmente construindo o projeto eólico Delfina de 180 MW, a instalação solar fotovoltaica Ituverava com 254 MW, que é a maior usina de energia solar da Enel atualmente em construção, e o parque solar Lapa de 158 MW. A empresa conquistou mais 172 MW de capacidade eólica e 103 MW de capacidade fotovoltaica na Bahia, por meio de leilões públicos.

20 de abril, 2016
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ENERGIA SOLAR
EGP constrói nova usina na Bahia

A Enel Green Power (EGP) iniciou a construção de nova usina de energia solar no município de Ituverava, Bahia, com capacidade prevista de 254 MW. Com a construção de Ituverava, a Enel Green Power confirma o seu desejo de desempenhar um papel de liderança no setor de energia solar", disse Francesco Venturini, CEO da EGP. Serão investidos US$ 400 milhões na construção de Ituverava, seguindo as metas de crescimento da empresa estabelecidas no seu plano de negócios atual e financiadas com fontes próprias do Grupo Enel Green Power. O projeto de energia solar será apoiado por um acordo de compra de energia (PPA, sigla em inglês para Power Purchase Agreement) de 20 anos com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). A nova planta de energia solar, que é de propriedade de três veículos para fins especiais mantidos pela Enel Green Power Brasil Participações Ltda., está prevista para ser concluída e entrar em operação no final de 2017. A nova usina poderá atingir capacidade de geração de mais de 550 GWh por ano, o suficiente para atender à demanda de consumo de energia anual de mais de 268 mil domicílios brasileiros, evitando a emissão de mais de 185 mil toneladas de CO 2 por ano. No Brasil, a EGP tem atualmente uma capacidade instalada total de 418 MW, dos quais 93 MW são provenientes de hidrelétricas, 313 MW de energia eólica e 12 MW de energia solar, com 444 MW de projetos em construção.

5 de janeiro, 2016