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ENERGIA EÓLICA

Enel inicia operação em Delfina

Através da subsidiária Enel Green Power Brasil Participações (EGPB), a Enel iniciou operação do parque eólico Delfina, localizado no município de Campo Formoso (BA). O parque tem capacidade instalada total de 180 MW. “O início da operação de Delfina reforça nosso compromisso com o crescente setor de energias renováveis do Brasil. Graças às iniciativas sustentáveis que estamos implementando nas áreas no entorno da planta, estamos contribuindo para a biodiversidade local e para o desenvolvimento das comunidades vizinhas”, disse Carlo Zorzoli, Country Manager da Enel no Brasil. A Enel investiu cerca de US$ 400 milhões na construção de Delfina, como parte dos investimentos previstos no plano estratégico da companhia e que serão financiados por meio de recursos próprios do Grupo, assim como por um empréstimo concedido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES). A EGPB construiu aproximadamente 90 km de linha de transmissão para conectar o parque eólico à subestação de energia da distribuidora local mais próxima, na cidade de Juazeiro. Alinhado com o modelo de Criação de Valor Compartilhado (Creating Shared Value - CSV) adotado pelo Grupo, que visa a combinar o desenvolvimento de negócios às necessidades da comunidade local, a EGPB realizou uma série de iniciativas nas áreas próximas ao parque de Delfina, como programas pioneiros para a preservação de duas espécies locais ameaçadas, a arara-azul-de-lear e a onça-parda nativa da Caatinga. A Enel também ofereceu cursos de qualificação para a comunidade, como empreendedorismo e treinamento em carpintaria e eletricidade, para possibilitar geração de renda. Na Bahia, a EGPB opera atualmente 891 MW de capacidade solar e eólica e está construindo 420 MW de projetos adicionais nessas duas tecnologias renováveis. No Brasil, o Grupo tem uma capacidade instalada total em renováveis de 1.839 MW, dos quais 670 MW de energia eólica, 279 MW de energia solar e 890 MW de energia hidrelétrica, bem como cerca de 720 MW de capacidade atualmente em construção, dos quais 172 MW eólicos e 541 MW solares.

Através da subsidiária Enel Green Power Brasil Participações (EGPB), a Enel iniciou operação do parque eólico Delfina, localizado no município de Campo Formoso (BA). O parque tem capacidade instalada total de 180 MW. “O início da operação de Delfina reforça nosso compromisso com o crescente setor de energias renováveis do Brasil. Graças às iniciativas sustentáveis que estamos implementando nas áreas no entorno da planta, estamos contribuindo para a biodiversidade local e para o desenvolvimento das comunidades vizinhas”, disse Carlo Zorzoli, Country Manager da Enel no Brasil. 
 
A Enel investiu cerca de US$ 400 milhões na construção de Delfina, como parte dos investimentos previstos no plano estratégico da companhia e que serão financiados por meio de recursos próprios do Grupo, assim como por um empréstimo concedido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES). A EGPB construiu aproximadamente 90 km de linha de transmissão para conectar o parque eólico à subestação de energia da distribuidora local mais próxima, na cidade de Juazeiro.
 
Alinhado com o modelo de Criação de Valor Compartilhado (Creating Shared Value - CSV) adotado pelo Grupo, que visa a combinar o desenvolvimento de negócios às necessidades da comunidade local, a EGPB realizou uma série de iniciativas nas áreas próximas ao parque de Delfina, como programas pioneiros para a preservação de duas espécies locais ameaçadas, a arara-azul-de-lear e a onça-parda nativa da Caatinga. A Enel também ofereceu cursos de qualificação para a comunidade, como empreendedorismo e treinamento em carpintaria e eletricidade, para possibilitar geração de renda. 
 
Na Bahia, a EGPB opera atualmente 891 MW de capacidade solar e eólica e está construindo 420 MW de projetos adicionais nessas duas tecnologias renováveis. No Brasil, o Grupo tem uma capacidade instalada total em renováveis de 1.839 MW, dos quais 670 MW de energia eólica, 279 MW de energia solar e 890 MW de energia hidrelétrica, bem como cerca de 720 MW de capacidade atualmente em construção, dos quais 172 MW eólicos e 541 MW solares.

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ENERGIA EÓLICA
EGPB inicia operações em Cristalândia

Através da subsidiária brasileira de energia renovável Enel Green Power Brasil Participações (EGPB), o Grupo Enel iniciou operações no parque eólico de Cristalândia (BA), localizado nos municípios de Brumado, Rio de Contas e Dom Basílio. “Estamos muito felizes em anunciar que a Enel está colocando em operação mais uma planta de energia renovável concedida em leilão público”, afirmou Carlo Zorzoli, Country Manager da Enel no Brasil. O Grupo investiu aproximadamente US$ 190 milhões na construção de Cristalândia, que foi outorgada à EGPB através do Leilão de Fontes Alternativas (LFA) em abril de 2015. O projeto eólico é apoiado por acordos de compra de energia de 20 anos com uma seleção de empresas de distribuição de energia brasileiras. O novo parque eólico tem capacidade total instalada de 90 MW. “Na Bahia, onde o parque eólico Cristalândia está localizado, gerenciamos cerca de 1.3 GW de capacidade renovável tanto em operação quanto em construção, impulsionados pela grande riqueza do Estado em fontes limpas de energia. Por todo o Brasil, estamos nos esforçando para apoiar a economia de maneira responsável, contribuindo para a diversificação do mix de energia por meio de fontes renováveis e implementando iniciativas sustentáveis visando a criação de valor compartilhado localmente”. O parque eólico é capaz de gerar cerca de 350 GWh por ano, o suficiente para atender às necessidades anuais de consumo de energia de mais de 170 mil lares brasileiros, evitando a emissão de aproximadamente 118 mil toneladas de CO2 na atmosfera. Na Bahia, a EGPB opera atualmente um total de 711 MW de capacidade solar e eólica e está construindo mais 600 MW de projetos utilizando estas duas tecnologias renováveis. No Brasil, o Grupo Enel, através de suas subsidiárias EGPB e Enel Brasil, tem uma capacidade instalada total em renováveis de 1.659 MW, dos quais 490 MW de energia eólica, 279 MW de energia solar e 890 MW de energia hidrelétrica, bem como cerca de 900 MW de capacidade atualmente em construção, dos quais 352 MW eólicos e 541 MW solares.

31 de julho, 2017
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ENERGIA SOLAR
Enel investe US$ 300 milhões em usina

Através da subsidiária Enel Green Power Brasil Participações Ltda (EGPB), a Enel S.p.A iniciou a construção de uma usina de energia solar com capacidade de 292 MW em Nova Olinda. "O início da construção de Nova Olinda é um outro passo adiante para o nosso grupo no Brasil, confirmando a nossa liderança no mercado de energia solar no País ", afirmou Carlo Zorzoli, Country Manager da Enel para o Brasil. Nova Olinda, que é de propriedade de quatro veículos de propósito específico (SPEs) mantidos pela EGPB, está localizada em Ribeira do Piauí, no estado do Piauí. Quando estiver concluída, a planta irá ocupar área de 690 hectares e será capaz de gerar mais de 600 GWh por ano, o suficiente para atender ao consumo de energia anual de cerca de 300 mil lares brasileiros,além de evitar a emissão de cerca de 350 mil toneladas de CO 2 para a atmosfera. Nova Olinda será construída em uma área com altos níveis de radiação solar e contribuirá significativamente para atender à crescente demanda de energia do País. Os investimentos em Nova Olinda serão da ordem de US$ 300 milhões e estão previstos no plano estratégico atual da empresa. O projeto, que é financiado por meio de recursos próprios do Grupo Enel, deverá entrar em operação no segundo semestre de 2017. A usina de energia solar será apoiada por um contrato de compra de energia ( Power Purchase Agreement, - PPA sigla em inglês) de 20 anos, que prevê a venda da energia gerada pela usina para a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). A EGPB tem atualmente capacidade instalada total de 546 MW, dos quais 401 MW são de energia eólica, 12 MW de energia solar fotovoltaica e 133 MW de energia hídrica. Além disso, a empresa tem 442 MW de projetos de energia eólica, 102 MW de hidrelétrica e 807 MW de energia solar atualmente em execução.

12 de julho, 2016
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ENERGIA EÓLICA
Enel investe US$ 190 milhões em Cristalândia

A Enel Green Power Brasil Participações Ltda. , subsidiária do Grupo Enel, iniciou a construção do Parque Eólico de Cristalândia, localizado nos municípios de Brumado, Rio de Contas e Dom Basílio, Bahia. Serão investidos cerca de US$ 190 milhões na unidade, que terá capacidade instalada para gerar 90MW. A expectativa é que a planta entre em operação no 2º semestre de 2017. Quando o novo parque eólico estiver concluído, Cristalândia será capaz de gerar mais de 350 GWh por ano, o suficiente para satisfazer as necessidades de consumo anuais de mais de 170 mil domicílios brasileiros, evitando a emissão de cerca de 118 mil toneladas de CO 2 para a atmosfera. A planta foi concedida à subsidiária brasileira por meio do leilão público de energia renovável (LFA - Leilão de Fontes Alternativas), em abril de 2015. O projeto é apoiado por acordos de compra de energia de 20 anos com um pool de distribuidoras de energia elétrica do Brasil. Cristalândia é o sexto parque eólico do Grupo Enel na Bahia, um estado onde a empresa renovável brasileira do Grupo, a EGPB, já opera 264 MW de capacidade de energia eólica e está atualmente construindo o projeto eólico Delfina de 180 MW, a instalação solar fotovoltaica Ituverava com 254 MW, que é a maior usina de energia solar da Enel atualmente em construção, e o parque solar Lapa de 158 MW. A empresa conquistou mais 172 MW de capacidade eólica e 103 MW de capacidade fotovoltaica na Bahia, por meio de leilões públicos.

20 de abril, 2016
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ENERGIA SOLAR
EGP constrói nova usina na Bahia

A Enel Green Power (EGP) iniciou a construção de nova usina de energia solar no município de Ituverava, Bahia, com capacidade prevista de 254 MW. Com a construção de Ituverava, a Enel Green Power confirma o seu desejo de desempenhar um papel de liderança no setor de energia solar", disse Francesco Venturini, CEO da EGP. Serão investidos US$ 400 milhões na construção de Ituverava, seguindo as metas de crescimento da empresa estabelecidas no seu plano de negócios atual e financiadas com fontes próprias do Grupo Enel Green Power. O projeto de energia solar será apoiado por um acordo de compra de energia (PPA, sigla em inglês para Power Purchase Agreement) de 20 anos com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). A nova planta de energia solar, que é de propriedade de três veículos para fins especiais mantidos pela Enel Green Power Brasil Participações Ltda., está prevista para ser concluída e entrar em operação no final de 2017. A nova usina poderá atingir capacidade de geração de mais de 550 GWh por ano, o suficiente para atender à demanda de consumo de energia anual de mais de 268 mil domicílios brasileiros, evitando a emissão de mais de 185 mil toneladas de CO 2 por ano. No Brasil, a EGP tem atualmente uma capacidade instalada total de 418 MW, dos quais 93 MW são provenientes de hidrelétricas, 313 MW de energia eólica e 12 MW de energia solar, com 444 MW de projetos em construção.

5 de janeiro, 2016
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ENERGIA EÓLICA
Brasil atinge 7GW de capacidade instalada

Com a instalação de três parques eólicos no Rio Grande do Norte, o Brasil atingiu a marca de 7GW e a fonte eólica passa a ter participação de 5% na matriz energética nacional. Atualmente, o Brasil possui 281 parques eólicos, distribuídos por 11 estados. Em índices sustentáveis, essa capacidade representa mais de 100 mil empregos gerados, 12 milhões de residências abastecidas mensalmente e 12 milhões de toneladas de CO2 evitadas. Para a Presidente-executiva da ABEEólica, Elbia Silva Gannoum, a marca alcançada traduz o crescimento virtuoso e a consolidação da indústria eólica brasileira. “Trata-se de mais energia para o País, uma geração limpa, competitiva e sustentável compondo a matriz elétrica brasileira com uma fonte renovável complementar. Os benefícios proporcionados pela fonte eólica têm sido mais expressivos a cada dia, tendo promovido ganhos para todo o sistema elétrico brasileiro, desde a otimização da operação até a sua redução de custos”. Elbia diz ainda que “as eólicas têm papel representativo na expansão do parque gerador. Somente em 2014 a energia dos ventos teve geração total de 12 TWh e representou um beneficio liquido para o sistema de mais de R$ 5 bilhões, evitando o alto custo do despacho térmico”. Os níveis de geração de energia continuam quebrando novos recordes em 2015. No dia 30 de julho, por exemplo, o Brasil atingiu a marca de 3.269 MW de geração eólica no Subsistema Nordeste, representando 33% da carga deste subsistema com fator de capacidade de 76%. Segundo as perspectivas do Governo, o setor eólico deve atingir cerca de 23 GW de potência instalada em 2023, e as previsões do setor indicam um crescimento ainda maior, que alcança 27 GW. “Os desafios envolvendo a logística de transportes, a transmissão e as condições de financiamento não devem impedir a continuidade da trajetória excepcional da indústria de energia” avalia a executiva.

12 de agosto, 2015
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ENERGIA EÓLICA
Comemorado Dia Mundial do Vento

Hoje, dia 15 de junho, é celebrado o Dia Mundial do Vento ou Global Wind Day. Criada em 2010, a data tem como objetivo informar à população sobre a importância de desenvolver uma matriz elétrica com participação das energias renováveis complementares, em especial a fonte eólica. O Global Wind Energy Council - GWEC em parceria com a European Wind Energy Association - EWEA organizam ações ao redor do mundo para comemorar esta data. Para comemorar a data no Brasil a ABEEólica realizou uma campanha a fim de divulgar o dia. Milhares de pessoas em todo mundo estão envolvidas com a produção de energia a partir dos ventos, mas para muitos essa fonte de energia ainda é um mistério. A ABEEólica decidiu expor, em pontos estratégicos da cidade de São Paulo, um anúncio comemorando a data e informando a população sobre os benefícios da fonte eólica. Nesta campanha foram disponibilizados dados socioambientais, como a geração de 100 mil postos de trabalho, o abastecimento de 12 milhões de residências, e a emissão de 12 milhões de toneladas de CO2 evitadas. “A campanha da ABEEólica para o Dia Mundial do Vento tem como objetivo divulgar os benefícios e princípios da energia eólica, que tem a força dos ventos como fator fundamental para a geração de energia limpa, renovável e competitiva” afirma Elbia Gannoum, Presidente-Executiva da ABEEólica. O setor eólico brasileiro comemora o ano de 2014. Foi gerado recorde de 2.155 MW médios em outubro, o que respondeu por 20% da demanda no Nordeste. No dia 11 de junho deste ano foi registrado mais um recorde de geração eólica no Subsistema Nordeste, atingindo 2.779 MW, o que representa 27% da carga deste Subsistema com um fator de capacidade de 71%. Os parques eólicps brasileiros estão com capacidades 10% acima dos melhores indicadores que se conhece na Europa e que se situam entre 28% e 31%. “Terminamos o ano de 2014 com 238 parques e 5,9 GW em capacidade instalada. O Brasil mostra que é definitivamente um País atrativo para investimentos em energia eólica. No ano passado essa capacidade nos colocou entre os 10 maiores países em termos de usinas, o 4º maior em termos de investimentos e o 2º em atratividade, perdendo apenas para a China”, informou Elbia. Reforçando o efeito da complementariedade entre as fontes, a executiva afirma, “A fonte eólica mostra que é altamente complementar às hidrelétricas”, e lembrou ainda que a geração pela força dos ventos devolveu R$ 3,5 bilhões aos consumidores por meio da Coner, a conta de energia de reserva. O planejamento para este ano é que o setor encerre com 9,6 GW de capacidade instalada. Caso seja confirmada essa previsão, o Brasil avançará para um patamar entre 4º e 5º maior entre os países do mundo que possuem geração eólica. Esse volume vem associado à ampliação da cadeia de produção nacional que foi exigida e atendida pelas regras do BNDES, que é a principal fonte de recursos para a continuidade desses investimentos no longo prazo, e cujas regras de conteúdo nacional estarão totalmente implementadas em junho de 2016. Em 2014, o Brasil recebeu R$ 18 bilhões em investimentos em energia eólica, e grande parte desses aportes foi financiado pelo BNDES.

15 de junho, 2015