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TECNOLOGIA

Enfil desenvolve projetos de reuso da água em diversos municípios

Enfil desenvolve projetos de reuso da água em diversos municípios

Os projetos utilizam tecnologias avançadas como clarificação, sistema de filtração em carvão ativado, eletrodiálise reversa e sistema de desmineralização por troca iônica

A Enfil tem desenvolvido projetos de reuso de água como, por exemplo, para a Petrobras, utilizando tecnologias avançadas como clarificação, sistema de filtração em carvão ativado, eletrodiálise reversa e sistema de desmineralização por troca iônica. A empresa construiu também a Estação de Tratamento de Esgotos (ETE) Boa Vista, em Campinas (SP), para a Sanasa, com destaque para o uso do processo MBR e sistema de ultrafiltração por membranas submersas de fibra oca, com capacidade para tratar 180 l/s.

O projeto inclui também a execução da travessia de interceptor de esgoto nas Rodovias Anhanguera/Bandeirantes. Esse tipo de iniciativa promove o reuso da água, conservando recursos hídricos, melhorando a qualidade de vida e demonstrando compromisso com a sustentabilidade e desenvolvimento consciente.

A Enfil também executa a obra de ampliação da Estação de Tratamento de Água (ETA) Rio Grande, em São Bernardo do Campo, que visa aumentar a capacidade de tratamento para 6,5 m³/s, beneficiando diretamente a população local e permitindo que a ETA atenda uma população ainda maior com água tratada e segura para consumo (pelo menos 3 milhões de pessoas).

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ABASTECIMENTO
Enfil vence licitação da Caesb

A Enfil S/A. Controle Ambiental venceu licitação promovida pela Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) para projetar e montar sistema de captação e tratamento de água emergencial no Lago Paranoá (DF). “O projeto vai utilizar o sistema de ultrafiltração por membranas, que permite muito maior velocidade na implantação, com o uso de skids (kits), e vem tendo uso crescente no mundo, pela rapidez na instalação e por possibilitar a obtenção de água com as melhores características de potabilidade”, explica Franco Tarabini Jr, sócio diretor da empresa. O contrato tem valor de R$ 42 milhões (15% abaixo do preço teto) com prazo de instalação de oito meses. No Brasil essa tecnologia só foi utilizada pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) em 2014 – no auge da crise hídrica - que obrigou a uma redução no fornecimento. A situação brasiliense é similar à enfrentada por São Paulo, por causa da forte seca e falta de recursos hídricos. A Caesb teve que lançar mão de uma reserva valiosa, o Lago Paranoá. Para enfrentar o problema em curto prazo, a montagem da unidade de ultrafiltração é a única alternativa para ter o sistema em funcionamento. O fornecedor das membranas é a Dow Química, que não mediu esforços em conjunto com a Enfil para ter todos os skids no Brasil em tempo hábil para montagem dentro do cronograma exigido pela Caesb. Em 2014 a Enfil fechou seu primeiro contrato de ultrafiltração com a Sabesp para um sistema em Bertioga, em operação desde 2015. Atualmente a empresa tem em andamento contratos de saneamento com a Sanepar (PR), e a prefeitura de Pelotas (RS), para projeto e construção de instalações convencionais de tratamento de esgoto e de água, respectivamente, que estão em andamento.

15 de maio, 2017
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SANEAMENTO
A estratégia da Enfil para o setor

Há dois anos a Enfil, empresa com mais de 20 anos de mercado, especializada em soluções tecnológicas ambientais para ar, água (indústria e cidades) e solo, elegeu o setor de saneamento (tratamento de água e efluentes) como uma de suas prioridades, juntamente com os segmentos de gestão de resíduos e de áreas contaminadas. Franco Castellani Tarabini Jr., sócio-diretor da empresa, conta que a decisão se deu depois da empresa passar por um momento muito difícil em 2015 por conta de dois contratos que acabaram drenando significativamente seu caixa (no caso, os projetos de montagem realizados para as empresas OSX e o Complexo de Suape, da Petrobras, que não foram pagos). “Naquele momento optamos por não mais fazer montagem de obras civis para terceiros, apenas dando continuidade às obras de tratamento de água e efluentes, de tratamento de ar, com tecnologia própria, tudo para diminuir o risco. Resolvemos focar no ‘nosso negócio’. Vimos que não havia espaço para oferecermos o pacote inteiro”, relata Tarabini. Em 2014, a Enfil teve seu melhor ano de vendas, com faturamento de R$ 485 milhões, o que a ajudou a superar a crise. Em 2015, as vendas somaram apenas R$ 110 milhões, um quarto do faturamento do exercício anterior, isso sem perder muitos negócios – “foi um ano dramático”, conta o empresário. Em 2016, a conta deve fechar em R$ 180 milhões. Ainda assim, apesar de toda a situação vivida em 2015, a Enfil não deixou de entregar as obras, chegando inclusive a assumir impostos no lugar de seus clientes. Mas, com os últimos “soluços”, o lema da empresa que era o cronograma físico-financeiro, hoje é financeiro-físico. Dos R$ 180 milhões informados em 2016, R$ 120 milhões vieram do setor de saneamento, R$ 40 milhões da gestão de resíduos, R$ 20 milhões de papel e celulose e mais alguma coisa de petróleo e gás. Para 2017, a previsão da Enfil não foge muito desse valor, mas vai depender do mercado. As apostas continuam em saneamento (em valor), no setor de siderurgia (bons projetos) e na gestão de resíduos e papel e celulose. Cerca de R$ 250 milhões vão passar pelo caixa da empresa (faturados), acredita Tarabini. “Mas nossa principal aposta é o setor de saneamento, onde montamos uma equipe forte. Em nossa avaliação, é um mercado infinito, o que é bom e ruim. E pegamos o jeito de fazer – ao invés de ficar embaixo de grandes construtoras, vamos competir. Essa é a nossa estratégia”, indica Tarabini. Seguindo a nova diretriz, a Enfil entregou recentemente a expansão do tratamento de esgotos da Sanepar, uma ETE com capacidade para 2 m³/s. Nesse contrato, a empresa foi responsável pela construção, montagem e entrega de equipamentos – ou seja, o pacote completo. Outro projeto em curso é a ETE de Capivari, da Sanasa, em Campinas (SP), que deverá estar pronta até o fim de 2017 – com essa estação, a cidade deve atingir a marca de 100% de efluentes tratados. Na parte de água, a Enfil está construindo a Estação de Tratamento de Água de Pelotas, projeto que envolve as etapas de captação, condução, a própria estação e distribuição até um reservatório localizado em frente à Santa Casa de Pelotas. Um pouco atrasada, a obra deverá estar concluída até o fim de 2017 e um dos problemas que acabou influenciando no prazo de execução do projeto foram os diversos sítios arqueológicos encontrados da região. Para a Companhia de Saneamento do Distrito Federal a Enfil está fazendo a parte de condução da água potável para reservação e, em breve, deverá assinar o contrato para executar o tratamento de água da ETA Paranoá, com capacidade para 2,1 m³/s. “Com isso temos conseguido garantir nossa presença e competitividade no mercado”, salienta Tarabini, destacando ainda as parcerias firmadas com empresas como Augusto Veloso e Ônix, ambas com grande experiência no setor, como forma de reduzir riscos e levar para o segmento público a forte capacidade de gerenciamento conquistada pela Enfil na esfera industrial. No momento, a Enfil não pensa em atuar no setor através de PPP (Parceria Público-Privada) – “estamos descapitalizados”, explica o empresário, ressaltando a possibilidade de atuarem como “epecistas”, numa parcela minoritária para poder operar a planta. A modalidade BOT também não está no horizonte da empresa, “a não ser associado com um grupo que queira uma empresa de tecnologia como de fato somos e com capacidade de fazer crescer”, sinaliza o sócio-diretor da empresa. Mas como para toda regra há uma exceção, a Enfil considera participar de PPPs de projetos específicos, “que apresentem tecnologia diferenciada”, como a geração de energia a partir do lodo – “estamos considerando essa proposta, mas ainda falta fechar a equação”, diz Tarabini, ressaltando que existem muitas empresas interessadas nessa concorrência da Sabesp, mas que poucas dominam de fato a tecnologia. No início deste ano a Enfil implementou em sua estrutura um Conselho Administrativo com o objetivo de trazer uma nova visão sobre a gestão de empreendimentos. Além de excluir as obras civis de montagem que não são ambientais, a empresa optou por atuar mais fortemente em saneamento e na gestão de resíduos. O próximo passo será a operação e manutenção de Estações de Tratamento de Água e Efluentes, o que não significa entrar no Capex. Tarabini reforça que muitas prefeituras pequenas (até 50 mil habitantes) não conseguem o máximo rendimento de suas instalações por falta de conhecimento técnico. “Estamos nos estruturando para atuar nessa área, diretamente ou através de parceiros”, já considerando o pacote de medidas que o Governo Federal está estudando para a manutenção e operação “terceirizada” dessas estações. “Um levantamento feito em todas as plantas mostra o gasto de cada estação. É uma otimização que pode ser feita inclusive na área industrial. Muitas ETAs e ETEs são operadas sem qualquer critério. Quando se conhece a tecnologia e tem-se expertise no processo de tratamento, é possível tirar leite de pedra”, esclarece o executivo, informando ainda que para melhor aproveitar essas oportunidades, a Enfil está firmando um consórcio com uma empresa que, até o fim do ano, já deverá estar atendendo três municípios. Mercado industrial Desde a sua fundação, em 1994, a Enfil atua na área da indústria de base – com foco especialmente nos setores de mineração, metalurgia, siderurgia, papel e celulose, óleo e gás e energia, segmentos cuja demanda está concentrada nas áreas de tratamento de ar, água e resíduos. Embora o setor siderúrgico esteja atualmente numa situação deficitária, Tarabini relata que a Enfil tem atuado em alguns projetos, com volumes que variam entre R$ 30 milhões e R$ 40 milhões, e que continua apostando nesse mercado. Em energia, há uma termoelétrica no Sergipe que necessita de tratamento de água e outra em Pernambuco, que também necessita de um sistema de despoeiramento. Em papel e celulose, existem dois projetos no mercado, prestes a serem aprovados. “São áreas onde temos condição de fazer negócios”, sinaliza Tarabini. Quanto à gestão de resíduos, Tarabini lembra que há quatro anos, quando a Enfil começou a atual na área, o foco da empresa era o mercado imobiliário – “toda vez que se vende um terreno industrial, na transferência o vendedor ou o comprador tem que fazer a remediação da área. Isso nos trouxe um volume de negócios bem interessante”. Na sequência, outros segmentos viraram clientes desse setor: o siderúrgico, óleo e gás e refinarias. Atualmente, depois do acidente da Samarco, o setor de mineração é outro cliente potencial. Já a parte de waste-to-energy está difícil de emplacar, pois faltam garantias por parte do poder público. De acordo com Tarabini, o BNDES sinalizou com a criação de uma linha especifica, mas o problema não está somente no financiamento. Alguns fatores que tem impedido esse avanço é o baixo custo dos aterros no Brasil quando comparados à média mundial. E uma planta de waste-to-energy só se torna viável economicamente em cidades acima de 500 mil habitantes. É uma tecnologia cara que só é adotada quando não há outra escolha de disposição final. Mas, sem dúvida, é uma importante alternativa dentro de um leque de soluções conjuntas para tratar de forma ambientalmente os resíduos urbanos.

10 de fevereiro, 2017
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CENTROPROJEKT
ETA com membranas para a Sabesp

No dia 20 de julho a Sabesp inaugurou a nova unidade de produção de água com o uso de membranas da Estação de Tratamento de Água do Alto da Boa Vista (ETA ABV). Ligada ao Sistema Guarapiranga, o segundo módulo de membranas acrescenta à capacidade da estação mais 1.000 litros por segundo de água tratada, volume suficiente para atender cerca de 400 mil pessoas. O evento de inauguração contou com as presenças do Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, do secretário de Saneamento e Recursos Hídricos do Estado de São Paulo, Benedito Braga, do presidente da Sabesp, Jerson Kelman e de Paulo Massato, diretor da concessionária, além de demais convidados. A Sabesp explica que a obra faz parte do pacote de intervenções essenciais para o enfrentamento da crise hídrica, que já conta com a captação do rio Guaió concluída (mais 1 m³/s) e com a obra em construção da ligação Rio Grande-Alto Tietê (4 m³/s), com cerca de 50% da extensão completa. Em comunicado, a companhia de saneamento de São Paulo informa que o novo aumento de produção de água tratada ajuda a reduzir a retirada do Sistema Cantareira, permitindo ao Guarapiranga avançar em novas áreas, principalmente na região da avenida Paulista. A instalação de membranas ultrafiltrantes é uma tecnologia de ponta já empregada em países como Estados Unidos, Israel e Cingapura e já vinha sendo adotada pela Sabesp na própria ETA ABV e na ETA Rio Grande, onde produz 500 litros de água potável por segundo, além do Aquapolo, onde é usada para gerar água de reuso com alto valr de refinamento. A Centroprojekt do Brasil (CTP) foi quem desenvolveu o projeto para implantar a tecnologia de membranas de ultrafiltração na ETA ABV. A empresa também foi responsável pelos equipamentos e materiais de fornecimento civil, start-up e pré-operação durante seis meses. De acordo com Valdir Folgosi, diretor Técnico da CTP, entre as maiores vantagens da tecnologia de ultrafiltração estão a qualidade superior da água tratada, além da economia de espaço físico e da velocidade de implantação. O uso de membranas tem ainda uma série de ganhos adicionais: o tratamento da água, que levaria pelo menos duas horas, em média, numa estação convencional, é realizado num período de 20 e 30 minutos, com funcionamento automatizado e utilização muito menor de produtos químicos na opção pela ultrafiltração. Folgosi recorda que quando a CTP ganhou a licitação do projeto, em 2013, a atual crise hídrica não havia ainda se “instalado”. O primeiro módulo para tratamento de 1 m³/seg de água potável através de ultrafiltração foi entregue pela CTP à Sabesp num prazo de 210 dias. A segunda etapa, de mais 1 m³/seg, que acabou de ser inaugurada, bateu outro recorde de execução – apenas 180 dias para conseguir atender o prazo de emergência solicitado pela concessionária estadual. “Trata-se de uma planta compacta, de qualidade superior a uma estação de tratamento convencional, que não tem muito consumo de produtos químicos. Um projeto inovador, motivo de grande orgulho para a engenharia brasileira”, salienta Folgosi. O primeiro m³ de tratamento por UF está operando desde janeiro deste ano. O investimento da primeira fase foi de R$ 51,5 milhões e na segunda fase foram aplicados mais R$ 42 milhões, totalizando assim recursos da ordem de pouco mais de R$ 93 milhões. Folgosi ressalta que a unidade de ultrafiltração da ETA ABV é a maior das Américas com essa tecnologia – “até o México não existe planta maior que essa. Embora seja um processo físico de membranas, existe toda uma lógica de controle, uma integração de atividades, que demanda cuidados”, reforça, voltando a pontuar que entre a ampliação de uma estação convencional e a implantação de um aumento de produção visando a tecnologia de ultrafiltração por membrana, o espaço foi uma das vantagens e o prazo de entrega em tempo recorde outra. As membranas, fabricadas pela Koch, são importadas. Tecnologia mais acessível Ana Maria Kairalla, química responsável pela ETA ABV, recorda que há 10 anos, quando tomaram conhecimento da tecnologia de ultrafiltração por membranas, a introdução de fato no mercado era uma coisa muito cara para um país como o Brasil, quase impraticável. Ainda assim, o interesse por mais uma opção de tratamento fez com que a companhia fosse se aproximando da nova alternativa. Desde que começou a prospectar a possibilidade até a implantação atual, Ana Maria acredita que o custo tenha se reduzido em média 50%. “Nesse período as tecnologias evoluíram e as necessidades por novas alternativas de tratamento aumentaram. Hoje o cenário de escassez de água é bastante importante e na Região Metropolitana de São Paulo a Sabesp já opera duas estações com membranas de ultrafiltração para tratamento de água – a ABV e Rio Grande. Existem outras na área denominada ‘interior’, inclusive uma para tratamento de esgoto em Campos do Jordão”, comenta a química. A ETA ABV é a segunda maior da RMSP, fica numa região central e trata a água de um manancial especialmente “complicado” em termos de ocupação marginal. A ETA ABV recebe água do Guarapiranga e atualmente abastece regiões que antes eram atendidas pelo Cantareira, como a avenida Paulista e os bairros de Pinheiros e Cambuci. Oficialmente, a estação abastece 3,8 milhões de pessoas e com a ampliação do novo processo, esse número sobe para algo em torno de 5 milhões de pessoas. Tanto a ETA ABV quanto a Rio Grande foram construídas nos idos de 1958 e associam o tratamento convencional ao método de ultrafiltração. Está nos planos da Sabesp a utilização de UF em outras estações. Mas a ampliação da produção está, é claro, sempre condicionada à obtenção de água bruta. Enquanto o tratamento convencional é mais químico, mais laboratorial, na tecnologia por membranas o processo se torna mais físico, de pressão e vácuo, além de ser totalmente automatizado. Isso muda o conceito de operação. E, por se tratar de um aspecto novo, demanda treinamento de pessoal, explica Folgosi. Neste momento, a nova unidade encontra-se em etapa de operação assistida, passando na sequência a ser operada pela Sabesp.

6 de agosto, 2015
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ENFIL
Faturamento é de R$ 290 milhões em 2014

A Enfil Controle Ambiental, empresa brasileira de soluções ambientais, registrou faturamento consolidado de R$ 290 milhões em 2014. “Mais importante do que a receita é a nossa carteira de pedidos, que assegura faturamento similar para este e o próximo ano, apesar da difícil situação do mercado. Acreditamos que esta perspectiva reflete a confiança na qualidade do trabalho que vimos executando há 20 anos”, diz Franco Tarabini Jr, sócio diretor da Enfil. Para os próximos anos, a Enfil projeta boas oportunidades em diversos segmentos, como papel & celulose, saneamento público, siderurgia, remediação de áreas contaminadas e óleo e gás. Na área de saneamento público, a Enfil prevê novas instalações de ultrafiltração, que são mais rápidas de construir, mais eficientes e ocupam menos espaço. A empresa instalou em 2014 sua primeira unidade de ultrafiltração em Bertioga (SP) para a Sabesp, visando fornecer água potável para consumo humano. O uso deste processo está apenas começando no Brasil, embora amplamente utilizado em países como Estados Unidos, Austrália, Canadá, Espanha, China, etc. “Identificamos também, no início de 2015 a oportunidade de transformar a SPE Central de Utilidades Rio, destinada originalmente à OSX, para atendimento também ao mercado de “água produzida” no mercado offshore, onde há grande demanda e para tratamento de água potável para as instalações offshore”, adiciona Tarabini Jr. Para a transformação da Central de Utilidades são necessários investimentos complementares para os quais a empresa está buscando um investidor estratégico ou financeiro por intermédio do banco Fator. A Enfil avalia também oportunidades de negócios na América do Sul onde já realizou projetos no Chile, Argentina e Peru.

19 de maio, 2015