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TECNOLOGIA

Enfil entrega novos sistemas de ultrafiltração submersa

Enfil entrega novos sistemas de ultrafiltração submersa

Sistema é usado no tratamento de efluentes, tratando águas residuais industriais e domésticas para reduzir poluentes e possibilitar o reuso ou descarte seguro no meio ambiente

A Enfil entregou a tecnologia de ultrafiltração submersa para o tratamento de água e efluentes, com membranas de ultrafiltração submersas para ser empregada em grandes plantas, como REDUC, para o tratamento dos rejeitos da refinaria; e Sanasa, na Estação de Tratamento de Esgotos (ETE) Sanitários, utilizando o processo MBR (Membrane BioReactor), com a instalação de um Sistema de Ultrafiltração por Membranas Submersas de Fibra Oca com capacidade de 180 ℓ/s.

Os sistemas de ultrafiltração submersa podem ser aplicados em diversas circunstâncias, como no tratamento de água potável, removendo patógenos e turbidez da água para torná-la segura para consumo humano; no tratamento de efluentes, tratando águas residuais industriais e domésticas para reduzir poluentes e possibilitar o reuso ou descarte seguro no meio ambiente; ou ainda como um passo preliminar para remover partículas maiores antes de processos de osmose reversa. Esse tipo de tratamento de águas e efluentes oferece inúmeras vantagens, como Eficiência na Filtração: Capacidade de remover partículas muito pequenas, incluindo vírus e bactérias; Espaço Físico: Sistemas de ultrafiltração submersa tendem a ocupar menos espaço em comparação com métodos de filtração convencionais; Qualidade Consistente: Produz água de alta qualidade, mesmo com variações na qualidade da água de entrada, desde que haja um pré-tratamento.


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RESÍDUOS SÓLIDOS
Enfil traz tratamento térmico para o Brasil

A Enfil Controle Ambiental trouxe para o mercado brasileiro o sistema de tratamento térmico de resíduos sólidos, algo já muito utilizado na Europa. A incineração continua como parte do sistema, mas a principal novidade é a não emissão de gases tóxicos produzidos na combustão. A empresa explica que o calor decorrente da combustão do resíduo sólido urbano aquece um sistema de água desmineralizada. O vapor produzido alimenta turbinas responsáveis pela conversão de energia térmica em elétrica, que é repassada para a rede pública. “A incineração em si é capaz de reduzir o volume de resíduos em cerca de 90%, diminuindo drasticamente o total que chega aos lixões”, diz Diego Tarabini, Gerente de Desenvolvimento da Enfil. O profissional acrescenta ainda que o material residual poderia passar por um processo de triagem para separação de materiais recicláveis. “O tratamento térmico oferece uma maneira segura e comprovada para reduzir as quantidades de resíduos, atendendo às questões ambientais”. O sistema também trata os gases provenientes da incineração. Desta forma, o material particulado, NOx, SOx, dioxinas e furanos, mercúrio e outros componentes nocivos à saúde e ao meio ambiente são eliminados. O equipamento utilizado pela Enfil é fabricado pela alemã Steinmüller Babcock Environment, famosa no mercado internacional por suas soluções ecologicamente corretas. “A tecnologia que trouxemos ao Brasil é comprovadamente eficiente. O sistema de queima em grelha é utilizado há mais de 50 anos em dezenas de países da Europa”, diz Tarabini.

29 de agosto, 2017
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ABASTECIMENTO
Enfil vence licitação da Caesb

A Enfil S/A. Controle Ambiental venceu licitação promovida pela Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) para projetar e montar sistema de captação e tratamento de água emergencial no Lago Paranoá (DF). “O projeto vai utilizar o sistema de ultrafiltração por membranas, que permite muito maior velocidade na implantação, com o uso de skids (kits), e vem tendo uso crescente no mundo, pela rapidez na instalação e por possibilitar a obtenção de água com as melhores características de potabilidade”, explica Franco Tarabini Jr, sócio diretor da empresa. O contrato tem valor de R$ 42 milhões (15% abaixo do preço teto) com prazo de instalação de oito meses. No Brasil essa tecnologia só foi utilizada pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) em 2014 – no auge da crise hídrica - que obrigou a uma redução no fornecimento. A situação brasiliense é similar à enfrentada por São Paulo, por causa da forte seca e falta de recursos hídricos. A Caesb teve que lançar mão de uma reserva valiosa, o Lago Paranoá. Para enfrentar o problema em curto prazo, a montagem da unidade de ultrafiltração é a única alternativa para ter o sistema em funcionamento. O fornecedor das membranas é a Dow Química, que não mediu esforços em conjunto com a Enfil para ter todos os skids no Brasil em tempo hábil para montagem dentro do cronograma exigido pela Caesb. Em 2014 a Enfil fechou seu primeiro contrato de ultrafiltração com a Sabesp para um sistema em Bertioga, em operação desde 2015. Atualmente a empresa tem em andamento contratos de saneamento com a Sanepar (PR), e a prefeitura de Pelotas (RS), para projeto e construção de instalações convencionais de tratamento de esgoto e de água, respectivamente, que estão em andamento.

15 de maio, 2017
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CENTROPROJEKT
ETA com membranas para a Sabesp

No dia 20 de julho a Sabesp inaugurou a nova unidade de produção de água com o uso de membranas da Estação de Tratamento de Água do Alto da Boa Vista (ETA ABV). Ligada ao Sistema Guarapiranga, o segundo módulo de membranas acrescenta à capacidade da estação mais 1.000 litros por segundo de água tratada, volume suficiente para atender cerca de 400 mil pessoas. O evento de inauguração contou com as presenças do Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, do secretário de Saneamento e Recursos Hídricos do Estado de São Paulo, Benedito Braga, do presidente da Sabesp, Jerson Kelman e de Paulo Massato, diretor da concessionária, além de demais convidados. A Sabesp explica que a obra faz parte do pacote de intervenções essenciais para o enfrentamento da crise hídrica, que já conta com a captação do rio Guaió concluída (mais 1 m³/s) e com a obra em construção da ligação Rio Grande-Alto Tietê (4 m³/s), com cerca de 50% da extensão completa. Em comunicado, a companhia de saneamento de São Paulo informa que o novo aumento de produção de água tratada ajuda a reduzir a retirada do Sistema Cantareira, permitindo ao Guarapiranga avançar em novas áreas, principalmente na região da avenida Paulista. A instalação de membranas ultrafiltrantes é uma tecnologia de ponta já empregada em países como Estados Unidos, Israel e Cingapura e já vinha sendo adotada pela Sabesp na própria ETA ABV e na ETA Rio Grande, onde produz 500 litros de água potável por segundo, além do Aquapolo, onde é usada para gerar água de reuso com alto valr de refinamento. A Centroprojekt do Brasil (CTP) foi quem desenvolveu o projeto para implantar a tecnologia de membranas de ultrafiltração na ETA ABV. A empresa também foi responsável pelos equipamentos e materiais de fornecimento civil, start-up e pré-operação durante seis meses. De acordo com Valdir Folgosi, diretor Técnico da CTP, entre as maiores vantagens da tecnologia de ultrafiltração estão a qualidade superior da água tratada, além da economia de espaço físico e da velocidade de implantação. O uso de membranas tem ainda uma série de ganhos adicionais: o tratamento da água, que levaria pelo menos duas horas, em média, numa estação convencional, é realizado num período de 20 e 30 minutos, com funcionamento automatizado e utilização muito menor de produtos químicos na opção pela ultrafiltração. Folgosi recorda que quando a CTP ganhou a licitação do projeto, em 2013, a atual crise hídrica não havia ainda se “instalado”. O primeiro módulo para tratamento de 1 m³/seg de água potável através de ultrafiltração foi entregue pela CTP à Sabesp num prazo de 210 dias. A segunda etapa, de mais 1 m³/seg, que acabou de ser inaugurada, bateu outro recorde de execução – apenas 180 dias para conseguir atender o prazo de emergência solicitado pela concessionária estadual. “Trata-se de uma planta compacta, de qualidade superior a uma estação de tratamento convencional, que não tem muito consumo de produtos químicos. Um projeto inovador, motivo de grande orgulho para a engenharia brasileira”, salienta Folgosi. O primeiro m³ de tratamento por UF está operando desde janeiro deste ano. O investimento da primeira fase foi de R$ 51,5 milhões e na segunda fase foram aplicados mais R$ 42 milhões, totalizando assim recursos da ordem de pouco mais de R$ 93 milhões. Folgosi ressalta que a unidade de ultrafiltração da ETA ABV é a maior das Américas com essa tecnologia – “até o México não existe planta maior que essa. Embora seja um processo físico de membranas, existe toda uma lógica de controle, uma integração de atividades, que demanda cuidados”, reforça, voltando a pontuar que entre a ampliação de uma estação convencional e a implantação de um aumento de produção visando a tecnologia de ultrafiltração por membrana, o espaço foi uma das vantagens e o prazo de entrega em tempo recorde outra. As membranas, fabricadas pela Koch, são importadas. Tecnologia mais acessível Ana Maria Kairalla, química responsável pela ETA ABV, recorda que há 10 anos, quando tomaram conhecimento da tecnologia de ultrafiltração por membranas, a introdução de fato no mercado era uma coisa muito cara para um país como o Brasil, quase impraticável. Ainda assim, o interesse por mais uma opção de tratamento fez com que a companhia fosse se aproximando da nova alternativa. Desde que começou a prospectar a possibilidade até a implantação atual, Ana Maria acredita que o custo tenha se reduzido em média 50%. “Nesse período as tecnologias evoluíram e as necessidades por novas alternativas de tratamento aumentaram. Hoje o cenário de escassez de água é bastante importante e na Região Metropolitana de São Paulo a Sabesp já opera duas estações com membranas de ultrafiltração para tratamento de água – a ABV e Rio Grande. Existem outras na área denominada ‘interior’, inclusive uma para tratamento de esgoto em Campos do Jordão”, comenta a química. A ETA ABV é a segunda maior da RMSP, fica numa região central e trata a água de um manancial especialmente “complicado” em termos de ocupação marginal. A ETA ABV recebe água do Guarapiranga e atualmente abastece regiões que antes eram atendidas pelo Cantareira, como a avenida Paulista e os bairros de Pinheiros e Cambuci. Oficialmente, a estação abastece 3,8 milhões de pessoas e com a ampliação do novo processo, esse número sobe para algo em torno de 5 milhões de pessoas. Tanto a ETA ABV quanto a Rio Grande foram construídas nos idos de 1958 e associam o tratamento convencional ao método de ultrafiltração. Está nos planos da Sabesp a utilização de UF em outras estações. Mas a ampliação da produção está, é claro, sempre condicionada à obtenção de água bruta. Enquanto o tratamento convencional é mais químico, mais laboratorial, na tecnologia por membranas o processo se torna mais físico, de pressão e vácuo, além de ser totalmente automatizado. Isso muda o conceito de operação. E, por se tratar de um aspecto novo, demanda treinamento de pessoal, explica Folgosi. Neste momento, a nova unidade encontra-se em etapa de operação assistida, passando na sequência a ser operada pela Sabesp.

6 de agosto, 2015
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ENFIL
Faturamento é de R$ 290 milhões em 2014

A Enfil Controle Ambiental, empresa brasileira de soluções ambientais, registrou faturamento consolidado de R$ 290 milhões em 2014. “Mais importante do que a receita é a nossa carteira de pedidos, que assegura faturamento similar para este e o próximo ano, apesar da difícil situação do mercado. Acreditamos que esta perspectiva reflete a confiança na qualidade do trabalho que vimos executando há 20 anos”, diz Franco Tarabini Jr, sócio diretor da Enfil. Para os próximos anos, a Enfil projeta boas oportunidades em diversos segmentos, como papel & celulose, saneamento público, siderurgia, remediação de áreas contaminadas e óleo e gás. Na área de saneamento público, a Enfil prevê novas instalações de ultrafiltração, que são mais rápidas de construir, mais eficientes e ocupam menos espaço. A empresa instalou em 2014 sua primeira unidade de ultrafiltração em Bertioga (SP) para a Sabesp, visando fornecer água potável para consumo humano. O uso deste processo está apenas começando no Brasil, embora amplamente utilizado em países como Estados Unidos, Austrália, Canadá, Espanha, China, etc. “Identificamos também, no início de 2015 a oportunidade de transformar a SPE Central de Utilidades Rio, destinada originalmente à OSX, para atendimento também ao mercado de “água produzida” no mercado offshore, onde há grande demanda e para tratamento de água potável para as instalações offshore”, adiciona Tarabini Jr. Para a transformação da Central de Utilidades são necessários investimentos complementares para os quais a empresa está buscando um investidor estratégico ou financeiro por intermédio do banco Fator. A Enfil avalia também oportunidades de negócios na América do Sul onde já realizou projetos no Chile, Argentina e Peru.

19 de maio, 2015