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O documento conta com 15 propostas apresentadas por 1,1 mil organizações da sociedade civil de 65 países incluem tópicos, como o fim da exploração de combustíveis fósseis; reparação de perdas e danos causados a populações afetadas por grandes projetos de energia e mineração.

Para o presidente do TST, falar de justiça climática é falar “da tarefa mais radical do nosso tempo: reconstruir o sentido da palavra 'justiça' para que ela abranja a Terra e todos os que vivem nela”, afirmou.

Os 392 milhões de dólares canadenses anunciados hoje apoiarão novas e aprimoradas medidas de adaptação climática, reduzirão emissões de gases de efeito estufa e avançarão iniciativas de gestão sustentável em parceria com organizações canadenses e internacionais.

Com o aporte, o país europeu dobra o valor total de suas contribuições, que agora ultrapassa R$ 60 milhões, além de reforçar a cooperação com o Brasil na agenda de conservação da floresta e de transição ecológica global.

Os recursos financiam ações em todos os biomas e consolidam o Brasil como protagonista global da restauração florestal e da bioeconomia de espécies nativas.

COP30 simboliza o retorno do Brasil ao protagonismo ambiental e pressiona líderes a assumir compromissos mais ambiciosos.

Para ela, a COP30 (conferência da ONU sobre mudança climática) representa um marco para a diplomacia ambiental, ao consolidar uma etapa voltada à implementação de compromissos climáticos.

Evento teve como meta central a construção de um novo paradigma produtivo para a região, conciliando crescimento econômico com base nas novas economias.
