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TECNOLOGIAS LIMPAS

Fundo procura empresas para investir

O Fundo FIPINSEEDFIMA Fundo de Inovação em Meio Ambiente anuncia um capital de R$ 165 milhões para investir em até 20 empresas de tecnologias limpas que tenham faturamento de até R$ 20 milhões. Os interessados em receber esse aporte do fundo tem até 2016 para se inscrever. Desde 2012, a Inseed Investimentos, gestora do Fundo, prospectou 1.271 empresas, das quais 496 passaram do crivo inicial, 84 foram analisadas em profundidade e 12 desenvolveram seu projeto de investimento. Já foram aprovados R$ 25,6 milhões em 6 empresas. Os recursos, além de turbinar a saúde financeira da empresa, visam expandir a capacidade de investimento dos negócios, principalmente frente às adversidades do cenário econômico, ampliando ainda o impacto favorável das inovações em meio ambiente. De acordo com Alexandre Alves, diretor de prospecção da INSEED, a estratégia do FIPINSEED FIMA contempla três eixos de investimento: Soluções Ambientais: Gestão e Recuperação de Resíduos Sólidos, Reuso e Tratamento de Água e Efluentes, Descontaminação do Solo e Recuperação de Paisagens e Despoluição do Ar e Redução da Poluição Sonora; Tecnologias Avançadas: Gestão e Uso Sustentável de Energia, Materiais Alternativos, Construções Verdes e Agropecuária Sustentável; e Novos Modelos de Negócios: Serviço de Logística e Mobilidade Urbana, Eco-franquias e Novos Projetos e Desenho de Produtos e Serviços Sustentáveis. Informações e inscrições pelo site: http://www.inseedinvestimentos.com.br/fundo-inseed-fima/ . A CHP Brasil Indústria e Comércio de Geradores Ltda, do estado do Rio de Janeiro, já foi contemplada com esses aportes. A empresa desenvolve, produz e comercializa motogeradores a gás natural canalizado e biogás, para geração e cogeração de energia (eletricidade e vapor/frio). Fabio França, diretor da CHP, explica que a empresa vende uma solução em eficiência energética no formato de projetos. “O foco é entender o contexto e oferecer uma solução adequada a cada cliente. Isso é feito a partir da inserção de elementos de cogeração nos projetos, algo hoje incomum no mercado de micro e pequena geração brasileiro”.

O Fundo FIPINSEEDFIMA Fundo de Inovação em Meio Ambiente anuncia um capital de R$ 165 milhões para investir em até 20 empresas de tecnologias limpas que tenham faturamento de até R$ 20 milhões. Os interessados em receber esse aporte do fundo tem até 2016 para se inscrever.

Desde 2012, a Inseed Investimentos, gestora do Fundo, prospectou 1.271 empresas, das quais 496 passaram do crivo inicial, 84 foram analisadas em profundidade e 12 desenvolveram seu projeto de investimento. Já foram aprovados R$ 25,6 milhões em 6 empresas. Os recursos, além de turbinar a saúde financeira da empresa, visam expandir a capacidade de investimento dos negócios, principalmente frente às adversidades do cenário econômico, ampliando ainda o impacto favorável das inovações em meio ambiente. 

De acordo com Alexandre Alves, diretor de prospecção da INSEED, a estratégia do FIPINSEED FIMA contempla três eixos de investimento: Soluções Ambientais: Gestão e Recuperação de Resíduos Sólidos, Reuso e Tratamento de Água e Efluentes, Descontaminação do Solo e Recuperação de Paisagens e Despoluição do Ar e Redução da Poluição Sonora; Tecnologias Avançadas: Gestão e Uso Sustentável de Energia, Materiais Alternativos, Construções Verdes e Agropecuária Sustentável; e Novos Modelos de Negócios: Serviço de Logística e Mobilidade Urbana, Eco-franquias e Novos Projetos e Desenho de Produtos e Serviços Sustentáveis. Informações e inscrições pelo site: http://www.inseedinvestimentos.com.br/fundo-inseed-fima/.

A CHP Brasil Indústria e Comércio de Geradores Ltda, do estado do Rio de Janeiro, já foi contemplada com esses aportes. A empresa desenvolve, produz e comercializa motogeradores a gás natural canalizado e biogás, para geração e cogeração de energia (eletricidade e vapor/frio). Fabio França, diretor da CHP, explica que a empresa vende uma solução em eficiência energética no formato de projetos. “O foco é entender o contexto e oferecer uma solução adequada a cada cliente. Isso é feito a partir da inserção de elementos de cogeração nos projetos, algo hoje incomum no mercado de micro e pequena geração brasileiro”.

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FUNDOS CLIMÁTICOS
CNI lança guia para empresas

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) lançou o documento “Financiamento para o Clima: Guia para Otimização de Acesso pela Indústria”, com o objetivo de auxiliar as empresas brasileiras a explorarem recursos financeiros voltados para a economia de baixo carbono, além de apresentar os principais critérios econômicos, ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês), que devem ser seguidos para acessar os fundos de investimento. “Cada vez mais consolida-se o entendimento de que iniciativas que respondam aos desafios ambientais, sociais e de governança de forma mais efetiva dão mais retorno e são mais sustentáveis. E é nisso que investidores estão de olho”, afirma o gerente executivo de Meio Ambiente e Sustentabilidade da CNI, Davi Bomtempo. Segundo a CNI, as iniciativas climáticas movimentaram aproximadamente US$ 612 bilhões em 2017 e US$ 546 bilhões em 2018. Deste total, apenas 4,5% foram para projetos localizados na América do Sul e Caribe, enquanto a Ásia – considerada em rápida expansão de negócios sustentáveis – recebeu 38% das verbas. O documento lista dados relevantes para buscar financiamentos em 16 fundos diferentes. Qualquer empresa, independente de seu porte, está apta a participar. São exigidas garantias econômicas de viabilidade e planejamento antecipados de impactos econômicos e ambientais no País. O download do documento pode ser feito no link https://www.portaldaindustria.com.br/publicacoes/2020/11/financiamento-para-o-clima-guia-para-otimizacao-de-acesso-pela-industria/ .

7 de dezembro, 2020
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FONTES ALTERNATIVAS
BNDES aprova mudanças para o Fundo Clima

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou mudanças no programa Fundo Clima. A partir de agora, o subprograma Máquinas e Equipamentos Eficientes poderá ser acessado por pessoas físicas, com direito a financiamento para projetos de instalação de sistemas de aquecimento solar e sistemas de cogeração (placas fotovoltaicas, aerogeradores, geradores a biogás e equipamentos necessários). Os recursos poderão ser contratados em operações indiretas somente por meio de bancos públicos. Com os consumidores podendo instalar sistemas de geração de energia solar deverá haver uma redução na conta de energia dos mesmos. Com a implantação do sistema de energia solar, a dependência da energia fornecida pela concessionária será menor, a depender da região do país. A pessoa física poderá fazer até uma conta corrente de energia vendendo o excedente para a distribuidora. Além disso, a geração distribuída traz um benefício para o sistema elétrico, já que conta com vários pontos de geração espalhados por residências e comércio, reduzindo o risco de interrupção do fornecimento de energia. Os limites do Fundo Clima alcançam 80% dos itens financiáveis, podendo chegar a R$ 30 milhões a cada 12 meses por beneficiário. Tanto para pessoas físicas quanto para pessoas jurídicas (empresas, prefeituras, governos estaduais e produtores rurais), o custo financeiro do Fundo Clima é reduzido: para renda anual até R$ 90 milhões, o custo é de 0,1% ao ano, e a remuneração do BNDES é de 0,9% ao ano. Para renda anual acima de R$ 90 milhões, o custo é de 0,1% ao ano, e a remuneração do BNDES é de 1,4% ao ano. A remuneração dos agentes financeiros é limitada até 3% ao ano. Uma vez aplicada a remuneração máxima definida pelos bancos públicos, as taxas finais passam a ser as seguintes: para renda anual até R$ 90 milhões, o custo final é de 4,03% ao ano; para renda anual acima de R$ 90 milhões, o custo final é de 4,55% ao ano. O programa permite carência de 3 a 24 meses, com prazo máximo de 144 meses. A vigência para adesão vai até 28 de dezembro de 2018.

15 de junho, 2018
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EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
EDP realiza Chamada Pública de projetos

A EDP São Paulo iniciou a edição 2017 da Chamada Pública de Projetos para propostas voltadas à eficiência energética nos 28 municípios de sua área de concessão. Serão disponibilizados R$ 4,9 milhões para incentivar projetos com o objetivo promover a conservação e o uso racional da energia elétrica, e que serão aplicados pela EDP no próximo ano. Os projetos devem abranger benefícios públicos e privados, promovendo a transformação por meio da eficiência energética, estimulando o desenvolvimento de novas tecnologias e a criação de hábitos e práticas racionais de uso da energia elétrica. A Chamada Pública da EDP beneficia ações de pessoas jurídicas que visem à melhoria ou substituição de instalações na rede, equipamentos e sistemas de controle de uso de eletricidade, afim de reduzir o consumo de energia em residências, comércio, indústrias, prédios públicos e particulares, iluminação pública, entre outros. Maiores informações podem ser obtidas no site www.edp.com.br . Os interessados devem submeter suas inscrições no portal, onde também é possível acessar o edital da Chamada Pública e o formulário para adesão. Os projetos serão avaliados por uma comissão julgadora formada por colaboradores da empresa, que irão analisar conforme critérios estabelecidos no edital publicado. O link direto da Chamada Pública - informações, edital e inscrição de projeto: https://edpsp.gestaocpp.com.br/GPROP/PORTAL/INDEX

24 de novembro, 2017
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INDÚSTRIA
Empresas estão mais focadas em ações sustentáveis

Segundo estudo da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), dois terços das empresas brasileiras já adotaram, em algum momento, ações que resultaram em queda das emissões de dióxido de carbono (CO2). Apresentado dia 03 de setembro no Rio de janeiro, o levantamento incluiu cem empresas de médio e grande porte. “A CNI apresentou propostas ao Governo Federal e promove o CNI Sustentabilidade para debater com especialistas de todo o mundo as mudanças climáticas e as expectativas para a COP-21, que será no fim do ano, em Paris”, destaca Mônica Messenberg, Diretora de Relações Institucionais da CNI. “No cenário de mudanças climáticas, há espaço para soluções e novas tecnologias. Temos que criar uma economia mais resiliente, reduzindo e gerenciando os riscos”, acrescenta. A pesquisa revelou que 61% do empresariado já leva em consideração nos negócios o impacto das mudanças climáticas. Na avaliação de seis em cada grupo de 10 entrevistados, o grau de atenção que a indústria brasileira dá aos efeitos das mudanças climáticas é médio ou alto – 36% consideram baixo ou muito baixo. Segundo o levantamento, 75% das empresas brasileiras aumentaram a atenção em relação aos efeitos das mudanças climáticas nos últimos cinco anos, em razão principalmente da maior conscientização (46,7%), da pressão global (18,7%) e de as informações sobre o tema estarem mais disseminadas (17,3%). Seis de cada dez empresas veem como oportunidade de negócios a implantação de práticas sustentáveis. Para 59%, a oportunidade gerada pelo investimento é superior ao aumento de custos. Os números apontam também que três quartos das empresas – 74% – consideram que práticas de sustentabilidade impactam positivamente na competitividade das empresas. No último biênio, 61% das empresas de médio e grande porte aumentaram os investimentos na área ambiental. A expectativa para os próximos dois anos é de aumento no volume de recursos destinados ao setor. Seis em cada grupo de 10 entrevistados asseguraram que a tendência em suas empresas é de aumentar ou aumentar muito os investimentos em sustentabilidade. Para 66% das empresas, o engajamento em ações sustentáveis é alto ou muito alto. As vantagens de desenvolver projetos nesta área são para a reputação/imagem da empresa, melhora de inserção no mercado e sustentabilidade dos negócios. Entre os principais desafios apontados para o investimento em práticas sustentáveis, estão a falta de incentivos governamentais, com 56%, seguido pelo aumento de custos da empresa (39%) e a legislação inadequada no Brasil (25%). A pesquisa aconteceu entre os dias 11 de junho e 06 de julho, com representantes – em sua maioria diretores e gerentes de Meio Ambiente – de 15 setores industriais: automotivo; cal; cimento; construção civil; mineração; papel e celulose; petróleo e gás; químico; têxtil; vidro; alumínio; carvão; energia; siderurgia; e sucroalcooleiro.

10 de setembro, 2015
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SANEAMENTO
Finep e Sabesp assinam parceria no setor

A Finep assinou contrato com a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) para o desenvolvimento de tecnologias na área de saneamento. O Plano Estratégico de Inovação (PEI) da empresa é voltado para soluções para a escassez hídrica, valorização dos resíduos e mitigação dos impactos ambientais das atividades operacionais de saneamento. Serão R$ 60 milhões ao todo, dos quais R$ 48 milhões serão repassados pela financiadora. Os R$ 12 milhões restantes serão destinados pela Companhia, em forma de contrapartida. De acordo com Luis Fernandes, Presidente da Finep, o financiamento ao PEI da Sabesp “coroa” um programa de longo prazo que a Finep mantém há quase duas décadas investindo na área de recursos hídricos. “Formamos recursos humanos e iniciamos um conjunto de ações de Subvenção com pequenas e médias empresas até chegarmos a esse grande contrato”, ressaltou Fernandes. Os projetos serão desenvolvidos tanto com fim industrial como para abastecimento. Além das iniciativas de reuso, haverá ganho tecnológico com processos, como a filtração de odores de esgoto, por meio de biofiltração com casca de coco, e redução de água no lodo das estações de tratamento de esgoto. “Esse contrato representará um aumento significativo no número de estudos para podermos avançar em uma área central como a de saneamento básico e, especialmente, de água”, apontou o governador Geraldo Alckmin. A tecnologia que será desenvolvida pela Sabesp poderá ser compartilhada por outras empresas como, por exemplo, a Cedae. “Já estamos com conversas avançadas com a empresa responsável pelas águas do Rio de Janeiro”, disse o Presidente da Sabesp, Jerson Kelman. Segundo o ministro de MCTI, Aldo Rebelo, as nações vizinhas do Brasil na América do Sul, além de países africanos de língua portuguesa, também podem se beneficiar com o trabalho da Sabesp. “Fui procurado por representantes das Organizações das Nações Unidas (ONU) que me falaram sobre a possibilidade de o Brasil participar do esforço desses países no melhor aproveitamento e reuso da água”.

8 de julho, 2015
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FUNDO CLIMA
Aprovados R$ 7,5 milhões para investimentos em 2015

O Comitê Gestor do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (Fundo Clima) aprovou, dia 19 de junho, o plano anual de aplicação de recursos de 2015. Serão mais de R$ 7,5 milhões investidos em projetos de mitigação e adaptação aos prejuízos causados pelo aquecimento global. O montante se refere aos recursos não reembolsáveis, operados pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). Entre os projetos apoiados estão à construção de indicadores de vulnerabilidade da população como insumo para elaboração de ações de adaptação, em um projeto conduzido pela Fundação Oswaldo Cruz, além de programas voltados para o aproveitamento da energia solar e do biogás, para os impactos das mudanças climáticas sobre os recursos hídricos do Cerrado e para a recuperação de dados meteorológicos históricos. As iniciativas realizadas com recursos não reembolsáveis foram reunidas em um Atlas divulgado para o Comitê Gestor na reunião. Ao todo, já são 189 projetos apoiados e 46 parcerias realizadas nessa modalidade de financiamento. O investimento total foi de R$ 96 milhões em ações como o monitoramento de emissões, a prevenção de riscos e a recuperação de áreas vulneráveis nos ecossistemas costeiros e semiáridos. O secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do MMA, Carlos Klink, destacou que grande parte dos projetos apoiados até agora se refere a ações de adaptação. “Os projetos estão bastante alinhados com os planos setoriais e com o Plano Nacional sobre Mudança do Clima”, analisou.

22 de junho, 2015
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CONCURSOS
Acelera Startup chega a sexta edição

A 6ª edição do concurso Acelera Startup prorrogou as inscrições até o dia 24 de maio para projetos inovadores que solucionem problemas nas áreas de Água, Energia e Segurança. Os interessados devem realizar inscrição diretamente na página do evento http://hotsite.fiesp.com.br/acelera . Na categoria água, podem participar projetos de startups ou empresas de inovação que atuem no setor de recursos hídricos, direta ou indiretamente, como, por exemplo, nas áreas de Saneamento básico; Efluentes Industriais; Dessalinização hídrica; Redução de perdas; Reuso e Purificação da água, etc. As propostas inovadoras em energia podem participar através de projetos ou startups com foco em Energia elétrica; Energias renováveis; “Smart grid” (rede inteligente), etc ; Energias alternativas: eólica, solar, fotovoltaica, geotérmica, mare motriz, mares, biomassa, biogás, entre outras; Podem se inscrever projetos ou empresas, tanto pré-operacionais quanto operacionais, que já apresentem faturamento. Realizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), o concurso tem como objetivo estimular o empreendedorismo inovador e aproximar projetos e empresas de investidores. Ao todo serão selecionados os 150 melhores projetos e/ou empresas, que terão a oportunidade de participar de palestras, workshops, mentorias e avaliações classificatórias. A divulgação dos melhores projetos e empresas avaliados acontecerá no dia 1º de junho. Os projetos com melhores avaliações poderão apresentar seu negócio, no modelo de elevator pitch, à banca de investidores. Serão três vencedores. A 6ª edição do Concurso Acelera Startup acontece nos dias 16 e 17 de junho, no Edifício-sede da FIESP, Avenida paulista, 1313, São Paulo. Inscrições: http://hotsite.fiesp.com.br/acelera

19 de maio, 2015