Publicidade
ENERGIA

Galvani recebe I-REC que comprova uso de energias renováveis nas operações

Galvani recebe I-REC que comprova uso de energias renováveis nas operações

As unidades localizadas em Luís Eduardo Magalhães e Campo Alegre de Lourdes (Povoado de Angico dos Dias), ambas na Bahia, receberam a certificação.

A Galvani informa que parte significativa da energia elétrica utilizada em 2024 é proveniente de fontes renováveis e que foi atestada por meio dos certificados internacionais I-REC (International Renewable Energy Certificate), que garantem a rastreabilidade da energia consumida, assegurando que ela é originária de fontes de geração de eletricidade limpa, como solar, eólica, biomassa e pequenas centrais hidrelétricas. No último ano, a produtora de fertilizantes, por meio dos certificados I-REC, comprovou que 23.897 megawatts-hora (MWh) de energia consumida em suas operações tiveram origem em fontes renováveis.

As unidades localizadas em Luís Eduardo Magalhães e Campo Alegre de Lourdes (Povoado de Angico dos Dias), ambas na Bahia, receberam a certificação. A planta de Luís Eduardo Magalhães teve 17.571 MWh certificados, o que representa 30% do consumo total da energia da planta. Os outros 70% são autogerados pela unidade através da produção de vapor do processo de produção. Já em Campo Alegre de Lourdes teve 6.326 MWh certificados, o que corresponde a aproximadamente 100% do consumo total de energia elétrica das atividades em 2024. A adoção de energia renovável evitou a emissão de aproximadamente oito mil toneladas de dióxido de carbono (CO2) — volume que seria gerado caso a mesma quantidade de energia fosse proveniente de fontes fósseis, como termelétricas a carvão, óleo combustível ou diesel, por exemplo.

“O uso de energia renovável reforça nosso compromisso com uma operação mais limpa, eficiente e alinhada às melhores práticas globais. Estamos totalmente focados em contribuir para a transição energética e para a construção de um futuro mais sustentável — tanto para o nosso setor quanto para o País”, afirma Sylvia Tabarin, diretora de Relações Institucionais e Sustentabilidade da Galvani. A certificação corrobora com dois dos 12 temas prioritários que constam em sua materialidade, revista e apresentada recentemente no Relatório de Sustentabilidade da companhia, e que fazem parte de sua estratégia de ASG : “Adaptação Climática e resiliência” e “Emissões e Energia”, além de se conectar com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

O I-REC é uma certificação internacional que comprova que uma determinada quantidade de energia elétrica consumida por uma empresa foi gerada a partir de fontes renováveis e funciona como um sistema de rastreabilidade, garantindo que o consumo de energia de uma operação corresponde à geração de eletricidade de origem limpa. A cada megawatt-hora gerado, é emitido um certificado e ao adquirir esses certificados, empresas como a Galvani podem comprovar oficialmente que aquele volume de eletricidade teve origem em fontes sustentáveis.

Artigos Relacionados

Saneamento Ambiental Logo
ENERGIAS RENOVÁVEIS
Bradesco compra certificados da AES Brasil

O Bradesco adquiriu mais de 1,4 milhão de certificados de energia renovável (I-RECs) em um contrato com a AES Tietê, que com a mudança de marca assume a identidade definitiva de AES Brasil, uma das geradoras de energia renovável do País. O banco investiu R$ 1,7 milhão, com desembolsos anuais, de acordo com a utilização, por um período de cinco anos. O volume total adquirido equivale, por exemplo, ao consumo de energia da cidade de Campinas durante cinco meses e a 10% do total de certificados de energia renovável gerados em todo território nacional em um ano. “Com a aquisição, o Bradesco cumpre seu compromisso de, já em 2020, ter 100% de suas operações abastecidas com energia elétrica de fontes renováveis”, afirma Adelmo Romero Perez Junior, diretor do Bradesco. Além dos I-RECs, o Bradesco adota diferentes mecanismos de aquisição de energia limpa, como a compra no mercado livre e junto a projetos de geração distribuída e PPA (do inglês, Power Purchase Agreement). “O resultado torna o Banco uma das primeiras grandes instituições financeiras no mundo a completar sua transição para o uso exclusivo de energia renovável”. “Para a AES Brasil, é uma satisfação desenvolver soluções de energia que permitam a nossos clientes atingirem seus objetivos, principalmente quando o tema é sustentabilidade. O Bradesco é uma instituição bancária já reconhecida por seu compromisso socioambiental e um grande parceiro da AES Brasil. Com essa nova operação demos mais um passo para acelerar o futuro da energia, juntos”, afirma Rogério Pereira Jorge, diretor de Relacionamento com o Cliente da AES Tietê. O Bradesco tem o objetivo de neutralizar 100% das emissões de carbono geradas por suas operações, o que inclui sua estrutura logística terceirizada e o deslocamento de funcionários em todo o Brasil. Além das operações próprias, o Bradesco foi um dos primeiros bancos a apoiar o Task Force on Climate-related Financial Disclosures (TCFD), conjunto de recomendações de reporte dos impactos financeiros decorrentes das mudanças climáticas, e é a única instituição brasileira presente na Partnership for Carbon Accounting Financials (PCAF), colaboração internacional entre bancos, investidores e gestores de fundos para mensurar e divulgar as emissões de carbono geradas pelas atividades financiadas pelas instituições financeiras.

7 de dezembro, 2020
Saneamento Ambiental Logo
EMISSÕES
AES Tietê recebe Selo Ouro

A AES Tietê acaba de receber o Selo Ouro no Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa pela quarta vez consecutiva. O Selo é concebido para empresas que publicam seus inventários no Registro Público de Emissões, utilizando a ferramenta de cálculo da FGV. A companhia é reconhecida pelo Programa Brasileiro do Greenhouse Gas Protocol (GHG Protocol) pela realização, publicação e verificação externa de seus inventários de redução nas emissões de Gases do Efeito Estufa (GEE). “Este reconhecimento vem ao encontro da nossa estratégia de crescer, com um portfólio 100% renovável, fortalecendo cada vez mais nossa governança, oferecendo as melhores soluções em energia limpa e contribuindo ativamente para a sustentabilidade do planeta. Por isso, buscamos cada vez mais reduzir as emissões de gases, que são nocivos à atmosfera”, afirma Ítalo Freitas, CEO da AES Tietê. O GHG Protocol é uma ferramenta utilizada para entender, quantificar e gerenciar emissões de GEE. Desenvolvida, em 1998, pelo World Resources Institute (WRI) é, ainda hoje, a metodologia mais usada mundialmente pelas empresas e governos para a realização de inventários de GEE. Em 2008, o método foi adaptado ao contexto nacional pelo GVces e pelo WRI, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) e o World Business Council for Sustainable Development (WBSCD).

12 de outubro, 2020