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ATERRO ZERO

General Mills implanta programa

Dona das marcas Yoki, Kitano, Häagen-Dazs, Mais Vita, Carolina e Betty Crocker, a General Mills implantou o programa Aterro Zero em sua unidade de Pouso Alegre (MG). O programa destina 100% dos resíduos sólidos para reciclagem e reutilização e elimina o uso de aterros sanitários. O projeto foi criado para diminuir a emissão de gases de efeito estufa e a ocupação dos aterros sanitários, além de atuar na redução de contaminantes, como o chorume. Iniciado em 2016, o programa já permitiu que a unidade não descartasse 750 toneladas de resíduos sólidos em aterros sanitários. A iniciativa faz parte de uma das metas globais da empresa, que pretende implementar o projeto em 30% de suas unidades, até 2020, e em 100%, até 2025. Inicialmente o programa seleciona a coleta seletiva dos resíduos, que seguem para os processos de compostagem, reciclagem e coprocessamento. Neste último método, muito aplicado em cimenteiras, os resíduos são usados em substituição a combustíveis (óleo diesel, lenha, etc) necessários para manter a chama dos fornos que produz o clínquer, matéria-prima do cimento. Já na compostagem, o método utiliza microrganismos para decomposição de matéria orgânica, gerando o composto que é usado como adubo. “O programa tem como compromisso garantir o bem-estar das comunidades que estão no entorno de nossas fábricas. Esse tipo de ação de responsabilidade ambiental é inerente aos valores da companhia. Portanto, estamos direcionando nossos esforços para o êxito do projeto em Pouso Alegre” destaca a Gerente de Assuntos Corporativos da General Mills Brasil, Queli Catalani. A iniciativa abrange também as unidades de Paranavaí (PR) e Nova Prata (RS). “Sabemos que o descarte de resíduos em aterros sanitários é responsável pela emissão de uma quantidade significativa de CH4 (metano), um dos gases mais nocivos ao meio ambiente. O CH4 é abundante em aterros e lixões e, nós da General Mills, estamos preocupados com o descarte consciente do lixo produzido por nossas unidades fabris em todo o mundo” acrescenta Catalani.

Dona das marcas Yoki, Kitano, Häagen-Dazs, Mais Vita, Carolina e Betty Crocker, a General Mills implantou o programa Aterro Zero em sua unidade de Pouso Alegre (MG). O programa destina 100% dos resíduos sólidos para reciclagem e reutilização e elimina o uso de aterros sanitários. O projeto foi criado para diminuir a emissão de gases de efeito estufa e a ocupação dos aterros sanitários, além de atuar na redução de contaminantes, como o chorume. 
 
Iniciado em 2016, o programa já permitiu que a unidade não descartasse 750 toneladas de resíduos sólidos em aterros sanitários. A iniciativa faz parte de uma das metas globais da empresa, que pretende implementar o projeto em 30% de suas unidades, até 2020, e em 100%, até 2025.
 
Inicialmente o programa seleciona a coleta seletiva dos resíduos, que seguem para os processos de compostagem, reciclagem e coprocessamento. Neste último método, muito aplicado em cimenteiras, os resíduos são usados em substituição a combustíveis (óleo diesel, lenha, etc) necessários para manter a chama dos fornos que produz o clínquer, matéria-prima do cimento. Já na compostagem, o método utiliza microrganismos para decomposição de matéria orgânica, gerando o composto que é usado como adubo. “O programa tem como compromisso garantir o bem-estar das comunidades que estão no entorno de nossas fábricas. Esse tipo de ação de responsabilidade ambiental é inerente aos valores da companhia. Portanto, estamos direcionando nossos esforços para o êxito do projeto em Pouso Alegre” destaca a Gerente de Assuntos Corporativos da General Mills Brasil, Queli Catalani. 
 
A iniciativa abrange também as unidades de Paranavaí (PR) e Nova Prata (RS). “Sabemos que o descarte de resíduos em aterros sanitários é responsável pela emissão de uma quantidade significativa de CH4 (metano), um dos gases mais nocivos ao meio ambiente. O CH4 é abundante em aterros e lixões e, nós da General Mills, estamos preocupados com o descarte consciente do lixo produzido por nossas unidades fabris em todo o mundo” acrescenta Catalani. 

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RESÍDUOS SÓLIDOS
Aterro zero não é prioridade para quase 60%

Segundo pesquisa realizada recentemente pela Allonda sobre a gestão de resíduos sólidos, a prática do “Aterro Zero” não é uma meta para quase 60% das empresas. A ausência desse planejamento é maior entre as indústrias (28%), seguido de companhias de infraestrutura (16%) e de serviços (15%). O conceito “Aterro Zero” visa à destinação ambientalmente adequada e sustentável de todos os resíduos e rejeitos, evitando ao máximo o envio para aterros sanitários e foi desenvolvido pela Aliança Internacional Zero Waste (ZWIA). Para que empresas sejam consideradas bem-sucedidas na implementação do programa, é preciso desviar de aterros e incineradores mais de 90% dos seus resíduos. Para Renata Vaterkemper, head de Marketing e sustentabilidade da Allonda, um dos destaques desse levantamento sobre as questões relacionadas ao tema é o contraponto de que, para 48% das empresas que ainda não têm qualquer plano de implementação de um programa de "Aterro Zero", o gerenciamento de resíduos é classificado como uma demanda estratégica. "Através dos dados está claro que há, sim, um volume enorme de oportunidades para essas empresas ressignificarem seus resíduos. Digo isso especialmente pelo fato de que, ainda que haja muitos desafios a serem superados, 53% dos respondentes afirmam que o gerenciamento de resíduos já faz parte da estratégia de negócios dessas companhias", diz Renata. Realizada nos meses de maio e junho, a pesquisa ouviu 68 executivos em corporações de diferentes setores, como alimentos, bebidas, automotivo, farmacêutico, mineração, químico, petroquímico, agronegócio, entre outros. A pesquisa completa pode ser acessada no link http://bit.ly/ebook-residuos-industriais .

3 de agosto, 2020
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RECICLAGEM
Projeto no DF quer dar destino correto ao vidro

A Owens-Illinois (O-I), em parceria com o Instituto Ecozinha, desenvolve desde o primeiro semestre de 2018 um projeto inédito em Brasília (DF) que tem como objetivo o descarte e reciclagem adequados de vidro na região. Cerca de 90 toneladas de vidro são descartadas em aterros sanitários no Distrito Federal, mas menos de 2% é encaminhado à reciclagem. “A iniciativa busca desenvolver práticas de gerenciamento de resíduos visando soluções ambientalmente corretas para bares e restaurantes. Desta forma, as embalagens de vidro utilizadas deixam de ir para aterros sanitários e são recicladas de forma eficiente”, conta Lúcia Moreira, coordenadora de sustentabilidade da O-I. O projeto também permite que esses bares e restaurantes se adequem à Lei dos Grandes Geradores de Lixo, que prevê que estabelecimentos que produzam mais de 120 litros de lixo por dia sejam responsáveis pelo próprio descarte. O Instituto Ecozinha disponibiliza bunkers com capacidade de até 800 kg em locais próximos aos estabelecimentos parceiros. Esses depósitos estão preparados para receber as embalagens pós-consumo. “Quando os bunkers enchem, outra empresa parceira, a Green Ambiental, recolhe e cuida do beneficiamento do vidro para enviá-lo então à O-I, que recicla. Queríamos fazer um trabalho transformador e que incentivasse políticas públicas. A O-I acreditou nessa proposta e tivemos o apoio necessário”, diz Paulo Mello Filho, diretor-presidente do Instituto Ecozinha e seu idealizador. Para participar do projeto os estabelecimentos devem se credenciar ao Instituto Ecozinha e contribuir com a taxa de manutenção mensal, além de participar obrigatoriamente de um programa de compostagem de resíduos orgânicos, em que são produzidos adubos e fertilizantes para uso na agricultura familiar e urbana. O Instituto Ecozinha é uma iniciativa privada criada para implementar ações que resultem no desenvolvimento econômico, social e cultural da sociedade e suas instituições. Atualmente, possui 46 associados, entre bares, restaurantes e hotéis.

14 de janeiro, 2019
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RECICLAGEM
Coca-Cola quer recolher 100% das embalagens

A The Coca-Cola Company anunciou sua nova política de embalagens que tem como meta ajudar a recolher o equivalente a 100% das embalagens que coloca no mercado, até 2030, em todos os países onde atua. No Brasil, entre 2016 e 2021, a empresa terá investido R$ 1,6 bilhão para cumprir o objetivo, com ações em três frentes: design, coleta e parceria. Atualmente, a Coca-Cola dá destinação correta a 51% de suas embalagens produzidas e planeja atingir 66% até 2020. Em 2016, este índice era de 36%. O crescimento aconteceu graças ao aumento de embalagens retornáveis, uso de resina reciclada para a confecção de novas garrafas (Bottle to Bottle) e apoio a mais de 200 cooperativas de reciclagem em todo o país. “Os números mostram que temos trabalhado de forma consistente, o que nos dá confiança e estímulo para alcançarmos, aqui no Brasil, o objetivo de termos 100% das nossas embalagens destinadas corretamente em 2030. Temos que fazer isso porque é o certo e é o que as pessoas esperam de uma empresa líder como a nossa.” afirma o presidente da Coca-Cola Brasil, Henrique Braun. A Coca-Cola tem investido em infraestrutura, entre ampliação de linhas de retornáveis, equipamentos de fábrica, compra de vasilhames e engajamento do consumidor, e também em cooperativas de reciclagem. Do total de R$ 1,6 bilhão previsto entre 2016 e 2020, R$ 1,2 bilhão representa o investimento de hoje até 2020. Entre as iniciativas da companhia, as ações de reuso de embalagens estão voltadas para dobrar em cinco anos (2016-2020), a participação de retornáveis no portfólio, chegando a 30%. Atualmente, as garrafas de plástico tem cerca de 20% menos peso do que as produzidas há dez anos. E, desde 2008, a Coca-Cola Brasil investe continuamente na capacitação de cooperativas de reciclagem e em iniciativas de inclusão dos catadores. A Coca-Cola realiza parcerias com catadores de materiais recicláveis desde 2008, em linha com o que prevê o Acordo Setorial de Embalagens, assinado em 2015. No ano passado, a empresa anunciou sua nova plataforma em reciclagem, o Reciclar pelo Brasil. Em parceria com seu principal concorrente, passou a coinvestir de forma mais eficiente e gerando um aumento de até 25% nos aportes recebidos por elas. Coordenado pela Associação Nacional dos Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis (ANCAT), o programa Reciclar pelo Brasil impacta, inicialmente, 110 cooperativas e cinco mil famílias. Ao todo, a empresa apoia 200 cooperativas.

29 de janeiro, 2018
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RECICLAGEM
P&G quer eliminar resíduos até 2020

A Procter&Gamble (P&G) anunciou investimentos adicionais em reciclagem e reutilização que eliminarão todos os resíduos de fabricação de sua rede global de mais de 100 unidades de produção até 2020. Desde que a P&G começou a qualificar suas plantas como zero manufacturing waste to landfill ou zero resíduo de fabricação para aterros sanitários, 56% de suas fábricas em nível global conseguiram atingir a meta. A empresa quer completar a meta com instalações pendentes nos próximos quatro anos. Isso significa eliminar ou reutilizar cerca de 650 mil toneladas métricas de resíduos, o equivalente ao peso de cerca de 350 mil carros de tamanho médio que normalmente iriam para o aterro sanitário. "Estamos acelerando o processo em direção à nossa visão e obrigando a nós mesmos a fazer mais - com menos desperdício", disse Shailesh Jejurikar, Sponsor Executivo de Sustentabilidade e Presidente Global de Cuidado com a Roupa. "Desde 2010, temos trabalhado em direção a nossa visão de enviar zero resíduo de fabricação e de consumo a aterros sanitários. Este anúncio marca outro passo em nosso caminho”. A P&G alcançará suas metas de desperdício zero, garantindo que todos os materiais utilizados: tornem-se produtos acabados; sejam reciclados internamente ou externamente; sejam reutilizados de formas alternativas através de parcerias. Em Lima, no Peru, os resíduos líquidos da P&G de produtos como Tide e Gain tornam-se fontes alternativas de combustível para veículos. Com os materiais laminados de plástico não reciclável de nossas plantas em Mandideep e Baddi, na Índia, são feitas tiras e painéis prensados de baixo custo para construções. Com estas medidas, a empresa não só está reutilizando e reciclando para suas próprias necessidades, mas investindo em comunidades locais por meio da conversão de resíduos em matéria-prima para outras empresas. Em 19 países (Alemanha, Reino Unido, Polônia, Japão, México, Espanha, Egito, Bélgica, Irlanda, Vietnã, Hungria, Indonésia, República Tcheca, Romênia, Singapura, Coreia, Tailândia, Turquia e Paquistão), todas as instalações de produção cumpriram a classificação zero resíduo, e a P&G está próxima de 100% das unidades de produção em outros países, incluindo China e Índia. "Nossos funcionários estão usando as mesmas habilidades de inovação e mentalidade zero perdas que utilizam na fabricação de nossos produtos para a valorização de resíduos", disse Yannis Skoufalos, Presidente Global de Logística. "Por exemplo, os surfactantes residuais de Head & Shoulders na China têm uma nova finalidade para lavagem de carro, enquanto o excedente de nossa fábrica de Tampax no Canadá é usado para fazer produtos de contenção de vazamentos de emergência. Estas parcerias externas inovadoras permitem que nossas fábricas vejam os resíduos não como lixo, mas como algo com valor potencial para outra pessoa".

23 de janeiro, 2017
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RECICLAGEM
Unilever e Pão de Açúcar comemoram parceria

A Unilever Brasil e o Pão de Açúcar comemoram 15 anos do primeiro programa de parceria entre indústria e varejo no cenário nacional de reciclagem. Desde 2001 em 44 cidades do País e o Distrito Federal, a iniciativa já somou mais de 100 mil toneladas de resíduos coletados e doados para 37 cooperativas de reciclagem parceiras - promovendo a inclusão social e a geração de renda para mais de 2.500 pessoas que são beneficiadas direta e indiretamente. “Temos o propósito de tornar a sustentabilidade parte do dia a dia de todos e os resultados das Estações de Reciclagem Pão de Açúcar Unilever confirmam que estamos no caminho certo. Consideramos este programa estratégico porque promove a conscientização e fomenta mudanças de hábito na sociedade”, destaca Antonio Calcagnotto, head de assuntos corporativos e sustentabilidade da Unilever. Em 2015, foram mais de 10,6 mil de toneladas de materiais recicláveis. “Observamos lá atrás a oportunidade de inserir o conceito de sustentabilidade de maneira simples, mas concreta no cotidiano das pessoas e hoje a ação é o nosso principal case de sustentabilidade nas lojas da rede Pão de Açúcar”, diz Laura Pires, diretora de sustentabilidade do GPA. Em linha com a Política Nacional de Resíduos Sólidos e com o formato de Postos de Entrega Voluntária (PEVs), as estações são localizadas nos estacionamentos das lojas do Pão de Açúcar e recebem papel, plástico, metal, vidro e óleo de cozinha usado. Todo material arrecadado é doado para as cooperativas parceiras do programa que comercializam os materiais e geram renda.

18 de novembro, 2016
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RESÍDUOS
Unidade da JDE alcança Aterro Zero

A Jacobs Douwe Egberts (JDE), empresa dedicada ao mercado de cafés e chás, e detentora das marcas Pilão, Damasco, LO’R, Café do Ponto, Senseo e Caboclo no Brasil, conquistou a meta do Aterro Zero em toda a operação. Para atingir 100% do destino correto de resíduos e eliminar o envio para aterro sanitário, a JDE trilhou diversas etapas. A primeira foi concluída no ano passado, quando a empresa deu destino adequado a 98% de todo resíduo produzido na operação. Graças à conscientização e o engajamento de todos os associados, os resíduos de alimentos recolhidos no restaurante são encaminhados para a compostagem e transformados em fertilizantes. Com a solução para os resíduos sólidos, a JDE trabalhou os resíduos sanitários e lixo comum. Nesse ponto, a JDE aplicou a substituição da destinação para aterro pela incineração e coprocessamento com recuperação energética, no qual o resíduo é utilizado como combustível para os fornos, substituindo carvão ou gás natural. ‘Focada no compromisso de conquistar o Aterro Zero na planta, a JDE desenvolveu um conjunto de ações voltados à conscientização e mudança de comportamento dos associados acarretando na redução de desperdício e melhoria da segregação de materiais, além do desenvolvimento de novos destinatários, oportunidades de negócio junto a parceiros estratégicos e o investimento em novos processos e tecnologias’, explica Carlos Passini, Diretor Industrial da JDE Brasil. As ações realizadas em Jundiaí serão agora aplicadas na planta de Salvador, com a meta de que o Aterro Zero seja alcançado até 2017.

29 de março, 2016
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UNILEVER
Avanços são registrados no Plano de Sustentabilidade

No último dia 20 de maio, a Unilever Brasil apresentou seus resultados mais recentes do Plano de Sustentabilidade. Entre 2008 e 2014, período de mensuração dos resultados, a Companhia registrou crescimento de mais de 60% - o faturamento passou de R$ 10,29 bi para R$ 16,7 bilhões, além de conseguir reduzir em 36% o consumo de água e em 35% a emissão de gases do efeito estufa no mesmo período. A Unilever Brasil comemora ainda a marca de Aterro Zero em suas 15 fábricas e Centros de Distribuição no Brasil. Além disso, as ações de redução de nível de sal atingiram 28,4% de todo o seu portfólio de alimentos de varejo. “Com 7 bilhões de pessoas em nosso planeta, os recursos naturais estão sob imensa pressão. A elevação da temperatura, a escassez de água, a energia mais cara, as incertezas na oferta de alimentos e o aumento da disparidade entre ricos e pobres impõem à sociedade grandes desafios”, afirma Fernando Fernandez, Presidente da Unilever Brasil. “As empresas têm papel importante na solução desses problemas. É por isso que trouxemos a sustentabilidade para o coração do nosso modelo de negócio, somando-a a criação das marcas e ao processo de inovação, essências da indústria de consumo”, Fernando Fernandez, Presidente da Unilever Brasil. O próximo compromisso anunciado é a redução do consumo de água pela metade até 2020. No ano passado todas as medidas de uso racional de água nas fábricas da Unilever totalizaram redução de consumo de 78.612 m3, o que representa uma economia suficiente para que 108 mil pessoas matem a sede diariamente ao longo de um ano. A Unilever Brasil afirma que parte das reduções foi obtida graças ao investimento na plataforma de concentrados. As marcas Comfort Concentrado e Omo Líquido Super Concentrado, economizaram, em 2014, durante o processo fabril, mais de 100 milhões de litros de água – o equivalente ao uso diário de um milhão de pessoas. Segundo a empresa, isso ocorre porque os produtos contêm menos água em sua fórmula : No caso de Omo Super Concentrado, há uma economia de 40% de água em relação a uma unidade regular do mesmo, além de auxiliarem o consumidor a usar menos água e gerar menos resíduos. Já, em relação a diminuição dos gases de efeito estufa, a Unilever Brasil quer reduzir os impactos pela metade até 2020. Atualmente, cerca de 40% da energia consumida nas fábricas são provenientes de fontes renováveis, como biomassa, óleo vegetal, etanol e biodiesel. Outro ponto importante foi à conquista de 55% das matérias-primas agrícolas adquiridas globalmente provenientes de fontes sustentáveis – até 2020, a meta é atingir 100%. Atualmente, 90% dos 13 ingredientes mais usados pelos produtos da marca Knorr no mundo são originadas de fontes certificadas. Para alcançar estes números, a Unilever vista seus produtores, aconselha melhorias para produção e realiza auditorias sobre condições de trabalho, do uso do solo e da água, clima, biodiversidade local, entre outros. Saúde e Bem-Estar A empresa está investindo também na melhoria nutricional de seu portfólio de alimentos e em ações para levar informações para a sociedade. A ideia é promover saúde e bem-estar em mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo até 2020. A Unilever já conseguiu reduzir o nível de sal, além de, desde 2014, todos os sorvetes infantis terem, no máximo, 110 kcal em cada porção, além de mais de 1,5 milhão de lares impactados pelo movimento “Ame o Coração”, da marca Becel, em parceria com o Incor e o HCor – iniciativa que conscientiza a população sobre hábitos alimentares capazes de prevenir doenças cardiovasculares. “Somos guiados pelo princípio de que é preciso trabalhar para criar um mundo melhor todos os dias. Isso se dá não só reduzindo o impacto ambiental, mas também ajudando as pessoas a terem melhores condições de trabalho, saúde e a se sentirem bem e estamos fazendo isso por meio de marcas mais sustentáveis, como Vim Cloro Gel, OMO, Lifebuoy, Becel, Kibon, Brilhante, entre outras.”, afirma Fernandez. No Semiárido, a marca Vim lançou, em parceria com o UNICEF, um projeto para melhorar o saneamento e acesso a água tratada nas escolas, beneficiando mais de 450 mil crianças e jovens. Já, Lifebuoy, com a Pastoral da Criança, impactou mais de 916 mil crianças ensinando a importância da lavagem das mãos – uma mudança de hábitos que contribui para a redução de diarreia e doenças respiratórias. A Kibon e a Fundação Abrinq lançaram a campanha “Toda Criança Nasce para Ser Feliz”, que tem como principal objetivo salvar e melhorar a vida de milhares de crianças no Brasil. A ação faz parte de uma parceria global entre a Fundação Unilever, Kibon e Save The Children que irá levar saúde para 2 milhões de crianças em todo o mundo. Já Brilhante, uma das marcas de detergente para roupas da Unilever, lança em maio uma iniciativa pioneira no Brasil, o projeto Ciclo Brilhante, que visa colaborar com o aprimoramento profissional de mulheres. O Plano de Sustentabilidade 2014 da Unilever Brasil estabelece três metas globais a serem atingidas até 2020 : Ajudar mais de 1 bilhão de pessoas a tomar iniciativas para melhorar sua saúde e bem-estar; Reduzir pela metade a pegada ambiental dos seus produtos e melhorar as condições de vida de centenas de milhares de pessoas à medida que vamos fazendo o negócio crescer.

22 de maio, 2015
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RECICLAGEM
Estações Pão de Açúcar-Unilever já coletaram mais de 88 mil t

A Unilever e o Pão de Açúcar comemoram os resultados do Programa Estação de Reciclagem Pão de Açúcar Unilever. Desde 2001, a iniciativa soma mais de 88 mil t de resíduos coletados. Apenas no ano passado foram mais de 10 mil t de resíduos recolhidos e 39 cooperativas de reciclagem parceiras beneficiadas. A Estação de Reciclagem está presente em 139 lojas em todo o Brasil. “Estamos sempre atentos às demandas do consumidor e entendemos que as pessoas estão cada vez mais conscientes da importância de realizar o descarte correto dos resíduos e buscam alternativas para isso.” afirma Ligia Camargo, Gerente de Sustentabilidade da Unilever. “Há 14 anos, observamos a oportunidade de trazer uma opção para evitar o descarte incorreto de materiais e para incentivar as pessoas a inserir o conceito de sustentabilidade no dia a dia de maneira simples e efetiva”, finaliza. Em linha com a Política Nacional de Resíduos Sólidos e com o formato de Postos de Entrega Voluntária (PEVs), após o descarte de materiais pelo consumidor, os recicláveis são doados às cooperativas. Desde 2001, o programa gerou 30.358 oportunidades de trabalho direto e 15.179 indiretos. Localizadas nos estacionamentos das lojas do Pão de Açúcar, as estações recebem papel, vidro, plástico, metal e óleo de cozinha usado. Os materiais recicláveis são doados para as cooperativas parceiras do programa e o óleo de cozinha é encaminhado para produção de biocombustível.

13 de maio, 2015