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ECOTURISMO

Goodyear apoia projeto Onçafari

Goodyear apoia projeto Onçafari

Projeto com o objetivo de preservar a vida selvagem no Brasil ganhou mais uma apoiadora.

Criado em 2011 com o objetivo de preservar a vida selvagem no Brasil, com ênfase em onças-pintadas e lobos-guarás, o projeto Onçafari ganhou a Goodyear como a mais nova apoiadora da iniciativa. A fabricante de pneus irá doar pneus da linha Wrangler para os veículos usados pelo projeto, que são ferramentas fundamentais para as tarefas do dia a dia do Onçafari.

Além dos pneus, a Goodyear dará suporte durante os três anos de parceria, o que inclui alinhamento e balanceamento, que será realizado pela Caiado Pneus, revenda oficial da Goodyear, na cidade de Campo Grande (MS), próxima à região em que o Onçafari atua, no Pantanal sul-mato-grossense. "Estamos orgulhosos de oferecer o que fazemos de melhor para um projeto extremamente importante para o Brasil, que une preservação, educação e desenvolvimento socioeconômico por meio do ecoturismo", afirma Debora da Cruz, Gerente Sênior de Trade Marketing e CRM da Goodyear. A gerente diz que os veículos do projeto rodam majoritariamente sobre terra e barro, em terrenos acidentados, e, por isto, é fundamental que os pneus tenham excelente tração off-road e que se adaptem a vários tipos de terrenos.

Para o presidente do Onçafari, Mario Haberfeld, a parceria é um apoio importante ao ecoturismo. "O ecoturismo é fonte de renda para a região. Para realizar esse trabalho, rodamos por terrenos irregulares, com buracos, terra e vegetação. A parceria e apoio da Goodyear nos permitirá dar andamento às nossas iniciativas, com toda a segurança para turistas e colaboradores. Os pneus fornecidos pela marca nos possibilitam ultrapassar os obstáculos que o Pantanal impõe, principalmente nas épocas de cheias, e acessar com frequência as onças-pintadas, onde quer que elas estejam", ressalta

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MATA ATLÂNTICA
Onça-parda é monitorada no bioma

A maior reserva privada de Mata Atlântica do Brasil, o Legado das Águas – Reserva Votorantim, flagrou pelas câmeras de monitoramento do Onçafari, projeto dedicado ao estudo e conservação da vida selvagem, pequenos passeios, parada para um descanso e até marcação de território do Tikún, como é chamado o macho de onça-parda. Os registros do felino foram feitos entre outubro e dezembro de 2020 (período de tempo entre a instalação da câmera e retirada para coleta das imagens), que identificou ainda em números absolutos, mais de 1.500 animais, divididos em 30 espécies, entre mamíferos, aves, insetos, répteis e anfíbios. A quantidade de avistamentos pelas câmeras demonstra a efetividade da parceria e a qualidade da floresta do Legado das Águas como refúgio e abrigo seguro para as espécies animais. Monitorar e diferenciar onças-pardas (Puma concolor) é uma tarefa desafiadora. Isso porque, diferentemente das onças-pintadas (Panthera onca) – que são identificadas por suas rosetas –, os pesquisadores individualizam as pardas por marcas físicas, como cicatrizes, por exemplo. A característica que permite que o Tikún seja acompanhado é uma fratura na ponta da cauda, o que deu origem ao seu nome, que significa “quebrado”, em tupi-guarani. De acordo com Victória Pinheiro, bióloga do Onçafari responsável pelo projeto no Legado das Águas, as imagens mostram um animal adulto saudável. “Os vídeos mostram o Tikún descansando, passeando pela floresta e marcando território, que é quando espalham urina ou fezes para deixar o seu odor naquele espaço. Pelo porte físico também é possível dizer que a sua saúde está em dia”, diz. Ao que tudo indica, o Tikún está gostando do momento de fama, já que foi registrado em quatro pontos distintos onde as câmeras estão instaladas. A frequência dos registros é essencial para fornecer informações importantes sobre a espécie, que é pouco estudada na Mata Atlântica. “É impossível dizer quando um animal será registrado novamente, ainda mais uma onça-parda, que ocupa um território amplo, percorrendo grandes distâncias, e não necessariamente os mesmos lugares. Mas os registros frequentes do Tikún podem fornecer informações importantes sobre a ocorrência da espécie e até mesmo do comportamento no bioma, já que os registros o mostram fazendo diferentes atividades. Esses são resultados bastante impressionantes, tanto pela frequência quanto pela quantidade”, completa a bióloga. Os momentos registrados nos vídeos estão disponíveis nos links: https://www.grupoprinter.com. br/conteudo/ KUB3d3MBMRVOTpIJVO6nrWs7hGVRQc l464LpCsVa https://www.grupoprinter.com. br/conteudo/ 2mKoh4ur8UYC3iSurybHb1fowHWPUq 1U1YDMUGXB

24 de fevereiro, 2021
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SUSTENTABILIDADE
Programa da DPaschoal evita troca de pneus

O Programa denominado ‘Economia Verde’ da DPaschoal completa este ano dez anos de vigência e já evitou a troca desnecessária de mais de 2,5 milhões de peças e pneus. “Cerca de 700 mil pneus, 500 mil baterias e mais de 1 milhão de itens de suspensão, entre outros componentes, deixaram de ser trocados e desperdiçados sem necessidade”, explica Luis Norberto Pascoal, presidente da companhia. O programa abrange todos os departamentos e escalões da empresa e tem como premissa conscientização dos clientes sobre o momento certo para fazer a manutenção do veículo, de forma a evitar prejuízos financeiros e, ao mesmo tempo, cuidar do meio ambiente (uma vez que a troca desnecessária de peças e pneus pode resultar na geração de resíduos desnecessários). Além de ações educativas, a DPaschoal também faz a destinação correta dos produtos trocados durante a revisão, como pneus, baterias, óleos lubrificantes da suspensão e freios. Esses materiais são destinados a empresas de reciclagem especializadas, que transformam os materiais em novos produtos. Cerca de 80% dos pneus passam por um processo de trituração, que resulta em um pó utilizado na fabricação de tapetes, chinelos e até mesmo asfalto. “Já reciclamos cerca de 4,5 milhões de pneus, 1,2 milhões amortecedores e 2,1 milhões de litros de óleo”, destaca o presidente. Outro projeto da DPaschoal é o EcoControl, que permite rastrear os itens deixados na loja durante a manutenção. Todas as peças são etiquetadas e cadastradas no programa, que encaminha notificação indicando trajeto da loja até o centro de reciclagem, comprovando o descarte correto do produto. “Os clientes também recebem um certificado de responsabilidade social pela iniciativa. Para grandes frotas, ou quem simplesmente se preocupa com o meio ambiente, esse atestado é muito importante”, afirma Luis Norberto.

29 de setembro, 2017
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SUSTENTABILIDADE
Toyota e WWF firmam parceria

A Toyota Motor Corporation e a organização não governamental WWF firmaram acordo de cinco anos com a proposta de acelerar a transição do planeta em prol da sustentabilidade e conservação da biodiversidade. A parceria irá trabalhar para promover a conscientização ambiental, convergindo em direção a uma sociedade "carbono zero". Como parte da parceria, a Toyota apoiará o projeto “Floresta Asiática Viva”, que consiste em diversas atividades desenvolvidas pela WWF, em andamento ou prestes a entrar em vigor, para conservar florestas tropicais e animais selvagens no sudeste asiático. O projeto será desenvolvido em lugares como Bornéu e Sumatra, na Indonésia. No futuro, o projeto será expandido para a região do Grande Mekong, também na Indonésia. As atividades terão como foco aumentar a sustentabilidade de recursos naturais, como madeira, papel, celulose, óleo de palma e borracha natural. A produção desordenada desses materiais está entre as principais causas do desmatamento, colocando as espécies em risco de extinção. Em 2016, a Toyota irá doar US$ 1 milhão para o projeto “Floresta Asiática Viva”. De acordo com Didier Leroy, Vice-presidente executivo da Toyota Motor Corporation, a Companhia compartilha da mesma visão da WWF. "Temos que alcançar uma sociedade verdadeiramente sustentável e deixar um planeta vivo para as gerações futuras. Quando começamos a trabalhar em ações concretas para alcançar o nosso Desafio Ambiental Global 2050, decidimos que unir forças com organizações não governamentais focadas nesta causa é essencial. Nossa parceria e apoio a projetos como o Floresta Asiática Viva estão entre as formas mais eficazes para uma empresa como a Toyota provocar um impacto positivo e sensibilizar funcionários, fornecedores e clientes sobre a importância da gestão sustentável de recursos naturais."

27 de julho, 2016
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BIOMAS
Criado pacto para preservação das Cabeceiras do Pantanal

Uma ação conjunta da WWF-Brasil, Governo do Estado de Mato Grosso e outras 50 entidades parceiras realizará ação para proteger e recuperar as águas das Cabeceiras do Pantanal – onde nascem as águas responsáveis por alimentar 80% da planície inundada, pelo abastecimento de mais de três milhões de pessoas e pela manutenção da rica biodiversidade local: mais de 4 mil espécies de animais e plantas registrados. O Pacto em Defesa das Cabeceiras do Pantanal, como é conhecida a aliança, vai recuperar 700 quilômetros de rios (Paraguai, Jauru, Sepotuba e Cabaçal) e mais de 70 nascentes localizadas em 25 municípios de Mato Grosso. O trabalho de reflorestamento da mata ciliar abrange uma área de mais de 23 mil hectares. Para atender à demanda, a previsão é de que sejam criados novos negócios e empresas, como de produção de insumos, de execução de serviços e de qualificação profissional e mais de mil empregos e renda para as comunidades locais. "Abrem-se oportunidades de venda de sementes, ferramentas, mão-de-obra para o reflorestamento, retirada de entulho e instalação de cercas para a proteção das nascentes. Ou seja, toda uma cadeia produtiva será gerada e incentivada por meio da conservação ambiental”, diz o especialista em conservação do WWF-Brasil, Ângelo Lima. Serão necessários mais de 15 viveiros de mudas para fazer o replantio. A idéia dop Pacto surgiu após pesquisa realizada pelo WWF em 2012 em parceria com o HSBC, a he Nature Conservancy (TNC), o Centro de Pesquisas do Pantanal, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ) e a Carterpillar. Na ocasião foi constatado que a área das Cabeceiras do Pantanal estava em alto risco ecológico, requerendo ações urgentes. A ação conjunta entre todos os participantes foi formada no último dia 08 de novembro e todos se comprometeram a trabalhar na recuperação dos recursos hídricos da região. Carlos Nomoto, secretário-geral do WWF-Brasil, reforça a importância da Organização na conservação do Pantanal, “o reino das águas”: nossa missão é trabalhar por um planeta onde as pessoas vivam em harmonia com o meio ambiente e o Pacto mostra o potencial de uma ação quando é produzida em conjunto por toda a sociedade. Cada entidade participante do Pacto comprometeu-se voluntariamente a implementar em sua localidade pelo menos três ações que preservem as nascentes e os rios, como por exemplo: a recuperação de áreas degradadas, a adequação ambiental de estradas rurais e estaduais até 2020, a melhoria do saneamento básico, a implantação de biofossas nas zonas rurais e melhoria da gestão de resíduos sólidos e da gestão de recursos hídricos, a promoção de atividades culturais e educativas sobre a importância da proteção das águas (rios e nascentes) e do reflorestamento. Até o momento, o Pacto conseguiu a instalação de 40 biofossas na zona rural, evitando que dejetos humanos cheguem aos rios e melhorando a qualidade de vida dos produtores que passam a ter saneamento básico e um biofertilizante para regar árvores frutíferas. Os municípios de Tangará da Serra e Mirassol d’Oeste foram selecionados pela Agência Nacional de Águas (ANA) e vão receber recursos à implantação de projetos de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), por meio do Programa Produtor de Água. Com isto, os produtores dos dois municípios serão remunerados financeiramente pela proteção das nascentes e dos recursos hídricos locais, pela conservação das matas ciliares e pela implementação de boas práticas agropecuárias e do manejo do uso do solo. A região das Cabeceiras do Pantanal abrange 25 municípios do Mato Grosso, sendo eles: Alto Paraguai, Araputanga, Arenápolis, Barra do Bugres, Cáceres, Curvelândia, Denise, Diamantino, Figueirópolis D´Oeste, Glória D´Oeste, Indiavaí, Jauru, Lambari D’Oeste, Mirassol D’Oeste, Nortelândia, Nova Marilândia, Nova Olímpia, Porto Esperidião, Porto Estrela, Reserva do Cabaçal, Rio Branco, Santo Afonso, São José dos Quatro Marcos, Salto do Céu e Tangará da Serra. O Dia do pantanal éi comemorado em 12 de novembro.

17 de novembro, 2015
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PRESERVAÇÃO AMBIENTAL
Lançado Projeto Ecodrones no Brasil

A WWF-Brasil, a ONG inglesa Conservation Drones, o ICMBio, a Agência Nacional de Águas (ANA), a Universidade Federal de Goiás (UFG), o Ibama, o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), a Embrapa e o Instituto Araguaia de Proteção Ambiental, uma organização não-governamental do Estado do Tocantins lançaram dia 17 de julho o Projeto Ecodrones Brasil com objetivo de otimizar a conservação do ponto de vista técnico e econômico. Com capacidade de coletar dados e imagens de alta resolução, a tecnologia dos Veículos Aéreos Não Tripulados (os Vant’s, popularmente conhecidos como drones) pode contribuir na preservação dos recursos naturais. Segundo o especialista do Programa Amazônia do WWF-Brasil, Marcelo Oliveira, o potencial de uso desses equipamentos na esfera ambiental é enorme. Ele contou que os ecodrones trazem oportunidades inovadoras para o mapeamento de áreas protegidas, monitoramento da biodiversidade, combate a incêndios florestais, caça e exploração dos recursos naturais, bem como na coleta de dados científicos. O Diretor de Criação e Manejo do ICMBio, Sergio Brant, destacou que o órgão tem muito interesse nas possibilidades e alternativas de uso dos Vant’s. “É uma ferramenta interessante, que tem uma série de possibilidades de utilização em áreas protegidas: desde fiscalização até o uso público”, afirmou. A utilização de drones nesse tipo de atividade no Brasil ainda é pequena ou realizada de forma isolada, já que a lei que regulamenta seu uso não traz regras claras para este tipo de finalidade. Para isso, o Projeto Ecodrones está focado em construir um cenários positivo para a utilização dos Vant’s no que diz respeito á conservação ambiental nos próximos meses. “Nós não faremos uso recreativo ou comercial deste equipamento, e entendemos que é preciso uma normatização diferente, que contemple e auxilie seu uso com objetivo de conservação do patrimônio natural brasileiro”, disse Oliveira. Além da regulamentação, Oliveira defende a formação de um corpo técnico capacitado e habilitado para pilotar os equipamentos e realizar um planejamento que possibilite voos seguros e eficientes. “É nessa etapa que o grupo de cooperação está concentrando seus esforços”, afirmou Oliveira.

20 de julho, 2015