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SUSTENTABILIDADE

Toyota e WWF firmam parceria

A Toyota Motor Corporation e a organização não governamental WWF firmaram acordo de cinco anos com a proposta de acelerar a transição do planeta em prol da sustentabilidade e conservação da biodiversidade. A parceria irá trabalhar para promover a conscientização ambiental, convergindo em direção a uma sociedade "carbono zero". Como parte da parceria, a Toyota apoiará o projeto “Floresta Asiática Viva”, que consiste em diversas atividades desenvolvidas pela WWF, em andamento ou prestes a entrar em vigor, para conservar florestas tropicais e animais selvagens no sudeste asiático. O projeto será desenvolvido em lugares como Bornéu e Sumatra, na Indonésia. No futuro, o projeto será expandido para a região do Grande Mekong, também na Indonésia. As atividades terão como foco aumentar a sustentabilidade de recursos naturais, como madeira, papel, celulose, óleo de palma e borracha natural. A produção desordenada desses materiais está entre as principais causas do desmatamento, colocando as espécies em risco de extinção. Em 2016, a Toyota irá doar US$ 1 milhão para o projeto “Floresta Asiática Viva”. De acordo com Didier Leroy, Vice-presidente executivo da Toyota Motor Corporation, a Companhia compartilha da mesma visão da WWF. "Temos que alcançar uma sociedade verdadeiramente sustentável e deixar um planeta vivo para as gerações futuras. Quando começamos a trabalhar em ações concretas para alcançar o nosso Desafio Ambiental Global 2050, decidimos que unir forças com organizações não governamentais focadas nesta causa é essencial. Nossa parceria e apoio a projetos como o Floresta Asiática Viva estão entre as formas mais eficazes para uma empresa como a Toyota provocar um impacto positivo e sensibilizar funcionários, fornecedores e clientes sobre a importância da gestão sustentável de recursos naturais."

A Toyota Motor Corporation e a organização não governamental WWF firmaram acordo de cinco anos com a proposta de acelerar a transição do planeta em prol da sustentabilidade e conservação da biodiversidade. A parceria irá trabalhar para promover a conscientização ambiental, convergindo em direção a uma sociedade "carbono zero".

Como parte da parceria, a Toyota apoiará o projeto “Floresta Asiática Viva”, que consiste em diversas atividades desenvolvidas pela WWF, em andamento ou prestes a entrar em vigor, para conservar florestas tropicais e animais selvagens no sudeste asiático. O projeto será desenvolvido em lugares como Bornéu e Sumatra, na Indonésia. No futuro, o projeto será expandido para a região do Grande Mekong, também na Indonésia.

As atividades terão como foco aumentar a sustentabilidade de recursos naturais, como madeira, papel, celulose, óleo de palma e borracha natural. A produção desordenada desses materiais está entre as principais causas do desmatamento, colocando as espécies em risco de extinção. Em 2016, a Toyota irá doar US$ 1 milhão para o projeto “Floresta Asiática Viva”. De acordo com Didier Leroy, Vice-presidente executivo da Toyota Motor Corporation, a Companhia compartilha da mesma visão da WWF. "Temos que alcançar uma sociedade verdadeiramente sustentável e deixar um planeta vivo para as gerações futuras. Quando começamos a trabalhar em ações concretas para alcançar o nosso Desafio Ambiental Global 2050, decidimos que unir forças com organizações não governamentais focadas nesta causa é essencial. Nossa parceria e apoio a projetos como o Floresta Asiática Viva estão entre as formas mais eficazes para uma empresa como a Toyota provocar um impacto positivo e sensibilizar funcionários, fornecedores e clientes sobre a importância da gestão sustentável de recursos naturais."

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UNIDADES DE CONSERVAÇÃO
Carrefour adere ao Adote um Parque

O Presidente da República assinou decreto para instituir o programa Adote um Parque, criado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) para permitir que pessoas físicas e jurídicas, nacionais e estrangeiras, possam doar recursos para contribuir com a proteção ambiental em parques nacionais. O Governo aguarda propostas de investimento que totalizam um potencial de R$ 3,2 bilhões por ano. Na primeira fase do programa, o foco estará nas 132 Unidades de Conservação federais na Amazônia. Os parques ocupam 15% do bioma, totalizando 63,6 milhões de hectares. Os recursos serão aplicados diretamente pelos parceiros nas unidades adotadas. Entre as ações de proteção ambiental estão a prevenção e combate a incêndios e desmatamento, recuperação de áreas degradadas, consolidação e implementação de planos de manejo, vigilância e monitoramento dos parques. As pessoas físicas e jurídicas, nacionais e estrangeiras que adotarem os parques serão reconhecidos como “Parceiros do Meio Ambiente” e poderão divulgar essa parceria. A adoção será de um ano, podendo ser renovada após o fim do prazo. A primeira empresa a adotar um parque é o Grupo Carrefour Brasil, que ganhou o título de "Parceira da Amazônia". O Grupo comprometeu-se a investir R$ 3,7 milhões para a proteção ambiental da área do Resex do Lago do Cuniã com aproximadamente 75 mil hectares, no estado de Rondônia. O Carrefour desenvolverá um plano de ação para aplicação dos fundos investidos que, dentre outras iniciativas, contemplam a proteção e monitoramento do bioma, a prevenção de queimadas e desmatamento, além de restauração de áreas degradadas. "Apoiar programas que ajudem a preservar os biomas brasileiros é um dos temas prioritários do Grupo Carrefour Brasil no que diz respeito à sustentabilidade. Esta iniciativa reforça nosso compromisso com a preservação do meio ambiente, alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, da Agenda 2030, da ONU", afirma o CEO. Noël Prioux. Uma das estratégias de preservação por meio da valorização da biodiversidade é a Plataforma de Embarque de Pequenos Produtores Rurais, por meio da qual a companhia busca firmar parcerias com cooperativas de produtores locais e de pequeno porte, além de comunidades tradicionais. Ao promover a oportunidade de relacionamento com agricultores, a empresa estimula melhores condições econômicas, aumento de renda e inclusão social, e, com isso, esse produtor permanece no território e, por sua vez, atua na preservação ambiental, recuperação de biomas e na comercialização de produtos nativos dos biomas brasileiros, colaborando para o desenvolvimento sustentável de alimentos.

19 de fevereiro, 2021
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BIOMAS
Restauração da Mata Atlântica e Amazônia

As organizações ambientais CI-Brasil (Conservação Internacional), TNC-Brasil (The Nature Conservancy), WRI Brasil (World Resources Institute) e WWF-Brasil (Fundo Mundial para a Natureza) se uniram para restaurar áreas de floresta na Amazônia e Mata Atlântica até 2030. O objetivo é fornecer serviços ambientais, a captura de CO2 da atmosfera, fortalecer economias locais e promover o bem-estar humano. As florestas fornecem ar, água, alimentos e biodiversidade, além de ser o meio de vida para mais de 1 bilhão de pessoas no mundo, e fundamentais para a estabilidade climática do planeta. Segundo dados do Inpe, entre agosto de 2019 e julho de 2020 o desmatamento da Amazônia cresceu 34%, com 14 meses seguidos de aumento, enquanto da Mata Atlântica restam apenas 12% remanescentes, extremamente fragmentados. "Nós só vamos aumentar a escala da restauração florestal e com isso gerar impactos positivos ambientais, climáticos, econômicos e sociais por meio de parcerias. Desde a união de esforços para apoiar a implementação desta iniciativa, junto a iniciativas regionais como a Aliança pela Restauração na Amazônia, o Pacto pela Restauração da Mata Atlântica, até iniciativas locais que vêm trabalhando de forma aliada à natureza para um desenvolvimento justo e sustentável", afirma Mauricio Bianco, vice-presidente da Conservação Internacional no Brasil. A aliança das organizações irá canalizar esforços inicialmente para os biomas Mata Atlântica e Amazônia. O alto potencial de regeneração natural associado a essas florestas permitirá obter resultados expressivos a custos mais baixos. "Nosso objetivo é incentivar e apoiar as iniciativas regionais e os produtores que estão fazendo a restauração acontecer, pois sabemos que a restauração é fundamental para a manutenção dos serviços ambientais, geração de emprego e renda e aumento da resiliência da agropecuária", diz Miguel Calmon, consultor sênior do programa Florestas do WRI Brasil. Segundo a aliança formada, são muitos os gargalos para se ganhar escala na restauração florestal: formação de lideranças locais, recursos financeiros, políticas públicas eficientes, o arranjo produtivo da cadeia de restauração florestal (coleta de sementes, formação de viveiros de mudas, serviços de restauração de qualidade, manutenção da restauração). A parceria propõe alcançar a escala necessária atuando coletivamente, trazendo o setor privado, o público, a sociedade civil e a academia como parceiros e co-executores de arranjos co-criados pelos diferentes atores. "A iniciativa é importante exemplo de união, em que a sociedade civil se engaja trazendo sua experiência acumulada em restauração. Assim trazemos soluções para os gargalos e ganhamos escala na restauração, seja engajando o produtor rural com modelos de viés econômico, seja fortalecendo os produtos da sociobiodiversidade por meio da bioeconomia, seja na implementação de políticas públicas mais eficientes ou com modelos financeiros que custeiam a restauração no chão", destaca Rubens Benini, gerente da Estratégia de Restauração da América Latina da TNC. A parceria determinou seis pilares essenciais para o desenvolvimento do trabalho: adoção de arranjos de governança regional; inovação em finanças; investimento em ciência e tecnologia; comunicação de resultados; apoio à formulação e implementação de políticas públicas; e promoção de acesso a mercados. As organizações acreditam ser possível alcançar a restauração dos biomas, com o aumento do impacto de soluções que promovam o bem-estar humano, o fortalecimento da economia e a redução das emissões de CO2 na atmosfera, desde que o desmatamento seja interrompido imediatamente.

30 de setembro, 2020
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BIOMAS
Construções verdes ajudam Amazônia

Uma parceria entre o Green Building Council Brasil (GBC Brasil), ONG responsável pela Certificação LEED no País, e a Fundação Amazonas Sustentável (FAS) deve beneficiar nove mil famílias moradoras de 16 Unidades de Conservação (UC) do Estado do Amazonas e 580 comunidades/localidades tradicionais do interior do Estado. A parceria incentiva qualquer empreendimento imobiliário mundial a financiar projetos sustentáveis na Amazônia. Com a ação, os participantes estarão aptos a receber a certificação LEED, um reconhecimento internacional para construções comprometidas com o meio ambiente. O apoio para a conservação da Amazônia se dá por meio de uma doação para a FAS, proporcional à área do edifício em certificação, que pode variar de US$ 0.05 por m² anuais para edifícios já existentes a US$ 4.00 por m² para novos edifícios. Em troca, a construção recebe um ponto na certificação de “edificações verdes” LEED, que pode eventualmente significar o credenciamento da edificação à certificação, que é dividida nas categorias Básico, Prata, Ouro ou Platina, conforme a pontuação alcançada (de 40 pontos, nível certificado comum, a 110 pontos, nível Platina). As doações são voltadas a iniciativas concretas de conservação ambiental e desenvolvimento sustentável de comunidades ribeirinhas e Unidades de Conservação estaduais do Amazonas. Este território soma 10,9 milhões de hectares (equivalente à área de Portugal). “Hoje, temos mais de 100 mil edificações buscando a certificação LEED em 167 países e é de suma importância relacionar esse trabalho nas cidades com a preservação das florestas e das populações que residem em áreas que carecem de serviços públicos especiais” afirma Felipe Faria, diretor executivo do GBC Brasil. Independentemente de certificação LEED, empresas ou cidadãos podem contribuir com a FAS através do site www.fas-amazonas.org .

28 de março, 2019
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AMAZÔNIA
BB e Natura firmam parceria em projetos

A Natura e o banco do Brasil assinaram parceria inédita para fortalecer o uso de produtos e serviços da sociobiodiversidade da Amazônia, a partir do apoio a projetos nas áreas de inovação, pesquisa e produção sustentável que beneficiem comunidades agroextrativistas da região. O primeiro projeto a ser desenvolvido é focado na produção sustentável e irá atender mais de 200 famílias de quatro comunidades da região do Baixo Tocantins (PA). O projeto irá fornecer capacitação técnica às cooperativas e à adoção de tecnologias sociais adaptadas à agricultura familiar e ao agroextrativismo sustentável. O investimento inicial no projeto, de R$ 190 mil, será aportado pela Fundação Banco do Brasil para a construção de 10 secadores solares de alta eficiência, que vão melhorar a qualidade da produção de andiroba e murumuru, ingredientes da biodiversidade usados pela Natura em seus produtos. A parceria prevê ainda fornecimento de 40 cadeiras para a coleta de patauá das palmeiras pelas comunidades extrativistas da região. Em contrapartida, a Natura irá fornecer, por meio de sua área de Gestão de Relacionamento e Abastecimento com Comunidades, capacitações e assistência técnica para essas famílias, de forma que consigam melhorar a qualidade dos óleos e tenham maior segurança na coleta do patauá. O convênio entre Natura e Fundação Banco do Brasil soma esforços; ela é uma sinergia entre empresas que acreditam que os negócios podem estar a serviço da geração de impacto positivo no meio ambiente e na sociedade”, afirma Josie Romero, vice-presidente de Operações e Logística da Natura. “Lado a lado, vamos alavancar a inovação na região amazônica, contribuir com a capacitação técnica de cooperativas e beneficiar a população local”, complementa. As comunidades beneficiadas no Pará pelo primeiro projeto são a Cooperativa Mista Agroextrativista de Santo Antônio do Tauá – Camtauá - Santo Antonio do Taúa ; Cooperativa dos Fruticultores de Abaetetuba(Cofruta) – Abaetetuba; Cooperativa de Resistência de Cametá (CART) – Cametá e a Associação de Moradores e Agricultores de Jauari Caminhando com Cristo – J Mojú. O diretor de Gestão de Pessoas, Controladoria e Logística da Fundação Banco do Brasil, Valter Coelho de Sá, comenta que a parceria com a Natura proporcionará melhoria de vida para as pessoas através de iniciativas que promovam a inclusão socioprodutiva e o desenvolvimento sustentável. “A experiência e a atuação das duas empresas na região possibilitam uma maior transformação social”.

9 de agosto, 2017
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NASCENTES
Suzano e TNC desenvolvem projeto

A Suzano Papel e Celulose e a The Nature Conservancy (TNC) ampliaram a parceria com novas medidas voltadas à recuperação das nascentes do Rio Mucuri. Por meio do “Projeto Nascentes do Rio Mucuri”, formalizado no final de outubro, as duas partes visam promover a perpetuidade do rio, além de estimular iniciativas voltadas à proteção de nascentes. A primeira etapa do trabalho, que terá início ainda em 2016, consiste em um diagnóstico da situação da cadeia de restauração que resultará em um plano que sinalize quais ações serão necessárias para promover a restauração da vegetação no entorno das nascentes do Rio Mucuri. Nesta fase serão analisadas também a situação de degradação ambiental nas margens dos rios e das nascentes do Rio Mucuri, além de questões consideradas estruturais para a recomposição das florestas, tais como disponibilidade de mudas e de mão-de-obra, por exemplo. Já no primeiro semestre de 2017, a recomposição da mata nativa nesses locais deve ser colocada em prática na busca por resultados em médio e longo prazo. Tais iniciativas farão parte do Plano Estratégico de Restauração Florestal (PERF), a ser elaborado pela TNC. “Nosso objetivo com este projeto é, além de contribuir para a perpetuidade do Rio Mucuri, criar um ambiente que estimule a cultura de preservação de nascentes no País”, explica Alexandre Di Ciero, gerente executivo de Sustentabilidade da Suzano Papel e Celulose. “Iremos além da simples execução do projeto. Nossa percepção é de que este projeto pode criar um ambiente que propicie essa cultura de recuperação de nascentes e, com isso, podemos envolver a participação de outros atores nessa iniciativa”, complementa Di Ciero. A Suzano Papel e Celulose e a TNC estão à procura de parcerias de outras empresas, administrações públicas e ONGs com atuação na área ambiental. TNC e Suzano querem mapear os passivos de restauração florestal, os atores que já atuam na região e a infraestrutura existente para garantir às florestas o importante papel de ajudar a preservar as nascentes dos rios. A escolha do local para o início do trabalho, segundo a TNC, é explicada pelas características de onde está localizada a Bacia do Rio Mucuri. A região conta com remanescentes de Mata Atlântica, um dos biomas mais biodiversos do planeta, e que ocupa atualmente apenas 12% da sua área original no Brasil.

23 de novembro, 2016
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EMISSÕES
Plantio visa neutralizar CO2 de carros alugados

A Fundação SOS Mata Atlântica fechou parceria com a Movida, empresa em aluguel de automóveis, para plantar árvores em cidades do Brasil com objetivo de neutralizar as emissões de CO2 feitas pelos carros da locadora. A parceria faz parte do Carbon Free, programa criado pela empresa em 2009 que se tornou a primeira ação sustentável na área de locação de veículos. Ao contratar um veículo, o motorista paga um valor simbólico. Na devolução, uma empresa especializada analisará o deslocamento realizado para calcular as emissões de carbono, que resulta no número de árvores a serem plantadas. O crescimento das árvores pode ser acompanhado pela internet, no site da Movida. “Todos estão fazendo sua parte para evitar danos ao meio ambiente e para termos uma qualidade de vida melhor”, afirma Marcia Hirota, diretora executiva da Fundação SOS Mata Atlântica. De acordo com o CEO da Movida, Renato Franklin, combater o desmatamento e as mudanças climáticas é uma tarefa de todos, empresas e consumidores. “Nós, desde sempre, adotamos uma postura sustentável e buscamos incentivar o consumo consciente por meio de alternativas para mitigar as emissões provenientes da nossa atividade”, ressaltou. Ao longo de 15 anos, a Fundação SOS Mata Atlântica já plantou um total de 36 milhões de mudas de árvores nativas, numa área total equivalente à do Recife, através de seus programas de restauração florestal. Lançado em 2009, o projeto ganha cada vez mais espaço e adeptos. Até julho deste ano, já foram mais de 26 mil diárias contratadas, num total superior a quatro milhões de quilômetros rodados e mais de sete mil árvores plantadas. Em 2015, o número de diárias em que os clientes optaram pelo Carbon Free dobrou em relação a 2014, passando de 18 mil para 36 mil, aproximadamente.

27 de setembro, 2016
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PRÊMIO
Fundação Toyota ganha REI 2016

Braço social da Toyota, a Fundação Toyota do Brasil conquistou o prêmio REI 2016 – Reconhecimento à Excelência e Inovação – na categoria Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental pelo projeto Ambientação. O anúncio foi feito no dia 15 de junho pela revista Automotive Business, após avaliação de 22 profissionais, que julgaram a ação como a mais importante na área de responsabilidade socioambiental entre os projetos inscritos. Desenvolvido desde 2008 em Indaiatuba (SP), o projeto Ambientação foi implantado recentemente em Sorocaba (SP) e Guaíba (RS). Ele desenvolve estudantes e comunidades usando ferramentas de solução de problemas socioambientais, com base em práticas industriais, o Toyota Business Practices . A metodologia pode ser aplicada em qualquer área. Entre os benefícios estão menor custo e economia de recursos naturais (energia elétrica e água) nas cidades onde a montadora atua. A ação já envolveu mais de 415 mil pessoas entre alunos, professores e servidores públicos. No último ano, as 46 escolas municipais de Indaiatuba reduziram em 25% o consumo de água. Já em Sorocaba (SP), servidores da prefeitura da cidade economizaram mais de três milhões de litros de água, registrando uma redução de R$ 722 mil para os cofres públicos da cidade. O zoológico da cidade, Quinzinho de Barros, diminuiu seus gastos pela metade, aplicando a metodologia no viveiro de mudas. Em Guaíba (RS), 18 escolas participantes registraram uma economia de 15% na energia e 34% em água, além de implantar 100% do gerenciamento de resíduos em todas as unidades. Desde 2011 a Toyota já contratou sete jovens participantes do projeto Ambientação para o programa Menor Aprendiz. “Antes mesmo desse período de estiagem, a Fundação Toyota vem colaborando com ações efetivas focadas na preservação dos recursos naturais, que estão escassos, por meio da educação de crianças e jovens, que se tornam agentes multiplicadores de práticas sustentáveis entre suas famílias e comunidades, ampliando a consciência ambiental de cada um”, explica Ricardo Bastos, Presidente da Fundação Toyota do Brasil. No fim de 2015, a Fundação Toyota do Brasil pela segunda vez consecutiva conquistou o Prêmio Top Car TV, premiação da televisão nacional voltada ao setor automotivo, na categoria “Melhor Ação de Responsabilidade Social”. Dessa vez por meio dos resultados positivos do projeto Ambientação.

30 de junho, 2016
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BIOMAS
Criado pacto para preservação das Cabeceiras do Pantanal

Uma ação conjunta da WWF-Brasil, Governo do Estado de Mato Grosso e outras 50 entidades parceiras realizará ação para proteger e recuperar as águas das Cabeceiras do Pantanal – onde nascem as águas responsáveis por alimentar 80% da planície inundada, pelo abastecimento de mais de três milhões de pessoas e pela manutenção da rica biodiversidade local: mais de 4 mil espécies de animais e plantas registrados. O Pacto em Defesa das Cabeceiras do Pantanal, como é conhecida a aliança, vai recuperar 700 quilômetros de rios (Paraguai, Jauru, Sepotuba e Cabaçal) e mais de 70 nascentes localizadas em 25 municípios de Mato Grosso. O trabalho de reflorestamento da mata ciliar abrange uma área de mais de 23 mil hectares. Para atender à demanda, a previsão é de que sejam criados novos negócios e empresas, como de produção de insumos, de execução de serviços e de qualificação profissional e mais de mil empregos e renda para as comunidades locais. "Abrem-se oportunidades de venda de sementes, ferramentas, mão-de-obra para o reflorestamento, retirada de entulho e instalação de cercas para a proteção das nascentes. Ou seja, toda uma cadeia produtiva será gerada e incentivada por meio da conservação ambiental”, diz o especialista em conservação do WWF-Brasil, Ângelo Lima. Serão necessários mais de 15 viveiros de mudas para fazer o replantio. A idéia dop Pacto surgiu após pesquisa realizada pelo WWF em 2012 em parceria com o HSBC, a he Nature Conservancy (TNC), o Centro de Pesquisas do Pantanal, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ) e a Carterpillar. Na ocasião foi constatado que a área das Cabeceiras do Pantanal estava em alto risco ecológico, requerendo ações urgentes. A ação conjunta entre todos os participantes foi formada no último dia 08 de novembro e todos se comprometeram a trabalhar na recuperação dos recursos hídricos da região. Carlos Nomoto, secretário-geral do WWF-Brasil, reforça a importância da Organização na conservação do Pantanal, “o reino das águas”: nossa missão é trabalhar por um planeta onde as pessoas vivam em harmonia com o meio ambiente e o Pacto mostra o potencial de uma ação quando é produzida em conjunto por toda a sociedade. Cada entidade participante do Pacto comprometeu-se voluntariamente a implementar em sua localidade pelo menos três ações que preservem as nascentes e os rios, como por exemplo: a recuperação de áreas degradadas, a adequação ambiental de estradas rurais e estaduais até 2020, a melhoria do saneamento básico, a implantação de biofossas nas zonas rurais e melhoria da gestão de resíduos sólidos e da gestão de recursos hídricos, a promoção de atividades culturais e educativas sobre a importância da proteção das águas (rios e nascentes) e do reflorestamento. Até o momento, o Pacto conseguiu a instalação de 40 biofossas na zona rural, evitando que dejetos humanos cheguem aos rios e melhorando a qualidade de vida dos produtores que passam a ter saneamento básico e um biofertilizante para regar árvores frutíferas. Os municípios de Tangará da Serra e Mirassol d’Oeste foram selecionados pela Agência Nacional de Águas (ANA) e vão receber recursos à implantação de projetos de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), por meio do Programa Produtor de Água. Com isto, os produtores dos dois municípios serão remunerados financeiramente pela proteção das nascentes e dos recursos hídricos locais, pela conservação das matas ciliares e pela implementação de boas práticas agropecuárias e do manejo do uso do solo. A região das Cabeceiras do Pantanal abrange 25 municípios do Mato Grosso, sendo eles: Alto Paraguai, Araputanga, Arenápolis, Barra do Bugres, Cáceres, Curvelândia, Denise, Diamantino, Figueirópolis D´Oeste, Glória D´Oeste, Indiavaí, Jauru, Lambari D’Oeste, Mirassol D’Oeste, Nortelândia, Nova Marilândia, Nova Olímpia, Porto Esperidião, Porto Estrela, Reserva do Cabaçal, Rio Branco, Santo Afonso, São José dos Quatro Marcos, Salto do Céu e Tangará da Serra. O Dia do pantanal éi comemorado em 12 de novembro.

17 de novembro, 2015
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BIOMAS
Embrapa e PNUD firmam parceria em conservação

No dia 28 de setembro foi oficialmente lançado o projeto "Integração da conservação da biodiversidade e uso sustentável nas práticas de produção de produtos florestais não madeireiros e sistemas agroflorestais em paisagens florestais de usos múltiplos de alto valor para a conservação”. O projeto é uma parceria da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), com recursos do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF). O lançamento do projeto aconteceu na sede da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, unidade de pesquisa da Embrapa em Brasília, e teve a participação do Diretor-executivo de TT da Embrapa, Waldyr Stumpf; do coordenador-residente do Sistema das Nações Unidas e representante do PNUD no Brasil, Jorge Chediek; do representante da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) no Brasil, Alan Bojanic; da Secretária de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Ana Cristina Barros; e do Presidente da Anater, Paulo Cabral, entre outras autoridades. Segundo o pesquisador da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia e coordenador do projeto, Aldicir Scariot, o cenário atual, que levou à necessidade de execução dessa iniciativa, é marcado por mudanças rápidas no uso da terra, perda de biodiversidade, exclusão social e ameaças ao modo de vida das comunidades que moram no campo. “É preciso que as pessoas entendam que conservar a biodiversidade e gerar renda não são atividades excludentes. Muito pelo contrário, são complementares. E é exatamente isso o que esse projeto pretende estimular e fortalecer”, enfatizou Aldicir. Com apoio dos ministérios do Meio Ambiente (MMA), Desenvolvimento Social (MDS), Desenvolvimento Agrário (MDA) e Agricultura (Mapa), além da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Serviço Florestal Brasileiro (SFB) e organismos da sociedade civil, o projeto vida promover “uma associação íntima entre agroextrativismo e biodiversidade. Os objetivos principais são ampliar a participação dos agroextrativistas, reduzir as desigualdades sociais, manter as famílias no campo, assegurar o modo de vida das comunidades locais, reconhecer e fortalecer sua cultura e investir em tecnologias simples e de baixo custo. Abrangência de três biomas O projeto irá atuar em seis Territórios da Cidadania – Alto Acre e Capixaba, Alto Rio Pardo, Marajó, Sobral e Sertão do São Francisco – o que abrange três biomas : Cerrado, Caatinga e Amazônia. De acordo com Aldicir, esses biomas foram definidos em conjunto entre as instituições parceiras com base nos seguintes dados: alto impacto para a biodiversidade, baixo IDH, populações tradicionais e agricultura familiar. O projeto será desenvolvido a partir de planos de trabalho anuais para cada Território da Cidadania envolvido, com base em sinergias com políticas e programas públicos, que valorizem os seguintes pilares: tecnologia, socioeconomia, capacitação de multiplicadores e disseminação de conhecimento, crédito/financiamento e conservação da biodiversidade. Além da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia e do Departamento de Transferência de Tecnologia (DTT), que são os mentores e articuladores do projeto, participam outras 11 unidades de pesquisa da Embrapa, atuantes nos três biomas que fazem parte da iniciativa. O coordenador-residente do Sistema das Nações Unidas e representante do PNUD no Brasil, Jorge Chediek, afirmou que esse projeto é muito especial para o PNUD e tem “DNA brasileiro”. “Esse projeto nasceu na Rio 92 e se consolidou na Rio+20. O ponto forte é o fato de enxergar a sustentabilidade no sentido amplo, não apenas do ponto de vista ecológico, mas também do social e do econômico”, enfatizou. Para Ana Cristina Barros, secretária de Biodiversidade e Florestas do MMA, a principal importância de “romper a dicotomia da visão da conservação”. Segundo ela, é preciso transcender essa visão radical de floresta protegida e não protegida e enxergar a importância do homem nesse processo. “É fundamental considerar a floresta e o ser humano como aliados e não como antagonistas. O uso adequado da biodiversidade depende de tecnologia e, principalmente, da sua transferência para as comunidades”, complementou a Secretária. Para o representante da FAO no Brasil, Alan Bojanic, um dos pontos mais importantes do projeto é valorizar a exploração sustentável de produtos florestais não madeiráveis. “Precisamos fazer com que esse projeto seja lembrado pela sua grandeza e não me refiro apenas ao plano ideológico, mas territorial”, constatou ele, lembrando que o fato de o projeto abranger três biomas é desafiador, mas muito importante para o desenvolvimento do País.

30 de setembro, 2015