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ENERGIA EÓLICA

Inaugurado novo complexo no RN

Produtora de energia elétrica a partir de fontes renováveis, a Voltalia, em parceria com a Chesf e Grupo Encalso, inauguraram o Complexo Eólico Vamcruz, em Serra do Mel (RN), além de construir o Complexo Serra Pará, vizinho a Vamcruz, com capacidade instalada de 90 MW e operação prevista para iniciar no final deste ano. Posteriormente, a Voltalia construirá o Parque Vila Acre I, também em Serra do Mel, com capacidade instalada de 27 MW. Este próximo empreendimento tornou-se possível a partir do último leilão de que a empresa participou, em novembro de 2015. Para Robert Klein, country manager da Voltalia Brasil, o mercado atual de energia brasileiro está mais estruturado e a expectativa é que haja demanda suficiente de energia para manter a capacidade de produção. Além de permanecer investindo no País, Klein considera essencial os resultados conquistados por meio das ações socioambientais. “Na Voltalia, temos uma equipe dedicada exclusivamente para conduzir esses projetos. Precisamos olhar não apenas a questão energética, mas também o aspecto social e ambiental. Por isso, os trabalhos desenvolvidos junto a essas comunidades são fundamentais para nós”, afirma o executivo. Entre esses projetos está o “Água e Renda”, nas Vilas Pará e Amazonas (região de Serra do Mel), que permite o acesso a água potável para as comunidades locais. Isso acontece graças a um processo de dessalinização da água salobra existente na região. O tratamento dos efluentes promove também a criação de tilápias, além do cultivo de palma e erva-sal para alimentação animal (ovinos e galinhas). A empresa explica que o processo contribui para o tratamento de rejeitos gerados na dessalinização e ajuda na preservação ambiental. Os produtos são comercializados pelos próprios moradores e o projeto se sustenta com o ciclo gerado pelo consumo da água potável. Estima-se que o projeto já beneficia 139 famílias desde maio de 2015. O projeto tem a participação de instituições como Sebrae, Senar e Emparn, contratadas para realizar as capacitações necessárias e tornar operacional o sistema do projeto “Água e Renda”, com o envolvimento direto dos moradores locais, de modo a garantir o seu sucesso. O projeto “Academia do Idoso” ajuda pessoas da terceira idade da região de Serra do Mel a acessar equipamentos que possibilitam movimentos, sem que haja sobrecarga em suas articulações; “Bem na Escola, Bom no Esporte”, projeto esportivo que utiliza o tênis como motivador para melhorar o desempenho das crianças na escola e também no convívio familiar; “Quintais Produtivos”, visa o reaproveitamento de águas cinzas provenientes de pias, chuveiros e máquinas de lavar e que, após o processo de filtragem, possibilita a produção de alimentos, irrigação de hortas e a manutenção de uma cerca viva com árvores ou arbustos são alguns outros projetos desenvolvidos pela Voltalia.

Produtora de energia elétrica a partir de fontes renováveis, a Voltalia, em parceria com a Chesf e Grupo Encalso, inauguraram o Complexo Eólico Vamcruz, em Serra do Mel (RN), além de construir o Complexo Serra Pará, vizinho a Vamcruz, com capacidade instalada de 90 MW e operação prevista para iniciar no final deste ano. Posteriormente, a Voltalia construirá o Parque Vila Acre I, também em Serra do Mel, com capacidade instalada de 27 MW. Este próximo empreendimento tornou-se possível a partir do último leilão de que a empresa participou, em novembro de 2015.

Para Robert Klein, country manager da Voltalia Brasil, o mercado atual de energia brasileiro está mais estruturado e a expectativa é que haja demanda suficiente de energia para manter a capacidade de produção. Além de permanecer investindo no País, Klein considera essencial os resultados conquistados por meio das ações socioambientais. “Na Voltalia, temos uma equipe dedicada exclusivamente para conduzir esses projetos. Precisamos olhar não apenas a questão energética, mas também o aspecto social e ambiental. Por isso, os trabalhos desenvolvidos junto a essas comunidades são fundamentais para nós”, afirma o executivo. Entre esses projetos está o “Água e Renda”, nas Vilas Pará e Amazonas (região de Serra do Mel), que permite o acesso a água potável para as comunidades locais. Isso acontece graças a um processo de dessalinização da água salobra existente na região.

O tratamento dos efluentes promove também a criação de tilápias, além do cultivo de palma e erva-sal para alimentação animal (ovinos e galinhas). A empresa explica que o processo contribui para o tratamento de rejeitos gerados na dessalinização e ajuda na preservação ambiental.  Os produtos são comercializados pelos próprios moradores e o projeto se sustenta com o ciclo gerado pelo consumo da água potável. Estima-se que o projeto já beneficia 139 famílias desde maio de 2015.

O projeto tem a participação de instituições como Sebrae, Senar e Emparn, contratadas para realizar as capacitações necessárias e tornar operacional o sistema do projeto “Água e Renda”, com o envolvimento direto dos moradores locais, de modo a garantir o seu sucesso.

O projeto “Academia do Idoso” ajuda pessoas da terceira idade da região de Serra do Mel a acessar equipamentos que possibilitam movimentos, sem que haja sobrecarga em suas articulações; “Bem na Escola, Bom no Esporte”, projeto esportivo que utiliza o tênis como motivador para melhorar o desempenho das crianças na escola e também no convívio familiar; “Quintais Produtivos”, visa o reaproveitamento de águas cinzas provenientes de pias, chuveiros e máquinas de lavar e que, após o processo de filtragem, possibilita a produção de alimentos, irrigação de hortas e a manutenção de uma cerca viva com árvores ou arbustos são alguns outros projetos desenvolvidos pela Voltalia.

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ENERGIA EÓLICA
Investimentos em dois parques no Piauí

A joint venture formada pela Votorantim Energia e o Canada Pension Plan Investment Board (CPP Investments) vai investir R$ 2 bilhões na implantação de dois novos complexos eólicos – Ventos do Piauí II e III. O investimento será feito com recursos próprios da joint venture. As obras têm início previsto para janeiro de 2021 e as unidades entram em operação em meados de 2022, cm conclusão no ano seguinte. Os Complexos Ventos do Piauí II e III terão cinco parques eólicos cada um e estarão localizados na região da Serra do Inácio, entre os Estados do Piauí e Pernambuco. Juntos, os novos complexos terão potência instalada de 411,6 MW, elevando a capacidade instalada da joint venture em aproximadamente 1 GW naquela região. “Juntamente com os parques Ventos do Piauí I e Ventos do Araripe III, estes projetos irão compor o maior cluster de geração eólica do Brasil. A Joint Venture será responsável por 5% da base de geração eólica do País e 36% da base de geração eólica no Piauí. Serão 976,2 MW de capacidade instalada de geração, sendo 745,2 MW naquele estado e 231,0 MW em Pernambuco”, afirma Fabio Zanfelice, CEO da Votorantim Energia e presidente do conselho da joint venture. A energia produzida nos complexos será comercializada no mercado livre, sendo que 60% do seu volume já está contratado pelas empresas Votorantim Cimentos e Companhia Brasileira de Alumínio (CBA). A Votorantim Energia anunciou a sua entrada no mercado de energia eólica em 2015, com o projeto Ventos do Piauí I. O complexo de 7 parques eólicos entrou em operação em julho de 2017, com potência instalada de 205,9 MW. Após a conclusão dos projetos Ventos do Piauí II e III, a Joint Venture terá investido aproximadamente R$ 5 bilhões na região, criando um cluster com 4 complexos eólicos equipados com 352 aerogeradores.

9 de março, 2020
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ENERGIA SOLAR
Braskem e Voltalia fecham acordo de 20 anos

A Braskem fechou contrato de 20 anos com a multinacional francesa Voltalia para compra de energia solar a ser utilizada pelas unidades industriais brasileiras. Com o negócio, a companhia investe em uma matriz limpa e sustentável e conseguirá reduzir a quantidade de emissões de CO2 em 130 mil toneladas ao longo do período do contrato. O acordo prevê também a expansão do complexo solar Serra do Mel, no Rio Grande do Norte. Os projetos Serra do Mel 1 & 2 da Voltalia venceram o 30º Leilão de Energia Nova (A-6) realizado em outubro de 2019 pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Além dos 32 MW vencedores no leilão, a Voltalia negociou contratos adicionais no Mercado Livre de Energia com uma série de compradores, incluindo a Braskem. Com isso, a capacidade do Complexo Solar Serra do Mel chegará a 270 MW, o equivalente a abastecer uma cidade de 1 milhão de habitantes. “A parceria com a Voltalia reafirma nosso comprometimento com o desenvolvimento sustentável, ampliando a utilização de energia renovável em nossa operação. Vale ressaltar também a relevância de contratos de longo prazo como este, que oferecem grande potencial competitivo ao negócio, maximizando seus benefícios para todos os envolvidos”, afirma Gustavo Checcucci, diretor de Energia da Braskem. O CEO da Voltalia Brasil, Robert Klein, disse estar feliz com o primeiro contrato com a Braskem para venda de energia renovável. “Muitos projetos de energias renováveis estão sendo, assim, viabilizados graças aos PPAs (Power Purchase Agreement, na sigla em inglês) corporativos, o que é uma excelente notícia. Deste modo, a Voltalia está viabilizando seu primeiro parque solar, com dimensões de grande porte, no cluster Serra Branca, Rio Grande do Norte, onde estamos combinando energia eólica e solar no mesmo local”.

9 de março, 2020
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ENERGIA EÓLICA
Voltalia terá mais um projeto no Brasil

Empresa de energia renovável e prestadora de serviços, a Voltalia assinou contrato com a SiemensGamesa, fornecedora de soluções de energia eólica, para a compra de 36 aerogeradores para a nova usina Ventos da Serra do Mel 2 (VSM 2), localizada no município da Serra do Mel (RN). A usina tem capacidade para 128 MW. A Voltalia já havia assinado dois contratos com a SiemensGamesa para aquisição de 13 turbinas para o Vila Acre I (27 MW) e de 47 unidades para o parque Ventos da Serra do Mel 1 (VSM 1) com capacidade de 163 MW. As turbinas que serão instaladas no VSM 2 são do modelo SG 3.4-132, com potência nominal de 3,55 MW cada e rotores com um diâmetro de 132 metros, que se elevarão em 120 metros acima do solo. “Depois de garantir vários contratos de venda de energia de longo prazo no Brasil desde o final de 2017, atualmente estamos construindo 291 MW de usinas de energia com uma antecipação significativa para comissioná-las no decorrer de 2020. Ao todo, instalaremos um número adicional de 83 turbinas eólicas em nosso cluster de Serra Branca, localizado em uma das áreas mais ventosas do Brasil. O projeto VSM 2 eleva nossa capacidade total em operação e construção para 911 MW”, comenta Sébastien Clerc, CEO da Voltalia. Para Robert Klein, CEO da Voltalia no Brasil, o projeto Ventos da Serra do Mel (1 e 2) é mais um importante investimento da Voltalia no Brasil. A empresa já opera mais de 300 MW. A expansão faz parte da estratégia de concentrar projetos numa mesma região e, desta forma, ter ganho em escala e facilidade de operação. Após a construção deste novo parque, a Voltalia terá ainda mais de 1,5 GW de possíveis expansões, o que poderá fazer Ventos da Serra do Mel um dos maiores sites de energia eólica da América Latina. Os contratos de venda de energia de longo prazo foram garantidos para o VSM 2 com previsão para o início de 2021 (64 MW) e 2024 (64 MW). Os MW/hora produzidos entre o comissionamento da usina a partir dessas datas serão vendidos a preços atrativos no mercado.

6 de fevereiro, 2019
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ENERGIA SOLAR
Enel investe US$ 300 milhões em usina

Através da subsidiária Enel Green Power Brasil Participações Ltda (EGPB), a Enel S.p.A iniciou a construção de uma usina de energia solar com capacidade de 292 MW em Nova Olinda. "O início da construção de Nova Olinda é um outro passo adiante para o nosso grupo no Brasil, confirmando a nossa liderança no mercado de energia solar no País ", afirmou Carlo Zorzoli, Country Manager da Enel para o Brasil. Nova Olinda, que é de propriedade de quatro veículos de propósito específico (SPEs) mantidos pela EGPB, está localizada em Ribeira do Piauí, no estado do Piauí. Quando estiver concluída, a planta irá ocupar área de 690 hectares e será capaz de gerar mais de 600 GWh por ano, o suficiente para atender ao consumo de energia anual de cerca de 300 mil lares brasileiros,além de evitar a emissão de cerca de 350 mil toneladas de CO 2 para a atmosfera. Nova Olinda será construída em uma área com altos níveis de radiação solar e contribuirá significativamente para atender à crescente demanda de energia do País. Os investimentos em Nova Olinda serão da ordem de US$ 300 milhões e estão previstos no plano estratégico atual da empresa. O projeto, que é financiado por meio de recursos próprios do Grupo Enel, deverá entrar em operação no segundo semestre de 2017. A usina de energia solar será apoiada por um contrato de compra de energia ( Power Purchase Agreement, - PPA sigla em inglês) de 20 anos, que prevê a venda da energia gerada pela usina para a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). A EGPB tem atualmente capacidade instalada total de 546 MW, dos quais 401 MW são de energia eólica, 12 MW de energia solar fotovoltaica e 133 MW de energia hídrica. Além disso, a empresa tem 442 MW de projetos de energia eólica, 102 MW de hidrelétrica e 807 MW de energia solar atualmente em execução.

12 de julho, 2016