Publicidade
BURITIRAMA

Investimentos em energia renovável

A Buritirama Mineração, controlada pelo Grupo Buritipar, anunciou que deverá investir, em 2019, aproximadamente R$ 60 milhões em energia renovável com o objetivo de transformar a companhia na primeira do mundo a operar com 100% de capacidade via placas solares. Na primeira etapa do projeto, edificações como escritório administrativo, laboratório e centro de controle de operações passarão a ser supridos com energia solar. Posteriormente, esse tipo de energia será estendido a outras áreas operacionais da companhia. Além da energia solar, a empresa estuda também a utilização de energia eólica.

A Buritirama Mineração, controlada pelo Grupo Buritipar, anunciou que deverá investir, em 2019, aproximadamente R$ 60 milhões em energia renovável com o objetivo de transformar a companhia na primeira do mundo a operar com 100% de capacidade via placas solares. Na primeira etapa do projeto, edificações como escritório administrativo, laboratório e centro de controle de operações passarão a ser supridos com energia solar. Posteriormente, esse tipo de energia será estendido a outras áreas operacionais da companhia. Além da energia solar, a empresa estuda também a utilização de energia eólica.

Artigos Relacionados

Saneamento Ambiental Logo
ENERGIA SOLAR
Braskem constrói usina solar em Minas

A Braskem anunciou contrato de longo prazo com a Canadian Solar Inc., empresa do setor de energia solar, para viabilizar a construção de uma usina no Norte de Minas Gerais. A unidade terá capacidade instalada de 152 MWp e irá garantir o fornecimento por 20 anos, para abastecer uma cidade de 430 mil habitantes. O início das obras está previsto para 2021 e a energia gerada será utilizada nas unidades industriais da Braskem no Brasil. Por meio do contrato, a companhia estima evitar a emissão de 500 mil toneladas de CO2 na atmosfera ao longo de duas décadas. “A estratégia de energia sustentável da companhia considera a busca constante por oportunidades de agregar valor com a melhoria da eficiência energética e uso das fontes renováveis disponíveis para suprimento das nossas unidades industriais. A possibilidade de contribuir com a construção de um novo parque solar é fator decisivo para garantir competitividade ao negócio" disse Gustavo Checcucci, diretor de Energia da Braskem. A parceria da Braskem com a Canadian Solar prevê a utilização de módulos BiHiKu bifaciais, de alta eficiência. "A Canadian Solar estabeleceu uma posição de liderança no mercado solar no Brasil e continua inovando, definindo uma nova tendência. Nós temos a satisfação de nos associar à Braskem para oferecer soluções em energia integrada, desde módulos solares ao desenvolvimento e gerenciamento de projetos e serviços. Temos um compromisso de longo prazo com a energia solar no Brasil, que permanecerá sendo um dos nossos mercados mais importantes", comenta Shawn Qu, presidente da Canadian Solar.

29 de junho, 2020
Saneamento Ambiental Logo
ENERGIA SOLAR
Investimentos para descarbonizar o planeta

Segundo estudo recente da Agência Internacional de Energia Renovável (International Renewable Energy Agency – IRENA, em inglês), a potência mundial com tecnologia fotovoltaica atingiu 480,3 GW no final de 2018. Com o objetivo de descarbonizar o planeta, os cinco principais países têm investido cada vez mais em energia solar. São eles, China (175 GW), Japão (55,5 GW), Estados Unidos (49,6 GW), Alemanha (45,9 GW) e Índia (26,8 GW). O mercado de energia solar tem crescido também no Brasil e estima-se que atualmente a potência operacional total seja de 5.114,3 MW, conforme levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). Entre 2012 e 2019, a associação comenta que foram criados mais de 130 mil empregos no setor. Entre as vantagens da energia solar fotovoltaica estão o fato dela ser totalmente renovável, infinita, e não emite gases poluentes, além do baixo custo de manutenção. Também ocupa pouco espaço e permite a instalação em diversos lugares, mesmo os mais remotos. De acordo com o empresário e investidor do ramo de energia renovável, Ricardo Delneri, e um dos sócios-fundadores da Renova Energia, "a fonte solar é renovável, não polui e poderá ser uma aliada importante no aumento do número de empregos no País”. “Nos painéis fotovoltaicos e nas usinas heliotérmicas, a luz solar é convertida em energia elétrica e térmica. Já no aquecimento solar, a luz solar é convertida em energia térmica”, complementa o executivo. Sua avaliação é que a fonte solar irá crescer de forma muito acentuada pelos próximos anos e que dentro de alguns anos estará na casa de milhões de brasileiros.

27 de abril, 2020
Saneamento Ambiental Logo
ENERGIA RENOVÁVEL
Matriz 100% até 2030? Cientistas acreditam

Segundo pesquisa realizada pela Rede de Políticas de Energias Renováveis para o Século 21 (REN 21), 71% dos especialistas acreditam que é possível ter uma matriz 100% renovável até 2030. Os dados são parte do Relatório da Situação Global das Energias Renováveis e foram o tema do debate “Nexo Água-Energia: como a geração hidrelétrica pode liderar o desenvolvimento sustentável em um ambiente em mudança”, promovido pela Itaipu Binacional em parceria com a Secretaria das Nações Unidas para Mudanças Climáticas na 23ª Conferência Mundial do Clima (COP-23), em Bonn, na Alemanha. A empresa reuniu diferentes atores do setor de geração energética para discutir ações rumo aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 6 e 7. As metas tratam de água e energia e são parte da lista de 17 objetivos ratificados em 2015 pela Organização das Nações Unidas (ONU). Na lista estão ações de eficiência energética, cooperação internacional e universalização do acesso a ambos os recursos. O diretor de Coordenação da Itaipu, Hélio Amaral, destacou ações do Cultivando Água Boa, um amplo programa de cuidados com as microbacias da região. “Fazemos tudo com a participação da comunidade local e promovendo o desenvolvimento regional. Consideramos a segurança da água como parte dos nossos negócios”, disse. As ações envolvem recuperação de nascentes, capacitação de agricultores, reflorestamento e também a diversificação da matriz energética. A Itaipu investe também na geração de biogás a partir de dejetos dos animais e instalou placas de geração de energia solar no estacionamento de um de seus escritórios, porém ainda em sistema piloto e sem objetivos de comercialização.

16 de novembro, 2017
Saneamento Ambiental Logo
FONTES RENOVÁVEIS
Micro-usina é inaugura em cooperativa no Pará

A micro-usina de energia solar fotovoltaica da Cooperativa Brasileira de Energia Renovável (Coober) entrou em operação no município de Paragominas (PA). A capacidade inicial é de 75 KWp, potência que deve ser ampliada em breve. Ao todo foram investidos R$ 600 mil na micro-usina solar, recurso proveniente dos 23 cooperados. Criada em fevereiro deste ano, a Coober tem como objetivo estimular a geração de energia pelos próprios consumidores. O espaço físico da micro-usina reúne 288 placas fotovoltaicas, que possuem capacidade de produção média de 11.550 KW/H por mês. Toda energia será injetada no sistema da rede Celpa. O resultado será rateado entre os cooperados e descontado diretamente na conta de energia. Estima-se que metade do quadro social da Coober tenha a conta completamente zerada, dependendo do nível de consumo individual. Para o superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB),Renato Nobile, em poucos anos o Brasil terá centenas de cooperativas de energia renovável espalhadas de Norte a Sul, produzindo energia de forma compartilhada e distribuindo entre seus cooperados. "É um passo concreto em um caminho que não tem volta. A matriz de produção mundial será renovável, gastando muito menos sem transmissão, afetando muito menos o ambiente com uma forma econômica mais viável e acessível”, afirma Nobile. Para a Coober, as vantagens de se produzir energia renovável (solar fotovoltaica) em cooperativa e não de maneira individualizada são várias. Entre elas: menor valor investido, já que os custos são divididos por 23; mobilidade na produção -- os cooperados podem mudar de endereço sem se preocupar com os equipamentos; desenvolvimento de uma cultura de colaboração; melhor escolha/avaliação das opções, mais pessoas pensando com o mesmo objetivo; melhor relação com a concessionária; e tratativas mais adequadas de benefícios e isenções fiscais.

18 de agosto, 2016
Saneamento Ambiental Logo
ENERGIA EÓLICA
Enel investe US$ 190 milhões em Cristalândia

A Enel Green Power Brasil Participações Ltda. , subsidiária do Grupo Enel, iniciou a construção do Parque Eólico de Cristalândia, localizado nos municípios de Brumado, Rio de Contas e Dom Basílio, Bahia. Serão investidos cerca de US$ 190 milhões na unidade, que terá capacidade instalada para gerar 90MW. A expectativa é que a planta entre em operação no 2º semestre de 2017. Quando o novo parque eólico estiver concluído, Cristalândia será capaz de gerar mais de 350 GWh por ano, o suficiente para satisfazer as necessidades de consumo anuais de mais de 170 mil domicílios brasileiros, evitando a emissão de cerca de 118 mil toneladas de CO 2 para a atmosfera. A planta foi concedida à subsidiária brasileira por meio do leilão público de energia renovável (LFA - Leilão de Fontes Alternativas), em abril de 2015. O projeto é apoiado por acordos de compra de energia de 20 anos com um pool de distribuidoras de energia elétrica do Brasil. Cristalândia é o sexto parque eólico do Grupo Enel na Bahia, um estado onde a empresa renovável brasileira do Grupo, a EGPB, já opera 264 MW de capacidade de energia eólica e está atualmente construindo o projeto eólico Delfina de 180 MW, a instalação solar fotovoltaica Ituverava com 254 MW, que é a maior usina de energia solar da Enel atualmente em construção, e o parque solar Lapa de 158 MW. A empresa conquistou mais 172 MW de capacidade eólica e 103 MW de capacidade fotovoltaica na Bahia, por meio de leilões públicos.

20 de abril, 2016
Saneamento Ambiental Logo
ENERGIA SOLAR
EGP constrói nova usina na Bahia

A Enel Green Power (EGP) iniciou a construção de nova usina de energia solar no município de Ituverava, Bahia, com capacidade prevista de 254 MW. Com a construção de Ituverava, a Enel Green Power confirma o seu desejo de desempenhar um papel de liderança no setor de energia solar", disse Francesco Venturini, CEO da EGP. Serão investidos US$ 400 milhões na construção de Ituverava, seguindo as metas de crescimento da empresa estabelecidas no seu plano de negócios atual e financiadas com fontes próprias do Grupo Enel Green Power. O projeto de energia solar será apoiado por um acordo de compra de energia (PPA, sigla em inglês para Power Purchase Agreement) de 20 anos com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). A nova planta de energia solar, que é de propriedade de três veículos para fins especiais mantidos pela Enel Green Power Brasil Participações Ltda., está prevista para ser concluída e entrar em operação no final de 2017. A nova usina poderá atingir capacidade de geração de mais de 550 GWh por ano, o suficiente para atender à demanda de consumo de energia anual de mais de 268 mil domicílios brasileiros, evitando a emissão de mais de 185 mil toneladas de CO 2 por ano. No Brasil, a EGP tem atualmente uma capacidade instalada total de 418 MW, dos quais 93 MW são provenientes de hidrelétricas, 313 MW de energia eólica e 12 MW de energia solar, com 444 MW de projetos em construção.

5 de janeiro, 2016