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REFLORESTAMENTO

Kinross amplia doação de mudas

A Kinross Brasil Mineração reformulou o seu Programa Doação de Mudas Itinerante em 2017, e, atualmente, um caminhão com cerca de 600 mudas de espécies frutíferas, ornamentais e nativas do Cerrado são distribuídas mensalmente no município de Paracatu (MG). As mudas são produzidas no Viveiro de Mudas da Kinross, que fornece 30 mil unidades anuais, sendo que parte para doação do programa, direcionadas tanto para empregados da companhia como para escolas e empresas. Até então, já foram distribuídas mais de seis mil mudas em 2018. Entre as mudas mais pedidas estão pés de maracujá, goiaba, amora e manga. Entre as ornamentais e nativas, o hibisco, a rosa, e o ipê roxo e rosa. O dia da doação é sempre divulgado na imprensa local, nas redes sociais e para líderes comunitários. Cada morador pode retirar até quatro unidades, de espécies iguais ou diferentes.

A Kinross Brasil Mineração reformulou o seu Programa Doação de Mudas Itinerante em 2017, e, atualmente, um caminhão com cerca de 600 mudas de espécies frutíferas, ornamentais e nativas do Cerrado são distribuídas mensalmente no município de Paracatu (MG). 
 
As mudas são produzidas no Viveiro de Mudas da Kinross, que fornece 30 mil unidades anuais, sendo que parte para doação do programa, direcionadas tanto para empregados da companhia como para escolas e empresas. Até então, já foram distribuídas mais de seis mil mudas em 2018. Entre as mudas mais pedidas estão pés de maracujá, goiaba, amora e manga. Entre as ornamentais e nativas, o hibisco, a rosa, e o ipê roxo e rosa. O dia da doação é sempre divulgado na imprensa local, nas redes sociais e para líderes comunitários. Cada morador pode retirar até quatro unidades, de espécies iguais ou diferentes.

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COMPENSAÇÃO AMBIENTAL
Jaguar Mining adquire floresta

A Jaguar Mining adquiriu recentemente uma área de floresta nativa, localizada no Parque Estadual Serra das Araras, no município de Chapada Gaúcha (MG). A empresa mantém também a Estação Ecológica da Mata do Cedro, em Carmópolis de Minas, na Região Oeste do estado. As duas áreas são preservadas como contrapartida às atividades minerárias desenvolvidas em Minas Gerais. Adquirida em 2017, a Estação Ecológica da Mata do Cedro tem área de 135 hectares como compensação da mina Turmalina. A Jaguar implementa um programa de revitalização da cobertura vegetal com espécies nativas em parte desta área, visto que o restante já possui cobertura nativa. “Trabalhamos na recuperação de 23,85 hectares, como compensação ambiental. O que antes era um grande pasto, hoje é um espaço em fase adiantada de reflorestamento, preservando a flora da Mata Atlântica. Um bom exemplo das nossas iniciativas que visam ao bem-estar da sociedade, à recuperação e à proteção dos recursos naturais”, ressalta a gerente de Meio Ambiente, Rayssa Garcia. A ação gera diversos benefícios ao ecossistema local, principalmente porque existe uma conexão da floresta com o rio Pará, que banha boa parte do estado de Minas Gerais e é uma das principais fontes de abastecimento do reservatório da Usina Hidrelétrica de Três Marias. As árvores plantadas têm recebido os tratos culturais, como capina, tutoramento, combate a formigas, adubação, replantio, entre outros. As espécies crescem rápido, alcançam até 10 metros de altura e muitas começaram a florescer e frutificar, o que é importante para a transformação da paisagem e um atrativo para insetos e animais que farão a polinização e a dispersão de sementes. A área de floresta nativa de 100 hectares incorporada ao Parque Estadual Serra das Araras encontra-se em processo de doação ao Estado, como compensação das atividades minerárias das minas Roça Grande e Paciência. “Essas iniciativas reforçam nosso compromisso com minimização de danos ao meio ambiente e às nossas comunidades, sempre em busca de soluções que garantam o equilíbrio. Dessa forma, a empresa preza pelo crescimento sustentável, atrelado a um negócio seguro e socialmente responsável, que leva o valor da sustentabilidade para as práticas do dia a dia e para toda a gestão”, conclui Rayssa.

26 de abril, 2021
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LODO
Compostagem ajuda Atibaia no reflorestamento

Empresa do Grupo Iguá, a Atibaia Saneamento adotou um método mais sustentável para a realização do descarte do lodo que é gerado no processo de tratamento de esgoto, a fim de reduzir a sobrecarga nos aterros sanitários e beneficiar o ecossistema da região. Os resíduosgerados nos tanques de aeração são encaminhados para uma empresa em Jundiaí (SP), onde é realizado o reaproveitamento do composto, transformando-o em adubo orgânico. Até o momento, cerca de 116 toneladas de lodo já foram para a compostagem, sendo que 46 toneladas foram transformadas em fertilizantes que auxiliam diversos agricultores, além de servir de insumo em plantios de mudas de diversas espécies, em especial as nativas que são apropriadas para ações de reflorestamento. O adubo também auxilia na manutenção de áreas verdes e enriquece o solo da cidade e região. Indiara Guasti, gerente operacional da Atibaia Saneamento, diz que a alternativa é uma das mais seguras, sustentáveis e que atende à legislação vigente. “Esse aproveitamento do lodo é totalmente benéfico ao meio ambiente. Afinal, o que iria para um aterro sanitário é transformado em fertilizantes ricos em nutrientes. São necessários cerca de 3 litros de adubo orgânico para o cultivo de mudas, sendo assim podemos dizer que a Atibaia Saneamento já contribuiu para o plantio de aproximadamente 15 mil árvores”, ressaltou a gerente. A Atibaia Saneamento já contribuiu com o plantio de mais de 2.800 mudas de 86 espécies distintas em áreas apropriadas para o reflorestamento no estado de São Paulo.

30 de setembro, 2020
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BRK
Doações de kits para Sumaré e Limeira

A BRK Ambiental doou 120 litros de Amônia Quaternária para a Prefeitura Municipal de Limeira e mais 200 litros de Labseptic, desinfetante concentrado para limpeza hospitalar, para a Santa Casa. A Amônia Quaternária tem ação bactericida e será utilizada pela administração municipal para higienizar as ruas nas imediações dos hospitais da cidade. Já o Labseptic, será usado pela Santa Casa de Limeira para a limpeza das dependências do hospital. O tempo de ação do produto é menor do que o utilizado atualmente, o que tem maior eficiência no combate ao coronavírus. “Temos o compromisso de apoiar ações que contribuam na prevenção da COVID-19 e garantam a saúde e o bem-estar dos limeirenses. Os produtos doados são itens essenciais no combate à doença nesse momento”, diz Fernando Mangabeira, diretor da BRK Ambiental. Além de realizar as doações de itens de higiene e limpeza para entidades de Rio Claro, Santa Gertrudes, Limeira e Mauá, a BRK Ambiental também tem investido em ações de prevenção destinadas aos seus colaboradores e clientes. Destacam-se a rotina de higienização constante de veículos e equipamentos utilizados pelas equipes de campo, reforço no atendimento de seus canais digitais – 0800 771 0001, site www.brkambiental.com.br e perfis da empresa em redes sociais – e a disponibilização on-line de uma plataforma educativa, com conteúdo exclusivo sobre saneamento, para ser acessado durante o período de quarentena. O endereço é o www.brktransforma.com.br . No município de Sumaré a concessionária doou 250 kits de higiene e limpeza, compostos por 1.000 produtos, entre água sanitária, detergente e sabonetes, às famílias e moradores de ruas atendidos por instituições da cidade. A iniciativa beneficiou três instituições do município, Casa de Acolhimento Resgatar, Associação Pestalozzi e NISFRAM, e tem como objetivo garantir que as famílias mais necessitadas tenham acesso aos itens considerados básicos para auxiliar no combate ao novo coronavírus. “Temos o compromisso de apoiar ações que contribuam na prevenção da doença e garantam a saúde e o bem-estar dos sumareenses. Os itens de higiene e limpeza se tornaram aliados essenciais neste momento”, diz Fernando Mangabeira, diretor da BRK Ambiental.

25 de maio, 2020
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LEGADO VERDES
Programa recupera nascentes no Cerrado

Dando continuidade ao Programa de Preservação, Recuperação e Conservação de Nascentes, iniciativa do Legado Verdes do Cerrado, a Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), em parceria com o Grupo Faeg Jovem, de Niquelândia (GO), isolou área próxima à nascente do Córrego Buriti com o objetivo de evitar o acesso do rebanho e, assim, recuperar a mata ciliar. “Esta é a primeira vez que recebemos o apoio. Os problemas com a degradação do Cerrado estão sérios e é importante ver que o Legado se preocupa com isso. Com a proteção da nascente que está em nossa fazenda e chega ao Córrego Buriti, o gado não vai entrar mais na área, o que irá permitir a revitalização”, afirmou Masolene Sales, proprietário da Fazenda Buriti. O presidente do Faeg Jovem, Diego Coelho, comenta que o isolamento da nascente na propriedade foi além do preconizado pelo Código Florestal. “Instalamos a cerca em um raio de aproximadamente 350 metros, sendo que o Código estabelece o mínimo de 50 metros. Isso é muito positivo, porque o Cerrado possui um bioma que se recupera rapidamente quando bem conservado”, disse. Além da nascente da Fazenda Buriti, outras nascentes serão recuperadas em 2018. “O Legado Verdes fomenta a conservação das nascentes na região, realizando o plantio de mudas nativas do cerrado e a construção de cercas para isolar a área, garantindo que a flora se regenere.”, explicou o responsável pelo planejamento das atividades do Legado Verdes do Cerrado, Deyver Santos Silva. O Programa de Preservação, Recuperação e Conservação de Nascentes é realizado desde 2017 e tem o apoio do Sindicato Rural de Niquelândia e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural em Goiás (Senar Goiás). O Legado fornece os materiais para o plantio e presta consultoria para a Faeg Jovem realizar os trabalhos de recuperação. Para participar do programa, o produtor precisa ter feito um curso pelo Senar ou ter sido auxiliado por assistência técnica. O produtor é cadastrado no Programa e é orientado a acompanhar a medição, fazer as covas para a construção da cerca, estar presente no dia de mutirão, além de se comprometer para que o gado respeite o limite e atue efetivamente no controle de pragas e da roçagem.

7 de agosto, 2018
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SUSTENTABILIDADE
Legado Verdes do Cerrado faz um ano

A contribuição com o reflorestamento de nascentes dos rios com mudas produzidas em viveiros e identificação das principais espécies florísticas do Cerrado foram alguns dos avanços conseguidos com o programa Legado Verdes do Cerrado, que está completando um ano, desenvolvido na única Reserva Particular de Desenvolvimento Sustentável da região Centro-Oeste, localizada em Niquelândia (GO), com 32 mil hectares, que é mantida e conservada pela Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) e gerido pela Reservas Votorantim, empresa encarregada de administrar os ativos ambientais da Votorantim S.A. Em um ano de atividades da reserva, as parcerias firmadas tornaram possível aprimorar as ações de conservação ambiental, além de fomentar a geração de conhecimento científico público. Entre as instituições parceiras, segundo a CBA, estão a Universidade Federal de Goiás (UFG), Universidade de Brasília (UnB) e a unidade integrada Sesi-Senai de Niquelândia. “A troca de experiências e a soma de esforços possibilitam desenvolver ações que proporcionam vários benefícios. As parcerias firmadas geram conhecimento sobre a fauna e a flora locais, além de impulsionar a conscientização da sociedade, uma vez que as pesquisas realizadas se tornam públicas e podem ser consultadas para basear outras iniciativas em prol da proteção do meio ambiente”, disse David Canassa, diretor da Reservas Votorantim.

12 de abril, 2018
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REFLORESTAMENTO
AES Tietê e Fundação Mata Atlântica plantam 600 mil mudas

A AES Tietê e a Fundação SOS Mata Atlântica firmaram parceria para promover o plantio de 607 mil mudas de espécies nativas da Mata Atlântica no Estado de São Paulo, por meio do Programa Florestas do Futuro. Com os trabalhos iniciados em 2014, a primeira fase do projeto de plantio está prevista para ser concluída até o final deste ano, totalizando 215 hectares. Até o momento, 135 deles já foram contemplados, nos municípios de Mendonça, Adolfo, José Bonifácio e Ubarana, todos localizados nas bordas do reservatório da usina hidrelétrica de Promissão. São utilizadas aproximadamente 80 espécies nativas, como Ipê, Jaracandá, Ingá, Angico e Paineira. A AES Tietê ficará responsável por ceder as mudas e cercar as áreas de preservação permanente sob sua responsabilidade, situadas no entorno das usinas hidrelétricas da Companhia. A SOS Mata Atlântica realizará os plantios, além de manter o reflorestamento e monitorar o seu desenvolvimento por um período de cinco anos. A iniciativa prevê a restauração florestal de áreas protegidas privadas, com foco na recuperação de matas ciliares, fundamentais para garantir o abastecimento de água em qualidade e quantidade e para a conservação da biodiversidade. “Estamos estruturando novas possibilidades de parceria para acelerar a recuperação do Bioma Mata Atlântica, envolvendo tanto empresas privadas como do terceiro setor”, explica Paola Bocardo, Engenheira de Meio Ambiente da AES Tietê. O viveiro da AES Tietê produz um milhão de mudas por ano, com diversidade de aproximadamente 120 espécies de árvores nativas da Mata Atlântica e do Cerrado, utilizadas no reflorestamento das bordas dos reservatórios e no programa de fomento florestal da Companhia. O trabalho de reprodução começa com a coleta das sementes, quando geralmente são escolhidas 12 diferentes matrizes por espécies. “Esse processo é necessário para garantir a variabilidade genética das espécies produzidas pela empresa”, afirma Alexandre Astorino, Engenheiro de Meio Ambiente da AES Tietê. A coleta das sementes é feita de forma planejada e controlada, a fim de preservar o equilíbrio natural e garantir a alimentação da fauna e os mecanismos de regeneração natural das próprias espécies.

22 de setembro, 2015