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NEXA

Restauração de biodiversidade em Vazante

No próximo sábado, 27 de outubro, os moradores de Vazante (MG) terão a oportunidade de participar da restauração da biodiversidade original da região. Na ocasião será lançado o projeto Vazante Verde, parceria entre a Nexa, o Legado Verdes do Cerrado e a Prefeitura Municipal. O trabalho deve reunir moradores voluntários, técnicos da empresa e representantes de órgãos públicos nos bairros Jardim Vitória e Nossa Senhora de Fátima. Serão plantadas mudas de espécies nativas do bioma, como Angico, Aroeira, Jenipapo, Ipê Amarelo, entre outras. A iniciativa traz várias vantagens para a população, como mais conforto nas altas temperaturas e melhorias na impermeabilidade do solo. O projeto tem tempo previsto de duração de cinco anos e prevê, na fase inicial, o plantio de 320 mudas. A expectativa é que Vazante ganhe 23 mil novas árvores, tornando-se uma das cidades brasileiras mais arborizadas e uma das únicas com espécies do bioma do Cerrado.

No próximo sábado, 27 de outubro, os moradores de Vazante (MG) terão a oportunidade de participar da restauração da biodiversidade original da região. Na ocasião será lançado o projeto Vazante Verde, parceria entre a Nexa, o Legado Verdes do Cerrado e a Prefeitura Municipal.
 
O trabalho deve reunir moradores voluntários, técnicos da empresa e representantes de órgãos públicos nos bairros Jardim Vitória e Nossa Senhora de Fátima. Serão plantadas mudas de espécies nativas do bioma, como Angico, Aroeira, Jenipapo, Ipê Amarelo, entre outras. A iniciativa traz várias vantagens para a população, como mais conforto nas altas temperaturas e melhorias na impermeabilidade do solo.
 
O projeto tem tempo previsto de duração de cinco anos e prevê, na fase inicial, o plantio de 320 mudas. A expectativa é que Vazante ganhe 23 mil novas árvores, tornando-se uma das cidades brasileiras mais arborizadas e uma das únicas com espécies do bioma do Cerrado.

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SISTEMAS AGROFLORESTAIS
Modelo da CBA para preservar o Cerrado

A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) criou em Niquelândia, no norte de Goiás, o Legado Verdes do Cerrado (LVC), Reserva Particular de Desenvolvimento Sustentável, com uma área de 6,9 hectares que une a produção agrícola com o cultivo de espécies nativas, principalmente, o baru e o cajuzinho do cerrado. Este é um exemplo de Sistema Agroflorestal (SAF), que reúne culturas de importância agronômica em consórcio com a floresta e têm sido utilizados como aliados na recuperação de áreas degradadas e proteção do Cerrado. Por meio da agrofloresta, o Legado Verdes do Cerrado contribui para a conservação da biodiversidade do bioma e melhoria da qualidade e estrutura do solo, para a fixação de carbono, além de servir como atrativo para a avifauna local. A iniciativa reflete a preocupação manifestada nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU), que buscam unir ações globais para acabar com a pobreza, proteger o meio ambiente, o clima e garantir que as pessoas tenham paz e prosperidade. O 13° ODS afirma que é preciso tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos, enquanto o 2° ODS fala em combater a fome, buscar a segurança alimentar e promover a agricultura sustentável. Além da conservação da biodiversidade do Cerrado, o modelo de agrofloresta é também uma alternativa de geração de renda para as populações em situações de vulnerabilidade econômica e ambiental. Os resultados da agrofloresta promovem a conservação e a restauração do Cerrado, com o resgate de paisagens, proteção de cursos da água e interação entre fauna e flora. Outro benefício é a atração de polinizadores como abelhas, que são indispensáveis para a perpetuação das espécies, e a conservação da biodiversidade local. A agrofloresta também atrai pássaros, como os tucanos, que se alimentam de bananas, e caititus, que consomem mandioca, além de antas, cachorros do mato e tatus. Aproximadamente 80% da área de 32 mil hectares do Legado Verdes do Cerrado é composta por Cerrado nativo. A Reserva tem como principal preocupação a conservação e restauração do bioma local. Conhecido como berço das águas, o Cerrado é um ecossistema que necessita de cuidados e, por isso, iniciativas como a do LVC de trabalhar com a agrofloresta são fundamentais para contribuir com a proteção da vida, da água e da biodiversidade no planeta. O avançado estado de conservação do Legado Verdes do Cerrado possibilita coletar sementes no próprio território, ofertar diversidade genética de espécies e propiciar a alta qualidade das mudas produzidas no Centro de Produção de Biodiversidade, seja para a agrofloresta, seja para os projetos de restauração. O LVC tem ainda como prioridades as pesquisas científicas voltadas para a conservação do bioma. Com o objetivo de fomentar ainda mais os Sistemas Agroflorestais (SAFs) para a regeneração de áreas degradadas, o Legado Verdes do Cerrado desenvolveu projeto em parceria com o Instituto Tiradentes, escola local que ministra um curso técnico de agropecuária com ênfase em agroecologia. O propósito maior é a difusão da tecnologia social entre os produtores rurais, estimulando o debate da produção agrícola sustentável no Brasil. Durante a parceria, foram capacitados 25 jovens.

19 de abril, 2021
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EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Nexa retoma ‘Gente Cuidando das Águas’

A Nexa retomou o programa Gente Cuidando das Águas em dez escolas municipais e estaduais de Vazante (MG). O projeto é focado na educação e conscientização ambiental de crianças e jovens da cidade. Criado em 2018, o projeto já recuperou 27 nascentes e construiu mais de 21.855 metros de cercas de proteção das nascentes do Rio Santa Catarina, principal curso d'água da cidade. Em 2021, por causa dos desafios impostos pela pandemia COVID-19, a Nexa reformulou o programa para acompanhar as atividades escolares, virtuais ou presenciais para dar ainda mais foco na educação e conscientização ambiental, de jovens do 6° e 8° ano do ensino fundamental. Fernando Gurgel, gerente geral da Nexa Vazante, disse que o programa, além de preservar o Rio Santa Catarina, promove um diálogo transparente e educativo na gestão conservação dos recursos hídricos da cidade. "O projeto surge do nosso compromisso de contribuir com a melhoria da Bacia Hidrográfica do Rio Santa Catarina. Com ele, será possível levar informações relevantes às comunidades do município sobre a importância de se adotar medidas de preservação e como a mobilização social em prol do meio ambiente pode melhorar o futuro da cidade", afirma. O projeto foi construído com o objetivo de promover a recuperação e proteção de nascentes a montante do Rio Santa Catarina através do cercamento e da conscientização das pessoas. Até o momento, o projeto beneficiou diretamente cerca de 35 produtores rurais e mais de 390 estudantes do 6º ano e 250 do 8º ano. "O Gente Cuidando das Águas acompanha a evolução das nascentes protegidas, com monitoramentos de qualidade e volume de água. Muitos dos produtores que participam do projeto receberam mentorias com foco na educação ambiental e conheceram tecnologias de baixo custo que podem melhorar a qualidade da água na sua propriedade", comenta Gurgel. Em 2021, o projeto tem como meta construir uma maquete da Bacia do Rio Santa Catarina em uma campanha de sensibilização promovida pelos próprios alunos. Todos os temas abordados estão em linha com a proposta do BNCC (Base Nacional Comum Curricular) do Ministério da Educação. O 'Gente Cuidando das Águas' é desenvolvido em parceria com o BNDES, a Secretaria de Educação de Vazante, EMATER (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais) e a ADVAZ (Agência para o desenvolvimento local, integrado, e sustentável de Vazante).

29 de março, 2021
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EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Nexa ensina plantio de mudas em Aripuanã

A Nexa promoveu, entre os dias 20 e 27 de fevereiro, por meio do Programa de Educação Ambiental (PEA), o curso “Como plantar uma muda" para a comunidade de Aripuanã (MT). Duas turmas de 20 alunos aprenderam no viveiro de mudas, localizado no Setor Chacareiro Frei Canuto, em Aripuanã, todo processo de cultivo e cuidados com seis tipos diferentes de sementes. Selecionadas pelo Assistente Ambiental da Sete Soluções e Tecnologia Ambiental, Silvando Ribeiro Lins justifica a escolha das sementes para o curso. "Essas sementes foram escolhidas por estarem na época de germinação, onde são monitoradas até o mês de outubro, que é o final para colheita de muitas delas, diferente da castanha que se recolhe em janeiro". Entre as sementes escolhidas estão a seringueira, planta nativa da Amazônia de onde é extraído o látex, o jatobá - amplamente utilizado no tratamento de problemas de saúde e também na construção civil, pois sua madeira é de longa durabilidade. Além destes, os participantes conheceram o pinho cuiabano, útil para fazer lâmina, assim como a semente do bajão. O mogno, considerado madeira de lei, por estar ameaçado de extinção, a produção para fins comerciais se torna praticamente inviável, onde poucas empresas que possuem liberação para exploração comercial legal. Por fim, a castanheira, onde o cultivo de seu fruto é um alimento rico em proteínas e usado também como combustível ou na confecção de artesanato, também protegido por lei. José Ribamar Marques, Identificador Botânico da Sete Soluções e Tecnologia Ambiental, também instruiu a capacitação sente-se agradecido por deixar um legado. "Sinto uma imensa gratidão por estar contribuindo para o conhecimento e consciência das pessoas. Acredito também que colaborou para a redução das áreas desmatadas ou degradadas na região, consequentemente, isso atua positivamente na qualidade de vida das pessoas". A estudante, Rayane Paiva levou para sua casa uma muda de Buriti. "Minha experiência foi incrível e aprendi várias coisas interessantes. Eu não imaginava que poderia ter uma quebra de dormência nas sementes, por exemplo. Sempre soube que tinha o jeito certo de plantar, porém não sabia qual era ele, e nessa vivência que tive eu aprendi". Analista de Meio Ambiente da Nexa, Rafaela Ferrari pontua que o objetivo do curso é instruir pessoas e futuras gerações através dos olhos da educação ambiental. "O contato com as mudas e conhecer a sua dimensão na cadeia produtiva é muito importante, além de forma prática, ensinar a plantar uma muda. Com isso, divulgamos também o trabalho desenvolvido pelo Projeto Aripuanã no replantio de mudas”. O Viveiro de Mudas da Nexa tem uma área com cerca de 3.300 m2, onde já foram cultivadas cerca de 45 mil plantas. Ao todo foram produzidas mudas de 145 espécies e atualmente o Viveiro possui 20.358 mudas de 120 espécies. Produzidas no viveiro, as mudas visam atender aos objetivos dos programas de Resgate e Conservação da Flora, Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD), Subprograma de Compensação Ambiental por intervenção em APP e por Supressão de Indivíduos.

8 de março, 2021
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LEGADO VERDES
CBA comemora Dia do Cerrado com ações

A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) comemorou o Dia do Cerrado, 11 de setembro, com a realização de um projeto de conservação e desenvolvimento sustentável em Niquelândia (GO). Em uma área de 32 mil hectares, das quais 80% de Cerrado nativo, a companhia implementa há três anos uma nova forma de uso e ocupação do solo, onde 20% do seu espaço é destinado às economias tradicionais (pecuária, agricultura e silvicultura), usado de maneira inteligente e rentável para custear os outros 80%, que representam a área de Cerrado nativo conservado. A reserva é também um grande laboratório de pesquisas a céu aberto para estudantes e profissionais que, em parceria com a Universidade Federal de Goiás (UFG), desenvolvem projetos relacionados ao Cerrado. “Acreditamos que podemos ter uma sociedade melhor a partir do momento em que mudamos nossa relação com o Cerrado. O Legado Verdes do Cerrado tem um papel importante não só em promover ações de conservação, mas também em levar o Cerrado para perto das pessoas, seja por meio de pesquisas científicas, seja por ações de reflorestamento ou paisagismo urbano com mudas nativas e ações educativas para a população. A filosofia do Legado é sempre integrar pesquisa, produção e relacionamento social para que essas três vertentes possam melhorar a sustentabilidade dos locais em que nós habitamos e trabalhamos”, explica o diretor da Reservas Votorantim, David Canassa. No sistema agroflorestal implantado no Legado, os ecossistemas naturais são replicados, o que otimiza o uso da terra e concilia a conservação ambiental com a produção de alimentos. A agrofloresta do Legado Verdes do Cerrado tem hoje seis hectares de área cultivada com previsão de expansão a uma área total de 17 hectares ainda neste ano. Mais de cinco mil mudas já foram plantadas, de espécies como limão, banana, goiaba, mandioca, além de espécies do Cerrado, como cajuzinho-do-cerrado e baru. Além de ser uma alternativa de produção sustentável de alimentos, a agrofloresta é um atrativo para a fauna, na medida em que possibilita uma nova dinâmica que reequilibra o ecossistema. No Legado, a área cultivada recebe visita constante de antas, raposas, caititus, tatus e diversas espécies de pássaros nativos. As mudas utilizadas foram produzidas no Centro de Produção de Biodiversidade (CPB) do Legado, que trabalha com espécies nativas. A produção do CPB teve início em 2018 e cresceu em 2019, consolidando a iniciativa como um novo e promissor negócio. O CPB foi ampliado chegando a uma capacidade de produção de 300 mil mudas/ano, atendendo à demanda de projetos de reflorestamentos principalmente nos estados de Goiás e Minas Gerais. No local são cultivadas 50 espécies diferentes, entre elas aroeira, angico, baru, canela-de-ema, pitomba, guariroba, pequi e ipê. As plantas produzidas atendem à demanda de parceiros da Reserva, instituições e proprietários rurais, além de prefeituras em projetos de recuperação da flora e paisagismo urbano. As sementes para produção das mudas são coletadas na própria reserva. O projeto já conta com 1,9 milhão de amostras de espécies nativas. A iniciativa tem papel fundamental na conservação da biodiversidade, pois quando conservadas corretamente, algumas sementes podem ficar guardadas por décadas. O banco de sementes contribui, ainda, para o melhoramento genético, já que por meio da seleção de sementes é possível reduzir a suscetibilidade das plantas a pragas ou a mudanças climáticas.

14 de setembro, 2020
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LEGADO VERDES
Programa recupera nascentes no Cerrado

Dando continuidade ao Programa de Preservação, Recuperação e Conservação de Nascentes, iniciativa do Legado Verdes do Cerrado, a Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), em parceria com o Grupo Faeg Jovem, de Niquelândia (GO), isolou área próxima à nascente do Córrego Buriti com o objetivo de evitar o acesso do rebanho e, assim, recuperar a mata ciliar. “Esta é a primeira vez que recebemos o apoio. Os problemas com a degradação do Cerrado estão sérios e é importante ver que o Legado se preocupa com isso. Com a proteção da nascente que está em nossa fazenda e chega ao Córrego Buriti, o gado não vai entrar mais na área, o que irá permitir a revitalização”, afirmou Masolene Sales, proprietário da Fazenda Buriti. O presidente do Faeg Jovem, Diego Coelho, comenta que o isolamento da nascente na propriedade foi além do preconizado pelo Código Florestal. “Instalamos a cerca em um raio de aproximadamente 350 metros, sendo que o Código estabelece o mínimo de 50 metros. Isso é muito positivo, porque o Cerrado possui um bioma que se recupera rapidamente quando bem conservado”, disse. Além da nascente da Fazenda Buriti, outras nascentes serão recuperadas em 2018. “O Legado Verdes fomenta a conservação das nascentes na região, realizando o plantio de mudas nativas do cerrado e a construção de cercas para isolar a área, garantindo que a flora se regenere.”, explicou o responsável pelo planejamento das atividades do Legado Verdes do Cerrado, Deyver Santos Silva. O Programa de Preservação, Recuperação e Conservação de Nascentes é realizado desde 2017 e tem o apoio do Sindicato Rural de Niquelândia e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural em Goiás (Senar Goiás). O Legado fornece os materiais para o plantio e presta consultoria para a Faeg Jovem realizar os trabalhos de recuperação. Para participar do programa, o produtor precisa ter feito um curso pelo Senar ou ter sido auxiliado por assistência técnica. O produtor é cadastrado no Programa e é orientado a acompanhar a medição, fazer as covas para a construção da cerca, estar presente no dia de mutirão, além de se comprometer para que o gado respeite o limite e atue efetivamente no controle de pragas e da roçagem.

7 de agosto, 2018
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SUSTENTABILIDADE
Legado Verdes do Cerrado faz um ano

A contribuição com o reflorestamento de nascentes dos rios com mudas produzidas em viveiros e identificação das principais espécies florísticas do Cerrado foram alguns dos avanços conseguidos com o programa Legado Verdes do Cerrado, que está completando um ano, desenvolvido na única Reserva Particular de Desenvolvimento Sustentável da região Centro-Oeste, localizada em Niquelândia (GO), com 32 mil hectares, que é mantida e conservada pela Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) e gerido pela Reservas Votorantim, empresa encarregada de administrar os ativos ambientais da Votorantim S.A. Em um ano de atividades da reserva, as parcerias firmadas tornaram possível aprimorar as ações de conservação ambiental, além de fomentar a geração de conhecimento científico público. Entre as instituições parceiras, segundo a CBA, estão a Universidade Federal de Goiás (UFG), Universidade de Brasília (UnB) e a unidade integrada Sesi-Senai de Niquelândia. “A troca de experiências e a soma de esforços possibilitam desenvolver ações que proporcionam vários benefícios. As parcerias firmadas geram conhecimento sobre a fauna e a flora locais, além de impulsionar a conscientização da sociedade, uma vez que as pesquisas realizadas se tornam públicas e podem ser consultadas para basear outras iniciativas em prol da proteção do meio ambiente”, disse David Canassa, diretor da Reservas Votorantim.

12 de abril, 2018