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EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Nexa ensina plantio de mudas em Aripuanã

A Nexa promoveu, entre os dias 20 e 27 de fevereiro, por meio do Programa de Educação Ambiental (PEA), o curso “Como plantar uma muda" para a comunidade de Aripuanã (MT). Duas turmas de 20 alunos aprenderam no viveiro de mudas, localizado no Setor Chacareiro Frei Canuto, em Aripuanã, todo processo de cultivo e cuidados com seis tipos diferentes de sementes. Selecionadas pelo Assistente Ambiental da Sete Soluções e Tecnologia Ambiental, Silvando Ribeiro Lins justifica a escolha das sementes para o curso. "Essas sementes foram escolhidas por estarem na época de germinação, onde são monitoradas até o mês de outubro, que é o final para colheita de muitas delas, diferente da castanha que se recolhe em janeiro". Entre as sementes escolhidas estão a seringueira, planta nativa da Amazônia de onde é extraído o látex, o jatobá - amplamente utilizado no tratamento de problemas de saúde e também na construção civil, pois sua madeira é de longa durabilidade. Além destes, os participantes conheceram o pinho cuiabano, útil para fazer lâmina, assim como a semente do bajão. O mogno, considerado madeira de lei, por estar ameaçado de extinção, a produção para fins comerciais se torna praticamente inviável, onde poucas empresas que possuem liberação para exploração comercial legal. Por fim, a castanheira, onde o cultivo de seu fruto é um alimento rico em proteínas e usado também como combustível ou na confecção de artesanato, também protegido por lei. José Ribamar Marques, Identificador Botânico da Sete Soluções e Tecnologia Ambiental, também instruiu a capacitação sente-se agradecido por deixar um legado. "Sinto uma imensa gratidão por estar contribuindo para o conhecimento e consciência das pessoas. Acredito também que colaborou para a redução das áreas desmatadas ou degradadas na região, consequentemente, isso atua positivamente na qualidade de vida das pessoas". A estudante, Rayane Paiva levou para sua casa uma muda de Buriti. "Minha experiência foi incrível e aprendi várias coisas interessantes. Eu não imaginava que poderia ter uma quebra de dormência nas sementes, por exemplo. Sempre soube que tinha o jeito certo de plantar, porém não sabia qual era ele, e nessa vivência que tive eu aprendi". Analista de Meio Ambiente da Nexa, Rafaela Ferrari pontua que o objetivo do curso é instruir pessoas e futuras gerações através dos olhos da educação ambiental. "O contato com as mudas e conhecer a sua dimensão na cadeia produtiva é muito importante, além de forma prática, ensinar a plantar uma muda. Com isso, divulgamos também o trabalho desenvolvido pelo Projeto Aripuanã no replantio de mudas”. O Viveiro de Mudas da Nexa tem uma área com cerca de 3.300 m2, onde já foram cultivadas cerca de 45 mil plantas. Ao todo foram produzidas mudas de 145 espécies e atualmente o Viveiro possui 20.358 mudas de 120 espécies. Produzidas no viveiro, as mudas visam atender aos objetivos dos programas de Resgate e Conservação da Flora, Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD), Subprograma de Compensação Ambiental por intervenção em APP e por Supressão de Indivíduos.

A Nexa promoveu, entre os dias 20 e 27 de fevereiro, por meio do Programa de Educação Ambiental (PEA), o curso “Como plantar uma muda" para a comunidade de Aripuanã (MT). Duas turmas de 20 alunos aprenderam no viveiro de mudas, localizado no Setor Chacareiro Frei Canuto, em Aripuanã, todo processo de cultivo e cuidados com seis tipos diferentes de sementes.

Selecionadas pelo Assistente Ambiental da Sete Soluções e Tecnologia Ambiental, Silvando Ribeiro Lins justifica a escolha das sementes para o curso. "Essas sementes foram escolhidas por estarem na época de germinação, onde são monitoradas até o mês de outubro, que é o final para colheita de muitas delas, diferente da castanha que se recolhe em janeiro". Entre as sementes escolhidas estão a seringueira, planta nativa da Amazônia de onde é extraído o látex, o jatobá - amplamente utilizado no tratamento de problemas de saúde e também na construção civil, pois sua madeira é de longa durabilidade. 

Além destes, os participantes conheceram o pinho cuiabano, útil para fazer lâmina, assim como a semente do bajão. O mogno, considerado madeira de lei, por estar ameaçado de extinção, a produção para fins comerciais se torna praticamente inviável, onde poucas empresas que possuem liberação para exploração comercial legal. Por fim, a castanheira, onde o cultivo de seu fruto é um alimento rico em proteínas e usado também como combustível ou na confecção de artesanato, também protegido por lei.

José Ribamar Marques, Identificador Botânico da Sete Soluções e Tecnologia Ambiental, também instruiu a capacitação sente-se agradecido por deixar um legado. "Sinto uma imensa gratidão por estar contribuindo para o conhecimento e consciência das pessoas. Acredito também que colaborou para a redução das áreas desmatadas ou degradadas na região, consequentemente, isso atua positivamente na qualidade de vida das pessoas". A estudante, Rayane Paiva levou para sua casa uma muda de Buriti. "Minha experiência foi incrível e aprendi várias coisas interessantes. Eu não imaginava que poderia ter uma quebra de dormência nas sementes, por exemplo. Sempre soube que tinha o jeito certo de plantar, porém não sabia qual era ele, e nessa vivência que tive eu aprendi".

Analista de Meio Ambiente da Nexa, Rafaela Ferrari pontua que o objetivo do curso é instruir pessoas e futuras gerações através dos olhos da educação ambiental. "O contato com as mudas e conhecer a sua dimensão na cadeia produtiva é muito importante, além de forma prática, ensinar a plantar uma muda. Com isso, divulgamos também o trabalho desenvolvido pelo Projeto Aripuanã no replantio de mudas”. O Viveiro de Mudas da Nexa tem uma área com cerca de 3.300 m2, onde já foram cultivadas cerca de 45 mil plantas. Ao todo foram produzidas mudas de 145 espécies e atualmente o Viveiro possui 20.358 mudas de 120 espécies. Produzidas no viveiro, as mudas visam atender aos objetivos dos programas de Resgate e Conservação da Flora, Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD), Subprograma de Compensação Ambiental por intervenção em APP e por Supressão de Indivíduos.

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29 de março, 2021
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SUSTENTABILIDADE
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Por meio do projeto Mãos que Germinam, a Nexa oferece orientação técnica agrícola com uma consultoria especializada para o melhor desempenho da plantação e capacitação dos agricultores. Em 2020, a companhia implementou o produto biológico denominado Tracer na horta comunitária da Associação Fazendinha, que produz verduras 100% sustentáveis, sem a utilização de agrotóxicos, no município de Três Marias (MG). A novidade possibilita a produção de alface no verão, já que existem diversas dificuldades de manter o plantio da verdura nos períodos mais quentes. “Entre os meses de setembro e março, é comum que apareça a doença ‘vira-cabeça’ nos pés de alface. Essas pragas perfuram os tecidos vegetais e sugam o conteúdo das células, impossibilitando o crescimento e desenvolvimento desta cultura”, comenta Nolberto Sampaio Neto, técnico agrícola. Segundo a Associação Fazendinha, alface é o vegetal mais procurado no mercado e na horta comunitária. “Com essa nova solução, os agricultores conseguiram aumentar em 40% a produção das estufas, totalizando mais de 1.300m2 de área plantada. Neste cenário de retomada da economia, o aumento produtivo da horta pode melhorar e incrementar a renda das famílias que participam do projeto”, afirma Ricardo Nader, Coordenador de Gestão Social da Nexa. Os agricultores da associação realizam a venda de legumes e folhosos para empresas e pessoas interessadas. A horta está localizada na Avenida Travessia, s/n, Bairro Parque Diadorim, no município mineiro.

1 de dezembro, 2020
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CERRADO
SENAR abre matrículas para cursos EaD

O programa de capacitação tecnológica Bioma Cerrado, do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), está com matrículas abertas para três cursos de Educação à Distância (EaD). Os três cursos oferecidos são: Elementos de paisagem e processos ecológicos , com uma carga horária de 40 horas; Coleta e beneficiamento de sementes e produção de mudas , com carga horária de 20 horas; e Inserção da árvore na propriedade rural , com 30 horas-aula . Eles abordam desde aspectos geográficos e geológicos do bioma ao uso de novas tecnologias, passando também por questões legais. Conhecimentos fundamentais para quem busca harmonizar os sistemas de produção e preservação, otimizando recursos, avalia Cláudia Rabello, coordenadora executiva do projeto. O programa tem como objetivo ensinar o produtor rural a como cultivar árvores no bioma e ter retorno financeiro e ambiental. As inscrições podem ser feitas pelo endereço eletrônico http://ead.senar.org.br/ . “Queremos repassar ao profissional do campo as informações levantadas pelo Projeto Biomas, desenvolvido há seis anos pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)”, explica Cláudia Rabello. Há seis anos em andamento, o projeto vem pesquisando as melhores tecnologias de cultivo da árvore, para que o produtor possa cumprir a exigência da regularização da reserva legal, prevista no novo Código Florestal, e ao mesmo tempo lucrar com o investimento. O projeto atua nos seis biomas brasileiros (Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal, Pampa, Amazônia e Caatinga), envolvendo mais de 300 pesquisadores. Em estágio mais avançado, as pesquisas em áreas experimentais do Cerrado já resultaram em 21 projetos implantados e os resultados desse trabalho é que serão agora repassados por meio do programa de capacitação tecnológica Bioma Cerrado da EaD SENAR. “Não resolve só pesquisar – observa Cláudia – temos que repassar as informações, diminuir a distância entre a ciência e a produção, tirar a ciência da prateleira e levar para o campo”.

6 de setembro, 2016
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REFLORESTAMENTO
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22 de setembro, 2015