Publicidade
CEDAE

Lucro líquido cresce 342% no primeiro trimestre

Lucro líquido cresce 342% no primeiro trimestre

O investimento cresceu de R$ 82 milhões em 2020 para R$ 220 milhões, enquanto o faturamento passou dos R$ 5,9 bilhões para R$ 6,1 bilhões no último ano.

A Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae) registrou receita operacional de R$ 1,061 bilhão no primeiro trimestre de 2022, uma queda de 44,6% sobre os R$ 1,915 bilhão do mesmo trimestre de 2021. Já o lucro líquido atingiu R$ 220,4 milhões no trimestre, um crescimento de 342% acima dos R$ 49,8 milhões do mesmo período no ano passado. O valor já é maior do que apresentado em todo o ano de 2021, quando fechou com lucro de R$ 27 milhões, e praticamente repara o prejuízo de R$ 250 milhões com que fechou o ano de 2020. “Com a queda de receita, os ajustes que programamos para a Companhia previam que, em quatro anos, atingiríamos um equilíbrio orçamentário para termos a situação que julgamos adequada e saudável para uma sociedade de capital aberto, como é a Cedae. Os números atuais mostram que, em dez meses de gestão, já percorremos dois anos desse caminho que traçamos”, explica o diretor-presidente da Cedae, Leonardo Soares. A Cedae conseguiu ainda no trimestre reduzir despesas com pessoal (41,7%), despesas com material e serviços de terceiros (18,3%) e com provisões (50,9%).

O investimento da Cedae cresceu de R$ 82 milhões em 2020 para R$ 220 milhões, enquanto o faturamento passou dos R$ 5,9 bilhões para R$ 6,1 bilhões no último ano. Para 2022, com faturamento de R$ 3,2 bilhões, o investimento será de R$ 420 milhões. Em 2023, o faturamento previsto é de R$ 3,4 bilhões e o investimento, de R$ 750 milhões. “Olhando para o futuro da Cedae, o que enxergamos é uma empresa que redesenhou inteiramente seu plano de negócios focando nas diretrizes ESG (sigla em inglês para ambiental, social e governança). Já produzimos, por exemplo, dois milhões e meio de mudas de mata atlântica para reconstituição da margem ciliar de rios no estado. Hoje, somos uma companhia que tem a inovação e o conhecimento como negócio principal. Temos como meta desenvolver soluções inovadoras e atingir patentes focadas no ESG, principalmente em saneamento”, finaliza o presidente.

Artigos Relacionados

Saneamento Ambiental Logo
SANEAMENTO
Receita líquida da Aegea cresce 11,4%

A Aegea Saneamento registrou receita líquida de R$ 282 milhões no primeiro trimestre de 2017, aumento de 11,4% sobre o mesmo período de 2016. Já o Ebitda da companhia cresceu 8%, para R$ 149,2 milhões na comparação entre os mesmos trimestres. Entre os fatores para crescimento da Aegea está o aumento no número de domicílios atendidos com serviços de água, que foi 7,7% maior do que o apresentado no primeiro trimestre de 2016, e a ampliação de 25,5% nos domicílios atendidos com serviços de esgotamento sanitário. Na comparação entre o primeiro trimestre de 2016 e o mesmo período deste ano, a Aegea investiu 15% a mais em 2017. Neste âmbito, destaca-se a linha de pesquisa e desenvolvimento da empresa, que teve incremento de R$ 2,6 milhões, decorrente, dentre outras coisas, da participação em novas licitações e de desenvolvimento de projetos. O dispêndio com energia elétrica aumentou R$ 1,2 milhões, ou 5,1%, no primeiro trimestre de 2017, em comparação com o mesmo período de 2016. Desse efeito, 5,3%, ou R$ 1,3 milhão, são referentes às operações entrantes, de novos negócios. Outro ponto importante foi a redução do índice de perdas da companhia em 2,5%, atingindo 36,1% no primeiro trimestre de 2017, contra 38,6% em comparação ao trimestre anterior. A Aegea afirma que a redução aconteceu graças às medidas tomadas pela empresa no programa de combate a perdas, por meio de ações como: redução de pressão com ações operacionais em cada unidade, ajustes de set point de controle de sistemas de bombeamento e regulagem de válvulas com Ponto Crítico de Pressão, instalação adicional de instrumentação de sensoriamento de pressão e manutenção de instrumentação e controle danificados. O balanço trimestral mostrou também queda de 0,7% da taxa de inadimplência de 180 dias, fruto de ações comerciais bem-sucedidas.

22 de maio, 2017