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PCJ

Museu da Água é inaugurado em Indaiatuba

No dia 30 de abril aconteceu a inauguração do Museu da Água, localizado na cidade paulista de Indaiatuba. O espaço criado pela Prefeitura Municipal e pelo Serviço Autônomo de Água e Esgotos (Saae) visa despertar e incentivar o pensamento sustentável e irá contar a história da água em Indaiatuba e em uma perspectiva global, em instalações modernas e interativas. O Consórcio PCJ é um dos apoiadores institucionais do Museu da Água e forneceu material didático e de educação ambiental para ser distribuído aos visitantes do local. O consórcio também contribuiu na concepção do acervo do museu. Instalado na área da Represa do Cupini, primeira captação de água do município e que abastece a cidade desde 1937, o Museu conta com um prédio construído com arquitetura moderna e perfeitamente integrado à natureza. No museu, o visitante assiste primeiramente a um vídeo sobre o museu, para depois acompanhar a exposição temporária denominada Caixa D´Água, onde são transmitidas importantes informações sobre a água em seus diversos estágios e tempo. Por uma passarela panorâmica o visitante chega à Sala Histórica, onde há um acervo de peças e fotos que contam a história do abastecimento em Indaiatuba. Fechando a visita, um passeio monitorado pela trilha que é cenário do Programa de Educação Ambiental “Na Trilha das Águas”, uma parceria entre o Saae e a Secretaria Municipal de Educação, a experiência de caminhar pela mata, dá ao visitante a real ideia da importância de preservar a mata ciliar, e de todo o processo necessário para chegarmos à água potável. O secretário executivo do Consórcio PCJ, Francisco Lahóz, diz que o Museu será um importante ponto turístico em Indaiatuba, com potencial de atrair visitantes de várias partes das Bacias PCJ, do Brasil e do mundo. “O Consórcio PCJ tem sensibilizado os municípios da região sobre a necessidade de investimentos em Ecoturismo e Turismo Rural como forma de preservar os mananciais e, também, reacender a atividade econômica, tão abalada pelas crises hídrica, econômica e política, pelas quais passa o nosso País”, comentou. O Museu irá funcionar de terça-feira a domingo e feriados, das 9h às 16h. Visitas monitoradas e em grupos ocorrerão de terça a sexta-feira com agendamento prévio que poderão ser feitos através do e-mail [email protected] , ou pelo telefone (19) 3834-9433.

No dia 30 de abril aconteceu a inauguração do Museu da Água, localizado na cidade paulista de Indaiatuba. O espaço criado pela Prefeitura Municipal e pelo Serviço Autônomo de Água e Esgotos (Saae) visa despertar e incentivar o pensamento sustentável e irá contar a história da água em Indaiatuba e em uma perspectiva global, em instalações modernas e interativas.

O Consórcio PCJ é um dos apoiadores institucionais do Museu da Água e forneceu material didático e de educação ambiental para ser distribuído aos visitantes do local. O consórcio também contribuiu na concepção do acervo do museu. Instalado na área da Represa do Cupini, primeira captação de água do município e que abastece a cidade desde 1937, o Museu conta com um prédio construído com arquitetura moderna e perfeitamente integrado à natureza.

No museu, o visitante assiste primeiramente a um vídeo sobre o museu, para depois acompanhar a exposição temporária denominada Caixa D´Água, onde são transmitidas importantes informações sobre a água em seus diversos estágios e tempo. Por uma passarela panorâmica o visitante chega à Sala Histórica, onde há um acervo de peças e fotos que contam a história do abastecimento em Indaiatuba.

Fechando a visita, um passeio monitorado pela trilha que é cenário do Programa de Educação Ambiental “Na Trilha das Águas”, uma parceria entre o Saae e a Secretaria Municipal de Educação, a experiência de caminhar pela mata, dá ao visitante a real ideia da importância de preservar a mata ciliar, e de todo o processo necessário para chegarmos à água potável.

O secretário executivo do Consórcio PCJ, Francisco Lahóz, diz que o Museu será um importante ponto turístico em Indaiatuba, com potencial de atrair visitantes de várias partes das Bacias PCJ, do Brasil e do mundo. “O Consórcio PCJ tem sensibilizado os municípios da região sobre a necessidade de investimentos em Ecoturismo e Turismo Rural como forma de preservar os mananciais e, também, reacender a atividade econômica, tão abalada pelas crises hídrica, econômica e política, pelas quais passa o nosso País”, comentou.

O Museu irá funcionar de terça-feira a domingo e feriados, das 9h às 16h. Visitas monitoradas e em grupos ocorrerão de terça a sexta-feira com agendamento prévio que poderão ser feitos através do e-mail [email protected] , ou pelo telefone (19) 3834-9433.

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RECURSOS HÍDRICOS
Centro de Capacitação das Bacias PCJ

Os presidentes do Consórcio PCJ, ARES-PCJ e Agência das Bacias PCJ assinaram durante a Reunião de Diretoria do Consórcio, acordo de cooperação que irá criar o 1º Centro de Capacitação na área de saneamento e recursos hídricos das Bacias PCJ. O centro tem como objetivo capacitar operadores e técnicos dos serviços de abastecimento e, assim, gerar melhoria nos serviços prestados à população. Os três primeiros cursos pilotos serão aplicados até o final de 2018. O centro atenderá também municípios de fora das Bacias PCJ, já que a área de atuação da ARES-PCJ abrange 55 cidades, sendo que 20 estão localizadas em outras bacias hidrográficas, o que ampliará o alcance do projeto. O centro terá como prioridade a realização de aulas práticas na capacitação dos operadores de estações de tratamento de água e esgoto dos serviços de abastecimento. Os cursos deverão priorizar nesse primeiro momento: manutenção de redes de esgoto e de água, monitoramento e diagnóstico da qualidade da água e manutenção e operação de sistemas, metrologia e atendimento ao cliente. Também ficou definido que os cursos terão carga horária mínima de 40 horas. O secretário executivo do Consórcio PCJ, Francisco Lahóz, lembrou que desde o início de sua fundação a entidade procurou por iniciativas de treinamento e capacitação. “O Consórcio PCJ foi fundado em 1989 e procurou uma aproximação com a França já em 1991, quando conhecemos as modelos de gestão e dentre eles o centro de capacitação francês para o setor de saneamento. A partir daí, trouxemos o tema internamente e verificamos a necessidade de sensibilização da sociedade, por meio da educação ambiental voltada à gestão de recursos hídricos e hoje 250 mil alunos são capacitados por ano. Também já tivemos cursos na área tecnológica. Por isso, obrigado à Família PCJ por dar ao Consórcio a possibilidade de consolidar essa iniciativa de qualificação técnica, que garantirá a sustentabilidade hídrica futura das Bacias PCJ”, comentou.

10 de outubro, 2018
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PCJ
Israelense realiza visita técnica às instalações

O gerente da Mekorot para a unidade de produção da Galileia, Alon Lev, realizou visita técnica e turística pelas Bacias PCJ acompanhado da equipe do Consórcio PC no último dia 12 de julho. Ele conheceu a Casa Modelo de Uso Racional de Água, na sede do Consórcio PCJ, a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Nova Odessa, o Museu da Água e a Estação de Tratamento de Água (ETA I) e o Centro de Controle Operacional do Saae Indaiatuba. A primeira parada aconteceu na sede do Consórcio PCJ, no Centro de Referência em Gestão dos Recursos Hídricos, em Americana, onde o gerente israelense pode conferir o trabalho dos colaboradores da entidade, além de conhecer a Casa Modelo. Lev encontrou-se com o presidente do Consórcio PCJ e prefeito de Nova Odessa, Benjamim Bill Vieira de Souza, onde lhe entregou o convite do Consul de Israel para assuntos econômicos em São Paulo, Boaz Albaranes, para a participar na WATEC, uma das maiores feiras sobre água no mundo, além de conhecer as ações de gestão de recursos hídricos israelenses. A WATEC acontecerá de 12 a 14 de setembro de 2017, em Tel Aviv, Israel. O presidente do Consórcio PCJ contou como a cidade de Nova Odessa superou a crise hídrica através de um programa de desassoreamento, além de um projeto de recuperação de nascentes e investimentos na troca de tubulações para redução do índice de perda de água tratada na cidade. “Em Nova Odessa temos ótimos exemplos de sustentabilidade e cuidados com o meio ambiente”, disse. Em seguida, o gerente da Mekorot se deslocou acompanhado do superintendente Valdemir Ap. Ravagani ao centro de Nova Odessa para conhecer o trabalho de coleta seletiva por meio de Ecopontos implantado pelo Consimares (Consórcio Intermunicipal de Manejo de Resíduos Sólidos). Sobre este tipo de trabalho em Israel , o gerente disse : “Os resultados foram muito bons em cidades pequenas, mas em municípios maiores, como Tel Aviv, é necessária maior conscientização da população”, comentou. Na ETE Quilombo, Lev foi recebido pelo gerente químico da Companhia de Desenvolvimento de Nova Odessa (Coden), José Hilário Pessoa, que apresentou as instalações e a tecnologia utilizada. “É uma estação muito eficiente”, elogiou o israelense. O executivo visitou também o Museu da Água, em Indaiatuba, que fica numa área de preservação florestal ao entorno da Represa do Cupini, primeira captação de água do município e que abastece a cidade desde 1937. O israelense ainda fez uma trilha de 1.800 metros numa área de remanescente florestal de Mata Atlântica, ao lado do Museu, além de conferir o local da nascente da Represa do Cupini. Por último, Lev visitou a Estação de Tratamento de Água (ETA I) e o Centro de Controle Operacional (CCO), onde o Saae possui um sistema de controle integrado de monitoramento, simulação e tomada de decisão sobre o funcionamento de 45 reservatórios e 13 pontos de macromedição distribuídos por Indaiatuba. O Centro mostra, em tempo real, a situação de cada uma dessas unidades. As comunicações são feitas via radiofrequência, e partem da ETA I, dotada de uma antena direcional. A visita do gerente da Mekorot faz parte das ações do Consórcio PCJ em divulgar o 8º Fórum Mundial da Água – Brasília 2018 e como parte da estratégia da entidade de promover as Bacias PCJ como destino internacional para visitas técnicas e turísticas. As ações do Consórcio PCJ de divulgação e engajamento com o 8º Fórum Mundial da Água fazem parte do projeto “Compartilhando Caminhos para Brasília 2018” e conta com o apoio da Agência Reguladora (ARES-PCJ), da Ajinomoto e da Sanasa/Campinas.

24 de julho, 2017
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FÓRUM MUNDIAL DA ÁGUA
Consórcio PCJ lança cronograma 2018

O Consórcio PCJ está programando uma série de atividades para divulgar e engajar a comunidade na participação do 8º Fórum Mundial da Água, que acontece em Brasília (DF), em 2018. A entidade elaborou um cronograma de atividades para os próximos dois anos, intitulado “Compartilhando Caminhos para Brasília 2018”. Entre as ações está a promoção das Bacias PCJ com o destino de visitas técnicas e turísticas para as delegações internacionais que virão para o evento, além de realizar encontro internacional em 2017 com os participantes do 2 Kick-off Meeting, espécie de evento preparatório para o evento, que acontecerá em junho do próximo ano. Em 2018, o Consórcio PCJ promoverá a maior comitiva da sua história para o Fórum Mundial da Água. Os municípios das Bacias PCJ com interesse em se candidatar como destino internacional das visitas técnicas devem enviar e-mail com a sua propositura para o e-mail: [email protected] . O Fórum Mundial da Água é o maior evento sobre recursos hídricos do planeta. Na proposta preliminar de estrutura de grade temática do evento contém, além dos três processos tradicionais de organização do Fórum (o temático, o regional e o político), um novo grupo focal, o da Sustentabilidade. O processo temático do Fórum Mundial da Água está sendo desenvolvido baseado na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável (2015-2030), a qual foi moldada pelos eventos marcos do ano de 2015, a saber: O Relatório sobre Riscos Globais do Fórum Econômico Mundial, a Cúpula de Sendai, sobre a Redução do Risco de Desastres, o 7º Fórum Mundial da Água na Coreia, a Cúpula de Addis sobre o Financiamento para o Desenvolvimento, a 70ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, que adotou as Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, e o Acordo de Paris da COP 21.

18 de agosto, 2016
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CRISE HÍDRICA
Soluções encontradas contra a estiagem

Representantes da equipe técnica do Consórcio PCJ participaram, no dia 02 de agosto, do ciclo de debates sobre “Crise Hídrica em São Paulo – Como foi administrada a pior seca da história paulista”. O evento foi promovido pelo Instituto de Engenharia, em parceria com a Sabesp e apoio institucional do CREA –SP (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo). O encontro abordou obras e projetos realizados para superar a crise hídrica, que teve sua fase mais critica nos anos de 2014 e 2015, com foco para reduzir os impactos no abastecimento público na Região Metropolitana de São Paulo, além de projetos e obras para a interligação de bacias e sistemas hídricos, captação e ampliação da disponibilidade hídrica, ações de combate às perdas, gestão de pressões em redes de distribuição, entre outros. Segundo a Sabesp, ao longo da crise hídrica a gestão de perdas na RMSP proporcionou uma redução de 21m³/s (2013) para 13,6m³/s (2015) de perdas totais nos sistemas de distribuição, ou seja, redução de aproximadamente 7,4m³/s, o que representa 35%. Para as perdas reais, a redução foi de 5m³/s (36%), ou seja, caiu de 13,9m³/s em 2013 para 8,9m³/s em 2015. A Sabesp mostrou ainda panorama sobre os investimentos em membranas ultra filtrantes no processo de tratamento de água para o abastecimento em ETAs. A tecnologia reduz custos em área para a sua implantação, que chega a ser até três vezes menores que uma ETA convencional. No entanto, os custos de implantação das membranas são superiores, cerca de US$ 20 milhões por metro cúbico de água, enquanto o de uma ETA convencional é de US$ 16 milhões. O gasto com energia elétrica das membranas também é maior, até quatro vezes superior. A respeito das obras executadas da RMSP, a Sabesp afirmou que as ações implantadas no Sistema Adutor Metropolitano proporcionaram o aumento da flexibilização do atendimento da região abastecida pelo Sistema Cantareira, por outros Sistemas da RMSP, tais como os Sistemas Alto Tietê e Guarapiranga. Isto fez com que houvesse um aumento da capacidade de cobertura dos sistemas da RMSP sobre a região de atendimento do Sistema Cantareira na ordem de 3m³/s, em 2012, para 8m³/s em 2015. Nesse momento da apresentação, o coordenador de projetos do Consórcio PCJ, José Cezar Saad, contestou se isso não significaria que a Região da Grande São Paulo não estaria mais independente ao Sistema Cantareira. Os técnicos da Sabesp presentes disseram que as obras são permanentes, mas que isso não significa que a Sabesp operará permanentemente com esta flexibilização de 8m³/s. Outro ponto abordado foi o incremento das vazões adicionais para o abastecimento da Grande São Paulo com as obras do Sistema São Lourenço e a transposição entre os reservatórios Jaguarí (Bacia do Paraíba do Sul) e Atibainha (Sistema Cantareira). O Sistema São Lourenço conta com adutoras capazes de levar 4,7m³/s de vazão ao longo do dia ou até 6,4m³/s de vazão por um período de até 16 horas/dia de operação, com o auxílio de um conjunto de 4 moto-bombas de 10.000CV. A obra vem sendo realizada através de uma Parceria Público Privada (PPP) de 25 anos com as empresas Camargo Correa e Andrade Gutierres (Consórcio São Lourenço), a um custo de aproximadamente R$ 6 bilhões. Já o Sistema de transposição Jaguarí – Atibainha, será capaz de reverter uma vazão de 5 a 8,5 m³/s, tanto do Sistema Cantareira para o Vale do Paraíba como do Vale do Paraíba para o Sistema Cantareira (bidirecional). A obra possui aproximadamente 20 Km de extensão, com tubos de até 2,20m de diâmetro. A Grande São Paulo ainda receberá o reforço de até 2,5m³/s de vazão do Rio Itapanhaú, quando essas obras de direcionamento forem concluídas. Para o Diretor metropolitano da Sabesp, Eng. Paulo Massato, “a crise hídrica deixou um grande aprendizado, proporcionou maior consciência para o uso racional da água, assim como a realização de obras estruturais para superá-la”, comentou. Exemplo disso é que em 2013 a Sabesp produzia e vendia 73m³/s de água, entretanto em 2016 este valor caiu para 58m³/s. Nas Bacias PCJ, ações de contingenciamento para a crise hídrica foram centrais para a superação do estresse no abastecimento provocado pela seca. Os municípios de Piracicaba e Limeira têm cada um 250 bacias de retenção implantadas. Limeira tem buscado financiamentos por meio de linhas do governo estadual e federal, e pretende instalar mais 150 bacias, o que vai fazer o município saltar esse número para 400. Bragança Paulista é um exemplo invejável, possuindo mais de 1.000 bacias implantadas. Já Indaiatuba inaugurou um reservatório de água bruta, com capacidade para armazenar 1,3 bilhão de litros de água e atender a 40% da população da cidade. Campinas também está planejando seu reservatório municipal e os estudos básicos devem ser concluídos até o final de 2016, segundo o presidente da Sanasa, Arly de Lara Romeo. Durante a crise hídrica, o Consórcio PCJ apresentou e auxiliou os municípios e empresas associadas em diversas atividades com o objetivo de assegurar a disponibilidade de água para o abastecimento público e atividades agrícolas e industriais. O Consórcio PCJ foi uma das primeiras entidades a discutir o uso de água dessalinizada como alternativa ou complemento ao abastecimento público. À época, a entidade foi muito questionada sobre a viabilidade dessa medida, porém atualmente Cubatão no litoral de São Paulo, além dos Estados do Paraná, Rio de Janeiro e Paraíba estão avançando com estudos nessa área.

10 de agosto, 2016
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CANTAREIRA
PCJ apresenta manifesto em encontro

No último dia 31 de março o Consórcio PCJ realizou em sua sede, na cidade paulista de Americana, mais um encontro do “Projeto Gota d’Água”, promovido pelo Programa de Educação e Sensibilização Ambiental, que neste ano estádebatendo a renovação da outorga do Sistema Cantareira e os Planos Municipais de Recursos Hídricos. No encontro foi aprovada redação do “Manifesto de Alerta sobre a Gestão da Água”, documento com diversas recomendações sobre como enfrentar os desafios da problemática da água e as ações necessárias para se precaver de futuras crises hídricas. O documento contém sugestões de ações necessárias para fortalecer o sistema de gestão de recursos hídricos das Bacias PCJ e três resoluções. Entre as propostas destacam-se: 1) inclusão da educação ambiental como prioritária nas ações de gestão de recursos hídricos, inclusive obras; universalização do saneamento básico, com o tratamento total de esgoto e redução das perdas hídricas para patamares recomendados pela ONU; 2) controle de uso e ocupação do solo, dando prioridade àimpermeabilização que compromete a recarga do lençol freático; 3) atualização dos planos de recursos hídricos considerando a ocorrência de eventos hidrológicos extremos; 4) discussão ampla com a comunidade sobre valor real da água; 5) construção de reservatórios municipais e bacias de retenção; 6) incentivo àtroca de equipamentos por modelos mais modernos que consumam menos água; 7) o fortalecimento dos comitês de bacias e demais tipos de colegiados tipos, associações e serviços comunitários preservacionistas e conservacionistas, conclamando-os a estarem atentos às propostas de alteração das legislações locais, estaduais e nacional na área de recursos hídricos, evitando que retrocessos possam ser cometidos. As recomendações atentam para a necessidade dos gestores públicos alcançarem a sustentabilidade financeira nos serviços de abastecimento, para que os investimentos em saneamento cumpram as metas de universalização e proteção dos mananciais; Implantação de fóruns de discussão de alteração na legislação de recursos hídricos para que o processo seja participativo, envolvendo toda a comunidade. E, por fim, o Consórcio PCJ pede a participação do poder público, empresários, ONGs e comunidade em geral, para se mobilizarem em atender às recomendações expostas no “Manifesto de Alerta sobre a Gestão da Água”, com o objetivo de evitar riscos de desabastecimento em futuras crises hídricas. “A crise hídrica nos trouxe novos ensinamentos, como o de aprender a lidar com os extremos, seja de secas intensas ou de excesso de chuva, que serão cada vez mais corriqueiros. Em paralelo a isso teremos um ano de grandes desafios na busca por consensos em torno das regras operativas do Sistema Cantareira, em que as mudanças que decidirmos poderão nortear a gestão em outras bacias hidrográficas do Brasil”, disse o secretário executivo do Consórcio PCJ, Francisco Lahóz.

5 de abril, 2016
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PCJ
Consórcio recebe recursos para ações anticrise hídrica

O Presidente do Consórcio PCJ e prefeito de Indaiatuba (SP), Reinaldo Nogueira, recebeu, dia 20 de julho, ofício assinado pelo Secretário Nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades, Paulo Ferreira, respondendo à solicitação de recursos para as ações anticrise hídrica, apresentadas ao Ministro dessa pasta, Gilberto Kassab, durante a 75ª Reunião Ordinária do Consórcio PCJ, realizada na cidade de Americana, em 15 de maio. Ferreira destacou que estão sendo investidos R$ 2,64 bilhões em empreendimentos na área de saneamento nas Bacias PCJ, dos quais R$ 2,1 bilhões são repasses do Governo Federal. Essas ações estão previstas no PAC e grande parte dos contratos está com obras em andamento. “As regiões metropolitanas de São Paulo e Campinas estão entre as áreas priorizadas pelo PAC/Saneamento”. “Os empreendimentos, após a devida conclusão, irão contribuir para a melhoria da oferta dos serviços de saneamento nas Bacias PCJ, inclusive com a melhoria da qualidade ambiental, uma vez que há vários empreendimentos de esgotamento sanitário” disse o secretário. O Consórcio PCJ e a ARES-PCJ solicitaram conjuntamente a criação do programa de financiamento de ações de saneamento e de socorro dos serviços de abastecimento, intitulado Proágua. Ferreira informou que existem linhas de crédito disponíveis no BNDES, que podem ser acessadas pelos mutuários privados. Já o setor público, segundo Ferreira, necessita autorização de limite de contratação de financiamentos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e da Coordenação do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para a realização de novos processos seletivos. O secretário descartou a princípio a desoneração fiscal dos serviços de abastecimento, já que “a discussão está prejudicada em função da atual conjuntura econômica do país, caracterizada por um quadro de temporária restrição fiscal”. Quanto aos 22 projetos do Consórcio PCJ entregues ao Ministro Kassab, em maio, o secretário informou que as ações necessitam de aprovação do CMN para operações de crédito, contratos de financiamento e de autorização de projeto seletivo, mas que, atualmente, não há nenhum processo em curso e que o Ministério está articulando junto à coordenação do PAC sobre a viabilidade de abertura de novos processos seletivos. Esses 22 projetos somam R$ 9,7 bilhões em investimentos nas Bacias PCJ. Entre os projetos apresentados pelo Consórcio PCJ, o de maior investimento é o de implantação de 10 reservatórios na região, que somam R$ 3,5 bilhões, e beneficiariam os municípios de Bragança Paulista, Cabreúva, Campinas, Campo Limpo Paulista, Cordeirópolis, Morumgaba, Nova Odessa, Rio Claro e Valinhos. Como o Ministério não tem como atender todas as propostas, o Consórcio PCJ continuará á procura de outras fontes de financiamento para as obras, incluindo, possíveis parcerias público-privadas (PPPs) e ações em conjunto com consulados, como os de Israel e Estados Unidos.

22 de julho, 2015
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PCJ
75° Reunião Ordinária do Conselho acontece em Americana

O Consórcio Intermunicipal das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (Consórcio PCJ) realizará, dia 15 de maio, a 75° Reunião Ordinária do Conselho de Associados da entidade, em Americana (SP). O encontro contará com a presença do Ministro das Cidades, Gilberto Kassab, que atendeu ao pedido do Presidente do Consórcio PCJ e prefeito de Indaiatuba (SP), Reinaldo Nogueira, para vir falar com os prefeitos da região sobre a crise hídrica. Durante a reunião, a equipe técnica do Consórcio PCJ apresentará ao Ministro o cenário hídrico atual nas Bacias PCJ, projetando os reflexos e ações para enfrentamento da estiagem de 2015. A entidade entregará a Kassab, 22 projetos com termos de referências simplificados para ações e obras de ampliação da oferta hídrica na região. Será entregue ainda documento com as demandas de investimentos para obras nas áreas de Recursos Hídricos, que os municípios associados estão enviando ao Consórcio PCJ. A reunião será aberta a todos os 76 municípios das Bacias PCJ (associados e não associados), mais às empresas associadas, e ao final do encontro o Ministro das Cidades fará atendimento individualizado aos prefeitos presentes. O encontro vai debater a necessidade de agilização e desburocratização de aprovação de licenças de baixo impacto ambiental, como no caso de desassoreamento de rios, pequenos reservatórios, lagos e lagoas. Nogueira pleiteia um convênio com a CETESB - Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental de São Paulo, para que essas licenças sejam municipalizadas. Será lançada também Cartilha com as fontes de financiamento, atualizada recentemente pela equipe técnica, e será entregue em meio digital a todos os presentes. O encontro será realizado no Hotel Nohotel, localizado na rua Ítalo Boscheiro, 555, Bairro Campo Limpo, Americana (SP), às 09 horas.

13 de maio, 2015