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LOGÍSTICA REVERSA

Parceria de sucesso em Maringá

Uma parceria entre o Instituto de Logística Reversa (ILOG), o Governo do Paraná, Prefeitura de Maringá e cooperativas transformou a cidade paranaense em um dos principais polos de logística reversa do Brasil. Em 2016, Maringá ganhou uma pioneira Central de Valorização de Materiais Recicláveis (CVMR – Maringá), que demandou investimento superior a R$ 3 milhões. O poder público cedeu o local para implantação do projeto, enquanto a ILOG ficou responsável pela gestão do espaço, além de dar toda a infraestrutura para separação, processamento e logística, e capacitar a mão-de-obra (Catadores/Cooperados). “A central auxilia diversas instituições da cidade a adotar e desenvolver práticas em cumprimento das políticas de sustentabilidade e garantindo a reintegração de materiais reutilizáveis como papel, vidro e garrafas pet ao seu processo produtivo original”, comenta Nilo Cini Junior, presidente do ILOG. Durante o ano de 2017, a Central processou mais de 1.712 toneladas de materiais que foram destinados para serem novamente utilizados como matéria-prima na Indústria: vidro (759,63 toneladas), papelão (452,62 toneladas), embalagens longa vida (67,15 toneladas), papel branco (147,24 toneladas) e papel misto (286,67 toneladas). A CVRM de Maringá atende também as cidades de Sarandi, Mandaguari, Mandaguaçu, Paiçandu, Munhoz de Melo e Marialva e promove o reuso ou o descarte correto dos resíduos. “O trabalho realizado na CVMR de Maringá não só contribui para a construção de uma sociedade sustentável como também estimula o associativismo e o cooperativismo, gerando empregos e melhorando a renda de dezenas de famílias de catadores, pois eles são fundamentais no processo de separação e triagem das embalagens em suas cooperativas, para que sejam enviadas a Central, aonde a comercialização é feita com maior valor agregado”, explica Nilo Cini Junior. A logística reversa é vantajosa economicamente para as organizações e administração pública do município, já que reduz consideravelmente a exploração de recursos naturais, além de diminuir os custos das indústrias com matéria-prima e gastos governamentais com limpeza pública e construção de aterros sanitários. “Com menos de dois anos de atuação na cidade de Maringá, o ILOG comprovou que a união entre poder público, iniciativa privada e cooperativas podem contribuir muito para um mundo melhor, e nossa intenção daqui para frente é difundir cada vez o conceito de logística reversa e expandir nossa abrangência com novas unidades na região”, completa Nilo Cini Junior.

Uma parceria entre o Instituto de Logística Reversa (ILOG), o Governo do Paraná, Prefeitura de Maringá e cooperativas transformou a cidade paranaense em um dos principais polos de logística reversa do Brasil. Em 2016, Maringá ganhou uma pioneira Central de Valorização de Materiais Recicláveis (CVMR – Maringá), que demandou investimento superior a R$ 3 milhões. 
 
O poder público cedeu o local para implantação do projeto, enquanto a ILOG ficou responsável pela gestão do espaço, além de dar toda a infraestrutura para separação, processamento e logística, e capacitar a mão-de-obra (Catadores/Cooperados). “A central auxilia diversas instituições da cidade a adotar e desenvolver práticas em cumprimento das políticas de sustentabilidade e garantindo a reintegração de materiais reutilizáveis como papel, vidro e garrafas pet ao seu processo produtivo original”, comenta Nilo Cini Junior, presidente do ILOG.
 
Durante o ano de 2017, a Central processou mais de 1.712 toneladas de materiais que foram destinados para serem novamente utilizados como matéria-prima na Indústria: vidro (759,63 toneladas), papelão (452,62 toneladas), embalagens longa vida (67,15 toneladas), papel branco (147,24 toneladas) e papel misto (286,67 toneladas). A CVRM de Maringá atende também as cidades de Sarandi, Mandaguari, Mandaguaçu, Paiçandu, Munhoz de Melo e Marialva e promove o reuso ou o descarte correto dos resíduos.  “O trabalho realizado na CVMR de Maringá não só contribui para a construção de uma sociedade sustentável como também estimula o associativismo e o cooperativismo, gerando empregos e melhorando a renda de dezenas de famílias de catadores, pois eles são fundamentais no processo de separação e triagem das embalagens em suas cooperativas, para que sejam enviadas a Central, aonde a comercialização é feita com maior valor agregado”, explica Nilo Cini Junior. 
 
A logística reversa é vantajosa economicamente para as organizações e administração pública do município, já que reduz consideravelmente a exploração de recursos naturais, além de diminuir os custos das indústrias com matéria-prima e gastos governamentais com limpeza pública e construção de aterros sanitários. “Com menos de dois anos de atuação na cidade de Maringá, o ILOG comprovou que a união entre poder público, iniciativa privada e cooperativas podem contribuir muito para um mundo melhor, e nossa intenção daqui para frente é difundir cada vez o conceito de logística reversa e expandir nossa abrangência com novas unidades na região”, completa Nilo Cini Junior.

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COLETA SELETIVA
Paraná ganha unidade de reciclagem

A Itaipu Binacional, a Prefeitura de Guaraniaçu (PR) e o governo estadual, por meio do Instituto das Águas, investiram quase R$ 1,3 mil na implantação da Unidade de Valorização de Recicláveis (URV) no município do Oeste paranaense. A estrutura recém-inaugurada tem 386 m² e sede administrativa com escritório, refeitório, banheiro e vestiários, além de um caminhão e equipamentos. A unidade vai acomodar seis catadores que trabalham diretamente com a coleta seletiva no município. De acordo com a Divisão de Ação Ambiental de Itaipu, a associação processa mensalmente 15 toneladas de material reciclável, o que significa aproximadamente 24% do potencial de geração de recicláveis no município. A expectativa é que esse índice aumente com a melhoria na estrutura. A associação de catadores de Guaraniaçu atua desde 2005, foi reestruturada em 2017 e ganhou novo impulso neste ano de 2020, quando foi implantada a coleta seletiva no município, atendendo 100% da área urbana e parte da área rural (quatro das cinco comunidades mais próximas da sede). A renda média do catador no município é de R$ 1,3 mil por mês, podendo chegar a R$ 1,7 mil – dependendo da quantidade de material processado na unidade. Neste período de pandemia, o município apoia o grupo com a doação de cestas básicas. A Itaipu Binacional apoia associações e cooperativas de catadores em municípios na área de abrangência da usina com o Programa de Gestão de Resíduos Sólidos. A companhia visa promover a cidadania por meio da inclusão social produtiva, com foco no manejo e destinação adequada para os resíduos sólidos recicláveis, além de incentivar o desenvolvimento territorial sustentável. A ação contribui para a qualidade da água e segurança hídrica do reservatório da usina e seus afluentes. Atualmente, a iniciativa atinge 55 municípios do Oeste do Paraná e Mundo Novo, no Mato Grosso do Sul. O apoio de Itaipu e parceiros permite a construção, reforma e ampliação de UVRs, aquisição de equipamentos e EPIs, compra de caminhões, assistência técnica, formação continuada e educação ambiental – entre outros. Em 2019, mais de 13 mil toneladas de materiais recicláveis foram processadas na região.

10 de agosto, 2020
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RESÍDUOS
Green Mining coleta 500 t em um ano

A startup Green Mining comemora um ano de ação de logística reversa com a coleta de 500 toneladas de resíduos, principalmente vidro, e evita também a emissão de mais de 83 mil kg de CO2. "Tudo que temos conquistado é graças aos nossos funcionários, parceiros, clientes e amigos que acreditam no nosso projeto e se dedicam, de corpo e alma, para a preservação do meio ambiente. É difícil encontrar palavras para descrever o orgulho que sentimos com os resultados que alcançamos. Este é só o começo, o primeiro ano de muitas realizações que estão por vir”, afirma Rodrigo Oliveira, presidente da startup. Com a coleta de materiais recicláveis, a Green Mining também colabora com a capacitação e contratação de mão-de-obra de 30 catadores, que já trabalharam com reciclagem de maneira informal. A ação consiste no processo de coleta de embalagens em bares e restaurantes e é feita por meio de triciclos e sem emissão de gás carbônico. O material coletado é destinado à reciclagem ou reutilização, evitando que os resíduos sejam descartados em aterros. Por meio de um aplicativo, criado pela própria Green Mining, é possível obter informações como data e local da coleta, quilos e destinação dos recicláveis. "Com sistema que utiliza tecnologia Blockchain fazemos o mapeamento dos pontos de maior geração de resíduos e escolhemos o próximo endereço para a instalação de uma central de recebimento denominada HUB, local de armazenamento de todo o material coletado nas imediações. Posteriormente, os resíduos são enviados às usinas e empresas de reciclagem, devolvendo as embalagens ao ciclo de produção”, explica Rodrigo Oliveira. A Green Mining possui 17 HUBs em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Em 2020, a expectativa é que a ação chegue em mais estados do País, alcançando a meta de 100 HUBs.

4 de dezembro, 2019
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RECICLAGEM
Projeto no DF quer dar destino correto ao vidro

A Owens-Illinois (O-I), em parceria com o Instituto Ecozinha, desenvolve desde o primeiro semestre de 2018 um projeto inédito em Brasília (DF) que tem como objetivo o descarte e reciclagem adequados de vidro na região. Cerca de 90 toneladas de vidro são descartadas em aterros sanitários no Distrito Federal, mas menos de 2% é encaminhado à reciclagem. “A iniciativa busca desenvolver práticas de gerenciamento de resíduos visando soluções ambientalmente corretas para bares e restaurantes. Desta forma, as embalagens de vidro utilizadas deixam de ir para aterros sanitários e são recicladas de forma eficiente”, conta Lúcia Moreira, coordenadora de sustentabilidade da O-I. O projeto também permite que esses bares e restaurantes se adequem à Lei dos Grandes Geradores de Lixo, que prevê que estabelecimentos que produzam mais de 120 litros de lixo por dia sejam responsáveis pelo próprio descarte. O Instituto Ecozinha disponibiliza bunkers com capacidade de até 800 kg em locais próximos aos estabelecimentos parceiros. Esses depósitos estão preparados para receber as embalagens pós-consumo. “Quando os bunkers enchem, outra empresa parceira, a Green Ambiental, recolhe e cuida do beneficiamento do vidro para enviá-lo então à O-I, que recicla. Queríamos fazer um trabalho transformador e que incentivasse políticas públicas. A O-I acreditou nessa proposta e tivemos o apoio necessário”, diz Paulo Mello Filho, diretor-presidente do Instituto Ecozinha e seu idealizador. Para participar do projeto os estabelecimentos devem se credenciar ao Instituto Ecozinha e contribuir com a taxa de manutenção mensal, além de participar obrigatoriamente de um programa de compostagem de resíduos orgânicos, em que são produzidos adubos e fertilizantes para uso na agricultura familiar e urbana. O Instituto Ecozinha é uma iniciativa privada criada para implementar ações que resultem no desenvolvimento econômico, social e cultural da sociedade e suas instituições. Atualmente, possui 46 associados, entre bares, restaurantes e hotéis.

14 de janeiro, 2019
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RESÍDUOS
Abetre aponta necessidade de arrecadação

Segundo o presidente da Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre), Carlos Fernandes, a segunda edição do Índice de Sustentabilidade da Limpeza Urbana (ISLU), idealizado pelo Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana no Estado de São Paulo (SELUR) e pela PwC, refletem claramente a necessidade de se criar sistemas de receita vinculada para a gestão correta dos resíduos urbanos no Brasil. Para Fernandes, o estudo mostra que os municípios que possuem arrecadação específica para a gestão de resíduos têm melhor avaliação no ranking brasileiro. “Portanto, o principal desafio é a adoção de medidas de equilíbrio financeiro para a gestão correta de resíduos e a consequente erradicação dos lixões”, explica. A segunda edição do ISLU destaca Maringá (PR) na liderança do ranking municipal com mais de 250 mil habitantes (inclusive com todas as capitais), seguida por Niterói (RJ), Santos (SP) e Rio de Janeiro (RJ), respectivamente. O levantamento aponta que cerca de 70% dos municípios com arrecadação específica dispõem corretamente os resíduos, encaminhando-os para aterros sanitários. Nas localidades sem arrecadação específica, o índice é de 28%. “Como a limpeza pública é o serviço que mais pesa no orçamento municipal, ficando atrás apenas do custo com a folha de pagamento, é necessário que o poder público adote medidas que contemplem a sustentabilidade financeira da prestação contínua desses serviços essenciais, como, por exemplo, criação de receita vinculada e sistemas de arrecadação”, conclui o presidente da Abetre.

19 de setembro, 2017
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RECICLAGEM
Unilever e Pão de Açúcar comemoram parceria

A Unilever Brasil e o Pão de Açúcar comemoram 15 anos do primeiro programa de parceria entre indústria e varejo no cenário nacional de reciclagem. Desde 2001 em 44 cidades do País e o Distrito Federal, a iniciativa já somou mais de 100 mil toneladas de resíduos coletados e doados para 37 cooperativas de reciclagem parceiras - promovendo a inclusão social e a geração de renda para mais de 2.500 pessoas que são beneficiadas direta e indiretamente. “Temos o propósito de tornar a sustentabilidade parte do dia a dia de todos e os resultados das Estações de Reciclagem Pão de Açúcar Unilever confirmam que estamos no caminho certo. Consideramos este programa estratégico porque promove a conscientização e fomenta mudanças de hábito na sociedade”, destaca Antonio Calcagnotto, head de assuntos corporativos e sustentabilidade da Unilever. Em 2015, foram mais de 10,6 mil de toneladas de materiais recicláveis. “Observamos lá atrás a oportunidade de inserir o conceito de sustentabilidade de maneira simples, mas concreta no cotidiano das pessoas e hoje a ação é o nosso principal case de sustentabilidade nas lojas da rede Pão de Açúcar”, diz Laura Pires, diretora de sustentabilidade do GPA. Em linha com a Política Nacional de Resíduos Sólidos e com o formato de Postos de Entrega Voluntária (PEVs), as estações são localizadas nos estacionamentos das lojas do Pão de Açúcar e recebem papel, plástico, metal, vidro e óleo de cozinha usado. Todo material arrecadado é doado para as cooperativas parceiras do programa que comercializam os materiais e geram renda.

18 de novembro, 2016
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RESÍDUOS SÓLIDOS
A Logística Reversa na indústria de plástico

Por Eduardo de Souza Canal * Atualmente, a Logística Reversa é uma tendência que esta ganhando força no mercado, pois o consumidor está se sensibilizando fortemente com a tendência da economia sustentável. E, dentro de uma visão de logística integrada, é comprovado que por meio de uma Logística Reversa eficiente é possível diminuir custos e propiciar vantagem competitiva às empresas. No setor de plástico, especificamente, a LR é aplicada como ferramenta para tratativa de produto de pós-consumo, com destinação para as indústrias que reutilizarão como matéria prima. Estudos comprovam a possibilidade de utilizar as resinas recicláveis para diversas aplicações, apenas com exceção das embalagens para a indústria de alimentos. A operação da Logística Reversa, no cenário do setor de plástico, se baseia na prisma: cliente, centro de distribuição e fabricante. O cliente final e os grandes atacadistas podem ser considerados a maior fonte dos plásticos pós-consumo. Eles devem ser atingidos por meio da implementação de programas de coleta seletiva pelo poder público com apoio da população ou, até mesmo, através de campanhas promovidas pelo setor privado, com o intuito de arrecadar e recolher os produtos. O Centro de Distribuição, por sua vez, é o mais importante, pois é o elo entre os outros dois pilares: cliente e fábrica. Neste pilar, a utilização de sistemas de informação especialistas na logística como o WMS (Warehouse Management System), ferramenta de sistema de informação que possibilita o monitoramento e a validação do fluxo operacional - recebimento, armazenagem, expedição - e TMS o (Transportation Management System), ferramenta de sistema de informação que realiza a administração e controla o transporte, se fazem necessários para garantir o fluxo do processo e da informação. O transporte do produto para o Centro de Distribuição e o transporte do Centro de Distribuição para a fábrica deve ser planejado e preparado para que haja coleta e entrega em diversos pontos de forma roteirizada. Os custos operacionais e administrativos, a análise de rotas e atendimentos devem ser constantemente monitorados para que se obtenham lucros no transporte, viabilizando o processo como um todo na cadeia da Logística Reversa. No Centro de Distribuição (Armazém), é necessário que no momento do recebimento da mercadoria (triagem dos produtos de pós-consumo) seja realizado a separação por tipo de polímeros. Este é um dos fatores chaves que irão garantir o sucesso da implementação da Logística Reversa no setor plástico e, para que aconteça de forma satisfatória, é imprescindível o treinamento operacional, além da estrutura física e processos de auditoria e qualidade sobre esta atividade. No fluxo de triagem de Recebimento, o processo deve ocorrer em duas etapas: a primeira é composta pela diferenciação do plástico reciclável do não reciclável, entre eles o Termoplástico, os Termorrígidos e os Elastômeros, entre outros. Na segunda etapa é realizada a triagem do material possível de reciclagem e sua destinação, conforme a característica de polímero: Policarbonato, Poliuretano, Policloreto de vinilo, Poliestireno, Polipropileno, Polietileno Tereftalato, etc. As indústrias atualmente estão distanciadas da Logística Reversa devido à inexistência de um programa consolidado de coleta seletiva e a falta de uma legislação efetiva. Porém, este é o pilar que finaliza o processo da Logística Reversa. É aqui que está concentrada a expectativa do retorno de investimento. Em resumo, para o segmento plástico, os benefícios que a Logística Reversa oferece estão diretamente ligados à tecnologia, estrutura e recursos disponibilizados aos dois pilares cliente e centro de distribuição. *Eduardo de Souza Canal é consultor de negócios da Store Automação, companhia de Tecnologia da Informação especializada no setor logístico

30 de outubro, 2015