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Parceria leva projeto para aumentar renda de catadores

Parceria leva projeto para aumentar renda de catadores

Com unidades em São Paulo e Bahia, a Estação Preço de Fábrica tem o objetivo de pagar qualquer pessoa que queira vender embalagens pós-consumo

O Grupo O Boticário em parceria com a empresa de logística reversa Green Mining desenvolve o projeto Estação Preço de Fábrica com a inauguração de uma nova unidade em Juiz de Fora (MG) nas instalações da fábrica de reciclagem da Indorama Ventures Soluções Sustentáveis. Com unidades em São Paulo e Bahia, a Estação Preço de Fábrica tem o objetivo de pagar qualquer pessoa que queira vender embalagens pós-consumo. Com a parceria da Indorama Ventures, que recicla no local as embalagens de plástico PET, da empresa Ibema, responsável pela reciclagem do papelão, papel cartão e papel branco, e da Massfix, que realiza o processo de reciclagem do vidro, o objetivo é garantir uma gestão eficiente de resíduos, redução da demanda por novos recursos e geração de renda para catadores, carroceiros e outras pessoas que queiram ter uma renda extra com recicláveis.

Para o Grupo Boticário, a expansão do projeto é mais uma possibilidade de continuar impactando positivamente a vida das pessoas e endereçar seu compromisso com a gestão de resíduos. "Alinhada à agenda ESG do Grupo, a Estação Preço de Fábrica é uma das iniciativas desenvolvidas em prol de contribuir no destino ambientalmente correto para os materiais coletados e no incremento de renda das pessoas. Inaugurar uma unidade em Juiz de Fora possibilita fortalecer ainda mais a relação que temos com Minas, onde também está um dos nossos centros de distribuição", diz Mariana Cavanha, gerente de Sustentabilidade do Grupo Boticário. Para Rodrigo Oliveira, presidente da Green Mining e vice-presidente da Associação Brasileira de Logística Reversa (Abelore), a iniciativa vai além de aplicar o conceito de logística reversa. “Estamos reconhecendo o serviço ambiental dos catadores para a qualidade de vida nas cidades e menor emissão de carbono. Queremos incentivar o descarte consciente de embalagens e pagar o valor que esses materiais valem”.

De acordo com Renata May, Gerente Comercial da Indorama Ventures, o projeto destina esforços na concepção de benefícios de natureza ambiental e social, no momento em que alia o aumento da coleta de materiais recicláveis à criação de valor tangível, demonstrando compromisso inequívoco com a sustentabilidade. “Através desta iniciativa conseguimos endereçar um grande desafio que é o de aumento dos índices de reciclagem do PET no Brasil. Mesmo sendo o plástico mais reciclado do Brasil, queremos maximizar esse índice e acreditamos que com menos intermediários na cadeia de fornecimento e com o pagamento de um preço justo, podemos estabelecer novas fontes de receita para a população e os catadores. Ao proporcionar uma compensação justa e estimular o aumento da adesão dos consumidores à reciclagem do PET, também contribuímos para diminuir a destinação de materiais passíveis de reciclagem para aterros, lixões e demais locais inadequados”. Nos últimos dez anos, a Indorama investiu mais de US$ 1 bilhão na compra de garrafas PET usadas globalmente. “Ao comprar garrafas de PET pós-consumo para fabricar novas garrafas, valorizamos materiais que seriam desperdiçados. Isso injeta dinheiro na cadeia de valor da coleta de resíduos, apoia pessoas e o nosso planeta. Desde que o projeto Estação Preço de Fábrica foi lançado, em novembro de 2021, mais de 2.300 toneladas de resíduos foram recolhidos e encaminhados para a reciclagem”, comentou Colm Jordan, Head Global de Advocacy e Educação da Indorama Ventures. “Os valores que pagamos pelos resíduos são compatíveis aos pagos pelas usinas de reciclagem. Ao eliminar a intermediação, acreditamos que conseguiremos fazer o vidro e outros materiais serem cada vez mais desviados dos aterros para, realmente, evoluirmos nos números da reciclagem do país. O que era lixo se tornou a principal fonte de renda de muitas pessoas", afirma Rodrigo Oliveira.

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PLÁSTICO
Resíduos são transformados em embalagens

O Grupo Boticário desenvolveu o projeto Seaside, uma frente da área de P&D da companhia, para utilizar os resíduos plásticos descartados incorretamente em praias como alternativa para a produção de embalagens plásticas ecologicamente responsáveis. A primeira fase do projeto tem a parceria da Globalpet, que compra o plástico de cooperativas de catadores do litoral de São Paulo. Ao todo foram recolhidas 265 toneladas de plástico que serão processadas, transformadas em resina e darão origem a protetores solares e outros itens do portfólio do Grupo Boticário. Com foco em sustentabilidade, economia circular, redução do impacto ambiental e social, o projeto Seaside, via Globalpet, também vai beneficiar 316 famílias de trabalhadores de cooperativas de sete cidades litorâneas paulistas (Guarujá, Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe, Praia Grande, Santos e São Vicente). Das 265 toneladas de plástico recolhidas no litoral de São Paulo, cada quilo de resina obtida do lixo coletado em material PET PCR, o tipo de plástico mais comum, pode render 35 frascos novos de 237ml do protetor solar Australian Gold. Já a embalagem de 125ml pode ter 55 novos frascos fabricados a partir de um quilo da resina. "Este projeto se conecta com tudo que acreditamos no Grupo Boticário. Há mais de 30 anos temos a Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, que recebe 1% da receita líquida anual da empresa e já conserva milhões de hectares de floresta original na Mata Atlântica e no Cerrado. O trabalho com reciclagem é fundamental também para a preservação ambiental e com este aliamos a necessidade de limpeza das praias à ajuda a famílias e cooperativas que vivem dessa coleta. Todos saem ganhando", conta Daniele Medeiros, pesquisadora do Grupo Boticário responsável pelo projeto.

19 de fevereiro, 2021
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RESÍDUOS PLÁSTICOS
Green Mining atrai empresas

Segundo dados do Banco Mundial, o Brasil é o 4° maior produtor de resíduos plásticos no mundo, com 11,3 milhões de tonelada, das quais apenas 145 mil toneladas foram efetivamente recicladas. Para mudar este cenário e trabalhar com foco em uma destinação correta para os resíduos plásticos, a startup Green Mining, em parceria com a Ambev, Unilever, Natura, Braskem, Akzo Nobel, Wise, Deink Brasil e Eco Panplas, iniciou uma jornada para aumentar a recuperação do material. Com soluções customizadas para cada parceira, priorizando a recuperação de embalagens pós-consumo de forma eficiente e trazendo-as de volta para o ciclo de produção, a ação da Green Mining, juntamente com as empresas, realiza a coleta dos resíduos, por meio de um sistema de rastreabilidade com tecnologia blockchain, e garante que todo o material coletado seja enviado para reciclagem. "O plástico não precisa ser nocivo ao meio ambiente. A ausência de uma resposta sistemática eficaz quanto ao descarte é o que tem deturpado a utilização do material. Queremos ajudar na mudança dessa cultura de descarte inadequado do plástico. Para se ter uma ideia da gravidade do assunto, aproximadamente 10 milhões de toneladas de plásticos chegam nos oceanos a cada ano. Reconhecemos essa urgência e com essas grandes parcerias inovamos e promovemos um modelo de economia circular, mantendo o nosso propósito ambiental, social e econômico", diz Rodrigo Oliveira, presidente da Green Mining, startup especializada em logística reversa inteligente que, desde 2018, já coletou e enviou para a reciclagem mais de 1,3 milhão de quilos de vidro. A Green Mining customiza seu processo de coleta de embalagens a depender da demanda e projeto de cada companhia. Inicialmente, a startup começou suas ações em condomínios, bares, lojas e restaurantes, além de criar um sistema que possibilita obter informações de cada etapa do processo, como data e local da coleta, quilos e destinação dos recicláveis. Com o sistema criado é possível fazer o rastreamento total, em tempo real, de origem, trajeto e destino com a segurança que a tecnologia blockchain fornece. Com uma grande quantidade de recicláveis, a Green Mining ajuda também à mão-de-obra empregada, capacitando e contratando mais de 28 funcionários, sendo grande parte pessoas que já trabalhavam com reciclagem de maneira informal. Atualmente, há operação de coleta de plástico nos seguintes bairros da capital paulista: Bela Vista, Brooklin, Centro, Itaim Bibi, Jardins, Moema, Mooca, Perdizes, Pinheiros, Vila Madalena, Vila Mariana e Vila Olímpia. Para saber sobre a viabilidade de coletas gratuitas em condomínios, bares, lojas, restaurantes ou outros estabelecimentos, é necessário entrar em contato pelo email [email protected] .

1 de dezembro, 2020
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LOGÍSTICA REVERSA
Ação de coleta de embalagens de vidro

O Minuto Pão de Açúcar firmou parceria com a startup brasileira Green Mining e com a Ambev para inserir a logística reversa nas lojas da rede na cidade de São Paulo. Iniciada em março, a ação já coletou e enviou para a reciclagem o equivalente a 5.000 garrafas de cerveja long neck. "Assumimos essa responsabilidade e compromisso com o meio ambiente e nesse momento de crise que estamos vivendo, jamais abandonaríamos a nossa causa. Temos tomado todos os cuidados, principalmente com os nossos colaboradores e coletores que se colocam na linha de frente para manter esse serviço essencial", afirma Rodrigo Oliveira, presidente da Green Mining. "Como as lixeiras são exclusivas para vidro, nossa equipe retira o saco fechado e leva diretamente um contêiner em nosso ponto de concentração, sem contato com a embalagem", completa. Com o slogan "Tem vidro usado para ser reciclado? Resolve no Minuto", a iniciativa disponibiliza coletores exclusivos para o descarte de vidro nos pontos participantes - podem ser garrafas, potes, copos e outros objetos, desde que estejam limpos e secos. Quando as lixeiras estiverem lotadas, os resíduos são recolhidos pelos coletores da Green Mining, que utilizam triciclos para evitar a emissão de CO2, levando o material até um ponto de concentração (Hub). Após alcançar determinado volume, o material é encaminhado à fábrica da Ambev, localizada no Rio de Janeiro, devolvendo o material à cadeia produtiva da empresa. "A sustentabilidade é um pilar estratégico da marca Pão de Açúcar, pioneira no varejo alimentar ao criar um programa de reciclagem em 2001. E esse pilar também é refletido em sua rede de vizinhança Minuto Pão de Açúcar. Nossos clientes já nos reconhecem como uma marca engajada e em busca de soluções inovadoras para incentivar práticas sustentáveis. Esse serviço, por meio dessa parceria, reafirma o nosso compromisso com o desenvolvimento de ações que promovem não só o consumo consciente, mas também o descarte consciente", complementa Frederic Garcia, Diretor do Minuto Pão de Açúcar. Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Vidro (Abividro), o Brasil movimento cerca de R$ 120 milhões anuais com a reciclagem de vidro. Em média, o mercado produz mais de 8,6 bilhões de embalagens por ano, o que equivale a 1,3 milhão de toneladas de vidro. "Queremos fazer parte dessa mudança cultural dos consumidores e inserir, cada vez mais, a indústria nessas ações. Queremos inspirar pessoas e empresas a serem ecologicamente ativas e responsáveis", finaliza o presidente da startup.

12 de maio, 2020
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RESÍDUOS
Green Mining coleta 500 t em um ano

A startup Green Mining comemora um ano de ação de logística reversa com a coleta de 500 toneladas de resíduos, principalmente vidro, e evita também a emissão de mais de 83 mil kg de CO2. "Tudo que temos conquistado é graças aos nossos funcionários, parceiros, clientes e amigos que acreditam no nosso projeto e se dedicam, de corpo e alma, para a preservação do meio ambiente. É difícil encontrar palavras para descrever o orgulho que sentimos com os resultados que alcançamos. Este é só o começo, o primeiro ano de muitas realizações que estão por vir”, afirma Rodrigo Oliveira, presidente da startup. Com a coleta de materiais recicláveis, a Green Mining também colabora com a capacitação e contratação de mão-de-obra de 30 catadores, que já trabalharam com reciclagem de maneira informal. A ação consiste no processo de coleta de embalagens em bares e restaurantes e é feita por meio de triciclos e sem emissão de gás carbônico. O material coletado é destinado à reciclagem ou reutilização, evitando que os resíduos sejam descartados em aterros. Por meio de um aplicativo, criado pela própria Green Mining, é possível obter informações como data e local da coleta, quilos e destinação dos recicláveis. "Com sistema que utiliza tecnologia Blockchain fazemos o mapeamento dos pontos de maior geração de resíduos e escolhemos o próximo endereço para a instalação de uma central de recebimento denominada HUB, local de armazenamento de todo o material coletado nas imediações. Posteriormente, os resíduos são enviados às usinas e empresas de reciclagem, devolvendo as embalagens ao ciclo de produção”, explica Rodrigo Oliveira. A Green Mining possui 17 HUBs em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Em 2020, a expectativa é que a ação chegue em mais estados do País, alcançando a meta de 100 HUBs.

4 de dezembro, 2019
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LOGÍSTICA REVERSA
HUBs ajudam na reciclagem de vidro

A startup Green Mining, em parceria com a Ambev, acaba de inaugurar um hub de coleta em Brasília (DF). A startup atua na logística reversa com tecnologia inovadora que permite identificar os locais de maior geração de resíduos pós-consumo, principalmente garrafas de vidros descartadas por bares. O objetivo é coletar a maior quantidade de recicláveis, com eficiência de custo, além de respeitar a mão-de-obra empregada com cursos de capacitação e contratação de cooperados ou catadores de rua que já trabalhavam com reciclagem de maneira informal. Parceira oficial da organização Europeia "Friends of Glass", a Green Mining promove a reciclagem do vidro, material de difícil decomposição, mas 100% reaproveitável, e que gera economia de recursos naturais e evita um alto gasto de energia e emissão de CO2. "Para nós, é uma satisfação e orgulho muito grande ver que o nosso projeto está em expansão pelo país. Com os HUBs em São Paulo, e agora em Brasília, alcançamos mais de 300 toneladas de vidros reciclados e mais de 50 toneladas de CO2 evitados desde o início da ação", conta Rodrigo Oliveira, presidente da Green Mining. A ação é fruto da primeira edição do programa global 100+Accelerator, da Ambev, que em 2018 selecionou 21 startups em todos os continentes para resolver questões mundiais urgentes em sustentabilidade pontuadas pela companhia. "O desafio lançado busca soluções para problemas da indústria, por meio de startups, para fechar o ciclo da economia circular em embalagens, foi uma ótima oportunidade. Nossa tecnologia permite a rastreabilidade de todas as embalagens coletadas nos centros urbanos com segurança por meio de Blockchain. Coletores, HUBs, transportadores e usinas de reciclagem validam as quantidades uns dos outros, não permitindo que os números de material reciclado sejam criados ou falsificados", explica Rodrigo. "Como nós realizamos a coleta, podemos não apenas atestar as quantidades, mas também garantir que não foi usada mão de obra infantil ou informal, visto que todos os nossos coletores possuem carteira assinada". A estimativa da Green Mining é de inaugurar, até o fim de 2019, mais 20 HUBs pelo país.

17 de setembro, 2019
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LOGÍSTICA REVERSA
Startup recolhe vidro para reciclagem

A startup Green Mining já recolheu volume superior a 100 toneladas de vidro em mais de 90 estabelecimentos nos bairros paulistanos da Vila Olímpia e Pinheiros. O material é enviado para reciclagem. "Os resíduos são recolhidos de maneira ambientalmente correta, por meio de triciclos, sem emissão de gás carbônico. Todas as fases do processo são garantidas por um sistema de rastreabilidade que usa tecnologia Blockchain, criado pelos nossos sócios desenvolvedores com mais de 20 anos de experiência, permitindo localizar os principais pontos de maior geração de recicláveis para que possamos instalar uma operação de coleta eficiente", conta Rodrigo Oliveira, CEO da Green Mining. Um dos principais pontos do projeto é a contratação formal de ex-catadores e registrá-los com carteira de trabalho assinada, garantindo-lhes todos os direitos legais e EPIs. Os trabalhadores são capacitados pelo programa "Reciclar para Capacitar, da Amlurb. "Os coletores uniformizados e empenhados retiram e levam as garrafas até o ponto de concentração. Quando se atinge um determinado volume, o vidro é levado direto à fábrica de vidros da própria cervejaria Ambev, localizada no Rio de Janeiro, devolvendo o material à cadeia produtiva da empresa. Todas as informações são registradas no aplicativo por cada coletor, gerando assim toda a rastreabilidade na cadeia de logística reversa", explica Rodrigo. A Green Mining é fruto do programa global 100+Accelerator, da Ambev, que selecionou 21 startups em todos os continentes para resolver questões mundiais urgentes em sustentabilidade pontuadas pela companhia. "Com o Blockchain, garantimos a transparência da informação e, assim que iniciarmos a utilização dos triciclos elétricos, o conceito IoT será inserido em todo o processo para aprimorar o georreferenciamento", finaliza o CEO da Green Mining. Entre os estabelecimentos participantes estão o Pitico, Porto Luna, Unidos da Vila, Toca do Tatu, Frangaria, Santa Julia, Sky Hall, Sutton, Padaria Vitória Régia, Dois Irmãos, Garota da Vila, Olímpia Show e Flat Travel Inn.

11 de julho, 2019
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RECICLAGEM
Unilever e Pão de Açúcar comemoram parceria

A Unilever Brasil e o Pão de Açúcar comemoram 15 anos do primeiro programa de parceria entre indústria e varejo no cenário nacional de reciclagem. Desde 2001 em 44 cidades do País e o Distrito Federal, a iniciativa já somou mais de 100 mil toneladas de resíduos coletados e doados para 37 cooperativas de reciclagem parceiras - promovendo a inclusão social e a geração de renda para mais de 2.500 pessoas que são beneficiadas direta e indiretamente. “Temos o propósito de tornar a sustentabilidade parte do dia a dia de todos e os resultados das Estações de Reciclagem Pão de Açúcar Unilever confirmam que estamos no caminho certo. Consideramos este programa estratégico porque promove a conscientização e fomenta mudanças de hábito na sociedade”, destaca Antonio Calcagnotto, head de assuntos corporativos e sustentabilidade da Unilever. Em 2015, foram mais de 10,6 mil de toneladas de materiais recicláveis. “Observamos lá atrás a oportunidade de inserir o conceito de sustentabilidade de maneira simples, mas concreta no cotidiano das pessoas e hoje a ação é o nosso principal case de sustentabilidade nas lojas da rede Pão de Açúcar”, diz Laura Pires, diretora de sustentabilidade do GPA. Em linha com a Política Nacional de Resíduos Sólidos e com o formato de Postos de Entrega Voluntária (PEVs), as estações são localizadas nos estacionamentos das lojas do Pão de Açúcar e recebem papel, plástico, metal, vidro e óleo de cozinha usado. Todo material arrecadado é doado para as cooperativas parceiras do programa que comercializam os materiais e geram renda.

18 de novembro, 2016