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SÃO PAULO

Passarelli constrói reservatório de água de 900 mil m³ no ABC

Passarelli constrói reservatório de água de 900 mil m³ no ABC

O piscinão irá ocupar uma área de 154 mil m² e terá capacidade para armazenar 900 mil m³ de água da chuva

Empresa de soluções em engenharia, a Passarelli está construindo um grande reservatório de água localizado na divisa entre São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e São Paulo, que deverá absorver os acúmulos de água na região. O piscinão irá ocupar uma área de 154 mil m² e terá capacidade para armazenar 900 mil m³ de água da chuva. O objetivo é solucionar as chuvas recorrentes na região, já que, entre 2000 e 2022, foram constatadas 29 inundações em São Caetano, segundo pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). “Estamos constantemente atentos ao impacto que nossas atividades têm sobre as comunidades ao redor. Com o piscinão, esperamos que a chuva seja um sinônimo de alegria e tranquilidade para as pessoas da região. Nosso propósito é transformar a vida das pessoas por meio da engenharia e essa é uma obra que contribuirá para os moradores de São Caetano do Sul”, afirma Vlamir Petrelli, Superintendente de Operações da Passarelli Engenharia.

Com o projeto, a Passarelli Engenharia visa levar mais qualidade de vida à região, com a melhora dos transtornos causados pelas tempestades. Durante o processo de construção da obra foi montada uma Estação de Tratamento de Água (ETA) móvel para tratar a água que tem acumulado no local. A partir de mais de 200 coletas de amostras do solo e da água, ficou constatada a existência de contaminações na região. Os solos contaminados serão removidos, enquanto a água é captada e tratada, podendo ser utilizada para diversas atividades na obra ou lançada no rio Ribeirão dos Meninos ou no Córrego Jaboticabal, reduzindo o risco de contaminação dos afluentes do local.

Até o momento, já foram tratados cerca de 10.000 m³ de água, 360 m³ dos quais reutilizados na obra da Passarelli. A expectativa é de que sejam tratadas 555 mil m³ de água até o fim do projeto, incluindo precipitações.


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A Passarelli já encaminhou mais de 30% das economias locais (esgotos de residências e comércio) para tratamento pela ETE Barueri. A companhia superou a meta definida no contrato assinado no dia 27 de novembro de 2019 com a Sabesp em menos de seis meses de trabalho. "Encaminhamos 5.623 economias, acima das 4.190 previstas, em um prazo menor do que os seis meses estabelecidos inicialmente. Dessa forma, foi possível coletar e enviar para tratamento 40% do total das 13.969 economias previstas pelo contrato", conta César Laragnoit, da Diretoria Comercial da Passarelli. O executivo diz ainda que, mesmo com os desafios surgidos com a pandemia COVID-19, a companhia manteve o cronograma para cumprir as exigências do contrato. “A otimização dos projetos e a engenharia de valor aportado ao contrato por nós, assim como os trabalhos do time social, foram fundamentais para alcançarmos essa meta", explica Laragnoit. O contrato estipula que ações socioambientais sejam realizadas na comunidade local para adesão dos moradores ao cadastro de ligações de esgoto. Até o momento, 1.271 economias já aderiram, sendo que outras 2.929 ainda estão em processo de adesão. A Passarelli realiza reuniões com líderes da comunidade para divulgação do escopo do trabalho e de seus objetivos, assim como para sensibilizar as famílias quanto à importância de participação. As obras no córrego Pedreira/Olaria também terão como objetivo reduzir a Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO, que significa a quantidade de oxigênio consumido na degradação da matéria orgânica) no ponto de deságue do Rio Pinheiros, em um prazo de até 18 meses após a assinatura do contrato. Este processo de coleta e destinação do esgoto para tratamento deverá diminuir em aproximadamente 80% os atuais 129 miligramas por litro de DBO registrados na foz do córrego, para se chegar à meta de 30 miligramas por litro. Algumas interligações que encaminham lançamentos clandestinos para redes coletoras estão sendo implantadas através do uso do equipamento Shield (sistema de tubo cravado), um Método Não Destrutivo (MND) do qual a Passarelli é pioneira e também pelo método de Furo Direcional (HDD), em conjunto com outras obras estruturantes, tais como interligações de redes e execução de redes de esgoto, ligações domiciliares e outros. São feitas varreduras e detecção de anomalias, ações socioambientais e, por fim, o monitoramento remoto do córrego para controle de processo e coleta de amostras para verificação da qualidade (DBO) e apuração dos resultados.

29 de junho, 2020
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ESGOTO
Passarelli realiza obras no Córrego Pirajuçara

A empresa de engenharia Passarelli participa do Consórcio Rio DBO Alto Pirajuçara e será responsável pelas obras necessárias para reduzir o lançamento de esgoto residencial no Córrego Pirajuçara. O contrato do projeto acaba de ser assinado e faz parte do programa Novo Pinheiros, do governo estadual. Segundo dados da Sabesp, na bacia do Alto Pirajuçara são gerados efluentes por quase 147 mil economias. Atualmente, cerca de 77 % (112.966 economias) são coletados, mas apenas 7.794 economias (6,9%) vão para tratamento, ou seja, 93,1% são lançados diretamente nos córregos. Quase 34 mil economias não são sequer coletadas e, desse total, o contrato exige que pelo menos 17.662 economias sofram intervenções diretas através de novas ligações domiciliares e que novas redes de esgoto sejam construídas para que possam encaminhar os dejetos para os coletores existentes e para os novos a serem criados. “Nossa meta é destinar, em 24 meses, no mínimo 105.832 economias para o tratamento adequado, por meio de obras estruturantes - extensos coletores e várias interligações - e obras de ligações domiciliares e redes de esgoto para um grande número de residências”, diz César Laragnoit, da Diretoria Comercial da Passarelli. O executivo comenta ainda que o trabalho requer uma eficiência na logística, de aplicação de tecnologia de ponta, bem como ações sociais para conscientização dos moradores da região sobre a importância e o benefício de ter seu esgoto coletado. Outro objetivo do contrato é a redução da Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO). Após a conclusão das obras e do processo de coleta e destinação do esgoto para tratamento, a DBO a ser apurada deverá ser menor que 75 mg/l, o que está diretamente relacionado à melhora da qualidade das águas do Rio Pinheiros. Serão executados 27.496 metros de coletores-tronco e interligações, 9.152 metros de redes de esgoto, 12.789 ligações de esgoto (domiciliares/avulsas) e 202 interligações no sistema existente. Além disso, serão instalados medidores para monitoramento geral de performance e as novas conexões serão cadastradas e as clandestinas regularizadas. "As intervenções que realizaremos na Bacia do Alto Pirajuçara, assim como as que estão sendo realizadas na Bacias do Pedreiras/Olaria, além de melhorar a qualidade da água dos afluentes do rio Pinheiros, trarão melhores condições de saúde para toda a população residente nessas áreas", complementa César.

8 de junho, 2020
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A empresa de engenharia Passarelli assinou contrato para executar obras e intervenções sanitárias no projeto Novo Pinheiros, programa de despoluição do rio Pinheiros do governo de São Paulo. As obras devem melhorar a qualidade das águas do afluente do rio, o córrego Pedreira/Olaria. A meta da empresa é interligar aproximadamente 14 mil economias (cada uma equivale a uma "geração de esgoto") à rede coletora de esgoto que transporta os dejetos para tratamento na ETE Barueri. As obras também terão como objetivo reduzir a Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO - quantidade de oxigênio consumido na degradação da matéria orgânica) no ponto de deságue do rio Pinheiros, num prazo de até 18 meses após a assinatura do contrato. "Segundo dados da Sabesp, na bacia onde está o córrego Pedreira/Olaria, chamada de PI-36, são gerados efluentes por 45.084 economias, onde 81% (36.353 economias) do total é coletado, dos quais 73% vão para tratamento e 27% são lançados nos córregos. Não são coletados 8.731 economias (19%), que são precariamente lançados nas ruas, nas galerias de águas pluviais ou diretamente nos córregos”, disse Cesar Laragnoit, da Diretoria Comercial da Passarelli. A Passarelli afirma querer destinar as quase 14 mil economias para tratamento, tanto o que já é coletado e não tratado, como executar ligações domiciliares e redes de esgoto para boa parte das moradias que hoje não têm seu esgoto coletado. Segundo a empresa, este processo de coleta e destinação do esgoto para tratamento deverá reduzir em cerca de 80% os atuais 129 miligramas por litro de DBO registrados na foz do córrego, para se chegar à meta de 30 miligramas por litro. Um dos coletores a serem implantados será realizado através de equipamento Shield, um Método Não Destrutivo (MND) do qual a Passarelli é pioneira, em conjunto com outras obras estruturantes, tais como interligações de redes e execução de redes de esgoto, ligações domiciliares e outros. Também serão desenvolvidos serviços como varredura e detecção de anomalias com suas respectivas regularizações, ações socioambientais de conscientização da população local e monitoramento remoto do córrego para controle de processo e coleta de amostras para verificação da qualidade (DBO) e apuração dos resultados.

4 de dezembro, 2019