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ESGOTO

Passarelli investe em Maracanaú

A empresa de engenharia e construção Passarelli está investindo R$ 82 milhões na melhoria e modernização do sistema de esgoto de Maracanaú (CE) que irá beneficiar os mais de 230 mil moradores do município. A obra contempla três estações elevatórias com respectivas linhas de recalque e substituição de diversos trechos da rede coletora, coletor-tronco e interceptores existentes. Em alguns momentos, o projeto deve gerar 200 postos de trabalho e a expectativa é que seja concluído em fevereiro de 2022. No projeto, as novas linhas de recalque serão assentadas, em grande parte, nos acostamentos e canteiros centrais com o intuito de diminuir o maior número possível de interferências. "Um dos diferenciais da obra está na utilização de tubulações de grandes diâmetros em material mais nobre, o PEAD. Esse material tem maior resistência aos gases que se formam durante o transporte, que são provenientes das reações bioquímicas no efluente do esgoto. Sua utilização trará mais segurança para o sistema, evitando intervenções em vias públicas", conta Décio Dias Júnior, gerente comercial da Passarelli. A Passarelli utilizará nove quilômetros de tubulações com diâmetros de 1.000 mm e 800 mm na linha de recalque no projeto de modernização. Já para o coletor-tronco e redes coletoras serão em torno de 10 km de tubos de grande diâmetro, de até 1000 mm. Além disso, a Passarelli instalará três estações elevatórias, duas de grande porte, com 500 l/s de vazão cada, e uma média, com 220 l/s de vazão. O escopo da obra prevê ainda a instalação de sistema preliminar mecanizado, para a otimização do processo operacional de prevenção quanto às obstruções e limpeza no sistema elevatório, além de substituições de rede coletora e instalação de ramais de ligações domiciliares. "Vale ressaltar que um dos principais desafios da obra é executá-la com o sistema em operação e sem que haja impacto na coleta de esgoto e no dia-a-dia da população. A experiência da Passarelli no setor de saneamento, construção e infraestrutura nos permite desenvolver os trabalhos com esta segurança, e, inclusive, foi um diferencial para a assinatura do contrato", finaliza Décio Dias.

A empresa de engenharia e construção Passarelli está investindo R$ 82 milhões na melhoria e modernização do sistema de esgoto de Maracanaú (CE) que irá beneficiar os mais de 230 mil moradores do município. A obra contempla três estações elevatórias com respectivas linhas de recalque e substituição de diversos trechos da rede coletora, coletor-tronco e interceptores existentes. Em alguns momentos, o projeto deve gerar 200 postos de trabalho e a expectativa é que seja concluído em fevereiro de 2022. 

No projeto, as novas linhas de recalque serão assentadas, em grande parte, nos acostamentos e canteiros centrais com o intuito de diminuir o maior número possível de interferências. "Um dos diferenciais da obra está na utilização de tubulações de grandes diâmetros em material mais nobre, o PEAD. Esse material tem maior resistência aos gases que se formam durante o transporte, que são provenientes das reações bioquímicas no efluente do esgoto. Sua utilização trará mais segurança para o sistema, evitando intervenções em vias públicas", conta Décio Dias Júnior, gerente comercial da Passarelli. 

A Passarelli utilizará nove quilômetros de tubulações com diâmetros de 1.000 mm e 800 mm na linha de recalque no projeto de modernização. Já para o coletor-tronco e redes coletoras serão em torno de 10 km de tubos de grande diâmetro, de até 1000 mm. Além disso, a Passarelli instalará três estações elevatórias, duas de grande porte, com 500 l/s de vazão cada, e uma média, com 220 l/s de vazão. O escopo da obra prevê ainda a instalação de sistema preliminar mecanizado, para a otimização do processo operacional de prevenção quanto às obstruções e limpeza no sistema elevatório, além de substituições de rede coletora e instalação de ramais de ligações domiciliares. "Vale ressaltar que um dos principais desafios da obra é executá-la com o sistema em operação e sem que haja impacto na coleta de esgoto e no dia-a-dia da população. A experiência da Passarelli no setor de saneamento, construção e infraestrutura nos permite desenvolver os trabalhos com esta segurança, e, inclusive, foi um diferencial para a assinatura do contrato", finaliza Décio Dias.

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VELHO CHICO
Construtora retoma obras no Ceará

A empresa de construção e engenharia Passarelli retomou as obras do Lote 4 do primeiro trecho do Cinturão das Águas do Ceará (CAC), um projeto do governo do Estado. As obras estavam paralisadas a pedido do governo local para que todo empenho fosse voltado à conclusão dos Lotes 1 e 2, entregues em agosto. As obras do Lote 4 devem ficar prontas em dois anos e irão custar cerca de R$ 500 milhões. As águas do rio São Francisco abastecerão milhares de moradores, pequenos agricultores e criadores de algumas regiões do interior e da região metropolitana de Fortaleza (CE). Considerado o lote tecnicamente mais complexo para ser executado, uma vez que se trata de um trajeto mais rochoso e trabalhoso para escavar, o Lote 4 possui 34 km de canais e sifões de 2,80 metros de diâmetro, construídos para suportar uma vazão de 30m³ de água por segundo, o suficiente para abastecer uma cidade três vezes maior do que Fortaleza. "Nós, da Passarelli, estamos 100% empenhados em concluir essas obras, que são tão importantes para o Nordeste brasileiro, e buscamos contribuir com a nossa expertise e capacidade técnica para que as águas do Velho Chico tragam mais saúde e vida para a população", explica Décio Dias, Gerente Comercial da Passarelli. Ao todo, a Passarelli utilizará 130 mil m³ de concreto e realizará serviços de terraplenagem em um volume de 5 milhões de m³ para construir os canais, túneis e sifões necessários para transportar o volume de água. Para a construção, durante o pico de atividade, serão mobilizados cerca de 1.000 funcionários em diversas frentes para finalizar as obras. O CAC é um projeto de transferência de recursos hídricos entre 12 bacias hidrográficas do Ceará e tem como meta garantir o abastecimento para consumo humano e para projetos agropecuários e industriais no interior cearense, perenizando rios e garantindo o suprimento permanente para as populações do semiárido, além de garantir o abastecimento de Fortaleza e do Porto do Pecém. O projeto total do CAC prevê a construção de 1,3 mil km de canais, sifões e túneis e, em sua primeira etapa, serão investidos R$ 2 bilhões em uma extensão de 149 km de obras. O projeto concluído levará água para 93% do Ceará e permitirá a adução das águas transpostas para a maioria do território cearense, inclusive para as regiões mais secas do estado, bem como para aquelas com potencial turístico e econômico.

14 de setembro, 2020
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VELHO CHICO
Conclusão do Lote 1 de grande projeto no CE

A Passarelli concluiu as obras do Lote 1 do primeiro trecho do Cinturão das Águas do Ceará (CAC), projeto do Governo do Ceará e liderado pela empresa por meio de consórcio para levar água do rio São Francisco para abastecer moradores, pequenos agricultores e criadores de algumas regiões do interior do Estado e da área metropolitana de Fortaleza (CE). O lote 1 é considerado a principal etapa do projeto do Cinturão das Águas no Ceará, pois concentra-se na área que receberá as águas do rio São Francisco, a partir do município de Jati (CE). Ele possui 38 km de canais e túneis construídos para suportar uma vazão de 30m³ de água por segundo, o equivalente a uma piscina olímpica a cada minuto e meio - o suficiente para abastecer uma cidade três vezes maior do que Fortaleza. "As águas devem começar a ser transportadas pelos canais assim que a barragem de Jati estiver cheia, e a expectativa é que, em meados de agosto, a região do Cariri já receba as águas do Velho Chico. Em seguida, as águas devem chegar ao Açude Castanhão e, posteriormente, na região metropolitana de Fortaleza", explica Décio Dias, Gerente Comercial da Passarelli. Durante o pico da atividade, o projeto deve contratar cerca de 1.000 funcionários em diversas frentes para atuar nas obras do Lote 1 que, sozinho, demandou 120 mil m³ de concreto para ser finalizado. Em alguns trechos, a obra cruzou estradas, serras e riachos e precisou, por exemplo, da escavação de túneis e a instalação de tubulações de aço com 2,80 metros de diâmetro. "A utilização de tubulações nessas proporções é algo raro, e só foi possível devido à expertise acumulada pela Passarelli em décadas de atuação em obras de saneamento", finaliza Décio O CAC é um projeto de transferência de recursos hídricos entre 12 bacias hidrográficas do Ceará e tem como meta garantir o abastecimento para consumo humano e para projetos agropecuários e industriais no interior cearense, perenizando rios e garantindo o suprimento permanente para as populações do semiárido, além de garantir o abastecimento de Fortaleza e do Porto do Pecém. O projeto total do CAC prevê a construção de 1,3 mil km de canais, sifões e túneis e, em sua primeira etapa, serão investidos R$ 2 bilhões em uma extensão de 149 km de obras. O projeto concluído levará água para 93% do Ceará e permitirá a adução das águas transpostas para a maioria do território cearense, inclusive para as regiões mais secas do estado, bem como para aquelas com potencial turístico e econômico.

24 de agosto, 2020
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RIO PINHEIROS
Passarelli avança em projeto de despoluição

A Passarelli já encaminhou mais de 30% das economias locais (esgotos de residências e comércio) para tratamento pela ETE Barueri. A companhia superou a meta definida no contrato assinado no dia 27 de novembro de 2019 com a Sabesp em menos de seis meses de trabalho. "Encaminhamos 5.623 economias, acima das 4.190 previstas, em um prazo menor do que os seis meses estabelecidos inicialmente. Dessa forma, foi possível coletar e enviar para tratamento 40% do total das 13.969 economias previstas pelo contrato", conta César Laragnoit, da Diretoria Comercial da Passarelli. O executivo diz ainda que, mesmo com os desafios surgidos com a pandemia COVID-19, a companhia manteve o cronograma para cumprir as exigências do contrato. “A otimização dos projetos e a engenharia de valor aportado ao contrato por nós, assim como os trabalhos do time social, foram fundamentais para alcançarmos essa meta", explica Laragnoit. O contrato estipula que ações socioambientais sejam realizadas na comunidade local para adesão dos moradores ao cadastro de ligações de esgoto. Até o momento, 1.271 economias já aderiram, sendo que outras 2.929 ainda estão em processo de adesão. A Passarelli realiza reuniões com líderes da comunidade para divulgação do escopo do trabalho e de seus objetivos, assim como para sensibilizar as famílias quanto à importância de participação. As obras no córrego Pedreira/Olaria também terão como objetivo reduzir a Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO, que significa a quantidade de oxigênio consumido na degradação da matéria orgânica) no ponto de deságue do Rio Pinheiros, em um prazo de até 18 meses após a assinatura do contrato. Este processo de coleta e destinação do esgoto para tratamento deverá diminuir em aproximadamente 80% os atuais 129 miligramas por litro de DBO registrados na foz do córrego, para se chegar à meta de 30 miligramas por litro. Algumas interligações que encaminham lançamentos clandestinos para redes coletoras estão sendo implantadas através do uso do equipamento Shield (sistema de tubo cravado), um Método Não Destrutivo (MND) do qual a Passarelli é pioneira e também pelo método de Furo Direcional (HDD), em conjunto com outras obras estruturantes, tais como interligações de redes e execução de redes de esgoto, ligações domiciliares e outros. São feitas varreduras e detecção de anomalias, ações socioambientais e, por fim, o monitoramento remoto do córrego para controle de processo e coleta de amostras para verificação da qualidade (DBO) e apuração dos resultados.

29 de junho, 2020
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ESGOTO
Passarelli realiza obras no Córrego Pirajuçara

A empresa de engenharia Passarelli participa do Consórcio Rio DBO Alto Pirajuçara e será responsável pelas obras necessárias para reduzir o lançamento de esgoto residencial no Córrego Pirajuçara. O contrato do projeto acaba de ser assinado e faz parte do programa Novo Pinheiros, do governo estadual. Segundo dados da Sabesp, na bacia do Alto Pirajuçara são gerados efluentes por quase 147 mil economias. Atualmente, cerca de 77 % (112.966 economias) são coletados, mas apenas 7.794 economias (6,9%) vão para tratamento, ou seja, 93,1% são lançados diretamente nos córregos. Quase 34 mil economias não são sequer coletadas e, desse total, o contrato exige que pelo menos 17.662 economias sofram intervenções diretas através de novas ligações domiciliares e que novas redes de esgoto sejam construídas para que possam encaminhar os dejetos para os coletores existentes e para os novos a serem criados. “Nossa meta é destinar, em 24 meses, no mínimo 105.832 economias para o tratamento adequado, por meio de obras estruturantes - extensos coletores e várias interligações - e obras de ligações domiciliares e redes de esgoto para um grande número de residências”, diz César Laragnoit, da Diretoria Comercial da Passarelli. O executivo comenta ainda que o trabalho requer uma eficiência na logística, de aplicação de tecnologia de ponta, bem como ações sociais para conscientização dos moradores da região sobre a importância e o benefício de ter seu esgoto coletado. Outro objetivo do contrato é a redução da Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO). Após a conclusão das obras e do processo de coleta e destinação do esgoto para tratamento, a DBO a ser apurada deverá ser menor que 75 mg/l, o que está diretamente relacionado à melhora da qualidade das águas do Rio Pinheiros. Serão executados 27.496 metros de coletores-tronco e interligações, 9.152 metros de redes de esgoto, 12.789 ligações de esgoto (domiciliares/avulsas) e 202 interligações no sistema existente. Além disso, serão instalados medidores para monitoramento geral de performance e as novas conexões serão cadastradas e as clandestinas regularizadas. "As intervenções que realizaremos na Bacia do Alto Pirajuçara, assim como as que estão sendo realizadas na Bacias do Pedreiras/Olaria, além de melhorar a qualidade da água dos afluentes do rio Pinheiros, trarão melhores condições de saúde para toda a população residente nessas áreas", complementa César.

8 de junho, 2020
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BAÍA DE GUANABARA
Passarelli conclui obra para despoluição

A empresa de engenharia e construção Passarelli concluiu as obras de implantação do Coletor Tronco Cidade Nova, do Programa de Saneamento Ambiental dos Municípios (PSAM) do entorno da Baía de Guanabara. As obras foram entregues um mês antes do prazo fixado pelo TAC - Termo de Ajustamento de Conduta. O coletor tronco tem 4,1 km de extensão e beneficiará 163 mil moradores dos bairros Cidade Nova, Centro, Catumbi, Rio Comprido, Estácio e Santa Tereza - com a coleta de esgoto das residências que, até então, despejavam seus dejetos diretamente na rede de águas pluviais. O projeto do Coletor Tronco Cidade Nova direciona para a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Alegria, 700 l/s de esgoto proveniente da região central do Rio de Janeiro - o que equivale a 24 piscinas olímpicas por dia -, e que antes iam diretamente para o Canal do Mangue, que deságua na Baía de Guanabara. A companhia utilizou no projeto o Método Não Destrutivo (MND), do qual é pioneira, mais especificamente através da cravação de tubos, com máquinas especiais, chamadas Shields, que perfuram o subsolo horizontalmente, entre dois poços de acesso, por onde são passadas as tubulações. Durantes as obras foram utilizados equipamentos nos diâmetros de 1.000mm e 1.500mm, dependendo do trecho. "Devido à complexidade do projeto, utilizamos o Shield e abrimos 37 poços em 4,1km de extensão, o que resultou na redução das interferências nas vias de acesso ao local e não foi necessário destruir toda a extensão do solo sobre a tubulação, causando menos dor de cabeça para o morador do Rio de Janeiro que mora ou trabalha na região", como explica Cássio Neto, Gerente de Obras da Passarelli. O Coletor Tronco Cidade Nova faz parte do Programa de Saneamento Ambiental dos Municípios no Entorno da Baía de Guanabara (PSAM), realizado pela SEAS Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade. Além deste projeto do PSAM, a Passarelli também é a responsável pelas obras do Coletor Tronco Faria-Timbó, cujas obras foram iniciadas em março de 2020, com previsão de entrega em dois anos. A obra do Coletor Tronco Faria-Timbó terá um total de 6.095 m de extensão, coletará 1.049 l/s de esgoto, que atualmente são lançados na Baía de Guanabara.

27 de abril, 2020
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RIO PINHEIROS
Passarelli no programa de despoluição

A empresa de engenharia Passarelli assinou contrato para executar obras e intervenções sanitárias no projeto Novo Pinheiros, programa de despoluição do rio Pinheiros do governo de São Paulo. As obras devem melhorar a qualidade das águas do afluente do rio, o córrego Pedreira/Olaria. A meta da empresa é interligar aproximadamente 14 mil economias (cada uma equivale a uma "geração de esgoto") à rede coletora de esgoto que transporta os dejetos para tratamento na ETE Barueri. As obras também terão como objetivo reduzir a Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO - quantidade de oxigênio consumido na degradação da matéria orgânica) no ponto de deságue do rio Pinheiros, num prazo de até 18 meses após a assinatura do contrato. "Segundo dados da Sabesp, na bacia onde está o córrego Pedreira/Olaria, chamada de PI-36, são gerados efluentes por 45.084 economias, onde 81% (36.353 economias) do total é coletado, dos quais 73% vão para tratamento e 27% são lançados nos córregos. Não são coletados 8.731 economias (19%), que são precariamente lançados nas ruas, nas galerias de águas pluviais ou diretamente nos córregos”, disse Cesar Laragnoit, da Diretoria Comercial da Passarelli. A Passarelli afirma querer destinar as quase 14 mil economias para tratamento, tanto o que já é coletado e não tratado, como executar ligações domiciliares e redes de esgoto para boa parte das moradias que hoje não têm seu esgoto coletado. Segundo a empresa, este processo de coleta e destinação do esgoto para tratamento deverá reduzir em cerca de 80% os atuais 129 miligramas por litro de DBO registrados na foz do córrego, para se chegar à meta de 30 miligramas por litro. Um dos coletores a serem implantados será realizado através de equipamento Shield, um Método Não Destrutivo (MND) do qual a Passarelli é pioneira, em conjunto com outras obras estruturantes, tais como interligações de redes e execução de redes de esgoto, ligações domiciliares e outros. Também serão desenvolvidos serviços como varredura e detecção de anomalias com suas respectivas regularizações, ações socioambientais de conscientização da população local e monitoramento remoto do córrego para controle de processo e coleta de amostras para verificação da qualidade (DBO) e apuração dos resultados.

4 de dezembro, 2019
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BAÍA DE GUANABARA
Passarelli fará nova obra de despoluição

A empresa de engenharia Passarelli assinou contrato com a Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade do Rio de Janeiro (SEAS) para construir Coletor Tronco Faria-Timbó, mais uma obra do Programa de Saneamento Ambiental dos Municípios do entorno da Baía de Guanabara (PSAM). A empresa já construiu o Coletor Tronco Cidade Nova, cuja primeira etapa do projeto foi entregue em abril de 2019. O Coletor Tronco Faria-Timbó começará a ser construído entre o final deste ano e o início de 2020, com previsão de conclusão das obras em dois anos. Ele terá 6.095 m de extensão e coletará 1.049 litros por segundo de esgoto, atualmente lançados na Baía de Guanabara. Após a conclusão das obras, o esgoto irá para a Estação de Tratamento de Esgoto de Alegria (ETE Alegria). A obra beneficiará 456 mil habitantes de vários bairros. "Será uma obra complexa e de grande porte, pois executaremos túneis em trechos de rocha e de solo, que necessitam de expertise técnica e de equipamentos avançados e de alta tecnologia para uma perfeita execução", conta Cássio Penteado Serra Neto, gerente de obras da Passarelli responsável pela obra do Coletor Tronco. Da extensão total, 4.740 m serão escavados pelo Método Não Destrutivo (MND) com diâmetro de 1.500 mm, sendo 1.477 metros em rocha e 3.263 em solo. Ambos serão executados utilizando os Shields da Passarelli. A obra contará ainda com execução de trechos em Vala à Céu Aberto (VCA) nos diâmetros de 1.000 e de 600 mm. No trecho mais complexo, que inclui a escavação em rocha, a Passarelli vai utilizar a versão mais avançada de sua máquina Shield - única do Brasil e da América Latina capaz de escavar em rocha -, adquirida pela empresa em 2018 da alemã Herrenknecht. Com 1.500 mm de diâmetro, esta mesma máquina levou apenas 30 dias para completar um túnel de 116 metros sob o leito do Rio Tietê, em Barueri (SP), em obra para a Sabesp.

18 de novembro, 2019