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VELHO CHICO

Construtora retoma obras no Ceará

A empresa de construção e engenharia Passarelli retomou as obras do Lote 4 do primeiro trecho do Cinturão das Águas do Ceará (CAC), um projeto do governo do Estado. As obras estavam paralisadas a pedido do governo local para que todo empenho fosse voltado à conclusão dos Lotes 1 e 2, entregues em agosto. As obras do Lote 4 devem ficar prontas em dois anos e irão custar cerca de R$ 500 milhões. As águas do rio São Francisco abastecerão milhares de moradores, pequenos agricultores e criadores de algumas regiões do interior e da região metropolitana de Fortaleza (CE). Considerado o lote tecnicamente mais complexo para ser executado, uma vez que se trata de um trajeto mais rochoso e trabalhoso para escavar, o Lote 4 possui 34 km de canais e sifões de 2,80 metros de diâmetro, construídos para suportar uma vazão de 30m³ de água por segundo, o suficiente para abastecer uma cidade três vezes maior do que Fortaleza. "Nós, da Passarelli, estamos 100% empenhados em concluir essas obras, que são tão importantes para o Nordeste brasileiro, e buscamos contribuir com a nossa expertise e capacidade técnica para que as águas do Velho Chico tragam mais saúde e vida para a população", explica Décio Dias, Gerente Comercial da Passarelli. Ao todo, a Passarelli utilizará 130 mil m³ de concreto e realizará serviços de terraplenagem em um volume de 5 milhões de m³ para construir os canais, túneis e sifões necessários para transportar o volume de água. Para a construção, durante o pico de atividade, serão mobilizados cerca de 1.000 funcionários em diversas frentes para finalizar as obras. O CAC é um projeto de transferência de recursos hídricos entre 12 bacias hidrográficas do Ceará e tem como meta garantir o abastecimento para consumo humano e para projetos agropecuários e industriais no interior cearense, perenizando rios e garantindo o suprimento permanente para as populações do semiárido, além de garantir o abastecimento de Fortaleza e do Porto do Pecém. O projeto total do CAC prevê a construção de 1,3 mil km de canais, sifões e túneis e, em sua primeira etapa, serão investidos R$ 2 bilhões em uma extensão de 149 km de obras. O projeto concluído levará água para 93% do Ceará e permitirá a adução das águas transpostas para a maioria do território cearense, inclusive para as regiões mais secas do estado, bem como para aquelas com potencial turístico e econômico.

A empresa de construção e engenharia Passarelli retomou as obras do Lote 4 do primeiro trecho do Cinturão das Águas do Ceará (CAC), um projeto do governo do Estado. As obras estavam paralisadas a pedido do governo local para que todo empenho fosse voltado à conclusão dos Lotes 1 e 2, entregues em agosto. As obras do Lote 4 devem ficar prontas em dois anos e irão custar cerca de R$ 500 milhões. 

As águas do rio São Francisco abastecerão milhares de moradores, pequenos agricultores e criadores de algumas regiões do interior e da região metropolitana de Fortaleza (CE). Considerado o lote tecnicamente mais complexo para ser executado, uma vez que se trata de um trajeto mais rochoso e trabalhoso para escavar, o Lote 4 possui 34 km de canais e sifões de 2,80 metros de diâmetro, construídos para suportar uma vazão de 30m³ de água por segundo, o suficiente para abastecer uma cidade três vezes maior do que Fortaleza. "Nós, da Passarelli, estamos 100% empenhados em concluir essas obras, que são tão importantes para o Nordeste brasileiro, e buscamos contribuir com a nossa expertise e capacidade técnica para que as águas do Velho Chico tragam mais saúde e vida para a população", explica Décio Dias, Gerente Comercial da Passarelli. 

Ao todo, a Passarelli utilizará 130 mil m³ de concreto e realizará serviços de terraplenagem em um volume de 5 milhões de m³ para construir os canais, túneis e sifões necessários para transportar o volume de água. Para a construção, durante o pico de atividade, serão mobilizados cerca de 1.000 funcionários em diversas frentes para finalizar as obras. 

O CAC é um projeto de transferência de recursos hídricos entre 12 bacias hidrográficas do Ceará e tem como meta garantir o abastecimento para consumo humano e para projetos agropecuários e industriais no interior cearense, perenizando rios e garantindo o suprimento permanente para as populações do semiárido, além de garantir o abastecimento de Fortaleza e do Porto do Pecém. O projeto total do CAC prevê a construção de 1,3 mil km de canais, sifões e túneis e, em sua primeira etapa, serão investidos R$ 2 bilhões em uma extensão de 149 km de obras. O projeto concluído levará água para 93% do Ceará e permitirá a adução das águas transpostas para a maioria do território cearense, inclusive para as regiões mais secas do estado, bem como para aquelas com potencial turístico e econômico.

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A empresa de engenharia e construção Passarelli está investindo R$ 82 milhões na melhoria e modernização do sistema de esgoto de Maracanaú (CE) que irá beneficiar os mais de 230 mil moradores do município. A obra contempla três estações elevatórias com respectivas linhas de recalque e substituição de diversos trechos da rede coletora, coletor-tronco e interceptores existentes. Em alguns momentos, o projeto deve gerar 200 postos de trabalho e a expectativa é que seja concluído em fevereiro de 2022. No projeto, as novas linhas de recalque serão assentadas, em grande parte, nos acostamentos e canteiros centrais com o intuito de diminuir o maior número possível de interferências. "Um dos diferenciais da obra está na utilização de tubulações de grandes diâmetros em material mais nobre, o PEAD. Esse material tem maior resistência aos gases que se formam durante o transporte, que são provenientes das reações bioquímicas no efluente do esgoto. Sua utilização trará mais segurança para o sistema, evitando intervenções em vias públicas", conta Décio Dias Júnior, gerente comercial da Passarelli. A Passarelli utilizará nove quilômetros de tubulações com diâmetros de 1.000 mm e 800 mm na linha de recalque no projeto de modernização. Já para o coletor-tronco e redes coletoras serão em torno de 10 km de tubos de grande diâmetro, de até 1000 mm. Além disso, a Passarelli instalará três estações elevatórias, duas de grande porte, com 500 l/s de vazão cada, e uma média, com 220 l/s de vazão. O escopo da obra prevê ainda a instalação de sistema preliminar mecanizado, para a otimização do processo operacional de prevenção quanto às obstruções e limpeza no sistema elevatório, além de substituições de rede coletora e instalação de ramais de ligações domiciliares. "Vale ressaltar que um dos principais desafios da obra é executá-la com o sistema em operação e sem que haja impacto na coleta de esgoto e no dia-a-dia da população. A experiência da Passarelli no setor de saneamento, construção e infraestrutura nos permite desenvolver os trabalhos com esta segurança, e, inclusive, foi um diferencial para a assinatura do contrato", finaliza Décio Dias.

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Conclusão do Lote 1 de grande projeto no CE

A Passarelli concluiu as obras do Lote 1 do primeiro trecho do Cinturão das Águas do Ceará (CAC), projeto do Governo do Ceará e liderado pela empresa por meio de consórcio para levar água do rio São Francisco para abastecer moradores, pequenos agricultores e criadores de algumas regiões do interior do Estado e da área metropolitana de Fortaleza (CE). O lote 1 é considerado a principal etapa do projeto do Cinturão das Águas no Ceará, pois concentra-se na área que receberá as águas do rio São Francisco, a partir do município de Jati (CE). Ele possui 38 km de canais e túneis construídos para suportar uma vazão de 30m³ de água por segundo, o equivalente a uma piscina olímpica a cada minuto e meio - o suficiente para abastecer uma cidade três vezes maior do que Fortaleza. "As águas devem começar a ser transportadas pelos canais assim que a barragem de Jati estiver cheia, e a expectativa é que, em meados de agosto, a região do Cariri já receba as águas do Velho Chico. Em seguida, as águas devem chegar ao Açude Castanhão e, posteriormente, na região metropolitana de Fortaleza", explica Décio Dias, Gerente Comercial da Passarelli. Durante o pico da atividade, o projeto deve contratar cerca de 1.000 funcionários em diversas frentes para atuar nas obras do Lote 1 que, sozinho, demandou 120 mil m³ de concreto para ser finalizado. Em alguns trechos, a obra cruzou estradas, serras e riachos e precisou, por exemplo, da escavação de túneis e a instalação de tubulações de aço com 2,80 metros de diâmetro. "A utilização de tubulações nessas proporções é algo raro, e só foi possível devido à expertise acumulada pela Passarelli em décadas de atuação em obras de saneamento", finaliza Décio O CAC é um projeto de transferência de recursos hídricos entre 12 bacias hidrográficas do Ceará e tem como meta garantir o abastecimento para consumo humano e para projetos agropecuários e industriais no interior cearense, perenizando rios e garantindo o suprimento permanente para as populações do semiárido, além de garantir o abastecimento de Fortaleza e do Porto do Pecém. O projeto total do CAC prevê a construção de 1,3 mil km de canais, sifões e túneis e, em sua primeira etapa, serão investidos R$ 2 bilhões em uma extensão de 149 km de obras. O projeto concluído levará água para 93% do Ceará e permitirá a adução das águas transpostas para a maioria do território cearense, inclusive para as regiões mais secas do estado, bem como para aquelas com potencial turístico e econômico.

24 de agosto, 2020
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O Governo do Ceará está investindo R$ 1 bilhão na construção de Sistemas de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário, por meio da Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) e Serviços Autônomos, em diversos municípios. Do montante total, cerca de R$ 500 milhões são aportes da Cagece nos 151 municípios onde a empresa atua. Na capital Fortaleza, os investimentos somam R$ 350 milhões e contemplam a implantação de sistemas no Bairro Vila União, na área da Lagoa do Opaia, no Residencial Aldemir Martins, no Sítio Ancuri, no Planalto Palmeira, no Jangurussu, na Serrinha, Itaóca, Parangaba, Itaperi, Bom Sucesso, Vila Peri, Parque São José, Genibaú, Conjunto Ceará I, Conjunto Ceará II, Granja Portugal, Alto da Balança, Aerolândia, Mucuripe, Aldeota, São João do Tauape, Papicu, Bairro de Fátima, Montese e José Walter. Outros R$ 103,4 milhões estão sendo investidos nos bairros localizados no entorno do rio Cocó. No local, a Cagece está construindo rede de esgoto, por meio do projeto de urbanização do rio, tocada pela Secretaria das Cidades. Os bairros beneficiados são: Edson Queiroz, Guararapes, Jardim das Oliveiras, Cidade dos Funcionários, Parque Manibura, Parque Iracema, Engenheiro Luciano Cavalcante e Cajazeiras. A expectativa é que a obra seja concluída em abril de 2016. A construção de sistemas de água e esgoto no interior do estado beneficiará a população das cidades de Tauá, Tianguá, Viçosa do Ceará, Russas, Cascavel, Aracati, Sobral, Fortim, Caridade, Santana do Cariri, Hidrolândia, Russas, Ibaretama, Jaguaribara e Juazeiro do Norte. “Falar de saneamento é falar também de saúde e de meio ambiente. A melhoria das condições do saneamento básico tem impacto direto na qualidade de vida das pessoas. Comprovadamente, a adequada coleta de esgotos domésticos reduz a ocorrência de doenças causadas por parasitas e preserva nossos já poucos mananciais de água potável”, destaca o secretário das Cidades, Ivo Gomes. Política Estadual de Saneamento O Governo do Ceará também tem atuado em parceria junto ao Ministério Público e diversas entidades nos últimos meses para elaboração do anteprojeto de lei da Política Estadual de Saneamento. O anteprojeto deverá chegar à Assembleia Legislativa para votação em junho. A lei definirá o arcabouço jurídico da política de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário do Estado do Ceará para as próximas décadas. Em abril, o anteprojeto foi colocado para consulta pública por trinta dias pela Secretaria das Cidades e recebeu mais de 218 contribuições de entidades e sociedade civil.

8 de junho, 2015