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VELHO CHICO

Conclusão do Lote 1 de grande projeto no CE

A Passarelli concluiu as obras do Lote 1 do primeiro trecho do Cinturão das Águas do Ceará (CAC), projeto do Governo do Ceará e liderado pela empresa por meio de consórcio para levar água do rio São Francisco para abastecer moradores, pequenos agricultores e criadores de algumas regiões do interior do Estado e da área metropolitana de Fortaleza (CE). O lote 1 é considerado a principal etapa do projeto do Cinturão das Águas no Ceará, pois concentra-se na área que receberá as águas do rio São Francisco, a partir do município de Jati (CE). Ele possui 38 km de canais e túneis construídos para suportar uma vazão de 30m³ de água por segundo, o equivalente a uma piscina olímpica a cada minuto e meio - o suficiente para abastecer uma cidade três vezes maior do que Fortaleza. "As águas devem começar a ser transportadas pelos canais assim que a barragem de Jati estiver cheia, e a expectativa é que, em meados de agosto, a região do Cariri já receba as águas do Velho Chico. Em seguida, as águas devem chegar ao Açude Castanhão e, posteriormente, na região metropolitana de Fortaleza", explica Décio Dias, Gerente Comercial da Passarelli. Durante o pico da atividade, o projeto deve contratar cerca de 1.000 funcionários em diversas frentes para atuar nas obras do Lote 1 que, sozinho, demandou 120 mil m³ de concreto para ser finalizado. Em alguns trechos, a obra cruzou estradas, serras e riachos e precisou, por exemplo, da escavação de túneis e a instalação de tubulações de aço com 2,80 metros de diâmetro. "A utilização de tubulações nessas proporções é algo raro, e só foi possível devido à expertise acumulada pela Passarelli em décadas de atuação em obras de saneamento", finaliza Décio O CAC é um projeto de transferência de recursos hídricos entre 12 bacias hidrográficas do Ceará e tem como meta garantir o abastecimento para consumo humano e para projetos agropecuários e industriais no interior cearense, perenizando rios e garantindo o suprimento permanente para as populações do semiárido, além de garantir o abastecimento de Fortaleza e do Porto do Pecém. O projeto total do CAC prevê a construção de 1,3 mil km de canais, sifões e túneis e, em sua primeira etapa, serão investidos R$ 2 bilhões em uma extensão de 149 km de obras. O projeto concluído levará água para 93% do Ceará e permitirá a adução das águas transpostas para a maioria do território cearense, inclusive para as regiões mais secas do estado, bem como para aquelas com potencial turístico e econômico.

A Passarelli concluiu as obras do Lote 1 do primeiro trecho do Cinturão das Águas do Ceará (CAC), projeto do Governo do Ceará e liderado pela empresa por meio de consórcio para levar água do rio São Francisco para abastecer moradores, pequenos agricultores e criadores de algumas regiões do interior do Estado e da área metropolitana de Fortaleza (CE).

O lote 1 é considerado a principal etapa do projeto do Cinturão das Águas no Ceará, pois concentra-se na área que receberá as águas do rio São Francisco, a partir do município de Jati (CE). Ele possui 38 km de canais e túneis construídos para suportar uma vazão de 30m³ de água por segundo, o equivalente a uma piscina olímpica a cada minuto e meio - o suficiente para abastecer uma cidade três vezes maior do que Fortaleza. "As águas devem começar a ser transportadas pelos canais assim que a barragem de Jati estiver cheia, e a expectativa é que, em meados de agosto, a região do Cariri já receba as águas do Velho Chico. Em seguida, as águas devem chegar ao Açude Castanhão e, posteriormente, na região metropolitana de Fortaleza", explica Décio Dias, Gerente Comercial da Passarelli.

Durante o pico da atividade, o projeto deve contratar cerca de 1.000 funcionários em diversas frentes para atuar nas obras do Lote 1 que, sozinho, demandou 120 mil m³ de concreto para ser finalizado. Em alguns trechos, a obra cruzou estradas, serras e riachos e precisou, por exemplo, da escavação de túneis e a instalação de tubulações de aço com 2,80 metros de diâmetro. "A utilização de tubulações nessas proporções é algo raro, e só foi possível devido à expertise acumulada pela Passarelli em décadas de atuação em obras de saneamento", finaliza Décio 

O CAC é um projeto de transferência de recursos hídricos entre 12 bacias hidrográficas do Ceará e tem como meta garantir o abastecimento para consumo humano e para projetos agropecuários e industriais no interior cearense, perenizando rios e garantindo o suprimento permanente para as populações do semiárido, além de garantir o abastecimento de Fortaleza e do Porto do Pecém.

O projeto total do CAC prevê a construção de 1,3 mil km de canais, sifões e túneis e, em sua primeira etapa, serão investidos R$ 2 bilhões em uma extensão de 149 km de obras. O projeto concluído levará água para 93% do Ceará e permitirá a adução das águas transpostas para a maioria do território cearense, inclusive para as regiões mais secas do estado, bem como para aquelas com potencial turístico e econômico.

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ESGOTO
Passarelli investe em Maracanaú

A empresa de engenharia e construção Passarelli está investindo R$ 82 milhões na melhoria e modernização do sistema de esgoto de Maracanaú (CE) que irá beneficiar os mais de 230 mil moradores do município. A obra contempla três estações elevatórias com respectivas linhas de recalque e substituição de diversos trechos da rede coletora, coletor-tronco e interceptores existentes. Em alguns momentos, o projeto deve gerar 200 postos de trabalho e a expectativa é que seja concluído em fevereiro de 2022. No projeto, as novas linhas de recalque serão assentadas, em grande parte, nos acostamentos e canteiros centrais com o intuito de diminuir o maior número possível de interferências. "Um dos diferenciais da obra está na utilização de tubulações de grandes diâmetros em material mais nobre, o PEAD. Esse material tem maior resistência aos gases que se formam durante o transporte, que são provenientes das reações bioquímicas no efluente do esgoto. Sua utilização trará mais segurança para o sistema, evitando intervenções em vias públicas", conta Décio Dias Júnior, gerente comercial da Passarelli. A Passarelli utilizará nove quilômetros de tubulações com diâmetros de 1.000 mm e 800 mm na linha de recalque no projeto de modernização. Já para o coletor-tronco e redes coletoras serão em torno de 10 km de tubos de grande diâmetro, de até 1000 mm. Além disso, a Passarelli instalará três estações elevatórias, duas de grande porte, com 500 l/s de vazão cada, e uma média, com 220 l/s de vazão. O escopo da obra prevê ainda a instalação de sistema preliminar mecanizado, para a otimização do processo operacional de prevenção quanto às obstruções e limpeza no sistema elevatório, além de substituições de rede coletora e instalação de ramais de ligações domiciliares. "Vale ressaltar que um dos principais desafios da obra é executá-la com o sistema em operação e sem que haja impacto na coleta de esgoto e no dia-a-dia da população. A experiência da Passarelli no setor de saneamento, construção e infraestrutura nos permite desenvolver os trabalhos com esta segurança, e, inclusive, foi um diferencial para a assinatura do contrato", finaliza Décio Dias.

23 de novembro, 2020
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VELHO CHICO
Construtora retoma obras no Ceará

A empresa de construção e engenharia Passarelli retomou as obras do Lote 4 do primeiro trecho do Cinturão das Águas do Ceará (CAC), um projeto do governo do Estado. As obras estavam paralisadas a pedido do governo local para que todo empenho fosse voltado à conclusão dos Lotes 1 e 2, entregues em agosto. As obras do Lote 4 devem ficar prontas em dois anos e irão custar cerca de R$ 500 milhões. As águas do rio São Francisco abastecerão milhares de moradores, pequenos agricultores e criadores de algumas regiões do interior e da região metropolitana de Fortaleza (CE). Considerado o lote tecnicamente mais complexo para ser executado, uma vez que se trata de um trajeto mais rochoso e trabalhoso para escavar, o Lote 4 possui 34 km de canais e sifões de 2,80 metros de diâmetro, construídos para suportar uma vazão de 30m³ de água por segundo, o suficiente para abastecer uma cidade três vezes maior do que Fortaleza. "Nós, da Passarelli, estamos 100% empenhados em concluir essas obras, que são tão importantes para o Nordeste brasileiro, e buscamos contribuir com a nossa expertise e capacidade técnica para que as águas do Velho Chico tragam mais saúde e vida para a população", explica Décio Dias, Gerente Comercial da Passarelli. Ao todo, a Passarelli utilizará 130 mil m³ de concreto e realizará serviços de terraplenagem em um volume de 5 milhões de m³ para construir os canais, túneis e sifões necessários para transportar o volume de água. Para a construção, durante o pico de atividade, serão mobilizados cerca de 1.000 funcionários em diversas frentes para finalizar as obras. O CAC é um projeto de transferência de recursos hídricos entre 12 bacias hidrográficas do Ceará e tem como meta garantir o abastecimento para consumo humano e para projetos agropecuários e industriais no interior cearense, perenizando rios e garantindo o suprimento permanente para as populações do semiárido, além de garantir o abastecimento de Fortaleza e do Porto do Pecém. O projeto total do CAC prevê a construção de 1,3 mil km de canais, sifões e túneis e, em sua primeira etapa, serão investidos R$ 2 bilhões em uma extensão de 149 km de obras. O projeto concluído levará água para 93% do Ceará e permitirá a adução das águas transpostas para a maioria do território cearense, inclusive para as regiões mais secas do estado, bem como para aquelas com potencial turístico e econômico.

14 de setembro, 2020
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RECURSOS HÍDRICOS
Aprovado rateio de água do São Francisco

A Resolução ANA nº63/2018, publicada em 9 de setembro, no Diário Oficial da União (DOU), aprova o primeiro Plano de Gestão Anual (PGA) para o projeto de integração do Rio São Francisco (PISF). O Plano inclui programação de bombeamento e fornecimento de água bruta no pontos de entrega das águas da transposição. Elaborado pela operadora federal do empreendimento, a CODEVASF, para 2018, o Plano prevê fornecimento de 4,672 m³/s, que abastecerá a região de Campina Grande (PB), os municípios de Monteiro, Sumé, Camalaú, Carnaúbas e São Domingos do Cariri, além de pequenas comunidades agrícolas e comunidades rurais localizadas ao longo do Eixo Leste. Já o estado de Pernambuco receberá por meio do Eixo Leste 0,75m³/s para o abastecimento de Sertânia, Tabira, São José do Egito, Arcoverde, Pesqueira e outras pequenas comunidades. O Eixo Leste da transposição do rio São Francisco encontra-se em fase de pré-operação desde março de 2017. Embora a Resolução tenha aprovado o rateio da água para esta parte, ainda faltam algumas etapas, como a assinatura dos contratos entre as operadoras estaduais e a CODEVASF, operadora federal do projeto, e a licença de operação do projeto, a ser emitida pelo Ibama. A Resolução nº 63/2018 define também as condições e padrões operacionais do PGA para 2018 nas seis estações de bombeamento do Eixo Leste, sendo que as vazões médias de bombeamento variam entre 4,58m³/s e 6,36m³/s. A Resolução também se refere à captação de água para a adutora do Pajeú – Subsistema Sertânia, que deverá ser realizada no reservatório Campos, que fica no Eixo Leste. O volume mensal disponibilizado em cada portal será definido considerando as vazões e o período entre a assinatura dos contratos celebrados entre a CODEVASF e as operadoras estaduais. O PISF tem como objetivo levar água do rio São Francisco a 12 milhões de pessoas de 390 municípios aos estados do Ceará, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte, vulneráveis à seca. O projeto tem como meta também beneficiar 294 comunidades rurais às margens dos canais. O empreendimento abrange a construção de 13 aquedutos, nove estações de bombeamento, 28 reservatórios, nove subestações de 230 quilowatts, 270 quilômetros de linhas de transmissão em alta tensão e quatro túneis.

14 de setembro, 2018
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RIO SÃO FRANCISCO
Entregue primeira estação de bombeamento do Eixo Norte

A Presidente Dilma Rousseff entregou, dia 21 de agosto, a primeira Estação de Bombeamento (EBI-1) do Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF). A estação levará a água por 45,9km até o reservatório de Terra Nova, localizado no município pernambucano de Cabrobó. Com isso, o PISF chega a 77,8% das obras concluídas. O investimento nesse trecho é de R$ 625 milhões. A água é captada no rio São Francisco até a estação. “Lá, ela é bombeada para uma parte superior, que é um grande reservatório. São dois conjuntos de motobomba com vazão de 12,4 m³/s que elevam a água a uma altura de 36 metros, o que corresponde a aproximadamente um edifício de 12 andares. A potência de cada motor é de 5,5MW”, explica o Diretor de projetos estratégicos do Ministério da Integração Nacional, Róbson Botelho. A EBI-1 tem capacidade para bombear a água do São Francisco por 7 km, até o reservatório de Tucutú, prosseguindo por quatro arquedutos até Terra nova, segundo reservatório do Eixo Norte. Com a bomba operando por 16 horas diárias, o reservatório de Tucutú ficará cheio dentro de 39 dias. Na sequência serão necessários mais 18 dias para encher o reservatório Terra Nova. Enquanto isso, as obras da segunda Estação de Bombeamento (EBI-2) do Eixo Norte estarão em fase de conclusão. Para Botelho, esta obra é emblemática. “Ela tem uma importância fundamental para suprir essa grande deficiência que o Nordeste enfrenta de secas seguidas. Estamos hoje com cerca de quatro anos com reservatórios em baixa. Eu diria que a transposição vem a ser uma espécie de redenção do Nordeste. Não tenho dúvida de que isso vai dar um impulso grande ao desenvolvimento da região”. Com 6.836 trabalhadores, o Eixo Norte abrange a construção de 15 reservatórios, oito aquedutos, três túneis, canais, além das três estações elevatórias. Segundo a Agência Nacional das Águas (ANA), o PISF pode captar 26,4 m³/s, mesmo em períodos de seca. Isso representa 1,4% da vazão média. Na cheia, a captação pode chegar a 127 m³/s sem prejudicar o rio. O Ministério da Integração Nacional já investiu cerca de R$1,7 bilhão em ações de revitalização no rio. O total aprovado pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para esse fim é de R$ 2,5 bilhões. O Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF) irá garantir o abastecimento de 12 milhões de pessoas em 390 cidades dos estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte. Ao todo foram gerados 9.980 empregos nos dois eixos e mais de três mil equipamentos estão em operação. O projeto é composto por 477 km de extensão, organizados em dois eixos de transferência de água: Norte, com 260 km, e o Leste, com 217 km. A previsão do final das obras é entre dezembro de 2016 e início de 2017.

25 de agosto, 2015
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SANEAMENTO
Obras no Ceará recebem R$ 1 bilhão

O Governo do Ceará está investindo R$ 1 bilhão na construção de Sistemas de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário, por meio da Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) e Serviços Autônomos, em diversos municípios. Do montante total, cerca de R$ 500 milhões são aportes da Cagece nos 151 municípios onde a empresa atua. Na capital Fortaleza, os investimentos somam R$ 350 milhões e contemplam a implantação de sistemas no Bairro Vila União, na área da Lagoa do Opaia, no Residencial Aldemir Martins, no Sítio Ancuri, no Planalto Palmeira, no Jangurussu, na Serrinha, Itaóca, Parangaba, Itaperi, Bom Sucesso, Vila Peri, Parque São José, Genibaú, Conjunto Ceará I, Conjunto Ceará II, Granja Portugal, Alto da Balança, Aerolândia, Mucuripe, Aldeota, São João do Tauape, Papicu, Bairro de Fátima, Montese e José Walter. Outros R$ 103,4 milhões estão sendo investidos nos bairros localizados no entorno do rio Cocó. No local, a Cagece está construindo rede de esgoto, por meio do projeto de urbanização do rio, tocada pela Secretaria das Cidades. Os bairros beneficiados são: Edson Queiroz, Guararapes, Jardim das Oliveiras, Cidade dos Funcionários, Parque Manibura, Parque Iracema, Engenheiro Luciano Cavalcante e Cajazeiras. A expectativa é que a obra seja concluída em abril de 2016. A construção de sistemas de água e esgoto no interior do estado beneficiará a população das cidades de Tauá, Tianguá, Viçosa do Ceará, Russas, Cascavel, Aracati, Sobral, Fortim, Caridade, Santana do Cariri, Hidrolândia, Russas, Ibaretama, Jaguaribara e Juazeiro do Norte. “Falar de saneamento é falar também de saúde e de meio ambiente. A melhoria das condições do saneamento básico tem impacto direto na qualidade de vida das pessoas. Comprovadamente, a adequada coleta de esgotos domésticos reduz a ocorrência de doenças causadas por parasitas e preserva nossos já poucos mananciais de água potável”, destaca o secretário das Cidades, Ivo Gomes. Política Estadual de Saneamento O Governo do Ceará também tem atuado em parceria junto ao Ministério Público e diversas entidades nos últimos meses para elaboração do anteprojeto de lei da Política Estadual de Saneamento. O anteprojeto deverá chegar à Assembleia Legislativa para votação em junho. A lei definirá o arcabouço jurídico da política de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário do Estado do Ceará para as próximas décadas. Em abril, o anteprojeto foi colocado para consulta pública por trinta dias pela Secretaria das Cidades e recebeu mais de 218 contribuições de entidades e sociedade civil.

8 de junho, 2015