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PESCADOS

Patense inaugura unidade recicladora

Empresa do setor de nutrição animal, a Patense inaugura, na segunda quinzena de junho, no município de Tanguá (RJ), uma unidade de sua indústria de reciclagem. Foram investidos 30 milhões de reais na planta em uma área de 39 mil hectares, com área construída de 10 mil m². O projeto gerou 100 empregos diretos e 300 indiretos, e a frota de caminhões é composta por mais de 20 caminhões adaptados para recolher os resíduos. “Com esta unidade, um dos parques tecnológicos mais modernos, os subprodutos da atividade pesqueira serão recolhidos e processados, fechando a cadeia de forma sustentável e ecologicamente responsável”, explica Clênio Gonçalves, Presidente da Patense. As vísceras e a cabeça do peixe, que representam cerca de 70% do animal, são descartadas, gerando impacto ambiental. A coleta da matéria-prima (subprodutos do abate animal) é o primeiro passo para garantir a qualidade do produto final, aplicado para nutrição animal, indústrias químicas, farmacêuticas e de biodiesel. “Dispomos de um controle de qualidade rigoroso da coleta, recepção da matéria-prima, ao processamento. Tudo de acordo com as normas vigentes. O “ Projeto Coleta Limpa ” da Patense padroniza o processo de coleta, que é realizada em caminhões, da nossa frota, adaptados, adequados e aprovados pelos órgãos reguladores”, explica Gonçalves. Segundo o executivo, após o descarte dos subprodutos, os caminhões entregarão para a unidade de Tanguá. Lá, tudo será processado por equipamento de alta performance e resultará em farinha e óleo de peixe utilizados na produção de rações animais (compostos bioativos e alimentos funcionais) e biocombustível. “A coleta é realizada em mais de 500 cidades de Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Paraná, e agora no Rio de Janeiro. Os produtos reciclados são cozidos a temperaturas elevadíssimas, suficientes para controlar todas as bactérias, vírus, protozoários e fungos, resultando em produto seguro e confiável para a nutrição animal”, explica Gonçalves.São mais de 250 veículos adaptados rodando pelo Brasil e 11 linhas de produção para não deixar sobrar nada. A Patense processa cerca de 30 mil toneladas de subproduto/mêse recebeu nos últimos anos, investimento importante na ordem de R$ 150 milhões.

Empresa do setor de nutrição animal, a Patense inaugura, na segunda quinzena de junho, no município de Tanguá (RJ), uma unidade de sua indústria de reciclagem. Foram investidos 30 milhões de reais na planta em uma área de 39 mil hectares, com área construída de 10 mil m². O projeto gerou 100 empregos diretos e 300 indiretos, e a frota de caminhões é composta por mais de 20 caminhões adaptados para recolher os resíduos.

“Com esta unidade, um dos parques tecnológicos mais modernos, os subprodutos da atividade pesqueira serão recolhidos e processados, fechando a cadeia de forma sustentável e ecologicamente responsável”, explica Clênio Gonçalves, Presidente da Patense. As vísceras e a cabeça do peixe, que representam cerca de 70% do animal, são descartadas, gerando impacto ambiental.

A coleta da matéria-prima (subprodutos do abate animal) é o primeiro passo para garantir a qualidade do produto final, aplicado para nutrição animal, indústrias químicas, farmacêuticas e de biodiesel. “Dispomos de um controle de qualidade rigoroso da coleta, recepção da matéria-prima, ao processamento. Tudo de acordo com as normas vigentes. O “Projeto Coleta Limpa” da Patense padroniza o processo de coleta, que é realizada em caminhões, da nossa frota, adaptados, adequados e aprovados pelos órgãos reguladores”, explica Gonçalves.

Segundo o executivo, após o descarte dos subprodutos, os caminhões entregarão para a unidade de Tanguá. Lá, tudo será processado por equipamento de alta performance e resultará em farinha e óleo de peixe utilizados na produção de rações animais (compostos bioativos e alimentos funcionais) e biocombustível. “A coleta é realizada em mais de 500 cidades de Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Paraná, e agora no Rio de Janeiro. Os produtos reciclados são cozidos a temperaturas elevadíssimas, suficientes para controlar todas as bactérias, vírus, protozoários e fungos, resultando em produto seguro e confiável para a nutrição animal”, explica Gonçalves.São mais de 250 veículos adaptados rodando pelo Brasil e 11 linhas de produção para não deixar sobrar nada. A Patense processa cerca de 30 mil toneladas de subproduto/mêse recebeu nos últimos anos, investimento importante na ordem de R$ 150 milhões.

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SABESP
Usina de reciclagem para produzir asfalto

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) assinou contrato para a construção de uma usina de reciclagem para produção de base asfáltica a partir de resíduos de obras de saneamento. A expectativa é que a nova solução sustentável melhore a qualidade da reposição do pavimento nos serviços da Companhia em vias públicas, além de reduzir o descarte de resíduos sólidos em aterros. A iniciativa atende à estratégia da Sabesp de adotar o conceito inovador de economia circular, que foca na otimização e no reaproveitamento de materiais, reduzindo custos e beneficiando o meio ambiente. A usina de reciclagem foi contratada por meio de licitação, vencida pelo consórcio Reintegrar, formado pelas empresas Fremix e Soebe. Serão investidos no projeto R$ 29,6 milhões em 30 meses. “Hoje estamos colhendo muitos frutos plantados, transformando o que estava na prancheta em realidade, um trabalho sério e dedicado para implementar a boa utilização dos recursos”, afirmou o secretário de Infraestrutura e Meio Ambiente, Marcos Penido. Segundo o diretor-presidente da Sabesp, Benedito Braga, a nova usina se encaixa na busca constante da Companhia pela inovação. “A Sabesp procura o desenvolvimento, a inovação, a economia circular, o uso das boas práticas. Estamos sempre na fronteira tecnológica, com exemplos no tratamento de água ou na transformação de lodo em energia. E agora estamos fazendo uma usina de reciclagem de asfalto”, disse. O asfalto espumado é o que será produzido, material obtido a partir da técnica que utiliza injeção de ar e de água sob pressão no cimento asfáltico aquecido e que, além de mais sustentável, tem maior capacidade para suportar o tráfego de veículos. A recomposição da via com o asfalto espumado dá mais flexibilidade ao pavimento, reduz os riscos de surgimento de trincas e possibilita a liberação imediata para o tráfego. O asfalto espumado será produzido com as sobras (pedaços de asfalto, concreto, sarjeta, por exemplo) das obras da Sabesp, como as de implantação de redes de água e esgoto e as do Novo Rio Pinheiros, programa de saneamento na bacia para despoluir o rio até 2022 – o projeto também utilizará o novo asfalto. “Será reaproveitado um material nobre, mas que, se não tomarmos cuidado, vira lixo, um problema para a sociedade. Com isso ganhamos em várias frentes: não depositando um material que tem valor energético excelente, dando exemplo para a população de que os resíduos devem ser reciclados e, além de tudo, fazendo algo de maior tecnologia do que o existente, ou seja, gerando uma melhoria das condições. Isso vai gerar maior satisfação na população”, explicou, durante o evento, a diretora da Escola Politécnica da USP, Liedi Bernucci. A usina de reciclagem da Sabesp terá capacidade para produzir até 1 milhão de m² de reposição asfáltica por ano, o que equivale a 14 vezes a área das pistas da avenida Paulista. Com a reciclagem das sobras de obras, a Sabesp deixará de descartar ao ano 150 toneladas de material nos aterros sanitários (ou 8.000 caminhões cheios), o que atende às diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. A companhia vai reduzir também em até 80% a compra de brita, gerando menos impacto ambiental. Pelo contrato, o consórcio, além de implantar e operar a usina de reciclagem, desenvolverá estudos e soluções tecnológicas para os problemas enfrentados nas reposições asfálticas dos pavimentos, com a participação de profissionais da Sabesp e da Prefeitura de São Paulo e da Escola Politécnica. A usina de reciclagem da Sabesp será implantada em até três meses. A Companhia está investindo R$ 100 milhões no recapeamento de 400 mil m² de vias na capital e, para aprimorar os serviços, vem utilizado novas tecnologias de ponta, como caminhões térmicos para transporte de massa asfáltica e equipamentos para medir a compactação do solo e a qualidade do asfalto.

23 de novembro, 2020
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COMPOSTAGEM
Uso de resíduos na produção agrícola

Uma parceria entre a Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, a Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (Esalq/USP) e a concessionária Mirante, do grupo Aegea, poderá transformar cerca de 1.200 toneladas de lodo de esgoto, 180 toneladas de poda de árvores e 500 toneladas de grama mensais – que seriam descartadas em aterro sanitário - em composto orgânico para a agricultura em Piracicaba (SP). O uso sustentável do resíduo do tratamento de esgoto e dos trabalhos de limpeza do município será possível graças a acordo assinado em setembro para desenvolver o projeto até julho de 2021. Os especialistas irão utilizar a técnica de compostagem para viabilizar o uso desses resíduos na produção agrícola. "A compostagem é o processo mais adaptado para tratar resíduos orgânicos. Com ela, é possível estimular a decomposição de materiais orgânicos e a redução de contaminantes como patógenos e metais pesados para se obter um material estável, rico em matéria orgânica humificada e nutrientes minerais", explica a pesquisadora da APTA, Edna Ivani Bertoncini. Segundo Edna, o método permite o pós-tratamento do lodo de esgoto sem que haja mau cheiro e moscas. O processo de decomposição leva aproximadamente 60 dias. "A APTA realizará a montagem das pilhas de compostagem com diferentes cenários de composição dos resíduos e formas de revolvimento e irrigação das pilhas. O processo será monitorado diariamente e haverá coletas constantes dos materiais e sua análise laboratorial para verificar se o composto está adequado para ser usado nas plantações. Ao final do processo, teremos que aprovar o fertilizante no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA)", afirma Edna. Paulo S. Pavinato, professor da Esalq/USP, explica que o projeto de Piracicaba faz parte de um plano maior a ser enviado para aprovação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), que busca dar um destino sustentável para todo o resíduo do tratamento de esgoto das cidades do Estado de São Paulo. "Estes projetos estão alinhados com o Novo Marco de Saneamento Básico, sancionado neste ano, que objetiva que as cidades tenham 100% de tratamento de esgoto e seus resíduos até 2030. É uma ação importante, que está alinhada à economia circular, de reciclagem de um resíduo que seria destinado a aterro sanitário, a um alto custo econômico e ambiental", explica. O supervisor de operações da concessionária Mirante, Andrey de Souza, disse esperar que o projeto possa tratar 100% do lodo gerado no processo de tratamento de esgoto do município, e que não haja necessidade do descarte em aterros sanitários. "Hoje, já desenvolvemos processo de secagem do lodo, o que reduz muito nosso volume de resíduo. Por mês, o município gera 1.200 toneladas de lodo. Com a secagem, esse volume cai para 320 toneladas. Queremos, agora, eliminar todo esse resíduo de forma completamente sustentável", diz Souza. O presidente da Mirante, Jacy Prado, diz que "a implantação do secador solar de lodo e a parceria com a APTA e a Esalq/USP viabilizam a demanda em preservar o meio ambiente, pois, os ganhos obtidos com a implantação do projeto vão além da esfera corporativa, ao gerar benefícios ao meio ambiente e à população. “O processo permite a estabilização microbiológica e a inertização do lodo, o que representa o uso sustentável, evitando impactos e degradação do meio ambiente".

9 de novembro, 2020
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ESGOTO
Atibaia inaugura sistema de reciclagem

A Atibaia Saneamento inaugurou, em março, um sistema de reciclagem interna de efluente tratado, o que representa o reaproveitamento do recurso que seria devolvido ao Rio Atibaia após o devido tratamento. O processo de tratamento de esgoto gera lodo, resíduo que passa por um processo de remoção de umidade para ser transportado e destinado a aterro sanitário. O lodo é submetido a tratamento químico para ser desidratado e depois direcionado a um equipamento rotativo capaz de fazer separação entre líquidos e sólidos. Seguindo a linha da sustentabilidade, a Atibaia Saneamento implantou um projeto que visa reduzir o consumo de água potável na Estação de Tratamento de Esgoto Estoril, aplicando o reuso do efluente tratado na etapa de desidratação do lodo excedente. De acordo com a Gerente Operacional da Atibaia Saneamento, Indiara Jogas, com a aplicação desse projeto a Atibaia Saneamento reduzirá em cerca de 78% o consumo de água potável na operação da ETE Estoril. “A gestão racional da água é um desafio-chave para o planeta neste século XXI e nós não queremos apenas observar esse momento, mas participarmos ativamente contribuindo para um melhor uso dos recursos ambientais. O lodo da ETE Estoril já é destinado a uma empresa especializada em soluções ambientais, que transforma o lodo em fertilizante agrícola e agora reutilizando o efluente tratado no processo de desidratação, tornamos nossa operação ainda mais sustentável”, concluiu a gerente. A Atibaia saneamento inscreveu o projeto na 15ª edição do Prêmio FIESP de Conservação e Reuso da Água que homenageia as empresas que adotam medidas efetivas na redução do consumo e do desperdício de água, gerando benefícios ambientais, econômicos e sociais.

23 de março, 2020
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RESÍDUOS
Green Mining coleta 500 t em um ano

A startup Green Mining comemora um ano de ação de logística reversa com a coleta de 500 toneladas de resíduos, principalmente vidro, e evita também a emissão de mais de 83 mil kg de CO2. "Tudo que temos conquistado é graças aos nossos funcionários, parceiros, clientes e amigos que acreditam no nosso projeto e se dedicam, de corpo e alma, para a preservação do meio ambiente. É difícil encontrar palavras para descrever o orgulho que sentimos com os resultados que alcançamos. Este é só o começo, o primeiro ano de muitas realizações que estão por vir”, afirma Rodrigo Oliveira, presidente da startup. Com a coleta de materiais recicláveis, a Green Mining também colabora com a capacitação e contratação de mão-de-obra de 30 catadores, que já trabalharam com reciclagem de maneira informal. A ação consiste no processo de coleta de embalagens em bares e restaurantes e é feita por meio de triciclos e sem emissão de gás carbônico. O material coletado é destinado à reciclagem ou reutilização, evitando que os resíduos sejam descartados em aterros. Por meio de um aplicativo, criado pela própria Green Mining, é possível obter informações como data e local da coleta, quilos e destinação dos recicláveis. "Com sistema que utiliza tecnologia Blockchain fazemos o mapeamento dos pontos de maior geração de resíduos e escolhemos o próximo endereço para a instalação de uma central de recebimento denominada HUB, local de armazenamento de todo o material coletado nas imediações. Posteriormente, os resíduos são enviados às usinas e empresas de reciclagem, devolvendo as embalagens ao ciclo de produção”, explica Rodrigo Oliveira. A Green Mining possui 17 HUBs em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Em 2020, a expectativa é que a ação chegue em mais estados do País, alcançando a meta de 100 HUBs.

4 de dezembro, 2019