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ENERGIA SOLAR

Placas fotovoltaicas em escolas no RJ

Uma parceria entre a Prefeitura do Rio de Janeiro, por meio das Secretarias de Meio Ambiente e de Educação, com o ICLEI Brasil, associação mundial de governos locais e subnacionais dedicados ao desenvolvimento sustentável, instalou equipamentos de energia renovável à base de geração solar em seis escolas municipais da capital carioca. Localizadas nos bairros de Ilha do Governador, Campo Grande, Rio das Pedras, Parque Anchieta, Irajá e Rocinha, as escolas integram o projeto “Escolas Sustentáveis”. Elas ganharam placas fotovoltaicas nos telhados, para apoiar a iluminação do prédio, além de, no caso de duas das escolas, postes de luz equipados com placas solares e geradores eólicos, localizados na área externa da escola. Os equipamentos foram instalados pela Sunlution, empresa fornecedora de sistemas de energia solar. Ao instalar as placas, a Sunlution realiza uma pequena aula sobre energia solar para os alunos, que podem examinar os equipamentos e entender seu funcionamento, além de se informar sobre a importância do uso de energias renováveis.“A proposta é de mostrar o funcionamento dos sistemas e também ampliar os conhecimentos sobre energia solar e sustentabilidade, bem como a importância das energias renováveis para o planeta”, afirma Jessie Audette Muniz, Diretora comercial da Sunlution.

Uma parceria entre a Prefeitura do Rio de Janeiro, por meio das Secretarias de Meio Ambiente e de Educação, com o ICLEI Brasil, associação mundial de governos locais e subnacionais dedicados ao desenvolvimento sustentável, instalou equipamentos de energia renovável à base de geração solar em seis escolas municipais da capital carioca.

Localizadas nos bairros de Ilha do Governador, Campo Grande, Rio das Pedras, Parque Anchieta, Irajá e Rocinha, as escolas integram o projeto “Escolas Sustentáveis”. Elas ganharam placas fotovoltaicas nos telhados, para apoiar a iluminação do prédio, além de, no caso de duas das escolas, postes de luz equipados com placas solares e geradores eólicos, localizados na área externa da escola. Os equipamentos foram instalados pela Sunlution, empresa fornecedora de sistemas de energia solar.

Ao instalar as placas, a Sunlution realiza uma pequena aula sobre energia solar para os alunos, que podem examinar os equipamentos e entender seu funcionamento, além de se informar sobre a importância do uso de energias renováveis.“A proposta é de mostrar o funcionamento dos sistemas e também ampliar os conhecimentos sobre energia solar e sustentabilidade, bem como a importância das energias renováveis para o planeta”, afirma Jessie Audette Muniz, Diretora comercial da Sunlution. 

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ENERGIA SOLAR
Rio financia R$ 80 milhões para projetos

O Governo do Rio de Janeiro disponibilizará R$ 80 milhões para financiar projetos de energia solar e alavancar investimentos no setor, praticamente colocando o estado na rota de geração das energias limpas. Os recursos ficarão em um fundo que está sendo estruturado pela AgeRio e, além de beneficiar produtores rurais, escolas, hospitais e casas populares, poderão ser utilizados no programa de revitalização dos condomínios industriais que será lançado em breve pelo governo. A iniciativa foi acertada em reunião da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Energia e Relações Internacionais com representantes da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), das concessionárias Light, Enel e Energisa, da Codin e AgeRio, além de empresários do setor. Os recursos anunciados são parte de um acordo com a ABSOLAR para atrair novos investimentos para o território fluminense, gerar mais empregos e renda para a população e estimular o desenvolvimento de novas oportunidades de negócios para empreendedores, além de ampliar o acesso da energia solar a consumidores residenciais, setores produtivos, agronegócio e setor público do estado do Rio de Janeiro. Dentre os focos estão identificar empreendedores do setor solar interessados em investir no estado, compartilhar informações sobre o mercado solar fluminense, avaliar tendências de negócios, aprimorar o ambiente regulatório e legal, reforçar o relacionamento entre o estado e o setor solar e cooperar em eventos e ações conjuntas, dentro e fora do Brasil. “Estimular a geração de energia solar faz parte do nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável do Estado do Rio, que tem vocação para se tornar referência na transição energética do país para uma matriz mais diversificada e limpa. Além dos benefícios ambientais, a energia solar é barata e gera economia, empregos e renda para a população”, afirma o governador Cláudio Castro. O presidente executivo da ABSOLAR, Rodrigo Sauaia, afirma que o acordo também prevê uma maior inserção da fonte solar na região, com a meta de diversificação da matriz elétrica estadual e assegurar o abastecimento energético para a população. “Na prática, pretendemos intensificar e aprimorar a elaboração de projetos e programas públicos para o desenvolvimento da fonte solar. Assim, este acordo com o governo fluminense amplia a colaboração em prol do desenvolvimento social, econômico e ambiental da região”, reforça. A geração própria de energia solar já proporcionou ao Rio de Janeiro a atração de aproximadamente R$ 1,9 bilhão em investimentos desde 2012, geração de mais de 10,2 mil empregos e a arrecadação de mais de R$ 451,0 milhões aos cofres públicos. Segundo a ABSOLAR, o Rio tem atualmente 342,8 MW em operação de energia solar nas residências, comércios, indústrias, propriedades rurais e prédios públicos. A região possui 41.389 conexões operacionais, espalhadas pelos 92 municípios do estado. Atualmente, são 48.930 consumidores de energia elétrica que já contam com redução na conta de luz, maior autonomia e confiabilidade elétrica. Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, Cássio Coelho, colocar o estado na rota da energia limpa e da transição energética é da maior importância para a atração de novos investimentos. “Estamos fazendo um esforço grande para atrair novos investimentos em energias renováveis, e a energia solar é fundamental para isso. Estamos com uma demanda crescente de empresas e empreendimentos vindo para o Rio de Janeiro e que podem ser beneficiados com a redução de custos que a energia solar oferece”, diz o secretário.

2 de maio, 2022
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ENERGIA FOTOVOLTAICA
Sistema de microgeração em escola no ES

A EDP Espírito Santo e o Governo capixaba instalaram um sistema de microgeração distribuída, que por meio de placas fotovoltaicas permite a geração de energia elétrica pela luz do sol, na Escola Viva Presidente Castelo Branco, em Cariacica. A ação faz parte do projeto Boa Energia nas Escolas, desenvolvido por meio do Programa de Eficiência Energética – PEE da distribuidora, e promoveu a instalação do sistema de microgeração em 10 unidades Escola Viva, além de um projeto educacional que beneficiou um total de 118 instituições de ensino estaduais e municipais em 2017, disseminando informações sobre a utilização segura e eficiente da energia elétrica. Por meio de uma unidade móvel adaptada para ser um minilaboratório, o projeto capacitou, em 2017, cerca de 511 educadores e beneficiou mais de 41 mil alunos em 10 municípios do Estado. Os alunos terão oportunidade de participar de atividades na unidade móvel do projeto, através de uma variedade de experimentos, jogos e vídeos em 3D, que abordam e reforçam a importância de conscientização quando o assunto é energia elétrica. “Utilizarmos melhor os recursos que temos disponíveis é fundamental para a sustentabilidade do planeta. Por isso, a EDP investe em diversas ações de Eficiência Energética, entre elas uma iniciativa educacional, para difundir os conceitos de utilização racional de energia. Além disso, este ano promovemos também a geração distribuída, com a instalação de paineis solares.”, destaca o Diretor da EDP Espírito Santo, João Brito. O Boa Energia nas Escolas acontece em parceria com a Secretaria Estadual de Educação e a Agência de Regulação de Serviços Públicos do Estado (ARSP).

15 de janeiro, 2018
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ENERGIA SOLAR
Sunlution consegue marca de 10 MW

Com os resultados obtidos com as usinas solares flutuantes no Brasil, a Sunlution informou ser a primeira companhia brasileira de desenvolvimento de projeto (EPC) a ter 10 MW de energia fotovoltaica contratados no País, o suficiente para abastecer uma cidade com cerca de 10 mil habitantes. A marca alcançada é resultado de contrato firmado para a construção da primeira série de usinas solares flutuantes do mundo em dois reservatórios de hidrelétricas no Brasil, em Balbina (AM) pela Eletronorte, e em Sobradinho (BA) com a Chesf. Somadas, as obras terão capacidade de geração de 10 MW e devem ser entregues em meados de 2017. “A ideia é aproveitar as vantagens de infraestrutura já existentes nas instalações hidrelétricas para que as operações da geração solar possam ser otimizadas”, ressalta Orestes Gonçalves, Diretor da Sunlution. “Como a estrutura está toda pronta, não há necessidade de se investir em transmissão ou em subestação, como acontece em muitos projetos eólicos, por exemplo”, conclui. A ideia é expandir projetos flutuantes e participar dos leilões anunciados de geração solar em reservatórios. A Sunlution tem ainda projetos de pequeno porte – cerca de 4 KWp - com sistemas implantados nos baús da Truckvan, no telhado do Aeroporto Santos Dumont e no projeto “Escolas Sustentáveis, com a instalação de placas fotovoltaicas em seis colégios públicos do Rio de Janeiro.

25 de maio, 2016
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ENERGIA SOLAR
Sunlution fecha contrato de R$ 100 milhões

A Sunlution, empresa brasileira de geração distribuída – solar e hibrida e geração em usinas solares de médio e grande porte, assinou contrato no valor de R$ 100 milhões para instalar duas usinas solares nos reservatórios das hidrelétricas de Balbina (Eletronorte) e de Sobradinho (Chesf). O contrato prevê o fornecimento de flutuadores com placas fotovoltaicas para os reservatórios hidrelétricos das duas usinas e estudos da otimização da operação de duas fontes de energia (Hidroelétrica e Solar) utilizando a mesma infraestrutura. O projeto tem a parceria da WEG e tem período de 36 meses, dividido em duas etapas. Cada usina terá a instalação de 1 MW ainda em 2016, tendo os 4 MW restantes instalados nos últimos 12 meses. “A ideia é aproveitar as vantagens de infraestrutura já existentes nas instalações hidrelétricas para que as operações da geração solar possam ser otimizadas”, ressalta Orestes Gonçalves, Diretor da Sunlution. “Como a estrutura está toda pronta, não há necessidade de se investir em transmissão ou em subestação, como acontece em muitos projetos eólicos, por exemplo”, conclui. Para o projeto, a empresa criou a joint venture Ciel et Terre Brasil em parceria com o grupo francês Ciel et Terre International, fabricante dos flutuadores solares. A Ciel et Terre Brasil deve inaugurar duas operações fabris no País para produção local dos flutuadores.

4 de janeiro, 2016
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TECNOLOGIA
Flutuador solar gera energia

O mercado de saneamento não será mais o mesmo depois de conhecer as vantagens do flutuador com placas fotovoltaicas, tecnologia que a Sunlution, jovem empresa brasileira de geração distribuída (solar e hibrida) e geração em usinas solares de médio e grande porte, traz ao mercado brasileiro após uma joint-venture firmada com a fabricante francesa Cielet Terre International. A novidade promete ampliar, mesmo em tempos de escassez de água e baixo nível dos reservatórios, a capacidade de oferta hídrica das companhias de saneamento no Brasil. Orestes Gonçalves, sócio diretor da Sunlution, explica que o sistema já vem sendo empregado com êxito em outros países do mundo para cobrir parte dos espelhos d’água de reservatórios de companhias de saneamento: “a tecnologia reduz em até 70% o nível de evaporação da água nos locais onde o flutuador fica instalado, o que permite maior oferta hídrica e, ao mesmo tempo, utilização da energia gerada para abastecer a operação da companhia”. A proposta de gerar energia em reservatórios aproveitando a infraestrutura já existente nas instalações vem atraindo o interesse de companhias brasileiras de saneamento e as conversações com duas delas já estão bem adiantadas, garante o executivo. O sistema de energia solar flutuante, plataforma batizada por Hydrello, permite a instalação dos painéis fotovoltaicos em reservatórios de água potável, lagos de minas e pedreiras, canais de irrigação ou bacias de decantação e remediação. Com montagem rápida e fácil, o sistema se adapta a qualquer configuração elétrica. Fabricados em HDPE através de moldagem por sopro, os flutuadores possuem vida útil superior a 20 anos e são resistentes à corrosão e raios UV. Painéis secundários permitem fácil acesso para manutenção e limpeza das placas. Ciente da eficácia do equipamento, Gonçalves estima encerrar o ano de 2015 com 15 a 20 megawatts (MW) de projetos de energia solar contratados, para serem instalados ao longo de 2016: “como a estrutura está toda pronta, não há necessidade de se investir em transmissão ou em subestação, como acontece em muitos projetos eólicos, por exemplo”. Para otimizar ainda mais o sistema, Gonçalves destaca ainda a parceria firmada com a TechSub, fabricante francesa de aeradores de água solar sustentáveis, para explorar o mercado de tratamento e recuperação de rios e lagos no Brasil. A proposta é integrar o flutuador com placas solares da Sunlution aos aeradores da TechSub e oferecer um modelo sustentável nos projetos de melhoria da qualidade da água no Brasil. Na prática, as placas fotovoltaicas serão responsáveis pelo fornecimento da energia para o equipamento de oxigenação de água da fabricante francesa. “A tecnologiaSunlution-TechSub (aerador + flutuador solar) custa no Brasil R$ 98 mil por equipamento. Cada aerador solar é instalado para cobrir uma área de 5 hectares. Na lagoa Rodrigo de Freitas (RJ), por exemplo, o projeto para elevar a qualidade da água está orçado em torno de R$ 12 milhões e o tempo de resposta para atingir os níveis desejados é de um ano”, ilustra o executivo. Aterros sanitários podem utilizar a mesma tecnologia Outro nicho de mercado que vem sendo trabalhado pela Sunlution são os aterros sanitários e os lixões. A ideia, segundo Gonçalves, é cobrir esse locais com os mesmos flutuadores solares utilizados nos reservatórios, para gerar energia limpa e, ao mesmo tempo, garantir tratamento adequado às áreas impactadas. A expectativa da empresa nessa área é obter um volume de negócios da ordem de R$ 35 milhões com a entrada de cinco megawatts no primeiro ano de projeto. “O flutuador solar é indicado para cobrir este tipo de terreno, já que possui um sistema flexível de fixação capaz de compensar o movimento e as oscilações de uma área de lixão”, esclarece Gonçalves. Já para o setor agrícola, outro potencial cliente da empresa, a Sunlution pretende instalar os flutuadores em lagos e represas de propriedades rurais e, desta forma, garantir o abastecimento energético para a produção. Estudos mostram que o flutuador reduz em até 70% o nível de evaporação da água, o que permite ao agricultor aumentar em 30% a sua produção.

10 de dezembro, 2015